<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890</id><updated>2011-04-21T19:25:11.534-03:00</updated><title type='text'>HistOral200602</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>96</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116571178868988932</id><published>2006-12-09T22:47:00.000-02:00</published><updated>2006-12-09T22:49:48.703-02:00</updated><title type='text'>Essas mulheres</title><content type='html'>Oi, pessoal, o Felipe Svaluto enviou este delicioso texto sobre as mulheres brasileiras e portuguesas, publicado na &lt;em&gt;Folha Online&lt;/em&gt;, da autoria de João Pereira Coutinho:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16/10/2006&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Essas mulheres&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Escuta aqui, ó portuga: que idéia é que vocês, portugueses, têm dos brasileiros que vivem em Portugal? A pergunta foi freqüente nos meus dias paulistanos. Em público ou privado, existia sempre alguém interessado em saber a opinião do patrício sobre os primos mais distantes. A minha resposta era invariavelmente a mesma: pessoalmente, gosto. Mas também confesso que falo mais do feminino que do masculino. Digo mais: as mulheres brasileiras fizeram mais por Portugal do que séculos e séculos de permutas acadêmicas, literárias, culturais.O auditório feminista não gosta de ouvir. E confunde uma observação objetiva com segundas intenções. Não existem segundas intenções. Apenas as primeiras. As que ficam. E então acrescento: tempos houve em que "beleza" e "mulher portuguesa" não rimavam na mesma frase. O escritor Miguel Esteves Cardoso, que entendeu os portugueses melhor que ninguém, comentava há uns anos que a imagem de uma mulher bonita, entre nós, era motivo para conversas infindas durante semanas infindas. Fato, Miguel, fato. Atendendo à escassez da espécie, a visão de uma mulher bonita tinha o impacto de um marciano que subitamente aterrava no fundo do quintal. Era um acontecimento. Era um choque. Era um meteorito cruzando os céus, deixando um rastro de fogo nas nossas imaginações carentes e lunares. A "Mulher Bonita" era um ser de contornos mitológicos. Como as fadas. Os duendes. Os esquerdistas inteligentes. O resto era desolador. Rostos fechados. Pernas também. E o clássico bigode, que crescia por desleixo. Como as ervas daninhas de um jardim abandonado. Tudo mudou. Milhares de brasileiros cruzaram o Atlântico. Milhares de brasileiras também. As ruas de Lisboa e do Porto foram inundadas por um certo calor tropical que deixou os homens assustados e maravilhados em partes iguais. Foi a nossa passagem do cinema mudo para o sonoro. Do preto e branco para a cor genuína. Adultos choravam nas esquinas das cidades, como pobres famintos a quem é oferecido um manjar celestial. Claro que a chegada em massa de brasileiras em massa não contentou toda a gente. Não contentou as próprias mulheres lusitanas, subitamente jogadas nas cordas da concorrência internacional. Mas até aqui o liberalismo clássico se revelou um profeta certeiro: a concorrência tende a melhorar o produto para alegria geral dos consumidores. E o produto foi melhorado pela "mão invisível" da competição hormonal. As portuguesas, dispostas a não perder a sua cota de mercado, deixaram que o jardineiro entrasse lá em casa, com tesoura de poda, pronto para cortar a grama florestal. Subiram-se saias. Desceram-se decotes. Os portugueses descobriam, atónitos, que as suas mulheres também tinham formas de mulheres. Conheço casos de amigos que, de uma dia para o outro, concluíam que o irmão, afinal, era uma irmã. E, com a passagem dos anos e a chegada de mais mulheres brasileiras, "beleza" e "mulher portuguesa" passaram a rimar nos nossos dias subitamente líricos e solares. Já não havia uma única mulher bonita a cruzar os céus dos nossos dias e capaz de alimentar conversas entre machos durante noites e noites de insónia febril. Havia uma mulher bonita todas as horas. Em todos os lugares.Hoje, difícil em Portugal é não encontrar uma mulher bonita. O cenário já cansa; e nós, homens, sonhamos até, por motivos perversos e ligeiramente patológicos, em vislumbrar uma feia. Só para descansar o olhar e arrefecer o corpo martirizado. Inútil. Mesmo as feias têm um certo encanto: a sensualidade real de quem compensa a ausência de formas com algum interesse de conteúdo.Obrigado, Brasil. Um dia alguém irá escrever essa história: a história de como as mulheres brasileiras, cinco séculos depois de Cabral, descobriram, finalmente, Portugal. E de como os portugueses descobriram também as mulheres indígenas que tinham em casa. Sim, essas mulheres. Sim, as nossas mulheres: injustamente perdidas e escondidas na floresta amazónica da frigidez secular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;João Pereira Coutinho&lt;/strong&gt;, 30, é colunista da Folha de S.Paulo. Reuniu seus artigos no livro "Vida Independente: 1998-2003", editado em Portugal, onde vive. Escreve quinzenalmente, às segundas-feiras, para a Folha Online.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116571178868988932?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116571178868988932/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116571178868988932' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116571178868988932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116571178868988932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/12/essas-mulheres.html' title='Essas mulheres'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116482895146899442</id><published>2006-11-29T17:25:00.000-02:00</published><updated>2006-11-29T17:35:51.480-02:00</updated><title type='text'>O TRABALHO FINAL, PASSO A PASSO !</title><content type='html'>Oi, pessoal, conforme o combinado, eis as instruções para a elaboração do trabalho final do curso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;i. Oito páginas (inegociáveis, nem meia página a mais), sem contar a bibliografia, em ARIAL 12, ESPAÇAMENTO 1,5;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ii. Estrutura:&lt;br /&gt;- uma página sobre a imigração portuguesa no Brasil com ênfase para o período da vinda do(a) entrevistado(a);&lt;br /&gt;- duas páginas sobre memória e identidade e outros conceitos de História Oral pertinentes à análise específica das entrevistas escolhidas;&lt;br /&gt;- quatro páginas de análise e comparação de 3 entrevistas pelo menos, aí incluída a entrevista que vocês mesmos realizaram;&lt;br /&gt;- uma página de conclusão, avaliando os limites e as possibilidades das fontes orais analisadas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;iii. Todas as partes do trabalho devem estar relacionadas, é possível já mencionar o conteúdo das entrevistas na parte relativa à imigração ou na parte teórica; o objetivo que não deve se perder de vista é a análise das entrevistas, do significado das narrativas (Portelli, 1996);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;iv. Cite as entrevistas da seguinte maneira: (EFT010:7) , o que significa a página 7 da transcrição da entrevista 010 do projeto FADO TROPICAL;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;v. Quanto à bibliografia, cite da maneira mais simples: (THOMPSON, 1992:15);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;vi. Este trabalho é uma primeira aproximação, um rascunho do artigo, não é preciso se preocupar tanto, lembrem-se que os deuses continuam a sorrir...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;um grande abraço e bom trabalho para &lt;a href="mailto:tod@s"&gt;tod@s&lt;/a&gt;,&lt;br /&gt;Marcos Alvito&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116482895146899442?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116482895146899442/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116482895146899442' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116482895146899442'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116482895146899442'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/o-trabalho-final-passo-passo.html' title='O TRABALHO FINAL, PASSO A PASSO !'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116453918552697784</id><published>2006-11-26T08:43:00.000-02:00</published><updated>2006-11-30T05:52:43.126-02:00</updated><title type='text'>Os e-mails de todos vocês</title><content type='html'>Oi, pessoal, conforme combinado, aí vão todos os e-mails da turma para vocês se comunicarem e trocarem entrevistas e idéias. Por favor confiram para ver se o seu e-mail foi digitado corretamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT001 - Diego Salim: &lt;a href="mailto:diegohistoriauff@yahoo.com.br"&gt;diegohistoriauff@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT002 - Elimar Machado: &lt;a href="mailto:emachadodesouza@yahoo.com.br"&gt;emachadodesouza@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT003 - Álvaro M. Ferreira: &lt;a href="mailto:alvarofigueiro@yahoo.com.br"&gt;alvarofigueiro@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT004 - Ana Luiza Souza: &lt;a href="mailto:anahistoria_70@hotmail.com"&gt;anahistoria_70@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT005 - Diego Velasco: &lt;a href="mailto:diegobrunovelasco@hotmail.com"&gt;diegobrunovelasco@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT006 - Marco M. Pestana: &lt;a href="mailto:marcompag@hotmail.com"&gt;marcompag@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT007 - João Bernardo: &lt;a href="mailto:jbmdm@hotmail.com"&gt;jbmdm@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT008 - Luiza Zelesco: &lt;a href="mailto:luizazelesco@gmail.com"&gt;luizazelesco@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT009 - Flávio Amieiro: &lt;a href="mailto:flavioamieiro@gmail.com"&gt;flavioamieiro@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT010 - Marcos Felipe: &lt;a href="mailto:marcosfblopes@yahoo.com.br"&gt;marcosfblopes@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT011 - Leonardo Lusitano: &lt;a href="mailto:leo_lusitano@yahoo.com.br"&gt;leo_lusitano@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT012 - Mariana Gonçalves: &lt;a href="mailto:marigugli@oi.com.br"&gt;marigugli@oi.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT013 - Fernanda Pires: &lt;a href="mailto:fernandinhapires@uol.com.br"&gt;fernandinhapires@uol.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT014 - Fernanda Crespo: &lt;a href="mailto:nandacrespo@gmail.com"&gt;nandacrespo@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT015 - Geisa Mourão: &lt;a href="mailto:geisadsm@gmail.com"&gt;geisadsm@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT016 - Isabella Trindade: &lt;a href="mailto:bella_tm@yahoo.com.br"&gt;bella_tm@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT017 - Liliane Brito: &lt;a href="mailto:brito_liliane@yahoo.com.br"&gt;brito_liliane@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT018 - Manuela Green: &lt;a href="mailto:manupulgreen@yahoo.com.br"&gt;manupulgreen@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT019 - Felipe Svaluto: &lt;a href="mailto:warfarestate@bol.com.br"&gt;warfarestate@bol.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT020 - Priscilla Gomes: &lt;a href="mailto:priscillachaves@bol.com.br"&gt;priscillachaves@bol.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT021 - Leonardo Lopes de Freitas: &lt;a href="mailto:leonardolfr@bol.com.br"&gt;leonardolfr@bol.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT023 - Felipe Machado: &lt;a href="mailto:felipemachadouff@hotmail.com"&gt;felipemachadouff@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT024 - Felipe Mello: &lt;a href="mailto:mellofrias@ig.com.br"&gt;mellofrias@ig.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT025 - Saulo V. da Silva: &lt;a href="mailto:saulojance@bol.com.br"&gt;saulojance@bol.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT026 - Rossana A. Nunes: &lt;a href="mailto:rossananunes@uol.com.br"&gt;rossananunes@uol.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT027 - Vanessa Brunow: &lt;a href="mailto:vanessabrunow@hotmail.com"&gt;vanessabrunow@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT028 - Isabela Dias: &lt;a href="mailto:albuquerquedias@uol.com.br"&gt;albuquerquedias@uol.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT029 - Natasha Schumack: &lt;a href="mailto:natasha_correalima@hotmail.com"&gt;natasha_correalima@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT030 - Francisco Lima: &lt;a href="mailto:franciscostorino@bol.com.br"&gt;franciscostorino@bol.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT031 - Livia C. Sampaio: &lt;a href="mailto:liviacassemiro@yahoo.com.br"&gt;liviacassemiro@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT032 - Luciana L. Silva: &lt;a href="mailto:luleosilva@gmail.com"&gt;luleosilva@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT033 - Rebeca Oliveira: &lt;a href="mailto:bnat_ol@yahoo.com.br"&gt;bnat_ol@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT034 - Adriana de Oliveira: &lt;a href="mailto:adrianahistori@hotmail.com"&gt;adrianahistori@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT035 - Henrique Monnerat: &lt;a href="mailto:henriquemonnerat6@hotmail.com"&gt;henriquemonnerat6@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT036 - Amanda A. Bouto: &lt;a href="mailto:amaarago@ibest.com.br"&gt;amaarago@ibest.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT037 - Michel Alcoforado: &lt;a href="mailto:michelalcoforado@globo.com"&gt;michelalcoforado@globo.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT038 - Leonardo Leitão: &lt;a href="mailto:leonleitao@gmail.com"&gt;leonleitao@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT039 - Ricardo Teixeira: &lt;a href="mailto:ricardogilberto@hotmail.com"&gt;ricardogilberto@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFTO40 - Carolina F. Calixto: &lt;a href="mailto:karolzete@yahoo.com.br"&gt;karolzete@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT041 - Rafaela Sartori: &lt;a href="mailto:sharbatgullabr@yahoo.de"&gt;sharbatgullabr@yahoo.de&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116453918552697784?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116453918552697784/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116453918552697784' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116453918552697784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116453918552697784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/os-e-mails-de-todos-vocs.html' title='Os e-mails de todos vocês'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116453770942859612</id><published>2006-11-26T08:40:00.000-02:00</published><updated>2006-11-26T08:41:49.566-02:00</updated><title type='text'>EFT041 - Ficha de entrevista e sumário</title><content type='html'>FICHA DE ENTREVISTA&lt;br /&gt;PROJETO FADO TROPICAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Código da Entrevista: EFT041&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de realização da entrevista: 01/11/2006 e 20/11/2006 Local: Casa da Entrevistada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistada: Irene Dos Anjos Lopes Martins&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de nascimento: 25/11/1935                               Local: Coimbra – Portugal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de chegada ao Brasil: 29/05/1962                    Local: Praça Mauá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profissão atual: Do lar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profissões anteriores: Do lar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estado civil: viúva                   Filhos: 2 (dois)             Netos: 3 (três)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistador: Rafaela Luciana Sartori&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curso: História             Período: 6o (sexto)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gravação: (X) Digital  (X) em fita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No. Fitas: (1CD + 1Fita)         Duração total aproximada: 15 minutos + 5min&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Número de páginas do depoimento transcrito: 11 (Arial 12)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data da conferência: 17/11/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data da assinatura da carta de sessão: 20/11/2006    (  ) não autorizou&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fotos: (X) sim  (  )não              Número de fotos: 02 (duas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observações:&lt;br /&gt;Devido a alguns cortes que houve na gravação digital, refiz algumas perguntas posteriormente numa gravação em fita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto “Fado Tropical” – História Oral&lt;br /&gt;Entrevistado: Irene dos Anjos Lopes Martins&lt;br /&gt;Entrevistador: Rafaela Luciana Sartori&lt;br /&gt;Local: residência do entrevistado, no bairro Flamengo, Rio de Janeiro&lt;br /&gt;No dia 01/11/2006 e 20/11/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sumário da entrevista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CD -até 15’ (pp. 01-09)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(p. 01) Vida de classe média em Portugal – Família - Viver na aldeia – (p.2) Conhecidos com parentes no Brasil – Decepção com Brasil – Casamento em Portugal e vinda para o Brasil – Viagem de Navio – Diário – (p.3) Marido vem trabalhar com irmão num bar – Morar com a sogra – Dona de casa – Saudades ao chegar ao Brasil –- Distração costurando para fábrica – (p.4) Companheirismo com marido – Dificuldades com palavras diferentes – Simplicidade, mas sem passar necessidade – Piadas sobre portugueses no rádio – Parentes e amigos que vão ensinando a viver no Brasil – Não freqüenta clubes portugueses – (p.5) Marido torcia pelo Vasco – Torcida em Copa do Mundo – Diferenças de culinária – Adaptação e mistura com culinária brasileira – Só marido ouvia música portuguesa – Programas de TV brasileiros melhores que os de Portugal – Religião Católica – (p.6) Santos de devoção – Telefonemas para Portugal – Idas a passeio para Portugal – Já se sente um pouco carioca – Não voltaria a morar em Portugal – Clima favorável no Brasil e filhos que a prendem aqui – (p.7) Criação dos filhos sem falar muito em Portugal – Filhos gostam de Portugal – Onde os filhos moram – Filhos não gostam de música portuguesa – Filhos não foram criados com música e danças portuguesas – Um filho pediu nacionalidade portuguesa e gostaria de trabalhar lá – (p.8) Balanço positivo da vida no Brasil – Violência no Brasil – Orgulho de ser portuguesa – (p.9) Adora o Brasil – Netos gostariam de ir a Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fita – Lado A – até 5´ (pp. 10-11)&lt;br /&gt;(p.10) Santos de devoção – Basílica de Nossa Senhora de Fátima – Criação Católica aos filhos como aspecto de criação portuguesa – O marido não conversava muito com os filhos – Orgulho de ser portuguesa – (p.11) Saudades de Fátima – Alegria com as netas – Não pretende voltar a passear em Portugal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116453770942859612?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116453770942859612/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116453770942859612' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116453770942859612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116453770942859612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/eft041-ficha-de-entrevista-e-sumrio.html' title='EFT041 - Ficha de entrevista e sumário'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116453714122299561</id><published>2006-11-26T08:28:00.000-02:00</published><updated>2006-11-26T08:32:21.226-02:00</updated><title type='text'>EFT039 - Ficha de entrevista e sumário</title><content type='html'>FICHA DE ENTREVISTA PROJETO FADO TROPICAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Código da entrevista (ver mapa de entrevistas): EFT039 (parte I)&lt;br /&gt;Data de realização da entrevista: 14/11/2006  Local: Rio de Janeiro/RJ&lt;br /&gt;Entrevistada: Maria Isabel de Andrade Bessa&lt;br /&gt;Data de nascimento: 11/07/1959                                  Local: Toita - Portugal&lt;br /&gt;Data de chegada ao Brasil: 20/05/1965                      Local: Rio de Janeiro&lt;br /&gt;Profissão atual: do lar&lt;br /&gt;Profissões anteriores: comerciante&lt;br /&gt;Estado civil: casada                               Filhos: sim (2)                 Netos: não&lt;br /&gt;Entrevistador: Ricardo Gilberto Lyrio Teixeira&lt;br /&gt;Curso: História                                              Período: 7º&lt;br /&gt;Gravação:  (X) digital                 (  ) em fita cassete&lt;br /&gt;No. de fitas: (     )             Duração total aproximada: 1:06:54&lt;br /&gt;No. de páginas do depoimento transcrito: 29 (Arial 12)&lt;br /&gt;Data da conferência: 21/11/2006&lt;br /&gt;Data da assinatura da carta de cessão: 22/11/2006      (  ) NÃO AUTORIZOU&lt;br /&gt;Fotos:    (  ) sim     (X) não    //      Número de fotos: ___________________&lt;br /&gt;Observações: O local de nascimento não pôde ser verificado. A entrevistada não tem certeza.&lt;br /&gt;Durante a entrevista, a entrevistada informou que sua vinda ao Brasil se deu em fevereiro de 1964. Ao preencher a Ficha de Entrevista, procurando saber o dia exato de sua vinda pelo passaporte da mãe, descobriu que viera em 1965, na verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FICHA DE ENTREVISTA PROJETO FADO TROPICAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Código da entrevista (ver mapa de entrevistas): EFT039 (parte II)&lt;br /&gt;Data de realização da entrevista: 14/11/2006  Local: Rio de Janeiro/RJ&lt;br /&gt;Entrevistada: Maria Isabel de Andrade Bessa&lt;br /&gt;Data de nascimento: 11/07/1959                                   Local: Toita - Portugal&lt;br /&gt;Data de chegada ao Brasil: 20/05/1965                      Local: Rio de Janeiro&lt;br /&gt;Profissão atual: do lar&lt;br /&gt;Profissões anteriores: comerciante&lt;br /&gt;Estado civil: casada                               Filhos: sim (2)                 Netos: não&lt;br /&gt;Entrevistador: Ricardo Gilberto Lyrio Teixeira&lt;br /&gt;Curso: História                                              Período: 7º&lt;br /&gt;Gravação:  (X) digital                 (  ) em fita cassete&lt;br /&gt;No. de fitas: (     )             Duração total aproximada: 0:28:53&lt;br /&gt;No. de páginas do depoimento transcrito: 12 (Arial 12)&lt;br /&gt;Data da conferência: 21/11/2006&lt;br /&gt;Data da assinatura da carta de cessão: 22/11/2006      (  ) NÃO AUTORIZOU&lt;br /&gt;Fotos:    (  ) sim     (X) não    //      Número de fotos: ___________________&lt;br /&gt;Observações: O local de nascimento não pôde ser verificado. A entrevistada não tem certeza.&lt;br /&gt;Durante a entrevista, a entrevistada informou que sua vinda ao Brasil se deu em fevereiro de 1964. Ao preencher a Ficha de Entrevista, procurando saber o dia exato de sua vinda pelo passaporte da mãe, descobriu que viera em 1965, na verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto “Fado Tropical” – História Oral&lt;br /&gt;Código da Entrevista: EFT039 (parte I).&lt;br /&gt;Entrevistada: Maria Isabel de Andrade Bessa&lt;br /&gt;Entrevistador: Ricardo Gilberto Lyrio Teixeira&lt;br /&gt;Local: residência da entrevistada, no bairro de Vila Isabel, cidade do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;No dia 14 de novembro de 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Legenda:&lt;br /&gt;{ } – indica o número da página resumida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;{1} vida em Portugal – pai brasileiro, filho de italiano com uma brasileira – segundo casamento da mãe, com um português – {2} ida do pai com a família a Portugal com 14 anos – casamento dos pais – escolaridade dos pais – ocupação/profissão dos pais – restaurante – sociedade com o tio – fraude nas contabilidades feita pelo tio – fuga do tio para os EUA – queda financeira dos pais – restaurante em frente à praia de Matosinhos – {3} ida para Sever – irmão – pais trabalhando em outra cidade – Trancoso – mãe cozinheira e pai barbeiro – decisão do pai de vir para o Brasil – chegada do pai ao Brasil – {4} primeiros trabalhos do pai como porteiro no Leblon e na Tijuca – decisão de trazer a mãe – Carta de Chamada – decisão da mãe em trazer a filha, Isabel – chegada ao Brasil, aos 5 anos, em fevereiro de 1964 – {5} demissão do pai e novo emprego na Tijuca, na mesma rua – trabalhos paralelos para complementar a renda familiar – dificuldades enfrentadas pelos pais – mãe começa a vender roupas – mudança da Tijuca para Engenho de Dentro – pais deixam de ser empregados de outros – pai começa a vender pipoca e depois, queijo – {6} oferta de compra de um bar em Vila Isabel por um casal de amigos – prorrogação da oferta e conseqüente compra do bar – compra do apartamento onde a mãe mora atualmente, em Vila Isabel – venda do bar e compra de outro na Avenida Suburbana – compra de outro apartamento no mesmo prédio, onde Isabel mora atualmente – dificuldades nos negócios – {7} Marcus, o marido – compra, pelos pais, de outro bar, na Penha – sociedade com Marcus – {8} fim da sociedade – compra de novo bar em sociedade na Tijuca – venda do bar – dificuldades enfrentadas pelos pais a partir do confisco do Plano Collor – Isabel resiste por ter investido em dólares – {9} compra de novo bar pelo Marcus na Tijuca – mudança de bar, para Vila Isabel – {10} briga na Justiça envolvendo o bar – experiência de imigrante da entrevistada – dificuldades em se adaptar a Sever – dificuldades em enfrentar a queda no padrão de vida – atraso de Sever – {11} frio – hábitos de banho – dificuldades em se adaptar ao Brasil – tamanho da casa – {12}  discriminação por ser filha do porteiro e por ser portuguesa – gozações ao português – {13} receio de descobrirem que era portuguesa – {14} sotaque – discriminação por ser portuguesa – vontade de voltar a Portugal – vinda de navio – {16} pela primeira vez vê um negro – carros da época – {17} transporte em Portugal comparado aos carros do Brasil – informações sobre o Brasil antes de vir pra cá – {18} confusões a respeito da nacionalidade do pai – descendentes na França – {19} filha do padre francês – adaptação aos costumes, comida e clima – batata, feijão, arroz... – {20} casamento com um brasileiro – relações e contatos com Portugal – associações portuguesas – músicas e gosto pelo fado – {21} falta de interesse dos familiares pela cultura portuguesa – futebol – jogos do Benfica – {22} jogos do Vasco – escolha pelo Flamengo – avaliação da experiência da imigração – {23} sorte da família por ter vindo em uma época boa – o atraso de Portugal de Salazar – as diferenças do namoro em Portugal e no Brasil – censura – {24} catolicismo – santos europeus e brasileiros – o “ser português” – hoje: orgulho – antes: gozação – {25} vitória dos pais – Barra da Tijuca – {26} ser português e viver no Rio de Janeiro – história da dona Inês de Castro – {27} opinião sobre o projeto – satisfação e indagação sobre o interesse em outras experiências imigratórias – {28} dificuldade da vida do pai – agradecimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto “Fado Tropical” – História Oral&lt;br /&gt;Código da Entrevista: EFT039 (parte II).&lt;br /&gt;Entrevistada: Maria Isabel de Andrade Bessa&lt;br /&gt;Entrevistador: Ricardo Gilberto Lyrio Teixeira&lt;br /&gt;Local: residência da entrevistada, no bairro de Vila Isabel, cidade do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;No dia 14 de novembro de 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Legendas:&lt;br /&gt;{ } – indica o número da página resumida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;{1} diferenças no vocabulário entre os países – {2} ida do pai à África – condições que permitiram a ida – {3} o restaurante – ida à África e contato com a miséria – {4} exploração da África por Salazar e pelos portugueses – {5} situação dos negros no período da Abolição no Brasil – políticas compensatórias – racismo – {6} Portugal e a falta de assistência à África – inserção dos negros no mercado de trabalho pós-Abolição – {7} racismo e preconceitos a minorias – preconceito a nordestinos – empregada nordestina da mãe – {8} formação dos filhos dessa empregada – {10} imigração nordestina – sucessos e fracassos – família que apareceu no Fantástico – {11} maturidade de crianças que passam dificuldades – {12} professor de surf do programa da Regina Cazé – responsabilidade social e ONGs – agradecimentos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116453714122299561?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116453714122299561/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116453714122299561' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116453714122299561'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116453714122299561'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/eft039-ficha-de-entrevista-e-sumrio.html' title='EFT039 - Ficha de entrevista e sumário'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116453674381821615</id><published>2006-11-26T08:18:00.000-02:00</published><updated>2006-11-26T08:25:44.010-02:00</updated><title type='text'>EFT038 - Ficha de entrevista e sumário</title><content type='html'>Ficha de Entrevista – Projeto Fado Tropical:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Código da entrevista (ver mapa de entrevistas): EFT038&lt;br /&gt;Data de realização da entrevista: 16/11/2006 Local: Olaria – Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;Entrevistado: Ernesto Orlando Guedes Pereira&lt;br /&gt;Data de nascimento: 29/06/40 Local: Conselho de Armamar – Distrito de Vizeu&lt;br /&gt;Data de chegada ao Brasil: 14/03/53 Local: Rio de Janeiro&lt;br /&gt;Profissão atual: Aposentado&lt;br /&gt;Profissões anteriores: Operário em uma fábrica alimentícia italiana que produzia macarrão - borracheiro – mecânico – padeiro&lt;br /&gt;Estado civil: Casado            Filhos: 4         Netos:1&lt;br /&gt;Entrevistador: Leonardo Leitão&lt;br /&gt;Curso: História          Período: 7º&lt;br /&gt;Gravação: (x) digital (  ) em fita cassete&lt;br /&gt;Nº. de fitas: (  ) Duração total aproximada: 1h. 36min. 21segs.&lt;br /&gt;Nº de páginas do depoimento transcrito: 26&lt;br /&gt;Data da conferência: ___/___/___&lt;br /&gt;Data da assinatura da carta de cessão: ___/___/___ (  ) NÃO AUTORIZOU&lt;br /&gt;Fotos: (x) sim  (  ) não Número de fotos: 3&lt;br /&gt;Observações: Essa entrevista é composta por duas fichas de entrevista, uma vez que foi feita simultaneamente com dois entrevistados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficha de Entrevista – Projeto Fado Tropical:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Código da entrevista (ver mapa de entrevistas): PFT038&lt;br /&gt;Data de realização da entrevista: 16/11/2006 Local: Olaria – Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;Entrevistado: Alberto José Guedes Pereira&lt;br /&gt;Data de nascimento: 11/12/38 Local: Conselho de Armamar – Distrito de Vizeu&lt;br /&gt;Data de chegada ao Brasil: 14/03/53 Local: Rio de Janeiro&lt;br /&gt;Profissão atual: Mecânico (Aposentado)&lt;br /&gt;Profissões anteriores: mecânico&lt;br /&gt;Estado civil: Casado            Filhos: 2         Netos: -&lt;br /&gt;Entrevistador: Leonardo Leitão&lt;br /&gt;Curso: História          Período: 7º&lt;br /&gt;Gravação: (x) digital (  ) em fita cassete&lt;br /&gt;Nº. de fitas: (  ) Duração total aproximada: 1h. 36min. 21segs.&lt;br /&gt;Nº de páginas do depoimento transcrito: 26&lt;br /&gt;Data da conferência: ___/___/___&lt;br /&gt;Data da assinatura da carta de cessão: ___/___/___ (  ) NÃO AUTORIZOU&lt;br /&gt;Fotos: (x) sim  (  ) não Número de fotos/documentos: 4&lt;br /&gt;Observações: Essa entrevista é composta por duas fichas de entrevista, uma vez que foi feita simultaneamente com dois entrevistados. O entrevistado cedeu a cópia de 2 documentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sumário(EFT038)&lt;br /&gt;Profissão do pai – Infância na aldeia – A vinda para o Brasil – Os primeiros anos aqui – Trabalho na oficina e na padaria – A ajuda da Família – Os clubes-portugueses – Alimentação – Religiosidade – Dificuldade no pós-guerra &lt;br /&gt;Por que torcer pro Botafogo – A família lá e cá e primeira oficina – Uma infância carioca – O retorno a Portugal e a crítica – A viagem de Portugal – Copa do Mundo e afirmação da brasilidade – Matrimônio – Mudança de costumes no namoro – A trajetória nas oficinas&lt;br /&gt;A vida na Aldeia e a ética do trabalho – Elogio ao Brasil – As frutas da Aldeia – Trabalho, honestidade, e tradição na mecânica – Ser português é ser brasileiro – O preconceito e a superação – As relações de trabalho, ontem e hoje – Elogio à firma e à família.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116453674381821615?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116453674381821615/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116453674381821615' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116453674381821615'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116453674381821615'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/eft038-ficha-de-entrevista-e-sumrio.html' title='EFT038 - Ficha de entrevista e sumário'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116445186024058531</id><published>2006-11-25T07:57:00.000-02:00</published><updated>2006-11-25T08:51:00.253-02:00</updated><title type='text'>EFT037 - Ficha de entrevista e sumário</title><content type='html'>FICHA DE ENTREVISTA PROJETO FADO TROPICAL:Código da entrevista (ver mapa de entrevistas): EFT-037         Data de realização da entrevista: 10/11/2006      Local: Clube Português de NiteróiEntrevistado(a): Carlos José Martins&lt;br /&gt;Data de nascimento: 10/04/1927 Local: Portugal, Distrito de Bragrança. Freguesia do RebordeloData de chegada ao Brasil: 08/10/1950  Local: Rio de JaneiroProfissão atual: ComercianteProfissões anteriores: Comerciante&lt;br /&gt;Estado civil: Divorciado &lt;br /&gt;Filhos: Dois Filhos nascidos em Portugal&lt;br /&gt; Netos: 4 netosEntrevistador: Michel Fontenelle  AlcoforadoCurso: História   Período:  6Gravação: ( ) digital ( X) em fita casseteNo. de fitas: ( 1) Duração total aproximada: 37’’No. de páginas do depoimento transcrito: 14 (Arial 12)Data da conferência: 24/11/2006Data da assinatura da carta de cessão: 24/11/2006 ( ) NÃO AUTORIZOUFotos: (X ) sim ( ) não // Número de fotos: 4 fotos.Observações: Apesar de ter explicado diversas vezes ao meu entrevistado que as fotos que queria era de sua vida em família ele insistiu em trazer em sua grande maioria fotos formais presentes em documentos. Aproveitando a oportunidade, digitalizei todo os documentos que me foram dados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT-037&lt;br /&gt;Projeto “Fado Tropical” – História OralEntrevistado: Carlos MartinsEntrevistador: Michel AlcoforadoLocal: Clube Português de NiteroiNo dia 10/11/2006 (ou por extenso)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sumário&lt;br /&gt;Até 37’ 15’’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(p.01) A vida em Familia - As festas Portuguesas em sua aldeia – o trabalho dos pais – a sua aldeia – diferenciação entre aldeia, conselho, freguesia – questões admnistrativas-  Como o Brasil era visto em Portugal – O casamento fracassado – A vinda para o Brasil - p( 02) – o trabalho na padaria do cunhado em São Paulo – o trabalho em cima do caminhão em Santa Catarina- a escolha pelo Brasil – O começar de novo - A vida muito trabalho nos primeiros anos de Brasil – O Brasil como um lugar de maiores oportunidades -  A viagem no Navio North King –a duração - p( 03) – A comida, a acomodação – A primeira imagem do Brasil –  citação de um fado que sintetiza a sua relação com Brasil e Portugal – os parentes no Brasil – Os primeiros 8 dias no Brasil – o trabalho na Padaria em São Paulo – p ( 04 ) –  nunca sentiu preconceito – sua intensa vida social com ilustres portugueses – nunca teve preconceito de cor – amigos escuros – p ( 05 ) – sua facilidade de adaptação no Brasil – o brasileiro como farrista – as festas portuguesas beneficentes no estádio Caio Martins -  a alimentação em sua casa – os 60 kg de batata que comia sozinho – p( 06 ) – a  amizade com o vice cônsul Antonio de Noronha -  sua esposa brasileira que cozinha muito bem comida portuguesa – p ( 07) – não tinha tempo para ouvir musicas – Sua religião – devoto de Nossa Senhora de Fátima e Nossa Senhora Aparecida sua guardiã desde de criancinha –  p ( 08 ) - Seu time Vasco da Gama -  o apuros que passou no Brasil quando Portugal tirou o Brasil da Copa -  a ultima copa -  a derrota do Brasil –-----p ( 09 ) – as noticias de Portugal -  Tv a cabo e assinatura de jornal português – as voltas a Portugal – não se acostumaria a Portugal – o gosto pelas festas brasileiras – Casamento de papel assinado dar azar -  a mulher brasileira – os 2 filhos portugueses – a saudade do filho que deixou em Portugal quando veio – o único carro da aldeia - a vinda dos dois filhos – p ( 10 ) – a relação dos filhos com Portugal – a vida de estudo e trabalho do filho – a filha que não gosta muito de estudar – o filho se parece muito com o pai – p ( 11) – o filho que possui todos os traços portugueses – a filha que já é totalmente diferente – os segredos de uma casa portuguesa – amor, carinho, acolhedora – p ( 12 ) – os netos e a ligação com  Portugal – o apartamento e carro na garagem que tinha até ano passado em chaves –  a mulher como a coisa mais positiva que lhe aconteceu no Brasil – e de mais negativo não há – p ( 13 ) – os conselhos que daria aos jovens que quisessem sair de seu pais – ser português – os desbravadores do mundo – muito inteligentes – não tem diferenças ser português no Rio de Janeiro ou em qualquer lugar do Brasil -  p ( 14 ) agradecimentos&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116445186024058531?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116445186024058531/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116445186024058531' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116445186024058531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116445186024058531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/eft037-ficha-de-entrevista-e-sumrio.html' title='EFT037 - Ficha de entrevista e sumário'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116444843509807114</id><published>2006-11-25T07:43:00.000-02:00</published><updated>2006-11-25T07:53:55.113-02:00</updated><title type='text'>EFT035 - Ficha de entrevista e sumário</title><content type='html'>FICHA DE ENTREVISTA PROJETO FADO TROPICAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CÓDIGO DA ENTREVISTA: EFT 035&lt;br /&gt;DATA DA REALIZAÇÃO DA ENTREVISTA: 10/11/2006       &lt;br /&gt;LOCAL:Vista Alegre – Rio de Janeiro&lt;br /&gt;ENTREVISTADO: Joaquim Pinto de Mesquita&lt;br /&gt;DATA DE NASCIMENTO:02/02/1935&lt;br /&gt;LOCAL: Baião – Distrito do Porto&lt;br /&gt;DATA DE CHEGADA AO BRASIL: 09/06/1956&lt;br /&gt;LOCAL: Rio de Janeiro&lt;br /&gt;PROFISSÃO ATUAL: Vendedor (na padaria do filho)&lt;br /&gt;PROFISSÃO ANTERIORES: Agricultor, Açougueiro, Feirante, Exército em 1956&lt;br /&gt;ESTADO CIVIL:Solteiro    &lt;br /&gt;FILHOS: 1 (Eduardo)&lt;br /&gt;NETOS: 1 (João)&lt;br /&gt;ENTREVISTADOR: Henrique Campos Monnerat&lt;br /&gt;CURSO: História&lt;br /&gt;PERÍODO: 4º&lt;br /&gt;GRAVAÇÃO:  (x)DIGITAL ( ) EM FITA CASSETE&lt;br /&gt;Nº DE PÁGINAS DO DEPOIMENTO TRANSCRITO:53&lt;br /&gt;DATA DA CONFERÊNCIA: 22/11/2006&lt;br /&gt;DATA DA ASSINATURA DA CARTA DE CESSÃO: 22/11/2006&lt;br /&gt;FOTOS: (x) SIM ( ) NÃO  // NÚMERO DE FOTOS: 3&lt;br /&gt;OBSERVAÇÕES:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sumário da Entrevista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até 34min.    (pp. 01-10)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(p. 01) Vida da família em Portugal – O trabalho aos seis anos de idade – Incidente com a plantação – (p.02) A lavoura em Portugal – Os irmãos – (p.03) A época da guerra de 40 – A política de Salazar em relação à guerra – Fome em Portugal – (p.04) Fim da guerra – A vila onde morava (Baião) – Único caso de violência na vila – (p.05) Não havia mortes em Portugal – (p 06) Punição para os que cometem crime – A vida perto do Porto numa nova quinta – (p07) A rotina de trabalho – Saudade dos pais – A volta para Baião para a “melhor fazenda de Portugal” – (p08) Alistamento no exército – O poder dos padres em Portugal – Tentativa de não ser convocado pelo exército – Guerra em Angola – A namorada e futura esposa – (p09) Exame médico para o alistamento – O que se falava do Brasil – Conhecidos que no Brasil viviam – A decisão de ir ao Brasil – (p10) A vinda com a mulher e o filho bebê – A moradia – Os sócios – Vontade de voltar – A compra de uma nova horta –&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre 34min  e 1h01min. (pp 11-18)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(p11) Dificuldades do Brasil – Ilusão quanto ao Brasil – (p12) Após a chegada ao Brasil – O filho – A possibilidade de voltar – A compra de uma casa – (p13) A viagem para o Brasil – A chegada imediata – (p14) Os barracos de madeira – Madureira – Festa da nossa Senhora da Penha – (p15) Festas portuguesas, as casas portuguesas – (p16) Preconceito com os portugueses –  (p17) Conflitos entre portugueses e brasileiros – Colegas de trabalho : nordestino e negro – (p18) A importância do trabalho – Importância de andar direito, na linha – Dificuldade de adaptação com sotaque forte que persiste até hoje –&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre 1h01min. e 1h30min. (pp 19-28)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; (p19) – Infarto tido aprox. em 2004 – Alimentação quando chegara ao Brasil – Mudança do barraco para uma (meia-água) alugada – (p20) A compra de uma horta própria – Parentes e conhecidos que no Brasil já viviam -  A compra de um terreno em Turiaçu – Construção da nova casa – A compra da casa dois anos depois pela fábrica da Piraquê – (p21) A compra da casa em Vista Alegre em 1978 – O bairro Vista Alegre – Violência e segurança – Os clubes portugueses e a comida da terrinha – (p22) Música e o gosto pela dança – O Fado e canções folclóricas – Pouco tempo para o Lazer (p23) Santo de devoção – Religiosidade – Nossas Senhoras – Aparecida do Norte – Imagens católicas e o argumento protestante em relação às imagens – (p24) Jesus Cristo – O perdão e o pecado – (p25) Milagres – A bíblia – O Diabo – (p26) Presentes de Portugal religiosos – A cidade de Braga em Portugal – O time Vasco e como tornou-se Vasco – Vasco da Gama para os portugueses – (p27) Violência no futebol – Olhando para trás e vendo o que foi conquistado – Importância de se conservar o caráter –&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre 1h30min e 2h00min   (pp20.36)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(p28) Notícias de Portugal – Contato com os parentes de lá – Vezes em que visitou Portugal – (p29)  Revisitando Fátima – A diferença entre o Portugal que deixou quando partiu e o Portugal que encontro vinte e quatro anos depois – Reconhecendo Baião – (p30) Relação entre Portistas e Lisboetas – Lisboa : imigrantes orientais e africanos – O vinho de Porto - (p31) O “ser” carioca – Amizades no Rio – Violência da cidade – A polícia e suborno – (p32) Proteção do coronel – Necessidade de haver “leis duras” – (p33) O casamento – Os bailes da infância e da adolescência – O começo do namoro – Os sogros – O namoro até o casamento – (p34) A vinda para o Brasil – A cópia da prova e a carta de chamada – Conversando sobre Portugal com o filho – Dificuldade de ver o filho por causa do trabalho – A faculdade do filho – Conversa com o filho sobre o futuro – (p35) O futebol e o filho – Falando de Portugal para o filho jovem – Situação de penúria de Portugal – (p36) A mudança em Portugal: a Revolução dos Cravos – “Não há um pobre em Portugal” – No tempo do Salazar – A política com as indústrias – Portugal de hoje –&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre 2h00min. e 2h30min. (pp37-44)&lt;br /&gt;               &lt;br /&gt;(p37) Situação dos empregados em Portugal – Resolvendo problemas no Brasil para conhecidos em Portugal – Aluguel da casas – A venda de casas – (p38) Relação do filho com Portugal – O Brasil como uma terra de ganhar dinheiro não como morada definitiva – Possibilidade de voltar a Portugal – (p39) A cultura portuguesa com o filho e com o neto – Olhando para trás, algo de positivo em ter vindo para o Brasil: “O Brasil é uma ilusão” – (p40) “A gente se acostuma” – Algo de positivo: a formatura do filho – A inflação no Brasil – Instabilidade do Brasil – Estabilidade dos preços em Portugal – (p41) Geisel como melhor presidente – O que tem de mais negativo no Brasil – (p42) “Isto é Brasil”? – Tifo logo quando chegou no Brasil – O médico – (p43) As condições difíceis – Conselho para alguém que deseja ganhar a vida em outro país – A ganância – Número de portugueses que vão para Holanda: eletricistas e pedreiros – (p44) Importância de ter a vontade de trabalhar – A rotina nas feiras &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre 2h30min e 3h07min (pp45-54)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(p45) Importância de guardar o dinheiro – Número de lojas e açougues que faliram nos últimos vinte anos – (p46) O significado de ser português – A educação do português – A justiça em Portugal – (p47) A importância de se temer e de se respeitar – Ser português e viver no Rio de Janeiro – O caso do Português assassinado em agosto de 2006 – (p48) Perigo no Rio até para se passar as férias – As idas ao centro da cidade – O quase seqüestro – (p49) Idem – (p50) “Isso é terra para nós estarmos aqui, meu filho” – O assalto em Inhaúma – (p51) “não é só ganhar dinheiro” – (p52) A amizade – O amigo “paraíba”- Sonho com Jesus – (p53)  Fazer o bem – Impressões da intrevista – (p54) “Os portugueses não tem culpa do país estar errado agora”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116444843509807114?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116444843509807114/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116444843509807114' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116444843509807114'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116444843509807114'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/eft035-ficha-de-entrevista-e-sumrio.html' title='EFT035 - Ficha de entrevista e sumário'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116444781053150019</id><published>2006-11-25T07:36:00.000-02:00</published><updated>2006-11-25T07:43:30.533-02:00</updated><title type='text'>EFT034 - Ficha de entrevista e sumário</title><content type='html'>FICHA DE ENTREVISTA PROJETO FADO TROPICAL:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Código da entrevista (ver mapa de entrevista): EFT 034&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de realização da entrevista: 02/11/2006  Local: Casa do entrevistado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistado (a): José Dias da Silva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de nascimento: 20/02/1950  Local: Ponto da Barca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de chegada ao Brasil: 7/02/1975  Local: Rio de Janeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profissão atual: Comerciante – dono de padaria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profissões anteriores: empregado de um restaurante/ bar em Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estado civil: casado                  Filhos: 2   Netos: 0&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistador: Adriana de Oliveira Moreira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curso: História                  Período: 7º&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gravação: (x ) digital          (  ) em fita cassete&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No. de fitas: (   ) Duração total aproximada: 23'30''&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No. de páginas do depoimento transcrito: 10&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data da conferência: 22/11/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data da assinatura da carta de cessão: 22/11/2006 (  ) NÃO AUTORIZOU&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fotos: (x)sim (  ) não // Número de fotos: 3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observações:&lt;br /&gt;__________________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Projeto “Fado Tropical” - História Oral&lt;br /&gt;Entrevistado: José Dias da Silva&lt;br /&gt;Entrevistador: Adriana de Oliveira Moreira&lt;br /&gt;Local: Casa do entrevistado em Campo Grande, na cidade do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;No dia: 02/11/2006&lt;br /&gt;Código da entrevista: EFT 034&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sumário da entrevista:&lt;br /&gt;(p.1) resumo da vida do seu José Dias – em Portugal, em Moçambique  e no Brasil – (p.2) continuação da vida em Portugal- o que se dizia do Brasil – o que ele imaginava o que o fez vir ao Brasil – (p.3) cont. o que se imaginava do Brasil – a ida a Guerra de Independência de Moçambique- (p.4) o fim da Guerra - a idéia de vir para o Brasil - as primeira impressões – (p.5) as dificuldades na adaptação no Brasil – o preconceito – (p.6) a tradição portuguesa – (p.7) a relação com o time de futebol Vasco da Gama – o casamento – (p.8) a influência sobre os filhos – a primeira ida da família junta para Portugal – (p.9) revendo a vinda ao Brasil – (p.10) a vida em Lisboa – opinião sobre a entrevista – agradecimentos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116444781053150019?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116444781053150019/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116444781053150019' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116444781053150019'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116444781053150019'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/eft034-ficha-de-entrevista-e-sumrio.html' title='EFT034 - Ficha de entrevista e sumário'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116444735190955343</id><published>2006-11-25T07:34:00.000-02:00</published><updated>2006-11-25T07:35:51.910-02:00</updated><title type='text'>EFT033 - Ficha de entrevista e sumário</title><content type='html'>FICHA DE ENTREVISTA PROJETO FADO TROPICAL:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Código da Entrevista : EFT 033&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de Realização da Entrevista: 14/11/2006. Local: Casa do Entrevistado, Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistado: Antonio Policarpo Correia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de Nascimento: 29/05/1928                     Local: Algarve ( Portugal)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de Chegada ao Brasil : --/09/1936           Local: Rio de Janeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profissão Atual: Professor (Aposentado)&lt;br /&gt;Profissões Anteriores: -------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estado Civil: Casado                      Filhos:04             Netos:05&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistador: Rebeca Natacha de Oliveira Pinto              &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curso: História              Período: 7°&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gravação:  (   ) digital             ( X ) em fita cassete&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N° de Fitas: ( 01 )         Duração Total aproximada: 40 minutos &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No. De páginas do depoimento transcrito: 11 páginas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data da Conferência: 21/11/2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de Concessão da Carta de Cessão: 21/11/2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fotos ( X ) sim (   ) não     // Número de Fotos: 3 fotos &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto “Fado Tropical” – História OralEntrevistado: Antonio Policarpo Correia&lt;br /&gt;Entrevistador: Rebeca Natacha de Oliveira PintoLocal: Praça da Bandeira, Rio de JaneiroNo dia 14/11/2006.&lt;br /&gt;Código da Entrevista: EFT 033&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUMÁRIO da ENTREVISTA do Sr. ANTONIO POLICARPO CORREIA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1-     Infância em Portugal (p. 01)&lt;br /&gt;2-     A vinda para o Brasil com a Família (p. 02)&lt;br /&gt;3-     A construção da sua vida profissional. (p. 03)&lt;br /&gt;4-     A adaptação no Brasil. (p. 04)&lt;br /&gt;5-     A Religião na Vida do Sr. Antonio. (p.05)&lt;br /&gt;6-     A relação com Portugal. (p.06)&lt;br /&gt;7-     O Casamento com a Dona Luísa. (p. 07)&lt;br /&gt;8-     A Herança Lusitana. (p.08)&lt;br /&gt;9-     O positivo e o negativo da vinda para o Brasil. (p.09)&lt;br /&gt;10- O significado de ser Português. (p.10)&lt;br /&gt;11- Descrição das fotos (p.11)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116444735190955343?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116444735190955343/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116444735190955343' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116444735190955343'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116444735190955343'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/eft033-ficha-de-entrevista-e-sumrio.html' title='EFT033 - Ficha de entrevista e sumário'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116444723178350218</id><published>2006-11-25T06:55:00.000-02:00</published><updated>2006-11-25T07:33:51.796-02:00</updated><title type='text'>EFT032 - Ficha de entrevista e sumário</title><content type='html'>FICHA DE ENTREVISTA PROJETO FADO TROPICAL: Código da entrevista (ver mapa de entrevistas): EFT 032Data de realização da entrevista: 02/11/2006 Local: Residência da entrevistadaEntrevistado (a):Guilhermina Dias Rodrigues da Data de nascimento: 05/05/1959 Local: Cima de Vila-Vila nova de Moinho Ponta da Barca.PortugalData de chegada ao Brasil: -/-/1978. Local: Rio de Janeiro.Profissão atual: ComercianteProfissões anteriores: Lavradora e Empregada doméstica.Estado civil: Casada. Filhos: 02 Netos: Nenhum.Entrevistador: Luciana Leonardo Da silva.Curso: História.Período: 7ºGravação: (X) digital (X) em fita casseteNo. de fitas: ( 01) Duração total aproximada: 49’11’’No. de páginas do depoimento transcrito:19(Arial 12)Data da conferência: 20/11/2006Data da assinatura da carta de cessão: 22/11/2006 ( ) NÃO AUTORIZOUFotos: ( X) sim ( ) não // Número de fotos: 04Observações: entrevista gravada em fita cassete e depois digitalizada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto “Fado tropical” -História Oral&lt;br /&gt;Entrevistado: Guilhermina Dias&lt;br /&gt;Entrevistador: Luciana Leonardo&lt;br /&gt;Local: Campo Grande-Rio de Janeiro&lt;br /&gt;No dia: 02/09/2006&lt;br /&gt;Código da Entrevista: EFT 032&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sumário lado A-Pp. 01-15.&lt;br /&gt;Pg.01-Caracterização da vida em Portugal-Dos empregos que teve em Portugal-Decisão de vir pro Brasil por causa do casamento-Suas impressões acerca do Brasil.&lt;br /&gt;Pg.02- A viagem para o Brasil-dificuldades enfrentado no Brasil-Costumes portugueses no Brasil.&lt;br /&gt; Pg.03-Relação com outros portugueses residentes no Brasil-Tradições portuguesa no Brasil.&lt;br /&gt;Pg.04-. Religião-Futebol, copa do Mundo-Contato com a família que ficou em Portugal.&lt;br /&gt;Pg.05- Fala da Família que ficou em Portugal-Da questão de ser carioca-Das tradições portuguesas-relações dos filhos com Portugal.&lt;br /&gt;Pg.06-07-Distância da Família-Pontos positivos e negativos de vir pro Brasil.Questão das dificuldades enfrentadas em Portugal, que não passa no Brasil.&lt;br /&gt;Pg.07-Sobre a família-O significado de ser Portuguesa-O sentido de viver no Brasil.&lt;br /&gt;Pg.08-09-A relação dos filhos com Portugal-Religiosidade-Trabalho&lt;br /&gt;Pg.09-10-Circunstância em que conheceu o Marido-casamento Em Portugal.&lt;br /&gt;Pg.10-11-Namoro e casamento-Relação dos filhos com Portugal, cultura portuguesa.&lt;br /&gt;Pg.11-12-Relação do marido com a Guerra na áfrica.Como foi sua História com o marido.&lt;br /&gt;Pg.12-13-Descrição das fotos do casamento.&lt;br /&gt;Pg.13-Fala da família, do contato com os parentes de Portugal.&lt;br /&gt;Pg.14.15-Continua a descrição das fotos do casamento em Portugal.&lt;br /&gt;Lado B, Pg.15-19.&lt;br /&gt;Pg.15-Descreve as fotos do casamento em Portugal.&lt;br /&gt;Pg.16-Fala do casamento e da relação com sua mãe em Portugal. Da pobreza que vivia em Portugal.&lt;br /&gt;Pg.17-Descreve a região que morava em Portugal, da vida que levava lá.&lt;br /&gt;Pg.17-19-Descreve o restante das fotos.&lt;br /&gt;Pg.19-Descreve sua trajetória pelo colégio-Agredecimentos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116444723178350218?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116444723178350218/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116444723178350218' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116444723178350218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116444723178350218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/eft032-ficha-de-entrevista-e-sumrio.html' title='EFT032 - Ficha de entrevista e sumário'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116444485763607785</id><published>2006-11-25T06:45:00.000-02:00</published><updated>2006-11-25T06:54:17.636-02:00</updated><title type='text'>EFT028 - Ficha de entrevista e sumário</title><content type='html'>FICHA DE ENTREVISTA PROJETO FADO TROPICAL:Código da entrevista: EFT028&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de realização da entrevista: 18/11/06 Local: São Gonçalo.&lt;br /&gt;Entrevistado(a): Maria Lídia Pereira Simões Dias         Data de nascimento: 08/04/36     Local: Monte, Funchal, Ilha da Madeira.Data de chegada ao Brasil: 07/04/51   Local: Praça Mauá, RJ.Profissão atual: aposentada&lt;br /&gt;Profissões anteriores: vendedora, lancheira e desenhista.&lt;br /&gt;Estado civil: viúva                              Filhos: 3                               Netos: 4Entrevistador: Isabela Dias de Albuquerque&lt;br /&gt;Curso: História                                           Período: 5º Gravação: (X) digital ( ) em fita casseteNo. de fitas: ( ) Duração total aproximada: 40minutosNo. de páginas do depoimento transcrito: 17 (Arial 12)Data da conferência: __/__/ __Data da assinatura da carta de cessão: 22/11/06 ( ) NÃO AUTORIZOUFotos: (X) sim ( ) não // Número de fotos: Observações: _____________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto “Fado Tropical” – História Oral&lt;br /&gt;EFT028&lt;br /&gt;Entrevistada: Maria Lídia Pereira Simões Dias&lt;br /&gt;Entrevistadora: Isabela Dias de Albuquerque&lt;br /&gt;Local: Residência do Entrevistado&lt;br /&gt;Cidade: São Gonçalo&lt;br /&gt;Bairro: Mutuá&lt;br /&gt;Data: 18/11/ 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sumário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixa 1&lt;br /&gt;Vida em Portugal, o motivo da vinda para o Brasil, caracterização da cidade onde vivia (p. 1); o Brasil e o Rio de Janeiro na época da emigração; primeiras impressões e o que se falava sobre aqui, como foi a viagem de vinda (p.3);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixa 2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adaptações ao Brasil, preconceito, relação com outros portugueses (p.6); a vida da família no Brasil, religião, clubes de futebol, Portugal na Copa do Mundo (p.9); o contato com Portugal, retorno à terra natal (p.11); a identidade aqui no Brasil, preconceito no retorno a Portugal (p.12); casamento, filhos, os costumes portugueses no novo lar, relação dos filhos com Portugal hoje (p.13); balanço da decisão de emigrar para o Brasil, o que significa ser português, considerações finais(p.15)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116444485763607785?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116444485763607785/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116444485763607785' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116444485763607785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116444485763607785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/eft028-ficha-de-entrevista-e-sumrio.html' title='EFT028 - Ficha de entrevista e sumário'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116444426802326940</id><published>2006-11-25T06:23:00.000-02:00</published><updated>2006-11-25T06:44:28.036-02:00</updated><title type='text'>EFT025 - Ficha de entrevista e sumário</title><content type='html'>FICHA DE ENTREVISTA PROJETO FADO TROPICAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Código da entrevista:EFT- 025&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data da realização da entrevista: 5/11/06                 Local:residência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistado:Maria Gorete da Rocha Moreira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de nascimento: 17/10/52                               &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profissão atual:dona de casa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profissões anteriores:comerciante(teve 2 empresas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estado Civil:casada                                  Filhos:1            Netos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistador:Saulo Vinícius da Silva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curso:História Oral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gravação (X)digital em fita (  )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nº de fitas(  )         Duração total aproximada:43 minutos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N° de páginas do depoimento transcrito:13&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data da conferência   /   / &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data da assinatura da carta de cessão:22  /11  /2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fotos ( X )sim    (   )  não//número de fotos:5&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto “Fado Tropical” – História Oral&lt;br /&gt;Entrevistada:Maria Gorete&lt;br /&gt;Entrevistador:Saulo Vinícius da Silva.&lt;br /&gt;Local:Monsenhor Jerônimo,bairro Engenho de Dentro,Rio de Janeiro,RJ.&lt;br /&gt;Entrevista realizada em 5/11/06.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sumário da entrevista:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até...(pp. 01-13)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(p.01) Caracterização da vida em Portugal – o trabalho do pai-contexto de Salazar- abundância de alimentos – falta de emprego – a ausência de dinheiro – a fuga para o Brasil – a separação da família – a tristeza da mãe – vinda da mãe e irmãos mais novos para o Brasil – descrição das dificuldades no Brasil – machismo português – os estudos - a escola – os irmãos na escola – comparações com a juventude de antigamente e a de hoje – a ajuda no lar – (p.02)juventude dos irmãos – família nos dias de hoje – descrição do lugar em que morava – a precariedade do lugar – ausência do poder público – a alimentação – o clima – comparações com os dias atuais – (p.03) – o Brasil no imaginário português – ida e vinda dos parentes ao Brasil – hábitos,cultura – condições financeiras – tradições – razões que levaram a vinda – um sonho chamado Brasil – Carta de Chamada – Portugal hoje – os que ficaram em Portugal – comparações com os dias de hoje – saudade da infância – dificuldade dos pais – fartura de alimentos – (p.04) – a escolha pelo Rio – “Portugal só para passear” – a viagem de navio – sonho de voltar á Portugal de navio – chegada ao Brasil – trabalho do pai no Brasil – (p.05) – a casa no Brasil – o preconceito na escola – adaptação no Brasil – (p.06) – vida no Brasil – resgate da cultura – marido de raiz portuguesa – comidas típicas – música portuguesa no cotidiano – (p.07) – religião – santo de devoção – futebol – Copa do Mundo – busca por informações de Portugal – (p.08) – a família em Portugal – a internet – casamento – transmissão da herança portuguesa – (p.09) – relação do filho com Portugal – hábitos do filho – avaliação da trajetória – (p.10) – avaliação da trajetória – “Brasil,país das maravilhas” – tentando a vida em outro lugar – (p.11) – o significado do ser português – ser português e viver no Rio – a preocupação com a insegurança no Rio nos dias de hoje – o sonho de tentar morar fora do Rio – (p.12) – assaltos no Engenho de Dentro – tentando um lugar mais tranqüilo – trajetória de sucesso – “entrevista maravilhosa!” – agradecimentos – (p.13) – volte sempre – obrigado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116444426802326940?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116444426802326940/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116444426802326940' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116444426802326940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116444426802326940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/eft025-ficha-de-entrevista-e-sumrio.html' title='EFT025 - Ficha de entrevista e sumário'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116444298420808995</id><published>2006-11-25T06:18:00.000-02:00</published><updated>2006-11-25T06:23:04.210-02:00</updated><title type='text'>EFT024 - Ficha de entrevista e sumário</title><content type='html'>FICHA DE ENTREVISTA PROJETO FADO TROPICAL:Código da entrevista:  EFT- 024&lt;br /&gt;Data de realização da entrevista: 09/11/2006  Local: Casa da entrevistada&lt;br /&gt;Entrevistado(a):Maria Natalina Ferreira de&lt;br /&gt;Data de nascimento: 30/09/48     Local:  Porto, Portugal&lt;br /&gt;Data de chegada ao Brasil: 15/01/1976    Local: Rio de JaneiroProfissão atual:       Guia de turismo&lt;br /&gt;Profissões anteriores:      Secretária,  Guia de turismoEstado civil:  Casada                                 Filhos:          03        Netos:            0Entrevistador:         Felipe Frias Mello&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curso:           História                       Período:  5ºGravação: (X) digital ( ) em fita casseteNo. de fitas: ( )                     Duração total aproximada:          1h10mim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No. de páginas do depoimento transcrito: 21 páginasData da conferência: 21/11/2006Data da assinatura da carta de cessão: __/__/ __ ( ) NÃO AUTORIZOUFotos: (X ) sim ( ) não // Número de fotos:  02  fotos&lt;br /&gt;Observações:  A carta de cessão e a ficha de material iconográfico ainda não foram entregues porque a entrevistada trabalha como guia de turismo e encontra-se viajando, mas assim que a mesma retornar entrarei em contato para realizar a conferência dos documentos com a entrevistada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sumário da entrevista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Código da entrevista: EFT-024&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até  1º 10’ 35’’   (pp. 01 – 21)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Detalhes sobre sua origem - Caracterização da família - Vida escolar e início da vida profissional - Casamento - Idas e vindas entre Alemanha e Portugal – (p. 01) – Nascimento de seus filhos - Vinda para o Rio – Separação e retorno a Portugal – Vinda para o Rio novamente e trabalho em um colégio alemão – curso de guia de turismo – Explicação sobre seu tipo de imigração – (p. 02) – Casamento com um português – Detalhes sobre para Angola e Moçambique – (p. 03) – Casos de conhecidos que vieram ao Brasil – como conheceu o pai de seus filhos, um brasileiro – Como era a imigração - Mulatas – Homens que vinham ao Brasil para “fazer” dinheiro – (p. 04) – Casamento em Portugal – Viagem de avião – Imigrantes de Angola e Moçambique - (p. 05) – Revolução dos Cravos – Imigrantes de Angola – Primeiras impressões do Brasil (p. 06) – Mata Atlântica – Encantamento pela natureza – A vegetação me impressionou – Primeiro emprego no Brasil (p. 07) – Choque – Comparações entre Brasil e Portugal – Jeitinho carioca – Preconceito – Colonialismo – (p. 08) – Primeiros imigrantes – Imigrantes a procura de melhores condições de vida – Expansão Portuguesa – Não teve contato com portugueses – (p. 09) – Família do marido – Identidade portuguesa – Mistura brasileira – Importância dos brasileiros buscarem sua origem – (p. 10) – Encontro com o índio – Religião e devoção – Trabalho no turismo – (p. 11) – Férias dos filhos e suas viagens a Portugal e Alemanha – Filhos buscam sua origem – Dificuldades em manda-los ao exterior – Fator positivo da vinda ao Brasil – (p. 12) – Povo brasileiro e suas qualidades – Conhecimento sobre as regiões do Brasil – Povo brasileiro: maior bem do Brasil – Florestas Tropicais maravilhosas – (p. 13) – Povo brasileiro é um povo generoso – O povo precisa de instrução – Brasil vive uma fase difícil – Brasil é um país que vale a pena investir – O país está se desenvolvendo economicamente – Falta acompanhar o social – (p. 14) – Quero viver com qualidade de vida – Se eu não tivesse dois filhos aqui, já teria ido embora – Identidade portuguesa dissipada – (p. 15) - Não identificação com algumas características portuguesas -  Saudades – Lembranças de Portugal - Gosto pelo centro do Rio – (p. 16) – Português é um povo melancólico – Defendendo Portugal e Brasil – Eu sou uma mistura – Copa do Mundo a trabalho – Jogos – (p. 17) – Derrota do Brasil – Jogos em Berlim, Frankfurt e Dortmund – Acréscimos à entrevista – Não sou a típica imigrante portuguesa – Não vim ao Brasil para ganhar dinheiro – (p. 18) – Características da imigração segundo a visão da entrevistada – (p. 19) - Imigrantes portugueses – Gosto muito do Brasil – (p. 20) –  É difícil ir embora –  Eu não imagino ir embora – O ideal seria viver uma parte do ano aqui e outra lá – Fim da conversa e agradecimentos – (p. 21).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116444298420808995?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116444298420808995/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116444298420808995' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116444298420808995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116444298420808995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/eft024-ficha-de-entrevista-e-sumrio.html' title='EFT024 - Ficha de entrevista e sumário'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116444267240002069</id><published>2006-11-25T06:12:00.000-02:00</published><updated>2006-11-25T06:17:52.413-02:00</updated><title type='text'>EFT023 - Ficha de entrevista e sumário</title><content type='html'>FICHA DE ENTREVISTA PROJETO FADO TROPICAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Código da entrevista: EFT 023&lt;br /&gt;Data de realização da entrevista: 12/11/06 Local: São José V. Rio Preto&lt;br /&gt;Entrevistado(a): Ermelinda Gaspar&lt;br /&gt;Data de nascimento: 27/11/1926  Local: Aldeia Vila Chã&lt;br /&gt;Data de chegada ao Brasil: 29/05/1951 Local: Rio de Janeiro&lt;br /&gt;Profissão atual: (plantação e cultivo de flores)&lt;br /&gt;Profissões anteriores: trabalho na agricultura e como costureira&lt;br /&gt;Estado civil: viúva  Filhos: 5  Netos: 11  Bisnetos: 3&lt;br /&gt;Entrevistador:  Felipe Oliveira Machado&lt;br /&gt;Curso: História   Período: 7º&lt;br /&gt;Gravação: (X)  digital      (  )  em fita cassete&lt;br /&gt;Nº de fitas: (  )  Duração total aproximada: 35 min.&lt;br /&gt;Nº de páginas do depoimento transcrito: ______(Arial 12)&lt;br /&gt;Data da conferência: 19/11/06&lt;br /&gt;Data da assinatura da carta de cessão: 19/11/06 &lt;br /&gt;Fotos: (X) sim       (  ) não // Número de fotos: 4&lt;br /&gt;Observações:&lt;br /&gt;Além das 3 fotos cedidas por D. Ermerinda, a sua filha Maria me cedeu uma de sua viagem à Portugal, que consta no material iconográfico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Sumário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que diz respeito aos primeiros 10 minutos da entrevista, os assuntos tratados giraram em torno da sua vida em Portugal: sua aldeia; o modo como seu casamento fora determinante para sua vinda e as dificuldades da viagem. Para além desta introdução,  esta primeira parte da narrativa, apresentou também a sua percepção acerca de sua chegada ao Brasil e as dificuldades de adaptação (mesmo contando com a ajuda do irmão de seu marido nos primeiros anos em Petrópolis).&lt;br /&gt;No período aproximado do minuto 10 ao 20, além de falar mais detalhadamente sobre sua vida em Petrópolis (a difícil rotina de trabalho), falou também sobre sua religião e devoção, bem como sobre não ter sofrido preconceito por aqui. Além disso, a ênfase de seu relato está agora sobre o futebol, mais especificamente sobre a paixão de sua família pelo Vasco da Gama e sobre a Copa do Mundo.&lt;br /&gt;Na parte final (20 aos 35 minutos), além de continuar falando um pouco mais sobre futebol (a relação de seu marido com o jogo), D. Ermelinda falou sobre o seu casamento (desde o cortejo em Portugal, até os anos vividos ao lado de seu marido e filhos no Brasil), além de fazer um balanço sobre o significado de sua vinda para o Brasil e do que é ser portuguesa em nossa terra. Mas tudo isso, sem deixar de lado o que fora o coração de seu relato: o trabalho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116444267240002069?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116444267240002069/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116444267240002069' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116444267240002069'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116444267240002069'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/eft023-ficha-de-entrevista-e-sumrio.html' title='EFT023 - Ficha de entrevista e sumário'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116444231314734760</id><published>2006-11-25T06:10:00.000-02:00</published><updated>2006-11-25T06:11:53.186-02:00</updated><title type='text'>EFT021 - Ficha de entrevista e sumário</title><content type='html'>Projeto “Fado Tropical” – História Oral&lt;br /&gt;EFT021&lt;br /&gt;Entrevistado: Maria de Lourdes Pereira Coutinho&lt;br /&gt;Entrevistador: Leonardo Lopes de Freitas&lt;br /&gt;Local: Residência do entrevistado&lt;br /&gt;Cidade: Rio de Janeiro&lt;br /&gt;Bairro: Madureira&lt;br /&gt;Data: 03/Novembro/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sumário da entrevista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até 5 minutos&lt;br /&gt;(p. 01) e (p. 02) – Vida em Portugal – Vinda da irmã e a carta de chamada para o marido – Trabalho na feira.&lt;br /&gt;(p. 03) – Dúvidas em relação ao Brasil – O navio – Trabalho no campo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 5 a 10 minutos&lt;br /&gt;(p. 04) – Vida do marido no Brasil – Primeiros momentos no Rio de Janeiro – A cunhada.&lt;br /&gt;(p. 05 e 06) – Olaria – primeiros tempos no Brasil – Relação com os cariocas – Relacionamento com outros portugueses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 10 a 15 minutos&lt;br /&gt;(pág. 06) – Clubes portugueses – Contato com a cultura portuguesa.&lt;br /&gt;(pág. 07) – Vasco da Gama – Copa do Mundo – Notícias de Portugal.&lt;br /&gt;(pág. 08) – Sem vontade de voltar a Portugal – O trabalho no Brasil e a feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 15 a 20 minutos&lt;br /&gt;(pág. 08 e 09) – Sobre seu casamento – Ida do marido para o Brasil – Relação dos filhos com Portugal.&lt;br /&gt;(pág. 10) – Cultura portuguesa na família&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 20 a 26 minutos&lt;br /&gt;(pág. 10 e 11) – Comércio em Portugal e comércio no Brasil – Recado a pessoas que pensam em emigrar.&lt;br /&gt;(pág. 12) – Ser português – Visão positiva da emigração – Importância do trabalho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116444231314734760?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116444231314734760/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116444231314734760' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116444231314734760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116444231314734760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/eft021-ficha-de-entrevista-e-sumrio.html' title='EFT021 - Ficha de entrevista e sumário'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116440400027778101</id><published>2006-11-24T19:31:00.000-02:00</published><updated>2006-11-24T19:33:20.276-02:00</updated><title type='text'>EFT020 - Ficha de entrevista e sumário</title><content type='html'>Manuel da Mota Fonseca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sumário da Entrevista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Código da entrevista: EFT020&lt;br /&gt;Duração aproximada da entrevista: 1h e 3 min.&lt;br /&gt;Aproximadamente até 37min&lt;br /&gt;(p. 01 a 14)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(p. 01) Caracterização da vida em Portugal – Trabalho na lavoura – Imigração do seu pai – (p. 02) Necessidade do sr. Manuel trabalhar no Brasil – Imaginário do Brasil em Portugal – Rede de informações influenciando a vinda dos imigrantes – (p. 03 ) Contexto histórico da imigração  - Motivações pessoais para a vinda ao Brasil –A viagem às terras brasileiras – (p. 04) Dificuldades para se conseguir emigrar – Dificuldades nos primeiros tempos da vida do imigrante –  (p. 05) Dificuldades para se adaptar à escola – Freqüência na relação com sua família aqui no Brasil – p. 06) Costumes que mantinha nos primeiros tempos – (p. 07) Religião –  (p. 08) Times de futebol  - Jogos Lusófonos -  Copa do Mundo  - (p. 09) Meios de informação sobre Portugal – Perda da identidade do imigrante – (p. 10) Casamento com uma portuguesa – (p. 11) Diferenças de gênero no tocante ao trabalho em terras tupiniquins – Formação acadêmica de suas irmãs  - Escolha de sua esposa – (p. 12) Ambiente harmonioso de convivência de distintas culturas no Rio de Janeiro – (p. 12 e 13) Relação das filhas com Portugal –  (p. 14) Suposto hábito de fumar cigarro português e aspectos positivos e negativos de sua vinda para o Brasil - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 37 min até 1h 1 min e 19s.&lt;br /&gt;(p. 15 a 23)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– (p. 15) Histórias de sucesso e de fracasso – (p. 16 e 17) Apoio entre os portugueses, mas pautado no trabalho – (p. 18)  Condenação da atual imigração portuguesa para o Brasil – Movimento inverso na atualidade: brasileiros migram para Portugal  - Ser português – (p. 19) Ser português e viver no Rio de Janeiro  (p. 20) – Tratado de Irmandade entre Portugal e o Brasil – (p. 21) Integração entre ambos os países (p. 22) A Casa de Espinho como fomentadora da integração – (p. 23) Agradecimentos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116440400027778101?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116440400027778101/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116440400027778101' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116440400027778101'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116440400027778101'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/eft020-ficha-de-entrevista-e-sumrio.html' title='EFT020 - Ficha de entrevista e sumário'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116440365615078225</id><published>2006-11-24T19:26:00.000-02:00</published><updated>2006-11-24T19:27:36.153-02:00</updated><title type='text'>EFT019 - Ficha de entrevista e sumário</title><content type='html'>FICHA DE ENTREVISTA PROJETO FADO TROPICAL:Código da entrevista (ver mapa de entrevistas):  EFT 019Data de realização da entrevista:  11/11/06  Local: Pedra de Guaratiba - Rio de Janeiro/RJEntrevistado(a): Gil Henriques Data de nascimento: 05/12/31   Local: São João do Monte –  cidade de Tondela – distrito de Vizeu Data de chegada ao Brasil: 05/04/63     Local: Rio de Janeiro/RJProfissão atual: JardineiroProfissões anteriores: Jardineiro&amp;shy;Estado civil: Casado       Filhos: 2          Netos: 6Entrevistador: Felipe Svaluto PaúlCurso: História      Período: 6ºGravação: ( X ) digital ( ) em fita casseteNo. de fitas: ( )    Duração total aproximada: 1h 2 min 36 segNo. de páginas do depoimento transcrito: 22 (Arial 12)Data da conferência: __/__/ __Data da assinatura da carta de cessão: __/__/ __ ( ) NÃO AUTORIZOUFotos: ( ) sim ( X ) não // Número de fotos: Observações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sumário da entrevista EFT 019&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(p. 01-03): Caracterização da vida em Portugal – Ajudando a irmã no Brasil – (p. 03): O Brasil na visão do avô – (p. 04): Brasil e Portugal na História – Carta de Chamada – Viagem (p. 05): Chegada – Trabalho na Ourivesaria – (p. 06 - 07): Jardineiro no Brasil – Filhos – (p.07): Jardineiro no Brasil – Não falta nada – Brasil no coração -Irmão Pobre – (p.08): Ainda o irmão pobre – Portugueses no Brasil – (p.09): Diferentes sotaques portugueses – (p.10-11): Portugueses no Brasil – Culinárias brasileira e portuguesa – (p. 11): Mais culinária – Preconceito – (p.12): Catolicismo – Vasco da Gama – (p.13): Seleção de futebol portuguesa – Copa do Mundo de 2006 - (p.14): Notícias de Portugal – Um retorno adiado –Sentir-se brasileiro – (p.15): Conhecendo a esposa – Casamento – O tio dela – (p.16-17): Esposa brasileira? – Filhos e Portugal – Mais sotaques – (p.18): Ainda os sotaques – (p.19): Nada de negativo na imigração – Encarar e progredir – Brasileiro em Portugal – p(20-21): Brasileiro em Portugal – Ser português – Pobreza e miséria em Portugal? – Vinda para o Brasil – Ser português no Rio de Janeiro – (p.22): Agradecimentos do entrevistador.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116440365615078225?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116440365615078225/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116440365615078225' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116440365615078225'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116440365615078225'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/eft019-ficha-de-entrevista-e-sumrio.html' title='EFT019 - Ficha de entrevista e sumário'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116440335100184721</id><published>2006-11-24T19:13:00.000-02:00</published><updated>2006-11-24T19:22:31.003-02:00</updated><title type='text'>EFT018 - Ficha de entrevista e sumário</title><content type='html'>FICHA  DE  ENTREVISTA  PROJETO  FADO  TROPICAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Código da entrevista:  EFT 018&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de realização da entrevista:  11/11/2006            Local:  casa da entrevistada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistada: Lusia de Fátima Feijó Machado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de nascimento:  01/06/51            Local: Ilha Terceira, Açores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de chegada ao Brasil:  19/03/69            Local:  Rio de Janeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profissão atual:  Psicóloga      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profissões anteriores:  vendedora/ comerciante, Açougue, Quiosque de pastéis, &lt;br /&gt;gerente de estacionamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estado civil:  casada            Filhos:  03        Netos:  02&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistador: Manuela Pereira Lima Green&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curso:  História            Período: 10&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gravação digital&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No. De páginas do depoimento transcrito: 33&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data da conferência:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data da assinatura da Carta de Cessão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fotos:  sim            No. De fotos: 09&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUMÁRIO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A VIDA EM PORTUGAL            ATÉ 35:45&lt;br /&gt;CHEGADA E ADAPTAÇÃO AO BRASIL/ CASAMENTO            ATÉ 1:20:50&lt;br /&gt;TRASMISSÃO DA HERANÇA LUSITANA            ATÉ 1:27:23&lt;br /&gt;AVALIAÇÃO DA TRAJETÓRIA                    ATÉ 1:30:38&lt;br /&gt;PERUNTAS DE CORTE            ATÉ 1:53:20&lt;br /&gt;SOBRE AS FOTOS            ATÉ 2:37:42&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116440335100184721?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116440335100184721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116440335100184721' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116440335100184721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116440335100184721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/eft018-ficha-de-entrevista-e-sumrio.html' title='EFT018 - Ficha de entrevista e sumário'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116440253676985847</id><published>2006-11-24T19:07:00.000-02:00</published><updated>2006-11-24T19:08:56.773-02:00</updated><title type='text'>EFT016 - Ficha de entrevista e sumário</title><content type='html'>FICHA DE ENTREVISTA PROJETO FADO TROPICAL:Código da entrevista (ver mapa de entrevistas):          EFT- 016&lt;br /&gt;Data de realização da entrevista: 03/11/06 Local: Casa do entrevistado&lt;br /&gt;Entrevistado(a): Antônio Oliveira Correia  Data de nascimento: 27/04/1935 Local: Freguesia de CandosaData de chegada ao Brasil: 15/08/1954    Local: Rio de Janeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profissão atual: Aposentado&lt;br /&gt;Profissões anteriores: ComercianteEstado civil: Casado               Filhos: 01       Netos: 03Entrevistador: Isabella Trindade Menezes&lt;br /&gt;Curso: História                                         Período: 7º&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gravação: ( x) digital ( ) em fita casseteNo. de fitas: ( ) Duração total aproximada: 1h. 13 min.&lt;br /&gt;No. de páginas do depoimento transcrito:26 (Arial 12)Data da conferência: 18/11  /2006 Data da assinatura da carta de cessão: 19/11/2006 ( ) NÃO AUTORIZOUFotos: ( x) sim ( ) não // Número de fotos: 12&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PROJETO FADO TROPICAL – HISTÓRIA ORAL&lt;br /&gt;Entrevistado: Antônio Oliveira Correia&lt;br /&gt;Entrevistador: Isabella Trindade Menezes&lt;br /&gt;Local: Residência do entrevistado, bairro Vila Mury na cidade de Volta Redonda&lt;br /&gt;No dia: 03/11/2006&lt;br /&gt;Entrevista: EFT- 16&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sumário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pág 01 – Caracterização da vida em Portugal; vida na aldeia, trabalhavam no campo; Freguesia de candoza;&lt;br /&gt;Pág. 01/02 – Impressões do Brasil – Motivações da vinda para o Brasil, como iamaginava o Brasil;&lt;br /&gt;Pág. 03/04 – Condições da viagem de vinda para o Brasil;&lt;br /&gt;Pág. 05 – Primeiros tempos no Brasil; freqüentava lugares de lazer, deslumbramento com o Rio como Centro cultural;&lt;br /&gt;Pág. 05 a 07- Piadas de português; memória sobre o trabalho; facilidade de encontrar emprego;Principais dificuldades vividas (preconceitos);&lt;br /&gt;Pág. 08/09 – Adaptação aos costumes brasileiros; carnaval;&lt;br /&gt;Pág. 09 a 11 – Costumes portugueses no Brasil; comidas portuguesas em momentos especiais para “matar a saudade”; dificuldades com a guerra em Portugal; preferência por comida brasileira;&lt;br /&gt;30’00”&lt;br /&gt;Pág. 11 a 13 – Música; ouvia músicas brasileiras já em Portugal; ás vezes ouvia música portuguesa;&lt;br /&gt;Pág. 12– Religiosidade; católico;&lt;br /&gt;Pág. 13 a 15 - Clube que torce no Brasil; Copa do mundo; Local onde assistiu os jogos;&lt;br /&gt;Pág. 15/16 – Laços que mantém com Portugal; notícias e viagens;assina jornais portugueses;&lt;br /&gt;Pág 16– Relação com os costumes brasileiros e cariocas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pág. 16/17 – Mudança para Volta Redonda (razões e impressões);&lt;br /&gt;Pág. 17 – Casamento; esposa portuguesa; conheceram-se no Brasil;&lt;br /&gt;Pág. 18 – Transmissão da lusitanidade para o filho; caracterização de relação;&lt;br /&gt;Pág. 18/19 - Caracterização do trabalho e função desenvolvidos na Casa de Portugal; ensaiador do Grupo Folclórico, importância de manutenção das tradições; assiduidade que freqüenta a Casa de Portugal;&lt;br /&gt;Pág. 19 a 21 – Decisão de sair de Portugal; gosta do Brasil, escolheria aqui de novo; memória do Brasil como um país bom para se viver;&lt;br /&gt;Pág. 22/23 – Significado de ser português; como é a vida de um português que vive no Brasil;&lt;br /&gt;1º 00’ 00”&lt;br /&gt;Pág. 23/ 24 – Falou sobre seu livro, memórias de Portugal;&lt;br /&gt;Pág. 24 – Impressões sobre a entrevista; achou interessante o resgate dessa memória;&lt;br /&gt;Pág. 24 a 26 – Agradecimentos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116440253676985847?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116440253676985847/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116440253676985847' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116440253676985847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116440253676985847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/eft016-ficha-de-entrevista-e-sumrio.html' title='EFT016 - Ficha de entrevista e sumário'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116440205733850001</id><published>2006-11-24T17:39:00.000-02:00</published><updated>2006-11-24T19:00:57.360-02:00</updated><title type='text'>EFT015 - Ficha de entrevista e sumário</title><content type='html'>FICHA DE ENTREVISTA PROJETO FADO TROPICAL:&lt;br /&gt;Código da entrevista: EFT015&lt;br /&gt;Data de realização da entrevista; 14/ 11/ 2006 Local: Clube Português de Niterói&lt;br /&gt;Entrevistado (a): Mário Antonio Vilhena de Carvalho&lt;br /&gt;Data de nascimento: 07/ 06/ 1936               Local: Almeida – Portugal&lt;br /&gt;Data de chegada ao Brasil: 20/ 09/ 1954    Local: Rio de Janeiro&lt;br /&gt;Profissão atual: Advogado&lt;br /&gt;Profissões anteriores: Auxiliar de balcão, vendedor, Diretor Comercial, Vice –presidente da Mercantil Brasileira, Diretor do Banco Mercantil, Diretor Comercial e Diretor Presidente das Organizações Riba Côa, Diretor Presidente da Construtora SEC LTDA, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estado civil: Casado                                  Filhos: Três             Netos: Três&lt;br /&gt;Entrevistadora: Geisa da Silva Mourão&lt;br /&gt;Curso História                                           Período: Sétimo&lt;br /&gt;Gravação: (X) Digital                                 (  ) Em fita cassete&lt;br /&gt;Duração total aproximada: 45 min. 41 s.&lt;br /&gt;Número de Páginas de transcrição: 19 páginas (Arial 12)&lt;br /&gt;Data da conferência: 21/11/2006&lt;br /&gt;Data da assinatura da carta de cessão: 21/11/2006                             &lt;br /&gt;Fotos: (  ) Sim (X) Não&lt;br /&gt;Número de fotos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto “Fado Tropical” – História Oral&lt;br /&gt;Entrevistado: Mário Antonio Vilhena de Carvalho&lt;br /&gt;Entrevistador: Geisa da Silva Mourão&lt;br /&gt;Local: Clube Português de Niterói, Ingá - Niterói&lt;br /&gt;No dia 14 / 11 / 2006&lt;br /&gt;Código da Entrevista: EFT015&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sumário:&lt;br /&gt;De 1’00” até 32’00” (pp.01-12)&lt;br /&gt;(p.01) Vida do pai no Brasil – o pai conhece a mãe em Portugal – casamento dos pais em Portugal e nascimento dos catorze filhos – vinda de quatro dos filhos para o Brasil - estudos em Portugal – (p.02) estudos no Brasil, escola e universidade – oficio do pai e da mãe em Portugal, caracterização das terras do pai e da produção, vinho, azeite, grãos, trigo, centeio e batata – descrição de Beira Alta, região árida, rochosa que ficava na fronteira entre Portugal e Espanha – exposição da importância histórica da região no contexto das invasões francesas – (p.03) explicação da expressão “Alma-te Almeida!” - Motivos que o levaram para o Brasil – família anti-salazarista – (p.04) vinda para Niterói para casa dos tios – imaginário sobre o Brasil como uma terra maravilhosa – imbuído pelo espírito de querer sempre bem ao Brasil – viagem de Navio para o Brasil maravilhosa em função das benesses da família – primeiros contatos no Brasil– primeiro almoço no Brasil – expectativas confirmadas – (p.05) data de chegada no Brasil e do primeiro emprego no país – primeiros tempos no Brasil – rotina de trabalho – economia para comprar roupas adequadas a sua função de servente – satisfação ao fazer as entregas na casa dos fregueses e receber as gorjetas- (p.06) Dava aulas de francês para não pagar o colégio – preconceito contra os portugueses no colégio – apoio da amiga para superar as brincadeiras – superação do preconceito – anedotas sobre os brasileiros – procurou perder o sotaque -  chegou na faculdade quase sem sotaque – participava em todas as campanhas na faculdade – nenhuma dificuldade em se adaptar – (p.07) ascensão nas funções e mudanças dos locais onde comia – relação com outros portugueses em casa e em clubes – comida normal na semana e aportuguesada nos fins de semana – música portuguesa – (p.08) religião católica – devoção a Nossa Senhora de Fátima e ao Anjo da Guarda – Sócio do Clube Vasco da Gama – relação entre ser português e torcer para o Vasco da Gama – Copa do Mundo – (p.09) notícias de Portugal – a volta constante para Portugal – (p.10) sentimento de niteroiense da gema – como conheceu a esposa – (p.11) relato sobre o casamento – descrição da vida comercial - (p.12) continuação da descrição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 32’01” até 45’41” (pp.12-19)&lt;br /&gt;(p.13) questão social – associação a quase todos os clubes portugueses do Rio de Janeiro – (p.14) trabalho no Clube Português de Niterói – relação dos filhos com Portugal – (p.15) relacionamento dos filhos com a cultura portuguesa – não percebe traços tipicamente portugueses nos filhos – a decisão de vir para o Brasil o fez homem com “H” maiúsculo – relacionamento com pessoas da alta cúpula do Brasil – (p.16) o único ponto negativo do Brasil seriam os políticos – o que diria para alguém que decida sair de seus país e tentar a vida em outro país – explicitação das diversas viagens que fez pelo mundo e da cultura dos diferentes países – (p.17) identificação com a Finlândia – significado de ser português – (p.18) significado de ser português e viver em Niterói – decisão de não tirar a nacionalidade brasileira – agradecimentos do entrevistado - impressões acerca da entrevista – ( p.19) agradecimentos da entrevistadora.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116440205733850001?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116440205733850001/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116440205733850001' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116440205733850001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116440205733850001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/eft015-ficha-de-entrevista-e-sumrio.html' title='EFT015 - Ficha de entrevista e sumário'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116439695489888410</id><published>2006-11-24T17:32:00.000-02:00</published><updated>2006-11-29T11:47:16.976-02:00</updated><title type='text'>EFT014 - Ficha de entrevista e sumário</title><content type='html'>FICHA DE ENTREVISTA PROJETO FADO TROPICAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Código da entrevista: EFT 014&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de realização da entrevista: 04/11/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: Casarão de propriedade do entrevistado, onde, atualmente, funciona uma academia de ginástica, que fica na Praça Seca – JPA, na cidade do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistado: Antonio Correia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de Nascimento: 24/07/1925 Local: Freguesia de Parada de Gatim- Conselho de Vila Verde – Distrito de Braga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data da chegada ao Brasil: 11/11/1949 Local: Rio de Janeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profissão atual: Aposentado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profissões anteriores: agricultor, militar, trabalhou no minério, caixeiro e carregador de caminhão, comerciante, comerciário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estado Civil: casado (ou viúvo) Filhos: teve 4, atualmente são 3. Netos: 4&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistador: Fernanda Crespo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curso: História Período: 5º&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gravação: em fita (mas foi digitalizada)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nº de fitas: 2 Duração total aproximada: 1h 30min&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nº de páginas do depoimento transcrito: 33 (arial 12)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data da conferência: 19/11/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data da assinatura da carta de cessão: 19/11/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fotos: Sim // Número de fotos: 3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;---------------------------&lt;br /&gt;SUMÁRIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fita 1, lado A (ou CD 1, faixa 1)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sumário (pp.02-12) :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(p.02) Vida na lavoura em Portugal – Caracterização da cidade de Braga e comparação de Portugal daquele tempo com Portugal atualmente – (p.03) Vida no tempo da Guerra , 1945: alimentos, trabalho no minério – Boa fama do Brasil em Portugal – Visita a Portugal dez anos depois – Governo e políticas de Salazar, no tocante à educação e ao exército – (p.04) Comunistas acabam com tudo – Necessidade de emigrar – Brasil como motivo de curiosidade e sonho de destino dos portugueses – Metade da Aldeia veio para o Brasil– Falta de perspectiva no trabalho da lavoura em Portugal – Pedido de carta de chamada ao seu pai – (p.05) Más condições de viagem – (p.06) Primeiras impressões do Brasil – Tempo de Dutra – Vida dura nos primeiros meses – Exemplos cotidianos de sacrifícios pelos quais passou – Todos que querem vencer passam dificuldades – (p.09) Trabalhou 30 anos, 16, 18 horas por dia – Portugueses não eram bem vindos no Brasil – Patrões preferiam os portugueses – (p.10) Não tem queixa de preconceito – Assaltos sofridos – (p.11) Fez muitos amigos – Naturalização brasileira – (p.12) Os filhos e tudo que ganhou estão no Brasil – Já não compensa visitar Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fita 1, lado B (ou CD 2, faixa 1)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sumário (pp.13- 24):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(p.13) Afeição por alguns bairros do Rio de Janeiro – Relacionamento com outros portugueses – Reunião de comerciantes portugueses e suas famílias – (p.14) Ajuda mútua entre portugueses – Português era muito unido – Comércio quase todo tomado pelos portugueses – (p.15) Patrícios não faltam ao enterro de um amigo – (p.16) Portugueses já não vêm mais pra cá: Preferem a França &amp;shy;– Fartura da mesa portuguesa – (p.17) Gosto tanto pela música portuguesa quanto pela brasileira – Religião: Católico Praticante – (p.18) Santa de devoção: Nossa Senhora do Sameiro – Torce pelo Vasco da Gama “para não fugir à raça” – (p.19) Copa do Mundo: Atualmente torce mais pelo Brasil – Corresponde-se através de cartas com os parentes que estão em Portugal – (p.20) Afeição pelo Carioca e pelo Rio de Janeiro – Relacionamentos: Primeira e segunda esposa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fita 2, lado A (ou CD 2, faixa 2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sumário (pp.25-33):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(p.25) Proposta de casamento pela, agora, segunda esposa – (p.26) Segundo casamento apenas no religioso, para não prejudicar a herança dos filhos – Levou a  segunda esposa à Portugal – (p.27) Bom relacionamento com a atual esposa – Primeira esposa deixou família e trabalho em Portugal para casar-se com ele no Brasil –  (p.28) Primeira esposa e filha mais nova, ambas falecidas, deixam muita saudade – Primeira esposa: o grande amor –– Foi feliz nos dois casamentos – Todos os filhos já foram a Portugal – Duas filhas estão naturalizando-se portuguesas – (p.29) Relação muito boa com os filhos – Triunfar em país estrangeiro é uma questão de sorte – (p.30) Brasil é um país muito bom, mas está atravessando por uma fase ruim – Políticos só pensam em interesses particulares – Violência – Polícia tão culpada quanto “esses vagabundos” – Corrupção dos políticos – Governo Lula “não vai pelos pobres” – (p.31) Desigualdade – Queria Brasil melhor para os netos – Não vem mais português pra cá– O mundo sabe de tudo que se passa aqui – Brasil podia ser a maior potência do mundo – (p.32) Não tem vergonha se dizer que é português, nem que se naturalizou brasileiro – Sente-se igual a portugueses e igual a brasileiros – Só disse a verdade nessa entrevista – Habilidades e amigos ajudaram para seu triunfo –  Bloco de ajuda mútua – (p.33) Encontro de portugueses em clubes aos domingos – Doenças e preocupação com a saúde – Realizou tudo que pediu a Deus.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116439695489888410?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116439695489888410/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116439695489888410' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116439695489888410'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116439695489888410'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/eft014-ficha-de-entrevista-e-sumrio.html' title='EFT014 - Ficha de entrevista e sumário'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116439620616546476</id><published>2006-11-24T17:19:00.000-02:00</published><updated>2006-11-24T17:23:26.166-02:00</updated><title type='text'>EFT013 - Ficha de entrevista e sumário</title><content type='html'>FICHA DE ENTREVISTA PROJETO FADO TROPICAL:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Código da entrevista (ver mapa de entrevista): EFT013.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data da realização da entrevista: 01/11/2006     Local: Casa da entrevistada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistada: Maria Hermínia Rodrigues Gagliano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de Nascimento: 25/07/1946             Local: Portugal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de chegada ao Brasil: 30/05/1953      Local: Rio de Janeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profissão atual: Professora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profissões anteriores: Professora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estado Civil: Casada                          Filhos: 3                      Netos: 3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistador: Fernanda Pires&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curso: História                  Período: 7º&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gravação:  () Digital                         (x) Em fita cassete   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nº de fitas (1)                                    Duração total aproximada: 45 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nº de páginas do depoimento transcrito: 18 (Arial 12)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data da Conferência: 21/11/2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data da assinatura da carta de cessão: 21/11/2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fotos: () sim           (x) não ///            Número de fotos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto Fado Tropical – História Oral.&lt;br /&gt;Código: EFT013&lt;br /&gt;Entrevistada: Maria Hermínia Rodrigues Gagliano.&lt;br /&gt;Entrevistador: Fernanda Pires&lt;br /&gt;Local: Niterói, casa da depoente.&lt;br /&gt;Data: 01/11/2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUMÁRIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LADO A&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(pág 1) A entrevistada fala que era muito alegre em Portugal, mas que ao chegar no Brasil ficou tímida, triste porque foi separada de seus pais quando chegou aqui. (pág 2) Os pais de Hermínia trabalhavam na terra em Portugal. Vieram para o Brasil depois da Segunda Guerra Mundial. (pág 3) Os pais de Hermínia já tinham parentes no Brasil e o pai da entrevistada veio um ano antes. (págs 3 e 4) Hermínia faz um relato das condições da viagem de navio naquela época. (pág 4) A depoente fala da dificuldade em se adaptar no Brasil, para ela até a comida era muito diferente. (pág 6) Hermínia não se lembra de nenhum tipo de preconceito, eram mais brincadeiras. (pág 7 e 8) Hermínia fala  que não freqüentava clubes, mas que tinha contato constante com portugueses, nos almoços de domingo na casa de seus tios. (pág 8) Importância das amizades que construiu no Brasil e da religião em sua vida. (pág 9 10) Ligação com as tradições portuguesas como a música e a comida. (pág 10) Sua filha já foi a Portugal e também foi a Trás do Monte, onde Hermínia nasceu, para conhecer as origens e familiares de sua mãe. (pág 11) A depoente se diz sentir mais brasileira do que portuguesa porque veio muito nova para cá. (pág 11) Analisa algumas características do povo português como o saudosismo e a alegria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LADO B&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(pág 12 e 13) A depoente diz que se naturalizou brasileira porque na época não se podia prestar concurso público sendo estrangeira e que foi um processo chocante para ela. (pág 13) Hermínia diz que tentou transmitir para seus filhos a cultura portuguesa. (pág 14) A depoente diz que tem muito respeito e preserva as tradições e a cultura portuguesas. (pág 15) A mãe de Hermínia voltou a Portugal duas vezes e que por ela nunca teria vindo para o Brasil. (pág 16 e 17) Para a entrevistada não é aconselhável sair de seu país de origem, pois a família fica desestruturada. (pág 17 e 18) Hermínia faz uma comparação com os brasileiros e portugueses.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116439620616546476?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116439620616546476/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116439620616546476' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116439620616546476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116439620616546476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/eft013-ficha-de-entrevista-e-sumrio.html' title='EFT013 - Ficha de entrevista e sumário'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116439594102653835</id><published>2006-11-24T16:34:00.000-02:00</published><updated>2006-11-24T17:19:01.040-02:00</updated><title type='text'>EFT012 - Ficha de entrevista e sumário</title><content type='html'>JOSÉ MARIA DE AZEVEDO MOURA&lt;br /&gt;Data nascimento: 24/09/1924&lt;br /&gt;Prof. : Marceneiro&lt;br /&gt;Duração entrevista: 1 hora 36 min&lt;br /&gt;38 pp.&lt;br /&gt;3 fotos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sumario:&lt;br /&gt;Primeira hora:&lt;br /&gt;Ø      Prenchimento da ficha com o entrevistado&lt;br /&gt;Ø      A Vida em Portugal:&lt;br /&gt;·        Sobre a industria de seu pai / Sobre a “fortuna” perdida de seu pai (03:25)&lt;br /&gt;·        Sobre suas posses. As casas que comprou e que construiu (09:30)&lt;br /&gt;·        Segundo o entrevistado a maior besteira que ele fez foi vir para o Brasil (22:15)&lt;br /&gt;·         Sobre o que se falava do Brasil em Portugal. (23:15)&lt;br /&gt;·        Sobre a idéia de vir para o Brasil. “Todos” os portugueses queriam vir para o Brasil (24:20)&lt;br /&gt;·        A Carta de chamada ou como o entrevistado chama: O Contrato de trabalho (24:30)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø      A chegada ao Brasil:&lt;br /&gt;·        7 meses em Santos. O trabalho na Marcenaria Síria e na Mobilartis. O “prestigio” com os patrões. (24:50)&lt;br /&gt;·        As piadas no ônibus (28: 30)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø      A viagem para o Brasil:&lt;br /&gt;·        A viagem no navio Norte King (34:00)&lt;br /&gt;·        A Impressão do Brasil (37:00)&lt;br /&gt;·        O trabalho no Rio. Na limosine Federal. Empresa de ônibus (39:25)&lt;br /&gt;·        No inicio foi morar em Santos na rua São Paulo. O casal que o acolheu. (49:36)&lt;br /&gt;·        A vida no Brasil sobre as facilidades porque havia muitos empregos.(52:00)&lt;br /&gt;·        A adaptação ao novo lugar como uma necessidade.(54:00)&lt;br /&gt;·        A historia de seu Tio, que segundo o entrevistado matou uma homem no Brasil, mas, segundo palavras do jornal da época: Matou pra não morrer (55:00)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø      O preconceito:&lt;br /&gt;·        Segundo entrevistado o Brasileiro não é muito preconceituoso o brasileiro gosta é de brincar. E Ele não conhece ninguém que tenha sofrido preconceito (56:00)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø      As dificuldades e relação ao costume, a língua:&lt;br /&gt;·        O sotaque brasileiro o entrevistado admite nunca “ter pegado” pois ele “não imita ninguém” (58:00)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø      O relacionamento com outros portugueses:&lt;br /&gt;·        Segundo o entrevistado ele não era de andar “atrás de outros portugueses” mas se dava bem com aqueles que conhecia. Apesar de ter sido sócio do centro Transmontano afirma nunca ter ido lá, por não gostar de farras (59:43/01:03)&lt;br /&gt;·        Sobre as epidemias. No Brasil e sobre a Europa. O tifo que matou sua mãe. (01:01)&lt;br /&gt;·        Sobre a sua solidão e sobre os seus filhos.Sobre a destruição de sua fabrica por seus filhos.(01:04)&lt;br /&gt;·        Sobre a bíblia. Sobre os livros que tem em casa.(01:08)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø      Sobre a comida Portuguesa (01:10)&lt;br /&gt;Ø      Sobre sua esposa Dona Gláucia onde a conheceu (01:11)&lt;br /&gt;Ø      Sobre sua religião que é católica. Apesar do entrevistado gostar de assistir a missa afirma em seu relato que não é carola. Sobre os Santos de Sua devoção que são os santos de sua terra , como por exemplo Santo Antonio (01:14)&lt;br /&gt;Ø      O Futebol. Seu Moura não torce pra nenhum time em especifico...Em Jogos de Brasil e Portugal  torce para o Brasil, mas prefere que o Brasil não ganhe de muitos gols de diferença contra Portugal, porque segundo ele, se a diferença for grande “dói né?”. (01:16)&lt;br /&gt;Ø      As noticias de Portugal, poucas noticias de sua terra.(01:17)&lt;br /&gt;Ø      A não vontade de voltar a Portugal...Segundo ele sua terra é o Brasil, ele é brasileiro segundo suas palavras “de coração”. Brasil uma terra maravilhosa. As noticias de Portugal são mais freqüentes hoje em dia (01:18)&lt;br /&gt;Ø      Sobre os filhos. Sobre seus esforços com relação ao filhos (01:22)&lt;br /&gt;Ø      Sobre os calotes que sofreu (01:22)&lt;br /&gt;Ø      Sobre as coisas positivas e negativas que aconteceram no Brasil (01:23)&lt;br /&gt;Ø      O desaconcelhamento para aqueles que desejam sair do seu pais (01:28)&lt;br /&gt;Ø      O que significa para o entrevistado ser português. Segundo ele significa o lugar que ele nasceu (01:30)&lt;br /&gt;Ø      Sobre as palavras: Todas as palavras são ofensivas assim como todas as palavras são amigáveis (01:30/ 01:33)&lt;br /&gt;Ø      Sobre ser português e viver no Rio de Janeiro, sobre a adaptação. A dificuldade de sair de um país e ir para o outro, porque segundo o entrevistado se sai de uma maneira de convívio. (01:34)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116439594102653835?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116439594102653835/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116439594102653835' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116439594102653835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116439594102653835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/eft012-ficha-de-entrevista-e-sumrio.html' title='EFT012 - Ficha de entrevista e sumário'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116435966876788146</id><published>2006-11-24T07:10:00.000-02:00</published><updated>2006-11-24T16:30:56.670-02:00</updated><title type='text'>EFT011 - Ficha de entrevista e sumário</title><content type='html'>FICHA DE ENTREVISTA PROJETO FADO TROPICAL:Código da entrevista (ver mapa de entrevistas): EFT011Data de realização da entrevista: 04/11/2006 Local: Residência do entrevistadoEntrevistado(a): José da Silva Santos&lt;br /&gt;Profissões anteriores: Marmoreiro&lt;br /&gt;Estado civil: Casado Filhos: 01Netos: 01Entrevistador: Leonardo Lusitano Mósso&lt;br /&gt;Curso: História – UFF Período: 7ºGravação: () digital ( x)em fita casseteNo. de fitas: (2) Duração total aproximada: 1h30&lt;br /&gt;No. de páginas do depoimento transcrito: 30 (Arial 12)&lt;br /&gt;Data da assinatura da carta de cessão:&lt;br /&gt;Fotos: () sim ( x)não&lt;br /&gt;Data de nascimento: 28-12-1915.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: Trofa (Porto).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Datade chegada ao Brasil: 29-07-1934.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sumário:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.p1-&lt;br /&gt;A relação entre Portugal e as áfricas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pp2, 3 e 4: A chegada de Seu Zé ao Brasil pela carta de chamada.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;pp 5,6,7: A vida em Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pp 8,9,10,11,12: O começo da vida aqui: dificuldades e saudade da terrinha.&lt;br /&gt;Pp13 Alimentação.&lt;br /&gt;Pp14e 15: Clubes portugueses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pp16, 17: Música e religião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pp18: Futebol.&lt;br /&gt;Pp19- Esporte em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Pp 20, 21,22,23,24,25,26,27: Relação de seu Zé e família com Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pp28: Salazar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pp29: Considerações finais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116435966876788146?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116435966876788146/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116435966876788146' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116435966876788146'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116435966876788146'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/eft011-ficha-de-entrevista-e-sumrio.html' title='EFT011 - Ficha de entrevista e sumário'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116435918787357889</id><published>2006-11-24T07:01:00.000-02:00</published><updated>2006-11-24T07:06:27.876-02:00</updated><title type='text'>EFT010 - Ficha de entrevista e sumário</title><content type='html'>Obs: a transcrição na íntegra já se encontra no blog e foi analisada em sala de aula&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FICHA DE ENTREVISTA PROJETO FADO TROPICAL:Código da entrevista (ver mapa de entrevistas): EFT010Data de realização da entrevista: 04/11/2006 Local: Residência do entrevistadoEntrevistado(a): Daniel Augusto Sobral Endereço: Teresópolis Data de nascimento: 04/01/1934               Local: Pinela da Beira Alta&lt;br /&gt;Data de chegada ao Brasil: __/__/1956 (Manhã)            Local: Rio de JaneiroProfissão atual: Aposentado / Proprietário de imóvel (Locador)&lt;br /&gt;Profissões anteriores: Lavrador / Mineiro / PedreiroEstado civil: Casado            Filhos: 03       Netos: 07Entrevistador: Marcos Felipe de Brum LopesCurso: História – UFF          Período: 7ºGravação: (x) digital ( ) em fita casseteNo. de fitas: ( ) Duração total aproximada: 1h16’30’’No. de páginas do depoimento transcrito: 30 (Arial 12)Data da conferência: x/x/x Ver observaçõesData da assinatura da carta de cessão: 19/11/2006 ( ) NÃO AUTORIZOUFotos: (x) sim ( ) não // Número de fotos: 03 Observações: O entrevistado é analfabeto e não exigiu conferência da transcrição&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto “Fado Tropical” – História Oral&lt;br /&gt;Entrevistado: Daniel Augusto Sobral&lt;br /&gt;Entrevistador: Marcos Felipe de Brum Lopes&lt;br /&gt;Local: Residência do entrevistado&lt;br /&gt;Cidade: Teresópolis&lt;br /&gt;Bairro: Tijuca&lt;br /&gt;Data: 04/11/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sumário da entrevista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INÍCIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até 30’15’’ (pp. 01-12)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(p. 01) Caracterização da vida em Portugal – Trabalhos na aldeia (Pinela da Beira Alta) – Tipos vegetais plantados na lavoura – (p. 02) Pobreza – Falta de dinheiro – Vida em comunidade – Trabalho coletivo – Ferramentas de trabalho –Transporte dos mantimentos – Salazar e a emigração – Perda da mãe – Falta de estudos – Trabalho nas minas de ouro – (p. 03) Rigidez do inverno – Disputa por lenha – Carta de chamada para o Brasil –Direitos trabalhistas – Outros trabalhos sazonais da comunidade – (p. 04) Clima em Portugal – Emigração para países da Europa – Melhorias após da II Guerra Mundial –Volta a Portugal – Elogios ao Brasil – (p. 05) Brasileiros em Pinela da Beira Alta – Clube brasileiro em Pinela da Beira Alta – Gosto pela música brasileira – Desejo dos portugueses em emigrar para o Brasil – Portugueses em Belém do Pará – Poucos portugueses em Teresópolis – Vinda para o Brasil – Primeiros contatos em Teresópolis – (p. 06) Trabalho na zona rural em Teresópolis –Trabalho no centro urbano em Teresópolis – Honestidade na vida de trabalho – Portugueses que enriqueceram – (p. 07)Viagem para o Brasil – Diversão no navio – Luxo do navio – Chegada ao Rio de Janeiro – Primeiros contatos no Rio de Janeiro – (p. 08) Ida para Teresópolis – Conquistas ao longo da vida – Elogios a Teresópolis – Emoção da chegada ao Brasil – (p. 09) Dificuldades do imigrante pobre – Discriminação dos portugueses ricos – Bom relacionamento com os brasileiros – Trabalho com portugueses e brasileiros – (p. 10) Não há preconceito no Brasil para com os portugueses – Educação nas relações sociais – Uma única complicação – (p. 11) Boas relações com todos – Sem dificuldades com os costumes – Os costumes portugueses e brasileiros são semelhantes – Relação com outros portugueses em Portugal – (p. 12) Comparação entre a vida na aldeia a vida atual – Relação com portugueses em Teresópolis – (p. 13) Música portuguesa – A Casa de Portugal em Teresópolis – Portugueses da Casa de Portugal – Resistência ao clube português –&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até 59’23’’ (pp. 13-23)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(p. 13) Futebol: o Porto e o Vasco da Gama – Um jogador brasileiro do Porto – Aposta em jogo do Porto – Promessa de nunca mais apostar – Torcer para o Vasco – Torcer para o Brasil – (p. 14) Comportamento em relação ao Flamengo – Sem brigas por futebol – Copa do Mundo: Brasil e Portugal – Camisas da seleção brasileira – (p. 15) Notícias de Portugal – (p. 16) Portugal e a União Européia – Êxodo rural das aldeias portuguesas – Má administração governamental em Portugal – (p. 17) “Eu entrego a minha alma e meu corpo a Teresópolis” – Elogios ao Brasil – Conhecendo a futura esposa – Um acidente de trabalho – (p. 18) Morando na casa da namorada – Mexericos em Pinela da Beira Alta – Casamento – Problemas em ter se casado muito cedo – (p. 19) Dificuldades em morar com os sogros – Sobre os filhos – (p. 20) Os filhos e Portugal – Educação dos filhos – Não uso de violência para com a família – (p. 21) Retrospecto da trajetória – O Brasil é o único lugar para se viver – Vida tranqüila no Brasil – Amor ao Brasil – Portugueses residentes na Europa julgam o Brasil – (p. 22) Poucas aflições no Brasil – Ajuda nas dificuldades – Um amigo brasileiro – Portugueses sovinas – Muito trabalho e nenhum arrependimento – Conselhos aos imigrantes – O emigrante brasileiro e o emigrante português – (p. 23) Um amigo brasileiro nos EUA –&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até 1h16’32’’ (pp. 24-29)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(p. 24) O Brasil da década de 50 e o Brasil de 2006 – Diferença dos trabalhos e dos trabalhadores – Direitos trabalhistas – Poucos imigrantes portugueses atualmente – Melhores salários em outros países – (p. 25) Ser português é ter orgulho de Portugal – Escolha do Brasil como país de origem se fosse nascer novamente – Voto no Brasil e em Portugal – Serviço no exército – Casamento precoce – Repensando a vinda para o Brasil – Uma portuguesa de bigode – (p. 26) Portugal e a II Guerra Mundial – Salazar poupa Portugal da guerra – Fome no salazarismo – Repressão de Salazar – O mal da fome é menor que o da guerra – (p. 27) Julgamento positivo em relação a Salazar – Nenhum português morto na II Guerra Mundial – Opositores de Salazar mortos – Outras nacionalidades no navio para o Brasil – Atualmente não vem portugueses para o Brasil – (p. 28) Localização geográfica de Pinela da Beira Alta – Proximidade à Espanha – Relação entre portugueses e espanhóis – Espanhóis em Pinela da Beira Alta – (p. 29) Os “amola-tesouras” – Um amigo espanhol em Teresópolis – Boas relações com todos – Um desentendimento – (p. 30) Pouca cultura – Trabalho e sofrimento – Nada a acrescentar – Agradecimentos – “O que eu falei é pura verdade” –&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FIM&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116435918787357889?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116435918787357889/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116435918787357889' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116435918787357889'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116435918787357889'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/eft010-ficha-de-entrevista-e-sumrio.html' title='EFT010 - Ficha de entrevista e sumário'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116435877168490027</id><published>2006-11-24T06:56:00.000-02:00</published><updated>2006-11-24T06:59:31.686-02:00</updated><title type='text'>EFT009 - Ficha de entrevista e sumário</title><content type='html'>FICHA DE ENTREVISTA PROJETO FADO TROPICAL:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Código da entrevista: EFT009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de realização da entrevista: 21/11/2006 Local: Residência do entrevistado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistado(a): Mario Costa Marinho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de nascimento: 09/02/1952 Local: Vila Real&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de chegada ao Brasil: 1958 (não lembra a data especifica) Local: Rio de Janeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profissão atual: Dentista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto “Fado Tropical” – História Oral&lt;br /&gt;EFT009&lt;br /&gt;Entrevistado: Mario Costa Marinho&lt;br /&gt;Entrevistador: Flávio Roberto Amieiro da Silva Junior&lt;br /&gt;Local: residência do entrevistado, no bairro do Grajaú, Rio de Janeiro&lt;br /&gt;No dia 21 / 11 / 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUMÁRIO DA ENTREVISTA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(p. 01) A vida na aldeia em Portugal – Trabalho na agricultura – Vinda do pai para o Brasil e permanência, com a mãe, em Portugal – (p. 02) O Brasil como um país de futuro – A idéia de vir para o Brasil – O Rio de Janeiro como Destino – A viagem de navio – (p. 03) As primeiras impressões do Brasil – A escola: “perdi o sotaque” – O ambiente urbano do Rio de Janeiro – O bairro da Penha – A profissão dos pais – A vida difícil no Brasil de início – (p. 04) As principais dificuldades – O (não) preconceito contra os portugueses – A 'brincadeira' do português pão duro relacionada com o objetivo principal dos imigrantes: melhorar de vida – A ajuda dos vizinhos no processo de adaptação ao Brasil – (p. 05) Contato com a colônia – A mistura da culinária portuguesa com a brasileira – a 'perda' das raízes culturais – A religião – (p. 06) O Vasco da Gama e a relação com a colônia portuguesa – A emoção de assistir os jogos de Portugal na Copa do Mundo – O orgulho de ser português mesmo com a formação brasileira – Manutenção do contato com Portugal – Impressões no retorno a Portugal – Desenvolvimento do país depois da união à Comunidade Européia – Sentimento de pertencimento ao Rio de Janeiro – Desgosto com a situação do Rio de Janeiro (de política e de segurança, principalmente) – (p. 07) A Família – Como conheceu a esposa – A relação do filho com a cultura de Portugal – Sentimento de orgulho do filho em ser português – (p. 08) Avaliação positiva da trajetória da família – Evolução lenta do interior de Portugal – Grande emigração portuguesa para o mundo todo – Comparação entre o norte de Portugal e o nordeste do Brasil – Os pais não querem voltar para Portugal – Vida pobre em Portugal – Dependência do trabalho – Pouco uso do dinheiro – Conselhos a quem quer migrar – Dificuldades na vida de um imigrante – (p. 09) Orgulho de ser português e brasileiro ao mesmo tempo – Orgulho de vencedor – Ser português e ser brasileiro é igual – Identificação entre Brasil e Portugal - “Sou brasileiro” – (p. 10) Importância, para o entrevistado, da entrevista – Conhecer outros países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profissões anteriores: Não consta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estado civil: Casado    Filhos: 1       Netos: Não tem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistador: Flávio Roberto Amieiro da Silva Junior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curso: História                     Período: 4º&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gravação: (   ) digital (X) em fita cassete&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No. de fitas: (   ) Duração total aproximada: 16m28s&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No. de páginas do depoimento transcrito:  10 (Arial 12)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data da conferência: 22/11/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data da assinatura da carta de cessão: 22/11/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fotos: (   ) sim (X) não // Número de fotos: __________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observações: _____________________________________________________________&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116435877168490027?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116435877168490027/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116435877168490027' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116435877168490027'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116435877168490027'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/eft009-ficha-de-entrevista-e-sumrio.html' title='EFT009 - Ficha de entrevista e sumário'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116435804848123618</id><published>2006-11-24T06:44:00.000-02:00</published><updated>2006-11-24T06:47:28.493-02:00</updated><title type='text'>EFT007 - Ficha de entrevista e sumário</title><content type='html'>FICHA DE ENTREVISTA PROJETO FADO TROPICAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Código da entrevista: EFT- 007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de realização da entrevista: 05/11/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: Residência da entrevistada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistada: Ana Maria Simões Pimentel Alves Pereira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de nascimento: 07/07/1949&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local de nascimento: Moimenta da Serra Gouveia – Portugal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de chegada ao Brasil: 25/10/1964&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local de chegada: Rio de Janeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profissão atual: Professora de um curso voluntário de formação de lancheiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profissões anteriores: Auxiliar de contabilidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estado Civil: Casada          Filhos: 2            Netos: 1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistador: João Bernardo Müller de Mesquita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curso: História         Período: 4º&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gravação: (X) Digital  (  ) Fita Cassete&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Número de páginas do depoimento transcrito:  41 (Arial 12)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data da conferência: 21/11/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data da assinatura da carta de cessão: 21/11/2006             &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fotos: (x) Sim  (  ) Não          // Número de fotos: 11&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto “Fado Tropical” – História Oral&lt;br /&gt;EFT - 007Entrevistado: Ana Maria Simões Pimentel Alves Pereira&lt;br /&gt;Entrevistador: João Bernardo Müller de Mesquita Local: Residência da entrevistada, Jardim América, Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;Primeira parte da entrevista: 05/11/2006&lt;br /&gt;Segunda parte da entrevista: 17/11/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUMÁRIO DA TRANSCRIÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRIMEIRA PARTE (05/11)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(0 – 30min)&lt;br /&gt;Preenchimento da ficha de entrevista (págs. 3 e 4) - Descrição da vida em Portugal (pág.5) - Descrição da aldeia. (págs. 5 e 6) - Visão do Brasil em Portugal (pág.6) - Rede de relacionamentos no Brasil [parentes] (pág.6) - A viagem (pág.7) - Primeira impressão do Brasil (pág.7) - Dificuldades de adaptação [lingüistica] (págs.7 e 8) - Locais de moradia no Rio de Janeiro (pág. 8) – Outras dificuldades de adaptação (pág.8) - Emprego da entrevistada (pág.8) - Vinda da mãe para o Brasil (págs.8 e 9) -  Trabalho do pai (pág.9) - O preconceito sofrido (págs.9 e 10) - O imigrante e o trabalho (págs. 9 e 10) - Vivência com preconceito [assassinato do pai] (pág.10) - Parentes no Brasil (pág.10) - Questão do relacionamento pessoal [fase de solteira] (pág.11) - Contato com as casas portuguesas [fase de casada] (pág.11) -  As facilidades da vida atual (pág.11) - Motivos pelos quais ela não manteve contato com as casas portuguesas na fase de solteira (pág.11)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(30 min – 1h)&lt;br /&gt;Culinária portuguesa (pág.12) - Música portuguesa (págs.12 e 13) - CADEG (pág.13) - Santos de devoção (pág. 13) - Time de futebol  (págs.13 e 14) -  Copas do mundo [1966  e 2006] (pág.14) - Relação dos portugueses e o futebol (pág.15) – Samba (pág.15) - Gostos musicais (págs.15 e 16) - Viagens à Portugal [1998 e 2004] (págs. 16, 17, 18, 19 e 20) - Relações com o Rio de Janeiro (pág.20)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1h – 1h e 30 min)&lt;br /&gt;            Como conheceu o marido. (págs. 20 e 21) - Influência da nacionalidade na relação conjugal (pág. 21) O casamento, a mãe e os filhos. (págs. 21 e 22) - Relação dos filhos com a lusitaniedade (pág.22) - Transmissão da cultura aos filhos (págs. 22 e 23) - Relações atuais com parentes ou amigos portugueses (pág. 22) -  Relações dela e dos filhos com o rancho português de Leiria. (págs. 22, 23 e 24) - Origem do grupo folclórico Nossa Senhora de Nazaré (pág.24) Vestuário e caracterização do rancho. (pág. 24 e 25) – Música no rancho (pág.25) - O relacionamento dos integrantes (págs. 25 e 26) - A estrutura do grupo (págs. 25 e 26) – O fim do mesmo (págs. 26 e 27) - Associações entre grupos folclóricos e algumas Igrejas Católicas. (págs. 27e 28) – Exemplos de outras casas (pág. 28) - Viagens pelo grupo. (pág. 29)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1h e 30 min – 2h)&lt;br /&gt;Avaliação dos pontos positivos da vida no Brasil (págs.29 e 30) - Avaliação dos pontos negativos da vida no Brasil (pág.31) - Recomendação àqueles que saem de sua terra natal para ganhar a vida em um país estrangeiro. (págs. 31 e 32) - Xenofobismo atual em Portugal (pág. 32) - A entrevistada não voltaria a morar em Portugal (pág.33) - Significado da nacionalidade (pág.33) - Significado de ser portuguesa aqui no Rio (págs. 33 e 34) - Visão sobre Salazar (pág. 34)&lt;br /&gt;Descrição da infância na escola (págs. 34, 35 e 36)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(2h – 2h e 06 min)&lt;br /&gt;            O tamanho da Praia das Maçãs (pág.36) – Agradecimentos [a questão das fotos] (págs. 37 e 38).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEGUNDA PARTE (17/11)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(0 min – 15 min)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Comentários sobre as fotos (págs. 39, 40, 41, 42 e 43)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116435804848123618?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116435804848123618/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116435804848123618' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116435804848123618'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116435804848123618'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/eft007-ficha-de-entrevista-e-sumrio.html' title='EFT007 - Ficha de entrevista e sumário'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116431905763431011</id><published>2006-11-23T19:47:00.000-02:00</published><updated>2006-11-23T19:57:37.650-02:00</updated><title type='text'>EFT006 - Ficha de entrevista e sumário</title><content type='html'>Ficha de entrevista&lt;br /&gt;FICHA DE ENTREVISTA PROJETO FADO TROPICAL:Código da entrevista : EFT 006 Data de realização da entrevista: 31/10/2006 Local: Residência Entrevistado(a): Joaquim  Pereira de Sousa  - Ipanema – Rio de Janeiro Data de nascimento: 28/07/1927 Local: Resende, Distrito de Viseu - PortugalData de chegada ao Brasil: 24/02/1938 Local: SantosProfissão atual: aposentadoProfissões anteriores: comércio, garçomEstado civil: casado (06/05/1961) Filhos: 2 Netos: 3 (+ 1 a caminho)Entrevistador: Marco Marques Pestana de Aguiar GuedesCurso: História Período: 4ºGravação: (X) digital ( ) em fita casseteNo. de fitas: ( ) Duração total aproximada: 3:38:49No. de páginas do depoimento transcrito: 71 (Arial 12)Data da conferência: 21/11/ 2006Data da assinatura da carta de cessão: 21/11/ 2006 Fotos: (X) sim ( ) não // Número de fotos: 2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sumário da entrevista código EFT 006 do projeto fado Tropical&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;00:00 – 00:30 (pp.02-12)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(p.02) Vida em Portugal (p.03)  Localização da cidade de origem – trabalho na quinta – Ausência de informações sobre o Brasil antes da viagem – Caçadas com o pai – Fabricação de vinhos – Revolução Espanhola – Viagem para o Brasil – Chegada no Brasil – Trabalho nos cafezais – Promessas não cumpridas (p.04) Doença da irmã – Fome – Rompimento do contrato e fuga da fazenda – Chegada em Orlândia – Diferenças em relação à vida em Portugal – Os Burdin (p.05) Volta pra Orlândia – Comércio sírio-libanês – O pai e a jardinagem – A cadeia de Orlândia  (p.06) Diferenças em relação à escola em Portugal – Briga com Ismael – Poda das parreiras – Ida pra outra fazenda (p.07) Casa dos japoneses – O pai e a enxertia – Ida pra São Paulo – A fazendeira e sua família – Cavalos - Pólo (p.08) Trabalho na padaria – Necessidade das crianças trabalharem – Os padres e o analfabetismo em Portugal – A bula – Feitura do azeite – Frio (p.09) Beiçadas – Salazar – Impostos – Recolhimento do trigo (p.10) Desgosto do pai e imigração – O preço da migração – A situação econômica atual da família – Doença da irmã – Ausência de uma imagem prévia do Brasil – Pesca – Trabalho na padaria e na fábrica de manteiga – Entrega do leite (p11) Salário - Ajuda aos pais – Senhor de polaina (p.12) Espingardinha – Pomba trocal – Aulas de tiro – Beretta – Caçadas na barranca do Paraná&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;00:31 – 01:00 (pp.13-21)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(p.13) Cadeias – Trabalho com tecidos – Boteco do Romeu – Vontade de ser garçom – Os copos quebrados (p.14) Enriquecimento durante a guerra – Barzinho da entrada – Salário de garçom à época – O garçom português que enriqueceu – Os ônibus do cunhado (p.15) Idas aos cabarés – A cantina Capri – Os proprietários – Vinda para o Rio de Janeiro – O povo do Rio de Janeiro – Proibição às armas – O pessoal do Bec Fin – As encrencas de Benjamim Vargas (p.16) Apartamento em cima da cantina – Confronto com o bando de Benjamim Vargas (p.17) Problema com Samuel Wainer – Briga na cantina – Morte do filho do presidente – Campanha da Última Hora – Prisão dos donos da cantina (p.18) Advogado – Rotatividade dos juízes no processo – A força da imprensa – Queda no movimento da cantina – Assédio do Bec Fin – Caixinha (p.19) Ida para o Bec Fin – Amigos antigos – Amizade com Juscelino – Paixão pelo Rio – Negócios do irmão em São Paulo - Compra do apartamento – Dificuldades financeiras – Valor da aposentadoria (p.20) Gruta de Trieste em São Paulo – Vinhos caros – Falência por falta de freguesia – De garçom a chefe de vinhos – Estudo de vinhos – Trabalho no restaurante (p.21) Vinho com água – Raúl Amaral Peixoto – Severino, o barman – O falso vinho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01:01 – 01:30 (pp.22-31)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(p.22) Academia - Freqüentadores do Bec Fin – Oferta para ser leão-de-chácara – Salário no Bec Fin (p.23) Vida noturna de alguns presidentes – Frutas exportadas – O tio no Brasil (p.24) Pouco contato com portugueses no Brasil – A Itália durante a guerra – Tentativa de falir o Bec Fin – Hotéis em Copacabana – Hans (p.25) Hospedagem de Juscelino – Descrição de Juscelino – Rápida adaptação ao Brasil - Pétanque (p.26) Boas relações com todos – Preconceito contra portugueses – Revolta dos italianos no Brasil – Gozações – Brigas com os implicantes – Pesca com pouco dinheiro (p.27) Briga com o japonês – Judô – Atual atitude em relação às gozações – Gozações com belgas e suíços na Europa – distância da comunidade portuguesa no Brasil – O Botafogo – Português renegado (p.28) A Portuguesa de São Paulo – Bauer – O Botafogo e o respeito ao Vasco – Beco das Garrafas (p.29) Imparato e Tenório – A turma braba do Lido (p.30) Farah e Ibrahim Sued – Comida portuguesa – Caçadas com o pai - Bagaço em Portugal (p.31) Frio em Portugal – A casa na quinta – Capela – Santos velhos – Dança na casa – Atual estado da casa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01:31 – 02:00 (pp.31-40)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(p.31) A oportunidade perdida pelo irmão – A produção de maçã da quinta – A demanda francesa (p.32) A riqueza do irmão – A casa do irmão – Tentativa de seqüestro da sobrinha - Venda do terreno pro Bradesco – Idas à São Paulo (p.33) Serra Negra – Viagem pra Portugal – Companhia do genro – Trabalho com vinhos – Impressões de Portugal - Entrada de Portugal no mercado comum (p.34) Euro – A época dos dentistas em Portugal – Passaporte – Impedimento de entrar na França – Amigos franceses – Carteira vitalícia – Doces – Rio Mondego (p.35) Serra de Estrela – Criação de carneiros – Queijo da serra – Cachorro da serra – O rio – Verão em Portugal – lanche na Serra – Trigo (p.36) Atitude de “português” – Manteigas – Sopa dos cavalos – Lamego (p.37) O terreno e o vinho – Folhados – O Douro – Falachia – Farinha de castanha – Arroz de forno e anho (p.38) A Régua – A época dos fogos – A pensão – Embriaguez em família – A feitura do arroz – Comidas regionais (p.39) Ausência da farinha de castanha no Brasil – Letria – A comida do Natal – Chila – Cavacas de Resende – Dificuldade de entrar com comida no Brasil – Cavacas quentes (p.40) Trabalho na confeitaria do primo – A confecção dos doces – A venda de pizzas – A venda de pães – As moedas da época&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;02:01 – 02:30 (pp.41-49)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(p.41) Caxeta – Bocha e sinuca – Mudanças na Mooca – Venda de verduras do pai – Enxertia – O pai e os vinhos (p.42) Caça com estilingue – Avaliação da vida de criança – O tormento da colheita de algodão – Trabalho infantil – As mulheres japonesas – Dona Marieta – Canivete (p.43) Melancias – Lição de moral – O túnel sob o muro - Interesse por meninas quando criança (p.44) Assalto ao pomar do vizinho – As meninas descobrem o túnel – Fechamento do túnel (p.45) Comunicação com a família em Portugal – A Copa do Mundo – O ser brasileiro – Mudança do apartamento de cima da cantina – Bolero (p.46) Cobrindo os garçons faltosos – Mudança com o Salim – Os cadernos do Visconde de Pirajá – A nova casa – Pescarias com o tio de Wanda – Conhecendo Wanda – Os costumes portugueses (p.47) A Wanda estudante – Interesse por Wanda – Passeio em Marambaia – O chofer do senador (p.48) Namoro sério – As dificuldades no namoro – Ódio de Wanda à cachaça – Os peixes da época (p.49) O amigo chofer – A loja do sogro – O ataque do jornal – Ida do amigo chofer pra Brasília&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;02:31 – 03:00 (pp.50-59)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(p.50) Enriquecimento do amigo chofer – O compadre Lino – Imposto de Renda – A mudança do compadre Lino – Os filhos do compadre Lino – Família no Rio – Os sobrinhos – O sobrinho reliento (p.51) Alturas dos familiares – Morte do irmão – A transformação do sobrinho – As irmãs do amigo (p.52) A faculdade e o trabalho do sobrinho – A sogra – A velhice – A irmã – Carteira de motorista (p.53) Sussurro na cama – Óculos – Exame médico – Renovação da carteira – Pressão (p.54) Estresse no trânsito – Honestidade com a médica do DETRAN – O velho que dificultou que os demais conseguissem carteira de motorista (p.55) Melhora progressiva das habilidades de direção – Comemoração dos aniversários dos amigos na churrascaria – Os excessos dos amigos com bebida – Motorista mais confiável (p.56) Franceses no Brasil – O amigo mau motorista embriagado – Consciência na hora de beber (p.57) O amigo que começou a beber – Bofetada – A origem da família da esposa (p.58) A formação das filhas – O trabalho das filhas – As fotografias submarinas (p.59) Viagem da filha para Portugal – Ensino de inglês – Caracterização do Brasil – Desqualificação dos governantes brasileiros – Desaprovação do governo Lula&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;03:01 – 03:39 (pp.60-72)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(p.60) A preguiça do caboclo brasileiro – Deslumbramento de Lula – A camarilha de Lula – Críticas aos programas sociais do governo Lula – Crítica à aposentadoria de Lula (p.61) Defesa das privatizações – Cabides de emprego - O PT em Ribeirão Preto e Palocci – Roubo do PT – Não entendimento da ética por parte dos brasileiros – Preferência pelo Brasil em relação à Portugal – A preguiça do índio (p.62) Imposto do cheque – A fome no Brasil – Riqueza de Lula (p.63) Ida de brasileiros para Portugal – O pessoal do Bofetada – O problema dos dentistas – Problemas com médicos (p.64) Caracterização dos portugueses – Boa educação desde o berço – Honestidade – A transformação dos japoneses – Palavra de português (p.65) A palavra e a assinatura – Os portugueses como aventureiros (p.66) Catolicismo apenas pelo berço – Fidelidade ao amigos – Clube dos bolinhas – O advogado do Lula (p.67) Diferentes visões – Previsão de problemas para o próximo governo Lula – Aumento dos preços – Fuga de empregos e capitais – O plano Real (p.68) Diferença entre os serviços públicos de São Paulo e do Rio – Os brizolões – Críticas a Brizola (p.69) Avaliação da entrevista – Comentários sobre a foto antiga – Os empregos dos irmãos – A mãe – A casa dos pais (p.70) O acidente da mãe – A recuperação da mãe – As cadernetas – Presentes dos quitandeiros (p.71) O tempo em que se dava as coisas – Açougues – Comentários sobre as fotos recentes (p.72) O irmão – O trabalho e o estudo do neto – Descaso com os estudos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observação: As indicações temporais acima indicadas foram ligeiramente aproximadas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116431905763431011?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116431905763431011/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116431905763431011' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116431905763431011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116431905763431011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/eft006-ficha-de-entrevista-e-sumrio.html' title='EFT006 - Ficha de entrevista e sumário'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116431819220798189</id><published>2006-11-23T19:35:00.000-02:00</published><updated>2006-11-23T19:43:12.210-02:00</updated><title type='text'>EFT005 - Ficha de entrevista e sumário</title><content type='html'>FICHA DE ENTREVISTA PROJETO FADO TROPICAL:Código da entrevista : EFT 005&lt;br /&gt;Data de realização da entrevista: 03/11/2006 Local: Casa da Dona Maria.&lt;br /&gt;Entrevistado(a):Maria Ludinda de Jesus Barreiro - Bairro: Catete&lt;br /&gt;Data de nascimento:07 / 05/ 1931  Local: Freguesia de Gouviães – Conselho de&lt;br /&gt;Tarouca- Distrito de Viseu.Data de chegada ao Brasil: 03 / 01 / 1953   Local:Rio de Janeiro Profissão atual: Dona de Casa&lt;br /&gt;Profissões anteriores: Cozinheira, ajudante de costura e empregada doméstica.&amp;shy;Estado civil: Viúva   Filhos: 2    Netos: 2&lt;br /&gt;Entrevistador: Diego Bruno Velasco&lt;br /&gt;  Curso: História  Período: 7º Gravação: (X ) digital ( ) em fita casseteNo. de fitas: ( ) Duração total aproximada: 1 HORA E DEZ MINUTOSNo. de páginas do depoimento transcrito: 33 (Arial 12)Data da conferência: 21 / 11 / 2006Data da assinatura da carta de cessão: 21 / 11 / 2006 Fotos: ( X) sim ( ) não // Número de fotos: _4_________________________Observações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Universidade Federal Fluminense&lt;br /&gt;Departamento de História&lt;br /&gt;Projeto “Fado Tropical” – História Oral&lt;br /&gt;Código da Entrevista: EFT 005&lt;br /&gt;Entrevistada: Maria Ludinda de Jesus Barreiro&lt;br /&gt;Entrevistador: Diego Bruno Velasco&lt;br /&gt;Local: residência da entrevistada, no Catete, Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;No dia 03 de Novembro de 2006.             &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sumário da Entrevista&lt;br /&gt; Gravação 1. Até 31 minutos. Da página 1 até a página 15. (p. 01) Vida em Portugal – Trabalho na lavoura – (p. 02) Racionamento de comida – Modo como se faziam os cestos – Descrição da aldeia que vivia –Criação de animais e plantações-(p. 03) Ida para Lisboa aos 12 anos –Como surgiu a idéia de vir para o Brasil – Carta de Chamada– Tios que já moravam no Rio de Janeiro – Decepção ao chegar no Brasil – O que dona Maria estranhou ao chegar aqui – Primeiros tempos de Brasil - (p. 04) Casamento – Primeiros anos do casamento – Retorno a Portugal 26 anos depois – Viagem para o Brasil –Arrependimento de ter vindo – Vida dos irmãos em Portugal hoje – (p. 05) Dona Maria trabalha ainda hoje – Sobre os irmãos – Preconceitos sofridos atualmente em Portugal - Sobre algum português que sofreu preconceito-(p. 06) Comidas portuguesa e brasileira – “Brasil é o lugar que se come melhor” – Fartura no Brasil – Música Portuguesa– Televisão - (p. 07) Programas de televisão portugueses – Jornais vindo de Portugal– Pouca ajuda recebida quando chegou no Brasil – Lugares que Dona Maria morou – (p. 08) Empregos e serviços de Dona Maria no Brasil –A presença de Portugueses no Catete – Poucos Portugueses vêm ao Brasil atualmente – Verão e férias em Portugal – (p. 09) Clima em Portugal – Dezembro é tempo de apanhar azeitona– Como esquentar as mãos para se proteger do frio– Clubes portugueses – Festas – Dona Maria caseira – (p. 10)Religião– Santas de Devoção –Sensações ao ir em Nossa Senhora de Fátima – (p. 11) Louvor à Nossa Senhora de Fátima - Vasco –Última Copa do Mundo – Jogos de Portugal– (p. 12) Emoção ao ver os jogos de Portugal ou ao assistir algum programa que se refere à Portugal – “Gosto de ir lá, mas não gosto de ficar lá”– Acostumada com a vida no Brasil  – Tranqüilidade do lugar que mora – Cachorro que atrapalha – (p.13) Vasco – o porquê de ter se tornado Vascaína – Benfica – Número de vezes que já voltou a Portugal – Ida para Portugal em 2007- (p. 14) Descrição do que Dona Maria faz quando vai a Portugal – Passeios – Cataratas – “Brasil é muito bonito” – Comida e restaurantes brasileiros – (p.15) Salmão -O restaurante que fica em frente à Igreja Zacaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gravação 1. De 31 minutos até 1 hora de entrevista. Da página 15 até a página 27.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(p.15) Sobremesas do Brasil – Como Dona Maria conheceu o marido dela – (p.16) Tio de Dona Maria convenceu o futuro marido dela a vir para o Brasil – Ajuda do futuro marido para tratar dos papéis – Dona Maria chegou aqui oito dias antes do seu futuro marido – O namoro – O casamento – A história deles: “Começou lá em Portugal e viemos nos casar aqui” – Vontade do marido de ir a Portugal – A questão de voltar lá sem dinheiro – (p. 17) Dia do falecimento do marido – Dia triste – (p. 18) Tristeza do filho ao saber da morte do pai – O choque e a mágoa sentidos por Eduardo (filho de Dona Maria) – A razão para se ter casado com um português – (p.19) Descrição do quanto inteligente era o marido – Tio do falecido marido que tem 101 anos – Comentários sobre algumas fotos – (p.20) Comentários sobre algumas fotos e cartões-postais – (p.21) O que Dona Maria fala para seus filhos sobre sua vida em Portugal – A miséria que viveu lá – O padrasto – Pirraça cometida por Dona Maria quando era criança –(p.22) Descascar a madeira – Levar os cestos na cabeça – O dia que ela ficou bêbada – Apanhava com pau – Padrasto não gostava de trabalho, mas queria que ela trabalhasse – (p. 23) O trabalho no campo – Carregar as coisas nas costas – Portugueses gananciosos – As pessoas são mais bondosas no Brasil – Pouco interesse das pessoas de Portugal em ajudar – (p. 24) Exemplo da ganância de portugueses – Relação dos filhos com Portugal – Vontade do neto de ir para Portugal – Poucas relações dos filhos com a cultura portuguesa – Filha quer primeiro conhecer a terra dela – (p. 25) Filho vascaíno e sogro flamenguista doente – Motivo da vinda para o Brasil – Vinda de pessoas de outros países para o Brasil – O que aconteceu de  mais positivo com a vinda de Dona Maria para o Brasil – Pessoas em Portugal são mais secas – A violência no Brasil – O golpe que Dona Maria quase caiu – (p. 26) Sobre o dia desse golpe – (p. 27) – Mais detalhes sobre o dia do golpe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gravação 1. De 1 hora até 1 hora e nove minutos de entrevista. Da página 27 até a página 31.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(p.27) Ainda sobre o golpe – (p.28) Sobre o golpe – (p. 29) Conselhos que Dona Maria dá para alguém que esteja pensando em sair do seu país e ir morar em outro lugar - (p. 30) “Sou mais brasileira que portuguesa” – Vida feita aqui no Brasil – Observações sobre a entrevista – (p. 31) Agradecimento e comentários de fotos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gravação 2. Duração de 3 minutos. Da página 31 até a página 32&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(p. 31) Comentário das fotos – (p.32) Relatos sobre outras fotos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gravação 3. Duração de 30 segundos. Página 33&lt;br /&gt;(p.33) Comentário sobre uma foto mais recente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116431819220798189?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116431819220798189/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116431819220798189' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116431819220798189'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116431819220798189'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/eft005-ficha-de-entrevista-e-sumrio.html' title='EFT005 - Ficha de entrevista e sumário'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116431766212846812</id><published>2006-11-23T19:17:00.000-02:00</published><updated>2006-11-23T19:34:22.140-02:00</updated><title type='text'>EFT004 - Ficha de entrevista e sumário</title><content type='html'>FICHA DE ENTREVISTA PROJETO FADO TROPICAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Código da entrevista: EFT 004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data da realização da entrevista: 31/10/2006   Local: Residência da entrevistada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistada: Tereza Sobral Pinto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Endereço:   Bairro: Tijuca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de nascimento: 02/11/1935                    Local: Sernancelhe (vila) – Beira-Alta, Distrito de Vizeo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data da chegada ao Brasil: 06/08/1953        Local: Praça Mauá, Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profissão atual: Dona-de-casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUMÁRIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Faixa 3 – Toda a Entrevista; Faixa 4, preenchimento de alguns campos da Ficha de Entrevista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixa 3 ( aprox. duração: 01:07)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Até aprox. 00:30)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Lugar onde vivia e em que trabalhava;&lt;br /&gt;- Motivos da vinda para o Brasil;&lt;br /&gt;- Em que trabalhou aqui quando chegou, porque deixou de trabalhar com seu tio e depois de alguns anos seu trabalho em casa de família;&lt;br /&gt;- Vieram outras moças além dela para trabalhar no Brasil;&lt;br /&gt;- Como foi a viagem de navio;&lt;br /&gt;- Espera de seu tio na Praça Mauá;&lt;br /&gt;- Envio de dinheiro para Portugal;&lt;br /&gt;- Pouca, ou nenhuma violência na década de cinqüenta e começo da década de sessenta;&lt;br /&gt;- Paixão pelo Brasil;&lt;br /&gt;- Procedência de seu marido;&lt;br /&gt;- Lugares onde trabalhou;&lt;br /&gt;- Como conheceu seu marido;&lt;br /&gt;- Onde foi morar, porque das mudanças, em que casa cada filho nasceu;&lt;br /&gt;- Produtividade dos imigrantes no trabalho;&lt;br /&gt;- Responsabilidade como cidadã;&lt;br /&gt;- Adaptação;&lt;br /&gt;- Desentendimento com o tio;&lt;br /&gt;- Carta para o pai;&lt;br /&gt;- Relação com outros portugueses, locais, freqüência, alimentação;&lt;br /&gt;- Religião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(aprox. de 00:30 até 01:08)&lt;br /&gt;- Time de futebol, relação com o futebol no Brasil, sua e da sua família, idas ao Maracanã;&lt;br /&gt;- Ela torce pelo Brasil em tudo;&lt;br /&gt;- Viagens à Portugal;&lt;br /&gt;- Como começou o namoro com seu Adolpho;&lt;br /&gt;- Falar com seus filhos sobre Portugal;&lt;br /&gt;- Modo de se vestir;&lt;br /&gt;- Cidadania portuguesa dos filhos;&lt;br /&gt;- Contato dos filhos com a cultura portuguesa, comida, música e dança;&lt;br /&gt;- Almoço português na Basílica Santa Terezinha em 17 de outubro de 2006;&lt;br /&gt;- Primeira viagem para Portugal, como fora e voltaram;&lt;br /&gt;- Pontos positivos e negativos da vinda;&lt;br /&gt;- Fotos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faixa 4 (aprox. duração 00:10)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Preenchimento da Ficha de Entrevista:&lt;br /&gt; - clima;&lt;br /&gt; - local onde nasceu;&lt;br /&gt; - profissões.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116431766212846812?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116431766212846812/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116431766212846812' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116431766212846812'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116431766212846812'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/eft004-ficha-de-entrevista-e-sumrio.html' title='EFT004 - Ficha de entrevista e sumário'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116431662810042313</id><published>2006-11-23T19:12:00.000-02:00</published><updated>2006-11-23T19:17:08.103-02:00</updated><title type='text'>EFT002 - Ficha de entrevista e sumário</title><content type='html'>FICHA DE ENTREVISTA PROJETO FADO TROPICAL: IMIGRANTES PORTUGUESES NO RIO DE JANEIRO. SÉCULO XXI, UM PROJETO DE HISTÓRIA ORAL.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Código da entrevista:  EFT 002&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data da realização da entrevista: 03/11/2006  Local: Casa da entrevistada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistado(a): Maria José Soares Couto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Endereço:  Nova Iguaçu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e-mail:  Não possui&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de Nascimento: 19/05/1935  Local:  Marco de Canavazes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de chegada ao Brasil: 10/06/1950 Local: Porto do Rio de Janeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profissão atual:  vende roupas para fora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profissões anteriores: trabalhou em várias funções, sempre ajudando o marido. Trabalhou em uma quitanda, em um empório, com fabricação de pipocas, dentre outras funções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estado Civil: viúva  Filhos: 4  Netos: 5&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistador: Elimar Machado de Souza&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curso: História              Período: 6º&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gravação: digital&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No. De páginas do depoimento transcrito:  17  (Arial 12)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data da conferência: 15/11/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data da assinatura da carta de cessão: 17/11/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fotos:  sim  Número de fotos: três&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observações:&lt;br /&gt;_______________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUMÁRIO DA ENTREVISTA: EFT – 002&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Página 1) Dona Maria fala das dificuldades vividas pela família em Portugal, que acabaram impulsionando a vinda de seu pai para o Brasil, e um pouco mais tarde, a vinda de sua mãe, a sua e a de seu irmão. Fala também de sua trajetória de vida como mulher casada, sempre trabalhando com o marido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Página 2) Fala de onde sua familia se instalou quando chegou aqui, em Madureira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Página 2) Fala do início do namoro com aquele que seria seu marido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Página 2) Fala da sociedade dada por seu pai ao seu marido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Página 2) Fala do primeiro negócio de seu marido, uma quitanda em Realengo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Página 2) Fala do segundo negócio de seu marido, um botequim. Enfatiza o fato de sempre trabalhar ao lado de seu marido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Página 2) Fala do emprego que seu marido conseguiu numa empresa de ônibus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Página 2) Fala da época que trabalhou com fabricante de pipocas em sua casa, com um equipamento cedido por seu irmão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Página 2) Enfatiza o sacrifício que foi sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Página 2) Dona Maria compara a vinda de portugueses para cá com as dos nordestinos (ela usa o termo “nortista”) para os grandes centros do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Página 3) Fala da pouca escolaridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Página 3) Fala de um rapaz que teria conhecido durante a viagem, mas que não manteve contato depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Página 3) Fala que foi bem acolhida pelas pessoas daqui do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Página 4) Fala das dificuldades; enfatiza o fato de nunca ter passado fome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Páginas 4 e 5) Perguntada sobre o preconceito contra os portugueses, dona Maria diz que sempre levou tudo na brincadeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Página 5) Fala da ajuda que recebeu de vizinhos para se adaptar no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Página 5) Perguntada se sua família e ela se relacionavam com outros portugueses, enfatiza o fato de não ser racista (o assunto surge por sua própria iniciativa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Página 5) Quando podiam, sua família comia bacalhau, mas comenta o fato de ter gostado de feijão preto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Página 6) Fala de não ter preferência exclusiva por música portuguesa .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Página 6) Fala de não ter tido nem mesmo um radinho para si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Página 6 e 7) Fala da religiosidade dos pais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Página 7) Fala da aproximação da Igreja, após a morte do filho e do marido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Página  7) Sua devoção por Nossa Senhora de Fátima e Santo Expedito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Página 7) Torcedora do Flamengo, graças aos netos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Página 8) Fala do fato de não procurar saber notícias de Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Página 8) Fala do fato de ter sido bem recebida pelos vizinhos em Nova Iguaçu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Página 9) Dona Maria fala um pouco dos primeiros tempos do casamento, de quando o pai dividiu a casa com ela e o marido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Página 9 e 10) Fala de não conversar com os filhos sobre Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Página 10) Dona Maria volta a falar das dificuldades, tanto no Brasil quanto em Portugal, e do desejo de ter a casa própria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Página 10 e 11) Desestimula a vinda de pessoas de fora para cá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Página 11) Fala da homenagem que sempre presta sempre indo ao cemitério, aos seus entes queridos: pai, mãe, marido e filho.&lt;br /&gt;·        (Página 11 e 12) Fala do fato de se sentir mais brasileira do que portuguesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Página 12) Fala da homenagem prestada a sua mãe; uma oração feita por uma vizinha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·        (Páginas 13 à 17) Dona Maria fala um pouco da fotos selecionadas para o Projeto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116431662810042313?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116431662810042313/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116431662810042313' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116431662810042313'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116431662810042313'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/eft002-ficha-de-entrevista-e-sumrio.html' title='EFT002 - Ficha de entrevista e sumário'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116431628855573438</id><published>2006-11-23T19:06:00.000-02:00</published><updated>2006-11-23T19:11:28.576-02:00</updated><title type='text'>EFT001 - Ficha de entrevista e sumário</title><content type='html'>Oi, pessoal, conforme o combinado, começo a publicar todas as fichas de entrevista e os sumários (mas somente das entrevistas cedidas) para que vocês escolham mais duas entrevistas para comparar com a de vocês. Só retirei o endereço (mas não a cidade) e os telefones pelos motivos que já expliquei. Lá vai EFT001:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FICHA DE ENTREVISTA PROJETO FADO TROPICAL:Código da entrevista: EFT-001.Data de realização da entrevista: 03/11/06 Local: Residência do entrevistado.Entrevistado(a): Vasco Faria de Almeida.Endereço: Itaocara - RJ Data de nascimento: 12/10/1942                Local:  Famalicão – Portugal.Data de chegada ao Brasil: 19/09/1961       Local: Rio de Janeiro.Profissão atual: Comerciante.&lt;br /&gt;Profissões anteriores: Funcionário de padaria e proprietário de lanchonete,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mercearia, padaria.&amp;shy;Estado civil: Casado        Filhos: Não             Netos: Não.Entrevistador: Diego de Morais Salim.Curso: História               Período: 4ºGravação: ( ) digital (x) em fita casseteNo. de fitas: (3) Duração total aproximada: 2 horas e 20 minutos.No. de páginas do depoimento transcrito: 54 pp. (Arial 12)Data da conferência: 20/11/06.Data da assinatura da carta de cessão: 20/11/06  Fotos: (x) sim ( ) não // Número de fotos: Três (3) fotos.Observações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois pequenos trechos da entrevista foram suprimidos, conforme é explicado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;no Caderno de Campo. O primeiro, originalmente da página 47 e o segundo, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;da página 54.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT 001&lt;br /&gt;03 de novembro de 2006&lt;br /&gt;Universidade Federal Fluminense&lt;br /&gt;História Oral – professor Marcos Alvito&lt;br /&gt;Projeto Fado Tropical&lt;br /&gt;Entrevistado: Vasco Faria de Almeida&lt;br /&gt;Entrevistador: Diego de Morais Salim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUMÁRIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(p. 01) Dados pessoais: nome, local de nascimento e profissão anterior;&lt;br /&gt;(p. 02) Profissão atual – Dados sobre a família brasileira;&lt;br /&gt;(p. 03) Relação com as sobrinhas-netas – Endereço atual;&lt;br /&gt;(p. 04) A vida em Portugal dedicada à lavoura – Festas religiosas – Idade militar – Carta de chamada – O primeiro trabalho no Brasil: uma padaria – O pagamento da estadia e da carta de chamada ao tio – A falta de tempo para gastar o dinheiro – O casamento e as mudanças de cidade – Torna-se proprietário – A aposentadoria;&lt;br /&gt;(p. 05) O tamanho da cidade portuguesa – A lavoura trabalhada pela mãe e pelos filhos – O pai carpinteiro – Lavoura em casa – Gêneros plantados e colhidos – O colégio – O irmão que trabalhava com manutenção de aviões e que serviu a vida militar em Angola no período de guerra – A volta bem-sucedida do irmão para Portugal – O contato entre eles;&lt;br /&gt;(p. 06) Localização de todos os irmãos – O retorno a Portugal – A fuga da vida militar – A espera de completar 45 anos para voltar a Portugal e não ter de responder militarmente mais;&lt;br /&gt;(p. 07) As colônias portuguesas dominadas por Portugal – Salazar, presidente – Recrutamento em Portugal e ida para as colônias – Morte de Salazar e independência das colônias;&lt;br /&gt;(p. 07) Comunidade Européia – Explicações sobre a mudança do fluxo migratório entre o Brasil e Portugal – No Brasil estava se ganhando dinheiro – Os portugueses não tinham hora para trabalhar;&lt;br /&gt;(p. 08) A opção de ou vir para o Brasil ou morrer nas colônias portuguesas – Comparação com os imigrantes nordestinos – Os antepassados que vieram para o Brasil no início do século XX e ramificaram a família – A posição elevada dos parentes – Os parentes que nasceram aqui não lutaram tanto quanto os imigrantes – A diminuição das raízes portuguesas;&lt;br /&gt;(p. 09) O contato entre os irmãos que também imigraram – Os filhos dos irmãos bem colocados na vida – A criação das cunhadas – Duas cunhadas têm faculdade – Gratidão das cunhadas;&lt;br /&gt;(p. 10) O almoço nas casa da cunhada - A novela, a escrita – A relação de educação com as netas – A relação de carinho com as netas – O orgulho de ser chamado de vovô – As netas são novas e não sabem o que é ser português – Trabalho de escola da neta mais velha sobre estrangeiros – Diferenças e semelhanças entre a carteira de identidade brasileira e a de imigrante;&lt;br /&gt;(p. 11) Tristeza dos pais ao saber que os irmãos tinham se naturalizado – Decisão de não se naturalizar – Ponto de vista independente – Eleitor em Portugal – A imagem do Brasil como lugar rico;&lt;br /&gt;(p. 12) Revolta em frente às Barcas de Niterói, reprimida pelos militares –Perda do possível sonho de Brasil – Fim do governo militar brasileiro – O repúdio à política – Opiniões sobre a eleição de Lula – A posição neutra em relação à política brasileira – A não participação da política no Brasil;&lt;br /&gt;(p. 13) Os tios que vieram para o Brasil bem antes dele e que ramificaram a família – A mãe teve de ficar em Portugal para cuidar de sua avó – Os tios mandaram vir os sobrinhos – A viagem dos tios no início do século passado – Navio cargueiro e seu funcionamento {FIM DO LADO A, FITA 1, 30 minutos transcorridos} – A vinda de navio – Dificuldades da viagem de avião;&lt;br /&gt;(p. 14) As diferenças entre a padaria do interior e a da cidade grande – Nada cai do céu – A fé que as coisas vão melhorar – Desembarque no Rio e ida para Niterói – Moradia na casa do tio, que cobrou casa, comida, roupa lavada e carta de chamada – O pagamento da dívida e a independência de morar sozinho;&lt;br /&gt;(p. 15) As dificuldades de morar sozinho – O aprendizado com a vida morando sozinho – O convite do amigo – A descoberta do mamão como fruta maravilhosa – A fé contra a casualidade – O amigo manda jogar a caixa de mamão fora depois de usar;&lt;br /&gt;(p. 16) Preferiu dar a caixa a um rapaz que tinha vendi de legumes – Recebeu uma sacola de quiabo – Os prazeres da vida e as duas correntes: a do bem e a do mal – A escolha da parte do bem – Pensamentos sobre os pequenos detalhes da vida, mais importantes do que o dinheiro – O hábito de trabalho de Portugal;&lt;br /&gt;(p. 17) Padaria é escravidão – Preocupação geral do português: não dever nada – O pagamento ao tio das coisas que devia – O assédio sexual sofrido – Os ensinamentos portugueses;&lt;br /&gt;(p. 18) Comida brasileira ao invés da portuguesa – Os brasileiros tinham direito a uma hora de almoço, devido à carteira assinada – O gosto pelo vinho e pelo bacalhau – A esposa caipirona e as comida interioranas – A ausência de contato com a comida lusitana – As dificuldades de se achar bacalhau nos mercados da cidade – A tradição da véspera de Natal – No dia 25, o almoço na casa da cunhada – Preferência pelo vinho;&lt;br /&gt;(p. 19) Chamada de atenção à cunhada – Homem de muito trabalho – Trabalho em lanchonete e padaria – A comida no comércio próprio;&lt;br /&gt;(p. 20) As preferências em relação à alimentação – A recusa de carne – A hérnia umbilical – O descaso com alimentação – Operação da hérnia – Antipatia por carnes;&lt;br /&gt;(p. 21) O destino dos portugueses que trabalhavam com o entrevistado na padaria em Niterói – A chegada do irmão mais velho de Portugal e a compra da mercearia junto com o entrevistado – O casamento do irmão – A mudança de rua da mercaria– Os primeiros contatos com a que seria a esposa;&lt;br /&gt;(p. 22) Engano sobre as posses da mulher – Casamento – Conquista da independência – Plantar melhor para colher melhor ainda – Discriminação ocorrida três vezes – A primeira, na Maçonaria, juntamente com um negro também maçom – As incertezas se o preconceito realmente existia – A mudança do venerável da Loja Maçônica e a certeza de que se tratava de preconceito;&lt;br /&gt;(p. 23) A segunda discriminação, também dentro da Maçonaria – Pessoas que queriam explorá-lo – A postura mais autoritária e independente dentro da Maçonaria, para impor mais respeito – O estudo para subir de grau na Maçonaria – O trabalho feito para ele e para o amigo; &lt;br /&gt;{FIM DO LADO B, FITA 1, 1 hora transcorrida}&lt;br /&gt;(p. 24) Havia trabalhos mais bem elaborados, por pessoas com cultura – Ambos os trabalhos feitos por ele foram vitoriosos – Acabou a discriminação em relação a ele na Maçonaria;&lt;br /&gt;(p. 25) A filiação a mais duas Lojas Maçônicas distritais de Itaocara – A ajuda fornecida na montagem de uma das Lojas;&lt;br /&gt;(p. 26) A padaria pegou fogo – A venda de uma casa para pagar as dívidas – A terceira discriminação, na loja de roupas de criança, administrada pela esposa – Uma mulher quis comprar fiado, já possuindo outras dívidas atrasadas – Ele exigiu que ela pagasse os atrasos;&lt;br /&gt;(p. 27) A mulher o chama de português grosso e ignorante para a esposa – Ele cobrou juros à devedora e ela pagou – Tem de pegar dinheiro emprestado com agiota para pagar as dívidas, porque os outros não lhe pagam – Decisão de não mais voltar à loja – Não agradou trabalhar num ramo que só vende fiado – Vida em paz e harmonia com a esposa – O dia-a-dia trouxe ensinamentos – Superação da discriminação – Os brasileiros tinham simpatia pelos portugueses na padaria de Niterói;&lt;br /&gt;(p. 28) Os portugueses não tinham horário – Os brasileiros queriam prejudicar o patrão – O patrão beneficiava os portugueses – O patrão passou a ajudá-lo sem que os outros soubessem – Não houve mais discriminação – Os portugueses eram pessoas de confiança – trabalho independente – A negativa de vender fiado a um homem – Discriminação na outra parte da lanchonete, de um brasileiro;&lt;br /&gt;(p. 29) O brasileiro lhe deu um “calote” – A esposa foi sua primeira e única namorada – A irmã daquele brasileiro se mudou para a rua que ele tinha o comércio – Ela esqueceu uma carteira de dinheiro em cima do seu balcão – não devolveu a carteira porque não tinha certeza que era da moça – Guardou o dinheiro no sótão – Vinda para o interior, pois o dinheiro não dava para comprar padaria na cidade grande – Vida simplificada, sem rodeios – Troca do dinheiro da carteira da moça por dinheiro novo, muitos anos mais tarde;&lt;br /&gt;(p. 30) Notícia de que ela havia morrido – Mexe no dinheiro – Notícias indiretas de Portugal do irmão e de um tio vinte e cinco anos de Maçonaria;&lt;br /&gt;(p. 31)  Padroeira de Portugal – Time de futebol Vasco da Gama;&lt;br /&gt;(p. 32) Quase todos os portugueses que moram no Brasil torvem pelo Vasco – Clube dominado muito tempo por portugueses – Relação hierárquica entre o Clube e Portugal – Os portugueses torcem de maneira diferente;&lt;br /&gt;(p. 33) Críticas à seleção brasileira da Copa do Mundo de 2006 – Elogios ao técnico Dunga – Os jogadores não se lembraram na Copa que havia pessoas torcendo pra eles;&lt;br /&gt;(p. 34) A seleção portuguesa foi mais longe na Copa porque tinha mais raça e fibra – Elogios ao técnico Felipão e ao técnico Dunga – Ida ligeira para Portugal em 86 – O contato religioso;&lt;br /&gt;(p. 35) Ida para a cidade natal – Questões de herança – Decisão de deixar a herança para os sobrinhos – O preconceito sofrido em Portugal;&lt;br /&gt;(p 36) A vontade de se naturalizar e voltar a Portugal como turista – Mágoa ainda não passada {FIM DO LADO A, FITA 2, 1 hora e 30 minutos transcorridos} – Ausência de contato com Portugal – Família toda brasileira;&lt;br /&gt;(p. 37) Os problemas do dia-a-dia são brasileiros – Aborrecimento no banco – Dívida no banco;&lt;br /&gt;(p. 38) Aprendizado com um comerciante;&lt;br /&gt;(p. 39) Dívida na Cedae por conta de um inquilino – Fecha a água do inquilino, que compromete-se a pagar toda a dívida;&lt;br /&gt;(p. 40) Não quis aproveitar as oportunidades erradas da vida – Esposa do prefeito encomendou empadas e não pagou – Cobranças das dívidas da encomenda – Recusa de voltar a fazer encomendas para a prefeitura;&lt;br /&gt;(p. 41) O prefeito morreu magoado – Influência sobre os votos dos parentes;&lt;br /&gt;(p. 42) Garoto criado por ele – É um menino que tomou três porres na vida –Repúdio à bebida e ao tóxico – O garoto é carinhoso, respeitoso e limpo;&lt;br /&gt;(p. 43) Não demonstra o carinho ao garoto pra ele não ficar iludido, achando que é gente – A mãe biológica do garoto mora em outra cidade e a namorada também – Ajuda a tirar todos os documentos do rapaz, pra ele sentir que goza da cidadania;&lt;br /&gt;(p. 44) Esposa muito humilde, boa cozinheira e muito limpa – Pagamento do INPS como prioridade – Participação da esposa nas contas da casa – Vida em plena harmonia com a esposa – Impossibilidade de estudar – Incentivo às cunhadas para o estudo – Diminuição do recalque;&lt;br /&gt;(p. 45) Lembrança dos tempos antigos – Evolução dos tempos – Computador de presente à neta – Nome importante dentro da sociedade – Carinho dos amigos;&lt;br /&gt;(p. 46) Carinho recebido devido à independência – Desconfiança das pessoas quanto à limpeza da padaria – Novidades na padaria – Pontos de vista feitos em silêncio – Padarias da região – O dinheiro como único amigo do português;  &lt;br /&gt;(p. 47) Vantagens do dinheiro – Mentira perdoável diante de Deus – Primeiro você, depois os outros – Aprendizado na juventude {FIM DO LADO B, FITA 2,  2 horas transcorridos} – No Brasil ganha dinheiro quem quer ganhar – Dois caminhos da vida;&lt;br /&gt;(p. 48) Surpresa diante das pessoas que há muito não o viam – O contato inicial com a Maçonaria – Inseguranças e descobertas na Maçonaria;&lt;br /&gt;(p. 49) Relato sobre um maçom – Sinais maçônicos e influência da Maçonaria;&lt;br /&gt;(p. 50) Necessidade de conhecimento para diferenciar o lado positivo do negativo – Inclinação para o bem – Erros no INPS do passado que beneficiam o presente;&lt;br /&gt;(p. 51) A pessoa predestinada a emigrar – Desejo de sorte e fé –  O “ser” português – Confusão com a carteira e com o nome – Carteira diferente dos irmãos;&lt;br /&gt;(p. 52) Maior faculdade da vida é o comércio – Pagamento à vista – Fama positiva do português – Desagrado a uma freguesa – Serviço em prol do próximo;&lt;br /&gt;(p. 53) Cidadão como outro qualquer – Discriminação secreta, ninguém gosta de português – Monotonia – Comentários sobre Sérgio Cabral – Vida eu-eu – Comentários sobre uma vizinha – Diferenças inexistentes entre portugueses e brasileiros;&lt;br /&gt;(p. 54) Realismo da entrevista – Repúdio à mentira.&lt;br /&gt;{aproximadamente 2 horas e 20 minutos de entrevista transcorridos}&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116431628855573438?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116431628855573438/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116431628855573438' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116431628855573438'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116431628855573438'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/eft001-ficha-de-entrevista-e-sumrio.html' title='EFT001 - Ficha de entrevista e sumário'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116419278558735589</id><published>2006-11-22T08:51:00.000-02:00</published><updated>2006-11-22T08:53:05.646-02:00</updated><title type='text'>EFT010 - A transcrição da entrevista com o Sr. Daniel</title><content type='html'>Oi, pessoal, eis a transcrição completa da entrevista com o Sr. Daniel, que começamos a ler na 3a. feira. É um exemplo de uma transcrição extremamente cuidadosa e sensível, serve como modelo. Obrigado ao Marcos Lopes por enviá-la. Lá vai:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto “Fado Tropical” – História Oral&lt;br /&gt;EFT010&lt;br /&gt;Entrevistado: Daniel Augusto Sobral&lt;br /&gt;Entrevistador: Marcos Felipe de Brum Lopes&lt;br /&gt;Local: Residência do entrevistado&lt;br /&gt;Cidade: Teresópolis&lt;br /&gt;Bairro: Tijuca&lt;br /&gt;Data: 04/11/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transcrição da entrevista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convenções: para a presente transcrição adotaram-se as seguintes convenções:&lt;br /&gt;( ) – Parênteses: indicam os trechos transcritos nos quais, em função do áudio, não se teve certeza da exatidão.&lt;br /&gt;[?] – Interrogação entre colchetes: indica um trecho ininteligível, não transcrito em função do áudio, no qual não se arriscou aproximação.&lt;br /&gt;{ } Chaves: indicam partes do áudio com risadas. Também podem servir para pequenos esclarecimentos.&lt;br /&gt;[MF:] Iniciais entre colchetes: Indica uma intervenção do entrevistador no meio da fala do entrevistado.&lt;br /&gt;Notas de rodapé: usadas quando há necessidade de esclarecimentos longos, como no caso de nomes de pessoas e locais específicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INÍCIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: O que o senhor poderia falar da vida em Portugal? Sua família, trabalho da família...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Bom, lá era um serviço muito, muito esforçado, né? Muito trabalhoso, que era só que a gente trabalhava de manhã à noite; de manhã à noite, não havia horário, era... era de sol a sol. E um serviço muito esforçado. Que era da de enxada, andava com os gados, a gente tinha que trabalhar muito no inv... no verão pra ter o sustento para o inverno. Porque a pessoa colhia por exemplo cast... as batatas, semeava as batatas em março e colhia em set... agosto, setembro, é que é que se é... outubro é que arrancava as batatas. E também tinha também as castanhas era... outubro, também já apanhava as castanhas em outubro. E naquele tempo quase ninguém vendia nada, porque a cidad..., lá a as... aldeias, eram muito pobres, então não havia quase quem comprasse, não havia transporte, a gente era a maior parte era tudo só com animais. Cavalos, burros, que era para carregar os mantimentos, as coisas da... os mais ricos tinham os carros de bois, os mais pobres é que andavam com... trabalhavam com outras... com outras coisas. Agora, por exemplo, lá muito tinha muito assim, por exemplo, quase não havia dinheiro, naquele tempo os dinheiros eram poucos, e então você por exemplo, trabalhava pra mim... o... éramos lá os vizinhos uns com os outros, né? Então você trabalhava três dias pra mim, e eu trabalhava três dias pra você. E... ou arrancar batatas ou ceifando o centeio que é em... agosto que a gente ceifa o centeio. Naquele tempo era tudo malhado tudo a mangual, que era tudo... naquele tempo era só mangual. Seis homens dum lado seis do outro, três homens dum lado três do outro, e a gente espalhava os cereais nas eiras, né? Que a gente chamava eiras... a gente chama... depois mais tarde é que veio as malhadeiras, as malhadeiras, segadeiras, e aí já favorecia mais o povo. E depois também, no tempo de Salazar aquilo era uma... era uma, quer dizer, era uma miséria, que ele também não deixava quase emigrar ninguém, a pessoa queria ir pras Áfricas e ele não deixava, que ele... a gente já veio pra... pra vir pra... pra vir pra aqui já foi já... já foi com muito sacrifício... e lá exigia dois... duas passagens, uma pra ir e outra pra voltar e naquele tempo tinha muito, tem lá no princípio nas Áfricas, era muito, muito doentio, febre amarela. E o camarada, os portugueses iam pra lá, aqueles que apanhavam aquela doença tinham que voltar correndo senão morriam. E de maneiras que, todos nós estávamos, todos [?] desde que a gente, que a gente se criou lá, eu por exemplo trabalhei a vida toda e nunca fui num colégio, nunca fui num colégio. Perdi minha mãe de pequenito, depois vivi, fiquei até aos dezessete anos com meu com meu falecido pai, depois separei dele, e... trabalhei numas minas lá que é uma, umas minas de ouro, que era na, em (Penadone), granja, granja, granja (Penadone). Trabalhei lá uns sete... uns cinco ou seis anos... trabalhamos lá, trabalhávamos de dia, mas lá os dias são muito grandes, depois quando chegava a tarde, cinco horas ainda ia regar as batatas, feixar milho... [?] apanhar mantimentos para os bois, canas... pronto, é vida de, vida de trabalhador, vida de... a gente também no no verão tinha que... arranjar lenha pra passar o inverno, que aquilo era uma tristeza lá. E naquele tempo a gente queria uma... um molho de lenha e nem conseguia, que a... todo mundo cozinhava lenha, né? Então o mato não dava não dava vazão pro, pra toda gente apanhando mato pra... e era difícil, era muito difícil. As vezes o camarada arrancava, por exemplo, uma, umas árvores, cortavam, depois íamos todos por trás com umas picaretas, com serras arrancando aquela, aquelas toras, tudo da, pra queimar. Toras de carvalho, toras, toras de castanha... hoje não, hoje é tudo com, tudo com fogão, tudo com gás, já não tem mais, só no inverno é que eles gastam, gastam mais lenha. Por que é que em Portugal, por exemplo, está tudo em, está tudo ardendo? Porque antigamente, quando é, quando a gente, quando eu me criei lá, pra, quando a gente pequeno, não, não tinha, não havia, não havia [?] a gente até limpava os ciscos dos pinheiros, varria pro pra, pra fazer estrume pras batatas, era uma vida muito, muito, muito, muito ama, muito amargurada. É por isso que todos nós, aqueles que vem, quantos estavam lá, “a tal fulano mandou-me ir pro Brasil, fulano manda uma carta de chamada”, mas... a gente veio pra cá com carta de chamada, senão não vinha pra cá. E eu, por exemplo, eu vim, quem mandou pra cá vir foi uma tia minha. Vim pra cá, e, porque eu trabalhava lá, trabalhava nessas minas, e depois as minas faliram, foi a falência, aí eu trabalhava lá, por exemplo, trabalhava, andava lá traba..., trabalhava, por exemplo, uma semana pra um, uma semana pra outro... carteira assinada a gente nunca soube o que era carteira assinada. Lá não tinha nada disso no meu tempo, agora tem, agora tem tudo, mas naquele tempo não tinha nem carteira assinada nem décimo terceiro, tinha nada, a gente andava, andava lá às vezes, por exemplo, um inv, dois invernos, um inverno, dois, três, quatro, cinco anos que não saía da terra, ia apanhar no inverno, os passeios que a gente tirava era quando era em, agora em dezembro, ia apanhar azeitona pra o vau da vila, e então ia os homens, as mulheres, tudo apanhando azeitona, penávamos lá quinze dias apanhando azeitona, que era pra ganhar mais uns trocaditos, né? Com o resto não tinha nada, não tinha nada pra fazer... a gente por exemplo chegava sete, outubro, novembro, até março já ninguém trabalhava, só se fazia, por exemplo, apanhava-se lenha, tratava dos animais e fazia, por exemplo, [?] talvez ficava um mês a gente de baixo de neve, que não sai..., não se podia nem sai... nem sair apanh... cá pra fora pra rua, a neve ficava dum metro, hoje já hoje nem neva mais em Portugal, mas naquele tempo era uma tristeza, nevava muito, fazia muito frio, hoje não tem nada, tem nada dessas coisas não. Então a gente ficava assim, por exemplo, quase um mês dentro de casa sem se ver uns aos outros, quando às vezes vinha a neve, aquela nevada, ficava um mês, então você queria ir pra praça, vamos dizer, vamos ali pra igreja, você vinha da tua rua, fazias uns carreiro com um pá, abrias uma vala dum metro pra passar, e o outro vinha de lá, era assim... depois se juntava tudo na taverna tudo... mas lá atualmente na... a gente quase não fazia nada no inverno, então não tem, não podia trabalhar, e naquele tempo também não tinha trabalho. Hoje tem, porque hoje foi muito pessoal pra, emigrantes, foram pra,  todo mundo emigrou... uns foram pra França outros foram pra Alemanha, outros foram pra Suíça, e então trouxeram uns trocados e cada um, faziam, fazendo suas casas lá, né? Fizeram suas casa, e então deu serviço, deu muita... mas isso já foi depois da... depois da guerra, depois da guerra que, passados mais uns cinco seis anos é que, é que depois começou a melhorar, porque enquanto foi no tempo da guerra era uma, era crise lá do... do... do caneco lá. Lá era muito ruim mesmo de se viver. Mas depois da guerra passaram cinco anos começou o pessoal a emigrar pra cá, outros iam pra França, outros iam pra pras Áfricas, e aquilo melhorou muito. Agora lá está-se bem. Mas... mas eu por exemplo, vou lá (de vez em quando) quase todo...  durante quinze anos eu fui lá... todo ano ia lá; ficava lá seis meses e vinha ficar outros seis meses aqui. Porque eu adoro aqui terr..., adoro o Brasil também, não tem coisa melhor que o Brasil, não adianta não... eu não, não troco o Brasil por nada, minha família ta toda lá, eu venho pra aqui, fico aqui sozinho e Deus, mas o que que... a gente sabe onde gosta, não verdade? O que, o que que me adianta dizer assim, eu vou pra lá fico doido pra vir pra aqui. Eu amo o Brasil, O Brasil não há, não tem coisa melhor que o Brasil. Não é p... pelos trabalhos que eu passei lá, nem eu estou dizendo que não gosto de Portugal, eu gosto de Portugal, eu amo o Bra... amo Portugal, mas pra viver é aqui, não adianta não, pra viver isto aqui é uma maravilha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: Naquela época que o senhor está descrevendo, desse trabalho, o que que se falava do Brasil? O senhor já ouvia que era uma beleza?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Não, não, não! Todo mundo... olha eu, eu por exemplo, eu estava numa... numa ald... numa taverna, eu era menino ainda, [?] meus dez doze anos, e então as vezes tinha lá um... um senhor, que era lá o senhor Aguiar que era o..., o (Antônio) Aguiar, que era o presidente da (câmara) de (Penadone) E a gente não tinha loja, então a gente lá pra taberna dele, né? E então falava em [?] e os brasileiros iam pra lá todos, e quando chegava um brasileiro a nossa terra a gente fazia uma festa! Os brasileiros chegavam lá, todo mundo, e eles faziam as cant..., tinha lá um clube que era só dos brasileiros, que a minha terra tava... tinha mais de uns cinq... mais de uns cem brasileiros aqui, então quando, uns iam, por exemplo, juntava só uns dez ou doze, então o clube, era era deles, então a gente, eles tinham aqueles discos aqui do Brasil, tocavam aqui, e agente criança nova, assim, garotito, ia pra lá ouvir. Não podia, não deixavam a gente entrar mas agente ia cá pra fora e escutava aquelas músicas do Brasil. E todo mundo gosta, sempre a paixão de todos os portugueses era vim pro Brasil. Todos eles tem muita paixão pro Brasil. O Brasil, não tem coisa melhor que o Brasil não. Agora, a gente quando é garoto vai pra..., mas [?] toda a maior parte da minha... e a melhores casas que estão lá antigas é tudo feito por brasileiro. Não daqui do Rio de Janeiro... que tinha português que ia pra Belém do Pará... pra Belém do Pará... agora nós aqui em Teresópolis, tem muito português no Rio, né? Agora, aqui em Portug... em Teresópolis tinha... se tiver... e agora estão acabando. Mas se tiver agora até alguns, capaz de não ter mais de cem portugueses aqui em Teresópolis. É, ta muito... sim, tem netos... netos, filhos, agora, português nativo está... tem muito poucos filhos, aqui na Tijuca se tiver uma meia dúzia é muito! Não tem muito mais não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: E a idéia de vir pro Brasil exatamente, no caso do senhor, como é que se deu isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Bom, eu, é como eu digo, eu vim com... vim pra cá novo, e vim, como é que se diz, foi um... que depois até, ainda é padrinho de um filho que faleceu, dr. Amaro Taylor. E eu vim de lá, aqui pra Três Córregos, aqui pra Três Córregos, aqui pra donde tem a base de patrulha {entonação interrogativa}, a base de patrulha, a portagem, né? &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Tem ali a portagem... Então eu fiquei ali dois anos ali trabalhando, plantando couve, plantando tudo, lavoura, vinha... puxava, vinha naquele tempo... vinha da, vim completamente da escravidão e vim..., vim aqui também fui, também vim apertado. Que ele {Amaro Taylor} era muito rico, mas não gostava de gastar dinheiro, e então eu plantava, por exemplo, couve, alface e repolho, miudezas, né? E pra trazer pra aqui eu trazia tudo de madrugada numa carroça com, num macho &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;[2]&lt;/a&gt; que ele tinha, num macho, mas era forte. E então ele não queria gastar dinheiro. [?] Não, pronto: eu não tinha condições, que eu não tinha, né? Então eu vinha de madrugada com, pois é, chegava aqui, vendia aqui pras quitandas, essas..., trazia chicória, alface, rabanete, pimentão, mas trazia, pouca coisa, pouca coisa... muitas vezes eu botava no caminhão, no... pagava frete, botava vinte trinta balaios de repolho, vinte trinta balaios de couve-flor, mas depois não dava certo, pois o estrume de galinha era muito caro; a mão de obra, a gente depois começou a botar uns homens, uns rapazes pra trabalhar, também não deu certo. Então eu fiquei lá, mais ou menos, uns dois anos. Ao fim de dois anos eu, depois o, o meu... foi meu compadre também já faleceu... era meu compadre, e depois eu [?] paguei-lhe a passagem, e depois eu falei “o dr. Amaro, o negócio é o seguinte, isso aqui não ta dando muito certo” e então ele me liberou. E então eu vim pra Teres... vim pra aqui (pra ficar em Três Córregos), vim pra aqui {para o centro urbano da cidade} e comecei a trabalhar de servente de pedreiro, com um tal de Zé Ribeiro, trabalhei uns... quatro ou cinco anos com ele de servente. E depois comecei a aprender a profissão, comecei a trabalhar de pedreiro [?] fazendo biscate pra um, fazendo biscate pra outro, e lá fui engatando a minha vida até hoje. Agora já quase não trabalho, mas trabalhei muito, trabalhei muito, foi... pra mim não foi mole não. Mas, to satisfeito, tenho muitos amigos aqui em Teresópolis, todo mundo me conhece, nunca dei prejuízo a ninguém, nunca, pode perguntar aí, todo... sempre trabalhei muito, muito certo, muito, muito bem. Agora, tem muitos que enriqueceram muito, eu (não vou dizer que não deu) pra enriquecer, mas paciência, né? O sol quando nasce é pra todos, mas uns se aquecem outros não se aquecem. Uns ficam longe do sol, mas ele quando nasce é pra todo mundo, [MF: É verdade] mas uns tem mais sorte uns que outros. Mas eu também não estou mal não, graças a Deus, também estou, estou bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: Uma coisa que eu fico muito curioso é o seguinte: como é que é a viagem de Portugal pra cá naquela época?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Olha, a viagem foi uma viagem muito maravilhosa, eu até... {risos} eu até quando entrei no Frederico C &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;[3]&lt;/a&gt; e eu vinha tão, tão coisa, tão alegre pra vim pro Brasil, que eu me juntei quando cheguei, quando entrei pra dentro do navio, a minha mulher já estava grávida, vinha grávida dum filho que faleceu, do Carlos. Faleceu lá a três anos com, de acidente de moto. E eu vinha tão, tão alegre pra vir pro Brasil, que eu me juntei lá com meus colegas e comecei a beber, a beber, a beber, né? Aí apanhei um porre, entrei pro navio já de porre! {risadas}. Aí o navio já vinha já, já vinha por aí, uma hora de viagem, andando por água a, navegando por água a fora, aí quando eu, veio a hora do almoço, eu desci pra baixo, então estava tão alegre que eu dizia “vou pro Brasil! Vou pro Brasil! Vou deixar esta porcaria!” Já estava mamado, né? {risadas} “Vou deixar esta porcaria! Vou embora!” E comecei a cantar “encosta a tua cabecinha no meu ombro e chora”. Aí eu fui... foi uma viagem muito maravilhosa, muito... o navio tinha, era, como é que se fala, aí não lembro agora o nome, um... Italiano, Italiano, mas foi uma viagem muito boa, quem nunca tinha, a pessoa que andava por lá andando com gado na aldeia, trabalhando de baixo de neve, de baixo de chuva, atrás dos cordeiros, atrás... dormindo mal, comendo mal, entrar dentro de um navio com luxo como aquele, comia todo dia {risadas}, tinha tudo a vontade, graças a Deus, quem é que não gosta do que é bom, não é verdade? [MF: É...) Mas foi uma viagem muito bonita, muito boa, muito boa, graças a Deus. Não tenho do que me queixar não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: E como é que o senhor veio parar aqui em Teresópolis? Chegou primeiro no Rio de Janeiro, não foi isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olha, foi, primeiro eu fiquei, fiquei por causa, porque minha mulher vinha grávida desse, do Carlos, desse menino. E eu fiquei dois meses em Copacabana, na casa do meu compadre, que não era compadre, depois foi compadre depois que o menino nasceu. E fiquei lá dois meses, porque eu não podia vir aqui pra cima pra Teresópolis sozinho, mas ele dava-nos de comer, dava-nos, nos acolheu na casa dele, nós comíamos, dormíamos na casa dele, fomos muito bem tratados, que Deus o tenha em descanso, e depois ficamos lá dois meses, ao fim de dois meses é que nós viemos pra aqui, então fomos pra Três Córregos, ficamos lá dois anos, depois a gente saiu, viemos aqui, pra, viemos cá pra cidade. E foi um bocadinho apertado, foi um bocadinho apertado, que a gente morava de caseiro, e sabe que caseiro não tem vida mole, né? Não tem hora, ta sempre os patrões sempre enjoados, sempre... e a pessoa pra andar direitinho tem que... mas o resto foi tudo, foi tudo bem. Agora, por exemplo, [?] comprei aqui este terreno(zinho) aqui, fiz este barraco, nunca, tem isso tudo que ta aí na frente aí, tudo meu, graças a Deus &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftn4" name="_ftnref4"&gt;[4]&lt;/a&gt;, mas eu não tenho razão de queixa não. Gostei muito da... daqui, gosto muito de Teresópolis, não tem coisa melhor que Teresópolis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: No fim da viagem, quando o senhor botou o pé no Brasil, como é que foi a...?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Ah... é uma emoção muito grande! A gente fica, chega, fica no outro mundo, né? A gente chega aqui, só de pisar aquele chão brasileiro a gente fica todo alegre. É o que a gente mais deseja, quase todo português queria vir aqui pro Bra..., pisar nesta terra abençoada. Isso é uma, isto é um mundo, isto aqui é uma terra que se, de Deus! A gente aqui... eu gostei muito, gostei muito. Só aquela coisa, né? A gente chegou assim, olhou pra cima viu aqueles edifícios, [?] lá também tem muito edifício, mas a gente só de chegar aqui, só ver as árvores brasilei..., ver, ver o Brasil, isso é uma maravilha. Eu nunca... nunca me arrependi nem estou arrependido de vir para aqui não. Com muito sacrifício, que eu sempre trabalhei muito, sempre coisa, mas não tenho..., pra mim não tem coisa melhor que o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: O que que foi mais difícil, nessa..., em iniciar uma vida nova no Brasil, as principais dificuldades seriam...?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Olha, atualmente e pessoa quando chega aqui, e que é pobre, é difícil em tudo, que ninguém confia, e nós, a nossa colônia portuguesa é uma colônia muito grande, mas é uma col..., os portugueses são muito falsos uns aos outros. O português, nenhum português ajuda ao outro não. E ele (esquece), quer que a pessoa se sente sempre abaixo... se o camarada tem, por exemplo, o que é rico, ele não quer que o outro pobre suba na vida, eles sempre querem que baixo que é pra andar sempre o..., andar sempre pela rédea, que nem um burro, entendeu? Então esse, por exemplo, se esse puder trumbicar o próximo ele trumbica, o português não e bom pra ajudar o pat..., o patrício não. O português não gosta de ajudar o amigo não. (Até lá) tem alguns que se ajudam uns aos outros e tal, mas eu nunca dei sorte não... Eu nunca dei sorte não, trabalhei muito, mas nunca dei sorte não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: Em relação aos brasileiros, todos recebiam bem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Os brasileiros sim. Eu sempre trabalhei, olha, vou dizer uma coisa pra você, to aqui a quarenta e poucos anos, nunca trabalhei pra português. Não, minto, trabalhei pra um senhor do Rio, trabalhei pra um senhor do Rio que já faleceu. Mas a maior parte é tudo com pessoal brasileiro. Era muito difícil, muito, muito, muito difícil trabalhar pra português. Trabalhei pra português se fosse de graça, se fosse de graça eles chamavam pra aproveitar. Eu trabalhava, trabalhava bem eu, gostavam de me chupar o sangue. Mas, assim, ajudar muito eles não ajudavam não. Português não gosta de ajudar muito uns aos outros não. E é possível..., eles gostam mais..., pronto: sei lá o que que eles..., querem ser sempre os maiores, né? Querem ser os deuses da terra. Não sei... não entendo muito porque que eles não gostam de ajudar os outros não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: O português sofre algum tipo de preconceito, dos brasileiros, no Brasil?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Não, não. Eu principalmente nunca achei que o brasileiro me tratam, eu, por exemplo, ando aí na rua aí, nunca sofri [?] nenhum. Eu bebia minhas pingas, acompanhava com preto com branco, nunca, nunca ninguém me maltratou. Eu estou aqui há esses anos todos, nunca fui numa delegacia! Nunca fui incomodado em nada de justiça, nunca fui incomodado. Sempre me dou bem, bem, bem com todo mundo. Que eu sempre fui um camarada que eu sempre gostava de..., eu trato todo mundo, trato tudo bem. Por exemplo, chega um ga..., um rapaz [?] “oh meu filho, oh meu amigo”, eu não trato os outros assim por ‘tu’ ou por isto. “Mas o seu Daniel, ‘o senhor está no céu’!” “Não”, eu falo pra ele muitas vezes, “olha meu amigo, se o ‘senhor’ pagasse imposto, eu era o pobre mais pobre, eu era o homem mais pobre do mundo, que eu não ganhava pra pagar imposto, mas eu não pago imposto! Tanto faz falar ‘o senhor’ com falar ‘tu’. Custa alguma coisa tratar as pessoas por ‘senhor’?” “Não, mas o senhor está no céu” “Bom, mas isto é problema do senhor. Eu gosto de tratar os meus amigos com educação”. “Ah, tá bom, tá bom, tá bom”. Mas eu nunca [?] nunca fui maltratado não, nunca, nunca fui maltrata..., aqui na Tijuca (pode se) nunca vi uma briga, olha, e tem outra coisa, eu nunca vi uma briga aqui na Tijuca. Nunca vi matar um homem, nunca vi dar uma facada noutra criatura, nunca vi dar um tiro, assim, vejo na televisão, agora, assim, na minha presença, nunca vi dar um tiro em ninguém, nunca vi [?] levar uma facada, nessa parte eu sou um homem muito feliz, graças a Deus, não tem essa coisa de..., nunca vi briga, nunca fui a um tribunal..., não minto, eu fui uma vez ao tribunal porque esse meu filho que faleceu, tinha uma menina aí, uma filha, e a..., e eu estava pagando a pensãozinha direito à menina, e a mãe cismou com a minha cara e me botou na justiça. Mas eu estava certo, ela estava errada, continuamos a pagar a pensão à menina, pois ele faleceu... Pronto, mas o resto, a única coisa que eu uma vez fui incomodado foi por causa disso. Por causa da mulher dele. Mulher não, amante. Que era namorada, não era casado, ele morreu solteiro... Foi a única coisa que fui incomodado por causa disso. Eu pagando tudo certinho, todo mês ia lá, levava o dinheirinho e ela me incomodou. Mas tá tudo bem! {riso} (Pra isso) nunca... Agora, assim, nunca..., eu bebia, viajava prum lado, pro outro, trabalhava, trabalhei muito no Rio, nunca fui, nunca, nunca, nunca, nunca fui incomodado por ninguém. Graças a Deus, então não tenho razão de queixa, não é verdade? Nunca, não tenho razão de queixa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: E qual foi o costume brasileiro que o senhor teve mais dificuldade de se adaptar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Olha, eu..., eu como fui sempre um camarada humilde, nunca tive dificuldade em nada. Eu vou na casa de um amigo..., eu não gosto muito de carne seca... Mas se você me convidar pra eu ir comer na sua casa, e tiver um bocado de carne seca, eu não vou desmanchar prazer não. Não gosto, não como... Como só o feijãozinho e tal... mas não desmancho prazer não, eu não... Então eu, por exemplo, em tudo..., eu, no princípio era duro, quando a gente... eu chorava muito, que a gente, que as vezes (com a turma) quando a gente passava assim que via, numa festa, via a bandeira portuguesa, a pessoa tremia, entendeu? Mas também se foi acostumando, também perdeu a... certo? Então [?]... aí foi quando [?] (estou) mais costumado, que as vezes tocava, ouvia o rádio, via, por exemplo, escutava aquelas coisas portuguesas aí a gente tremia um bocadito, mas do resto não tive dificuldades não, e a todas comidas também não. Comida, os costumes brasileiros, o costume brasileiro é igual o português. Aqui se come batata, lá também se come batata, aqui tem arroz, lá também tem arroz, aqui tem vinho, lá também tem vinho, e a cachacinha, caipirinha é muito gostosa também. Então... não houve dificuldade nos hábitos não. Nunca tive dificuldade em nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: E o senhor se relacionava com outros portugueses?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Sim, nós lá tínhamos, cada terra, cada terra tem seu uso, e cada ronca tem seu fuso. A gente na nossa terra tem os nossos amigos! A gente ia pro..., lá era uma aldeia muito pobre, realmente a gente quase não tinha dinheiro, mas a gente acompanhava com os amigos. Às vezes queria fazer, assim, garotos de dezessete dezoito anos, às vezes queria comer [?], um dava cinco tostões, outro dava outros cinco tostões, e a gente fazia..., o outro, comprava-se um trigo, meio litro de vinho e a gente comia, fazia um lanche ali, todo mundo, todo mundo na farra... ficava, a gente comia e ficava duro, ficava sempre, não tinha mais dinheiro. Que lá a gente não tinha dinheiro como tem aqui, lá a vida era difícil, hoje não, hoje um filho nasce já tem carro, já tem já..., os avôs já dão carro, dão tudo, mas lá naquele tempo quem é que dava? Quem é que dava... quem é o pai que dava uma pensãozinha, dava uns trocados lá aos filhos? Que é a tal , como é que se fala... [MF: Mesada?] Mesada, quem é que dava? O pai, trabalhava até vinte anos, não o meu caso porque eu fiquei novo, sem..., pronto, sem mãe, e eu quase não ganhava. Mas a maior parte dos filhos tinha que trabalhar até os vinte anos, dava tudo aos pais! Você, quando pequeno, não tinha direito a nada não, trabalhava a semaninha, chegava no sábado ‘pumba!’ dava o dinheiro nas mãos dos pais! Aqui, agora..., agora aqui não, aqui é cada um, já querem pensão, querem isso, querem..., pensão não, querem... [MF: Mesada...] ...é, o negócio é esse...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: E aqui no Brasil, em Teresópolis, tinha muitos portugueses que o senhor se relacionava, conversavam?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Ah sim! Nós tínhamos a Casa de Portugal, tínhamos, a gente ia pra lá, tinha..., eu tinha uns..., é como eu digo, aqueles mais maiorais, ficavam com..., pronto, eram ricos e tal, como eram de (mão viva) e tal, mas olhavam sempre a gente com um bocadinho de mágoa, sabe? Eles não... mas eu conversava, tinha aí, tenho muitos amigos aí, aqui na..., ainda tenho alguns amigos aí. Mas não..., sei lá, eu me dava melhor com brasil..., sempre me dei melhor com brasileiro do que com português. E ainda tenho amigos aí também, brasileiros, portugueses, tem um camarada que é um tal de Zé Ribeiro que trabalhei muito tempo com ele ainda estive um dia desses com ele... ele me trata muito bem, ele e a esposa, tem muito amigos aí.  Mas tem outros que, muitos já foram também embora, né? A maior parte, já foi muita gente embora... muito português já já foi pro xilindró.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: E a música da terrinha? O senhor ouvia muito aqui?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Ah! A música a gente gostava, a gente aqui na Casa..., mas aqui na Casa de Portugal eles não são muito..., você vê que eles não tem nem rancho em condições. Lá embaixo no Rio de Janeiro, aquelas casas do Minho, tem aquele rancho tudo de tradições, eles brincam, e aqui não, em Teresópolis, a Casa de Portugal é pra meia dúzia deles aí. É meia dúzia deles que jogam bocha, que tomam conta daquilo lá, meia dúzia só! O resto só é pra pagar, só pra pagar..., eu deixei daquilo lá. Que eu tinha o meu título, tinha, fui sócio, contribuí, depois fui sócio [?], depois acabei vendendo e não, e agora nem lá vou! Há muito tempo que eu não vou lá, e nem lá ponho os pés tão cedo! Eu não, não adianta não...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: O senhor é vascaíno, não é isso? To vendo ali a... &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftn5" name="_ftnref5"&gt;[5]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Olha, sou vascaíno, mas não... eu... uma boa pergunta que você me fez agora pelo seguinte: eu era muito, quando era jovem, eu torcia pelo Porto, pelo Porto. E então uma vez tava..., e eu naquele tempo, o que eu apostei, eu não ganhava nem em meio ano! Com um outro rapaz da minha idade, que era o João da Mata. E o Porto estava jogando, e naquele tempo quem estava jogando, tinha um brasileiro que era o Jaburu. E eu já estava meio mamado também, e então apostei cem contos naquele tempo, cem, era cem contos. E... eu ia ganhar, mas depois o irmão Silvio disse assim: “O Daniel! Poxa,vocês vão, desmanchar a...” pra desfazermos a aposta, e ele disse assim “ah... ah...” {sinal de desaprovação} e eu não... eu disse: “Não vou desmanchar não!” Mas depois, quando o Jaburu meteu o gol da vitória, eu dei um, dei um..., peguei uma mesa, joguei a mesa ao lado, quebrei a mesa toda, e eu jurei pra mim mesmo, ao fim, eu ia ganhar o dinheiro, mas depois eu não, [?] desmanchamos depois... e eu jurei pra mim mesmo, eu vou, eu já estava pra vir pra aqui pro Brasil, e eu disse assim, agora vou pra o Brasil, nunca mais vou me meter em trabalhos por causa de jogo não. E então sou Vasco, mas se perder fico satisfeito, se ganhar, não, se perder fico triste e se perder fico satisfeito, &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftn6" name="_ftnref6"&gt;[6]&lt;/a&gt; mas não brigo com ninguém por causa de futebol não. Agora sim, quando é o Brasil eu fico doente! Brasil, fico por conta do catiço. Eu não gosto que o Brasil perde. Por exemplo, quando é na Copa. Agora, sou Vasco, mas Flamengo ta jogando e vai lá fora pra Curitiba, eu torço que o Flamengo ganhe que pra taça, quando é na taça, pra vir aqui, pra vir aqui pro Rio, né? Mas tem muitos flamengos que quer que o Vasco se trumbique e não querem que ele ganhe. Mas eu já não sou assim não. Agora, tem muitos que já são diferentes, até esse rapaz que morava aqui, &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftn7" name="_ftnref7"&gt;[7]&lt;/a&gt; tem uma raiva do Vasco danada, e eu não tenho raiva do Flamengo. Vou ter raiva do Flamengo por que? Então não, desde que eu fiz essa aposta, eu disse, vou pro Brasil e jurei a mim mesmo que eu não ia, não ia brigar, nunca briguei nem, nem, nem faço “ah... o Vasco perdeu!” “É... pa, pa, pa...” entra por aqui, sai por ali, deixa pra lá o Vasco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: E na Copa do Mundo, como é que foi?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Ah! Na Copa do Mundo eu adoro! Poxa! Nossa Senhora, este ano, ó rapaz, quando foi então a uns anos, quando Toninho Cerezo perdeu aquele, um pênalti, eu fiquei mais de quinze dias doente! Eu, quando o Brasil perde, fico doente, fico amargurado, triste, triste, então este ano foi uma tristeza pra mim. Que aliás tava lá em Portugal! &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn8" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftn8" name="_ftnref8"&gt;[8]&lt;/a&gt; Mas eu não..., eu lhe digo uma coisa, pra me fazer a vontade era ficar o Brasil e Portugal pras finais, e o Brasil ficar em primeiro e Portugal em segundo. Eu sempre torcia pra que fosse isso, mas, infelizmente... os portugueses foram na França eles foram injuriados, né? Aquilo ali foi uma sujeira muito grande, mas ta tudo bem. E o Brasil também, não sei o que é que houve lá que eles também não fizeram muito...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: Portugal foi melhor que o Brasil na Copa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: É foi, mas o... eles jogaram mais. Agora, o Brasil, sei lá, eles não, o... como é que ele se chama o técnico era o... , esqueço o nome dele, o... técnico do Brasil [MF: Parreira...] Parreira, o Parreira não reagia a nada, ficava muito quietinho, aquele tinha que fazer como fazia o Felipão lá com os portugueses lá, né? Meter ordem, respeito {risos}. [MF: É...] Ele ficava lá, tanto fazia ganhar como perder, ele não tava ligando pra isso. Agora, sei lá...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: O senhor tava em Portugal na Copa então, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Não, não, tava aqui. [MF: Ah... tava aqui...] Tava, tava aqui. [MF: Ah ta...] Tava aqui. Mas quando o Brasil... eu fico doido. Eu tenho até cachecol ali do..., tem umas três camisas do Brasil. Tem ali uma camisa que já ta a uns cinco ou seis anos. Camisa ali também tem do Porto..., tem uma do Porto, que sou Porto. Só não tem do Vasco, mas o resto tem do Porto, tem da, do Brasil, do Brasil tem umas três. Todo ano compro uma, este ano comprei uma lá em..., no, fui, viajei lá pro, pra Festa da Uva, como é que se chama, pra Gramado, lá pro Rio Grande do Sul. Fiquei lá oito, ficamos lá oito dias. Comprei também uma depois trouxe ela pra cá. Nem estreei, era pro dia quando, pro último jogo quando o Brasil fosse campeão, não foi... ainda está ali por vestir, vou vestir quando daqui a quatro anos {risadas}, se Deus quiser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: E o senhor procura saber notícia de Portugal? Jornal, alguma coisa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Não, não. Olha, não porque eu não sei ler, né? Então é uma coisa que eu falo pro senhor. O senhor vai num [?], porque a pessoa que sabe ler, tem mais instruído. Sabe mais das coisas... e a pessoa ouve o que os outros falam. Mas, por exemplo, assim não... Se eu lesse jornal, se soubesse ler, se eu lesse jornal, a pessoa está mais... sabe tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: Mas o parentes ligam? O senhor se comunica com eles? Aí eles acabam falando alguma coisa, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Não, não, eles falam, falam, telefonam, telefonam... mas é a tal coisa, mas não... não gosto de... a gente vê as notícias ruins, são sempre se sabem cedo. Lá também tem muito desemprego e lá também está ruim também, né? Então a gente, pra saber coisas boas, é difícil, e pra saber ruins também não interessa! {risos} O que interessa também ao povo, o povo ia lá estava sempre firmas a fechar, sempre falindo, falindo, falindo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: Dizem que com a União Européia tem melhorado um pouco, né? A sua família fala alguma coisa sobre isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Olha o..., eu acredito que não, que não esteja assim como muita gente fala não. Os portugueses, eles em si..., tem muito português lá, muito vivaldinos. E o que que é vivaldino? Vivos demais, então eles ajudaram a afundar, afundar Portugal. Porque acontece o seguinte, você vê: nós em Portugal, você trabalha por exemplo... os seus pais tem uma carpintaria, o outro tem uma oficina, o outro tem comércio. E os filhos, em vez de ajudar aos pais, vão pra Lisboa, pro Porto, e vão porque? Porque o governo ajudava eles a ser malandros! Você tem um serviço bom lá, tem..., pode sustentar seu filho com o seu serviço, e tem que botar outro porque ele vai embora. O governo, aí eles alugam uma casa por cem contos, o governo dá setenta, eles só dão trinta. E eles vão pra cidade e não arranjam emprego. Aí o que que acontece? As meninas, já sabe como é que é... lá se viram. E os rapazes muitas vezes vão roubar e vender droga! Que os pais..., eles não tem emprego. E então o governo facilita. O governo devia de dar dinheiro pra eles ficarem nas aldeias, pra não virem pra cidade, você entendeu? [MF: Pra melhorar as aldeias?] Pra melhorar as aldeias. Mas eles não, mas eles agora cortaram isso. E tem outra coisa: tinha muito português lá que era, você, você chegava..., chegava..., você..., eu, por exemplo, queria apanhar um dinheiro do governo. Você é um engenheiro ou arquiteto, e então: “O seu engenheiro! Eu vou... tenho um pasto, tenho uns lameiros, tenho umas terras aí que eu quero dinheiro pra comprar cem vacas, pra produção”. E o camarada: “Quanto é que vocês querem?” “Eu quero cem mil ou duzentos mil”. E o cara ia lá e tal, aprovava e ele apanhava o dinheiro. Ele em vez de comprar as vacas, comprava um carro pra mulher, comprava outro pra ele e gastava o dinheiro. E eles, agora, muitos pagaram e muitos não pagaram, e eles iam a falência. [?] Vai lá e pede tantos milhões, comem, comem, comem, comem e depois abrem falência, vão falindo, falem, já não podem pagar. (Esses são os que) atrapalham o governo, tanto é que eles agora também já cortaram muito, mas muito português gastou, (se encheram) de dinheiro assim com essa brincadeira. Por exemplo, tratores, tinha lá o camarada que tinha tratores, e davam o (gasol) mais barato, e o que que eles faziam? Não trabalhavam com o trator e pegavam o óleo, chegavam no posto de gasolina, enchia o tanque de (gasol), chagavam perto de mim, tinha um carro de praça, me vendia o óleo mais barato. Porque o óleo pra eles era metade do preço, olha a jogada que eles faziam! E é isso, (pode até) fazem greve, essa coisa, tudo contra o governo por causa dessas porcarias dessas mancadas que eles dão. Mas ta tudo bem. Eles que são bancos que se entendam, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: O senhor se sente um pouquinho ou muito teresopolitano?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Demais! Eu não sou um pouquinho, sou todo Teresópolis. Todo, eu me entrego a minha alma e meu corpo a Teresópolis. Eu adoro Teresópolis, não tem terra melhor que Teresópolis. Também estou aqui há quase cinqüenta anos. [MF: Mesmo no inverno!] Não... no inverno sou meio friorento, mas isso a gente tem roupa, isso aí a gente se vira! Mas eu adoro Teresópolis, ah! Como adoro o Brasil, o Brasil é muito bonito, eu pouco tenho viajado mas a gente, cada vez que vou, a gente não..., o pessoal também é bom. Não tenho... é o que eu lhe digo, tenho essa idade nunca ninguém me fez mal nenhum, nunca ninguém me bateu, nunca ninguém me desrespeitou fora do nome. Agora eu sou, gosto, gosto do Brasil. Tanto é que vou pra lá {para Portugal}, fico lá pouco tempo e volto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: Seu Daniel, eu queria que o senhor falasse, voltasse um pouquinho, como é que foi, como é que o senhor conheceu sua esposa, como foi sua família...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Olha, isso aí foi o seguinte: eu... aliás, eu trabalhava nessas minas que eu falei pra você. E eu quebrei esta perna esquerda dia de S..., no dia vinte e três pro dia vinte e quatro, São João. E eu quebrei a perna, dali fui pra [?] pro médico, e o médico falou: “Olha, o rapaz tem que ser hospitalado”. Tinha que ir pro hospital. E eu fui pro Porto, mas quando eu fui pro Porto, quebrei a perna, já namorava com ela. Que a gente éramos vizinhos, éramos vizinhos e tal, e eu comecei a namorar com ela e depois fui pra..., quebrei a perna, fui para o Porto, (e ela em ter) aquela infelicidade de quebrar a perna, a tia que mandou vir aqui pro, a tia dela que mandou vir aqui pra o Brasil, era empregada do diretor do hospital. Diretor do hospital no Porto, Companhia de Seguros (da) Mundial. E um dia, fui pra lá dia de São João, fui na ambulância pro Porto, dia de São João, e eles..., o outro dia chegou lá “O [?]! Tem um rapaz da tua terra, chamado Daniel Augusto Sobral”. “O que é isso, doutor? Este rapaz namora a minha sobrinha!”. “Ah! Não é possível!” “Namora minha sobrinha”. E depois ela foi me lá ver, foi me lá ver, depois ia me lá ver todo dia, me dar [?], né? Aí eu comecei, aí começou um namoro mais..., ficar mais forte, com mais firmeza. Aí depois quando eu estava..., fiquei lá três meses lá internado. Aí depois me mandaram pra minha aldeia. Quando em mandaram pra minha aldeia eu..., mandaram pra minha aldeia.  Mas quando eu..., morava numa casa que era de um amigo que nem me cobrava aluguel. Era o César, que era muito meu amigo. E depois ele precisou da casa aonde eu morava, aí já viu, né? Eu fui pra Pinela, não queria ir pro meu pai, que já tinha saído dele, não queria, mas foi o mal que eu fiz. Não queria ir pra casa, e aí onde é que eu vou ficar? Fiquei em casa da namorada. “Não, Daniel, vais ficar aqui e tal”, e eu tinha dezessete anos, dezoito anos e ela tinha quinze. E depois fui lá pra, pronto: comia, dormia lá, fiquei lá, fiquei lá..., depois tornei a ter esta perna, tornou..., tiraram uma ligadura plástica, botaram uma ligadura plástica, depois infeccionou. Eu tornei pro Porto, fiquei lá mais trê... mais dois meses, aí voltei, quando voltei, tornei pra casa da namorada. E aí já viu não aconteceu nada não, mas o povo começou a falar: “Ai tal, o Daniel assim, o Daniel assado, e tal... ta em casa de Etelvina”, &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn9" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftn9" name="_ftnref9"&gt;[9]&lt;/a&gt; cada um fala o que quer. Mas tudo falado, tudo errado. Aí eu casei com dezenove anos, dezenove anos e ela com dezesseis incompletos. Quer dizer, o padre é que nos casou, foi um casamento, quer dizer, que... se é hoje eu não fazia uma besteira dessas não, porque o camarada casar com dezoito anos, dezenove anos, eu quando fui servir o (tiro) já estava casado e ela também novinha também, eram duas crianças! Quer dizer, que não, pronto: e a gente ficou uns cinqüenta anos, tamos cinqüenta anos casados. Agora o que que vamos fazer? Mas a minha coisa foi isso, eu (casei) mais por causa de..., pronto: eles gostavam muito de mim, eu gostava deles, então a gente ficamos sempre lá, eu ia pra lá, dormia lá, comia, dormia, eles me davam de [?] criar, porque eu não tinha dinheiro pra..., onde é que..., depois fui trabalhar com as minas, tinha que trabalhar pra lá, ganhava um pouquinho... (eles) me sustentavam... [?] casei de novato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: E o senhor falou que foi uma besteira não ter voltado pra casa do seu pai...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Não..., talvez não casasse tão novo, né? Talvez, fosse hoje não casaria tão novo não. É por isso que eu lhe digo, depois eu fiquei sempre em casa do sogro e da sogra, sabe? Naquela altura eu casei, mas nunca saí deles, nós viemos para aqui, fiquei esse todo, até agora, até eles morrerem. A pessoa que fica com o sogro e com a sogra nunca tem a liberdade que deve ter não. Eu falo quanto é sincero: casou, casou..., separa do pai e da mãe, não fica com os pais não que dá zebra! Eu não..., eu não..., mas ta tudo bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: O senhor teve todos os filhos então no Brasil, não é isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Não, não, tive, o João foi em Portugal. Ele veio pra aqui com um ano e meio. E o Carlinhos e que..., vinha grávida de sete meses depois ficou aqui dois meses e pouco, até os nove, nasceu lá em Botafogo, na maternidade. E depois de onze anos é que veio a Cláudia, essa nasceu aqui na, nasceu no dia que o Vasco foi campeão. É que, ela é doente, ela é doente pelo Vasco, aquela garota. [MF: Campeão de que que foi?] Ah! Naquela altura foi no dia que ela nasceu foi campeão, mas não sei de que, é a tal coisa, não... [MF: Que ano foi que ela nasceu?] Vou dizer quanto é sincero, se ela ta com trinta, eu nem sei que idade que ela tem direito, deve ter uns trinta e poucos anos. [MF: Então essa aí é vascaína mesmo!] Essa é vascaína, ih! Essa aí sofre! Essa aí sofre, quando o Vasco perde ela fica doente! {risos} (eu sei) que eu não vou perder muito não, hoje eu... {risos}&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: E como é que é a cultura portuguesa pra os filhos do senhor? O senhor sempre ensinava a eles as músicas, a comida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Olha, eu não podia ensinar muito porque eu não sabia ler. Quem ensinava mais era a mãe. (E a gente...) É a tal coisa, eu uma vez queria sair com eles a velha não deixava, a minha sogra, uma vez queria ir lá embaixo no coisa ela não deixava, se ela..., ela só queria que eu os levasse pra missa, e eu não [?] &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn10" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftn10" name="_ftnref10"&gt;[10]&lt;/a&gt; muito ir a missa {risos}, então ela não deixava muito os filhos andarem comigo não. Nessa parte ela que, eles se apoderaram dos filhos, ela e o pai, se apoderaram deles. Eu tratava, sempre os tratei bem, sempre, a gente sempre se deu bem, mas essa parte da educação era mais com a avó e com a mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: Eles vão a Portugal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Não, um, eles vão a Portugal..., a Cláudia ta aqui em Vila Velha mas ela tem lá a vida dela lá. Tem a vida dela lá e agora está montando um negócio pra ela. O João é médico, se formou aqui e está lá, é médico. [?] E então estão bem, eles sempre foram uns bons garotos, sempre de novo sempre foram muito respeitável, agora, o Carlos era muito fora de série, o Carlos era um garoto es..., mas morreu, coitado, morreu novo, teve a infelicidade. Mas a gente... Mas eles nunca deram trabalho não, nunca deram trabalho, porque eles nunca beberam, nunca fumaram. Nenhum deles nunca bebeu, então não havia porque chamar atenção. Estudaram, nunca perderam ano nenhum, então já ficava satisfeito, ia chamar atenção porque? Eu simplesmente eu só falava: “Cuidado, abre o olho com esse negócio de drog..., de fumar cigarro, num pega, se alguém quiser dar alguma bala, vocês não pegam, se algum dos outros meninos chamar para ir pra aqui ou pra ali você abre o olho, que isso não...”, isso eu ensinava, e a velha não gostava que eu falasse isso, mas isso eu orientava eles. Os garotos, agora, a garota não. A garota a mãe que orientasse. Agora, os garotos eu “cuidado Carlos, cuidado João”, mas eles nunca... o João, eles gostavam muito da avó e do avô e de estudar, nunca deram trabalho. Você é capaz de não acreditar, eu criei eles, nunca bati em nenhum deles, nem na mãe, nunca bati nela. Às vezes, quando havia sempre lá altos e baixos, e a pessoa (lá) xingava e tal, mas isso é uma..., mas bater nunca bati, nunca, nunca, nunca, nunca, nunca... nem na Cláudia nem no Carlos, nunca bati neles. Eles não precisavam, tinham educação por eles próprios. [MF: Que bom!]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: Seu Daniel, se o senhor olhasse pra trás hoje, qual seria, assim, o ponto mais positivo de ter vindo para o Brasil?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Voltaria, voltaria. Se estivesse eu, se estivesse assim eu voltaria pra onde estou, não estou arrependido não. O mundo nos ensina muitas coisas, e o Brasil em si não tem culpa das coisas que a pessoa [?], que o ser humano faz, então eu voltaria pra cá. (Se me deixasse lá), não, não, eu voltaria, eu não me arrependo não. Se dissesse: “Ah, quer ir pra os Estados Unidos ou quer ir pra França?”, “Não eu quero ficar no Brasil”. É como eu digo, sou feliz com o pessoal aqui que nunca me maltrataram, nunca fui incomodado como eu já falei, nunca fui numa delegacia por nada, nunca fui {risos}, porque que eu vou ter razão e queixa? Se eu dissesse: “fui judiado, me roubaram, me maltrataram”, mas eu nunca tive nada disso, graças a Deus. Até hoje, pode se..., não sei o dia de amanhã, mas até hoje graças a Deus, nunca fui maltratado por ninguém, então não tenho razão de queixa disso [?]. Voltaria, digo e voltaria com toda a firmeza. &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn11" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftn11" name="_ftnref11"&gt;[11]&lt;/a&gt; Eu quando vou pra Portugal fico doido pra vir embora! [MF: É?] E tenho lá os meus amigos, tenho coisa... Então, mas eu gosto, eu amo o Brasil, não adianta. E todo português {emigrante} quer, eles, a gente vai lá, fica lá um mês ou dois tá doido pra vir embora. O ambiente aqui é outro, aqui o pessoal português, aqueles camaradas que são os tacanhas, que eles nunca emigraram {portugueses que vivem em Portugal}, eles não olham muito bem o brasileiro, o pessoal brasileiro não, eles só adoram o americano, francês, que vão cheios do dinheiro, sabe? E eles acham que a gente aqui, e eles são (maturanos) lá que às vezes nem sabem, nem entendem da vida, né? E eles acham que o dinheiro daqui é que não presta, “Não, mas o dinheiro do Brasil não presta, porque assim porque assado...”, é, que que a gente pode fazer, né? Mas a gente se governa com ele, (a gente) se governa com ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: E uma coisa boa e uma coisa ruim do Brasil, que o senhor se lembre da vida no Brasil de um português?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Por exemplo, vou dizer quanto é sincero, nunca me lembro de ter aflição nenhuma não. Eu aqui quase nunca estive doente! Agora que tenho ido no médico, até os sessenta anos nunca fui no médico. Às vezes a pessoa, eu fiz esses serviços aí, e às vezes a gente se afligia, que no princípio pra fazer, pagar o pessoal, e a pessoa..., mas eu tinha amigos, eu tinha um amigo aí que eu, o falecido Darci, que me ajudou muito. Chegava ao pé dele “Darci, me empresta aí tanto”, e ele ‘pumba’! [?] “(É só fazer a casa aí então)”, “Quanto é de juros?”, “Não é nada não!”, me ajudou muito, que é o filho agora, que é o pai do Xuxa. &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn12" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftn12" name="_ftnref12"&gt;[12]&lt;/a&gt; E então, e é brasileiro. Eu ia ter com ele e não ia ter com os portugueses, se o português chegasse lá eles não emprestavam não. O português não é de emprestar dinheiro a ninguém não. Ainda mais pra quem é pobre, eles vão emprestar dez ou vinte mil reais? Emprestam nada! {risos} Duvido! Agora, eu nunca tive assim, nada, aborrecimento nenhum não. [MF: A maioria das coisas então foi boa?] Sim. Muito trabalho muito sacrifício, mas dizer assim: “Maldita hora que eu vim para aqui”, nunca falei isso. Eu sempe tive o que queria. Tinha sempre serviço, sempre andei certo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: O que que o senhor diria pra alguém que fosse sair da terra onde nasceu e fosse ganhar a vida em outro lugar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Como é que é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: O que que o senhor diria pra alguém..., vamos supor que eu quisesse sair da minha terra e viver em outro lugar, que conselho o senhor daria [DS: Pra ir] pra alguém...?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Pra ir. Quem se muda Deus ajuda. [MF: É, interessante...] É um ditado velho, “quem se muda Deus ajuda”, a gente está aqui, se mudou, por exemplo, eu mudei pra aqui com..., pronto: mudei, mudei, né? Então eu diria pra um brasileiro “oh” muitas vezes, “oh rapaz, vai pra os Estados Unidos rapaz, vai lá ganhar os teus trocados”, agora, mas o pessoal aqui, o emigrante Brasil..., o brasileiro, ele vai muito..., eles acham que vão daqui pra Portugal ou daqui pra França, que eles enriquecem em três ou quatro anos. Mas não é não. Só sendo como os que formam as firmas boas, ganhem muito. Agora, um daqui vai pros Estados U..., vão daqui pros Estados Unidos, quase imigrantes sem dinheiro e às vezes clandestino, eles ficam lá dois três anos ele não ganha dinheiro pras passagens. A pessoa pra ir pros Estados Unidos ou pra ir pra Portugal tem que ficar pelo menos uns dez anos pra vencer a vida. E o brasileiro não, ele vai, fica três quatro anos, tem amor a família, vem embora, que o brasileiro é muito apegado à família. O brasileiro não fica muito tempo fora do país não. E o português não, o português é (jacovino), ele vai e por dinheiro esquece tudo.  Eu não, não é o meu caso, porque eu trouxe a mulher e os filhos, viemos todos no mesmo navio. Mas muito não..., deixam a mulher lá, ficam dois três anos aqui, quatro cinco anos, e o brasileiro já não sai daqui sem levar a esposa, os filhos. Eu conheço alguns amigos aí que foram pros Estados Unidos deixaram o filho, dois três anos tavam aí de volta, que que tinham lá, que que lá foram fazer? Então eu acho que um imigrante, eu por exemplo, “Vai pros Estados Unidos”, ainda agora foi pra lá um amigo meu, que eu dei força pra ele, que ele (ainda agora foi), “o senhor, não quando for lá...”, um tal de Marquinhos carpinteiro, e eu falei com ele “oh rapaz, vai mas não, vai mas leva fé em Deus pra ficares cinco ou seis anos. Não vem como esses camaradas que ficam dois meses depois voltam, pensam que vem ricos com meio milhão de dólares!”, e ainda um dia desses ele chegou aí, eu acho que foi agora esteve aí um mês de férias, já foi embora, comprou uma casa aí, compro casa aqui e compro nos Estados Unidos, e está lá, este está certo. Eu fiquei dezessete anos, dezessete anos sem ir a Portugal. Depois de dezessete anos é que eu fui. Agora, se eu vou lá ao fim de dois anos, que que eu ia lá fazer? Onde que eu tinha (o dinheiro) pra ir? [?] Então o conselho que eu dou é esse “Não..., vai, mas tem que ficar muito tempo”, só se chegar lá por exemplo, já ouvi dizer assim “oh, vai lá pro Brasil, [?], tem a árvore das patacas”, mas a árvore já secou! Não se vê nem raiz! {risadas} Se vê nem raiz...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: E o português ou qualquer imigrante que chegue não Brasil hoje encontra um país bem diferente do que o senhor encontrou, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Sim! Oh! Sem tirar nem pôr! Pelo amor de Deus! Ê, ê..., isso aqui agora é..., o Brasil agora é uma, é uma mãe! Poxa, eu quando vim pra aqui, pra ir trabalhar, pra ir daqui no Alto, a pé! A pé com a marmitazinha! Hoje o pessoal, já todo mundo, tudo já vem comer em casa, já, já..., e tinha que estar lá sete horas, hoje chegam lá só oito horas, e só querem saber de direitos, só querem fazer dois, três, quatro meses de casa que é pra ter já isto e aquilo. No nosso tempo a gente trabalhava sem carteira assinada! Isto agora tá, ê, ê... [MF: E na lavoura acordava mais cedo ainda, né?] Oh... [?] era às vezes duas horas da manhã quando eu vinha de lá pra cá, duas hoars da manhã já vinha com a charrete, ali que ainda vinha pelo Matadouro, &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn13" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftn13" name="_ftnref13"&gt;[13]&lt;/a&gt; duas horas da manhã aquele russo frio, hã..., hoje não, o pessoal brasl..., o trabalhador brasileiro está com tudo, tem direitos a tudo, ê ê, hoje o Brasil está muito bom! Agora, quando eu vim pra aqui era duro, era duro, agora não, agora fez muita mudança, muita coisa, muito bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: No outro dia que es tive aqui, o senhor falou que o português que chega já encontra a cama feita! Não é isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Sim, tem muitos, tem muitos que às vezes encontram a cama feita [MF: Hoje, hoje já encontram...] Não, hoje já, hoje por exemplo já. Que agora atualmente não vem muito português pra aqui não. [MF: Não?] Não, é difícil. È difícil porque, depois que começou a abrir a imigração pros Estados Unidos, que abriu a imigração pra França, primeiro foi todo mundo pra França. E vamos dizer [?] seja feita, que o francês ele ganhava, o português ia pra lá, ele ganhava em franco, ganhava três vezes mais do que nós aqui, então ele não vinha pra aqui, o que que ele vinha pra aqui fazer? Mas nós que já estávamos aqui a tantos anos, e ter que começ..., começar vida nova lá, [?] e aí eu não vou mais, não vou mais pra França, mas muitos foram, muitos foram daqui pra lá e se deram bem, outros deram-se mal... agora, eu... é como eu digo, eu acho que a pessoa tem que ficar muito, bastante tempo, de um dia pra outro não..., só se ganhar na loteria. {risos} Ganhou na loteria, ta certo vai de em dia vem a outro, mas não...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: Seu Daniel, se ao invés de eu ter perguntado todas essas perguntas, eu perguntasse pro senhor só o que significa ser português, o que que o senhor diria?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Bom, isso é uma coisa que eu falo, nunca li, nunca, nunca nem geografia nem gramática, nem essas coisas, eu por exemplo, como é que é? Ser um...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: Ser português, que que é..., qual a principal característica de ser português?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Bom, todos nós temos que ter, eu acho que o português, ter orgulho de ser português! Como o brasileiro deve ter orgulho de ser português, &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn14" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftn14" name="_ftnref14"&gt;[14]&lt;/a&gt; como eu, tenho, sinto orgulho de ser português, gosto de Portugal. Mas agora se dissesses, se agora dissesses assim: “Se tu escolhesses pra nascer, tu nascerias em Portugal ou no Brasil?”, eu queria nascer no Brasil. E tanto é que eu tenho setenta anos e voto! Voto, voto cá e voto lá! [MF: vota lá também...] Se estiver lá no coisa, quer dizer que... Agora, se me dissesses assim: “Tu quer ser, quer ser... por exemplo, nascer no Brasil se fosse [?]”, diz “Não, quero nascer no Brasil”. E todo português quer realmente nascer no Brasil, todo mundo queria nascer no Brasil, que gostavam (de ver a terra), que gostavam [?]. Mas eu se pudesse escolher, dizia assim “eu quero nascer no Brasil”, mas é uma coisa que a gente não nasce, né? Não pode pedir, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: O senhor serviu o exército lá em Portugal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Não, não servi porque, por causa que tinha quebrado a tal perna. [MF: Ah sim] E já estava casado. E a tal coisa que eu digo, que eu casei muito novo, eu devia casar com uns vinte e cinco, trinta, vinte, vinte e cinco anos. E fazer o seguinte: pensar mais e quando casasse viveria aqui sozinho com a mulher, viver dois só numa casa, na casa. E eu não, infelizmente fiquei a vida toda com o sogro e com a sogra. E ela era meia, portuguesa daquelas de bigode, aquilo era o diabo! É, ta tudo bem. [MF: É, interessante...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: E a guerra lá? Como é que era lá pra Portugal na época da guerra mundial?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Não..., lá no tempo da guerra mundial é o seguinte: nós não passamos, nós, tem muita gente que era contra o Salazar, mas o Salazar ali salvou a pátria, que muitos deviam de ir pra guerra, porque o homenzinho..., eu sou salazarista, nunca fui contra o Salazar, sempre fui a favor dele. E ele disse assim: “Olha, da guerra eu vos livro, agora da fome não”. E então a gente, eu era garoto, eu tinha os meus dez, doze anos, eu me lembro o dia que acabou a guerra, o dia que acabou a guerra eu estava, mais o meu falecido pai, regando feijões, molhando a horta. E a guerra acabou ali na nosso, lá em Port..., quando foi era mais ou menos umas quatro horas da tarde. Agora se me perguntarem o dia, o dia que foi eu não lembro mais, sei que acabou quando estávamos regando, era umas quatro horas da tarde. E na guerra ele falava assim: “Eu da fome não os livro”, a gente passou fome, quer dizer, comia às vezes mais um bocado de pão, né? E as coisas muito caras, pão sumiu, batata sumia, e..., mas às vezes tinha muitos homens que, eu me lembro, “Esse desgraçado!”, mas não podiam falar na frente de qualquer um não senão iam logo pro xilindró. Que se alguém falasse mal do homem ele ia preso na hora e não voltava mais. E eles diziam assim: “Poxa, mas o que que adianta, [?] a gente, guerra com fartura do que guerra sem fom..., com fome”. Mas [?] o homem livrava a pessoa da guerra, o que que é melhor, dormir numa cama e acordar de manhã ou estar numa cama e as bombas aqui, em cima da pessoa? Então eu acho que era melhor, ele dar os mantimentos, que ele dava os mantimentos, ele vendia lá pro Hitler e pra aquela turma toda lá, mas ele não deixou entrar a guerra lá, não deixava bombardear Portugal! Então eu acho que ele aí tinha razão. (Tinha gente), tinha muitos lá dizendo: “Não, guerra com fome, guerra com fome não presta! E os que estavam lá com guerra, passavam fome, estavam sendo mortos todo mundo? Então estava errado, não estava? Eu acho que valia mais a gente sofrer lá passando um pouquinho de fome, às vezes queria comer um bocadinho de pão, mas ao menos dormia e de manhã estava acordado. E os que estavam lá na guerra que estavam muito, tavam conversando e vinha uma bomba e matava todo mundo? E o Salazar foi um homem que nunca deixou, nunca deixou, controlou, a ninguém (descer) em Portugal. Então eu acho que o Salazar foi um grande homem sobre isso. Os portugueses não, ele não perdeu um português. Enquanto na Espanha, França e Alemanha perderam muito, bom, que a guerra era na parte era na..., mas na França perderam muitos homens, na Suíça (e aquele) perderam muitos homens, mas lá em Portugal não morreu um! Que ele não mandou pra lá ninguém. E alguns eram contra ele, esses é que ele devia deixar ir pra lá. Tinha muitos, vinha muito português fugido pra aqui que era contra ele. [MF: Contra o Salazar...] Ah, contra o Salazar, o homem lá quando soubesse ele, tinham que capinar, se não eles iam..., iam ver o fundo do mar! {risos} Dizem, né? Sei lá, se é verdade se é mentira. Isso a gente, sou que nem santo Onofre tem que ver pra crer. Nunca vi afundar nenhum lá no fundo do mar, também não sei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: Essa época que o senhor veio pra cá, foi a época que mais veio português, né? Vinha muito português?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Vinha, vinha, vinha. O nav..., vinha muito português, muito italiano, muito espanhol, muito ilhéu, das ilhas francesas, vinha, o navio vinha cheio, tudo imigrante pra aqui.  Hoje você vê que não temos mais transporte quase por navio, é tudo aéreo, ou pelo ar. Mas e agora vem assim, vem, às vezes pode vir um camarada pra tomar conta dos negócios dum parente, agora vir um português pra aqui imigrante não vem não, é difícil vir. Ou algum fugido, que tem muito que vem fugido e lá pra cá, fazem merda lá e vem pra aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: A aldeia do senhor, como é que era o nome mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Pinela da Beira Alta. Pinela da Beira Alta [MF: Pinela da Beira Alta]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: Mais ou menos onde fica? No norte?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Olha, fica..., é no norte, lá em cima, perto da Serra de Estrela. Da minha terra, quem chega lá numa altura que é na (Madureira) &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn15" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftn15" name="_ftnref15"&gt;[15]&lt;/a&gt; agente vê a Serra de Estrela. Tem a Serra de Estrela, tem Viseu, tem Guarda e depois desce pra baixo, tem Aveiro, tem muitas terras por lá, perdidas lá. [MF: É perto da Espanha?] Oh, Portugal é pequeno, pra ali, por exemplo, da minha terra, da minha terra à Espanha é, vai pra Vilar Formoso, vai pra Vilar Formoso é quase duas horas, duas horas vai de, passa ali pela, sai de Pinela da Beira, passa por Trancoso, de Trancoso vai a..., vai..., é, vai pra Trancoso, Trancoso pra Vilar Formoso é duas horas, pertinho, é pertinho. E quem está no Porto [?], vai a Monção, Monção faz divisa com a Espanha. A gente que fica em Monção, a gente tá vendo o rio, vê o..., então, ta em cima em Monção e tá vendo o rio embaixo. O rio que faz, o rio é que faz a divisa da Espanha com Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: E os portugueses se dão bem com os espanhóis?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Olha, agora atualmente sim. Não, mas às vezes ainda tem lá umas brigas lá meias coisas (causa) o português {risos}, os espanhóis eles são trabalhadores, e os portugueses hoje também já não gostam muito de trabalhar, antigamente eles eram trabalhadores. E então às vezes eles se dão coisa com o espanhol porque os espanhóis vendem o azeite mais barato, vendem o leite mais barato, a carne de porco mais barato, o peixe mais barato, e os portugueses ficam putos, e quantas vezes vai um carro de peixe, dois, um carro, três, quatro carros e eles viram aquilo e (pegam) porcos e tudo? Que eles não querem que venha pra Portugal, (porque é) que eles vendem o deles mais caro, não e verdade? E então às vezes eles se desentendem por causa disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: Mas o senhor conhecia algum espanhol lá na sua aldeia, e..., na época que o senhor vivia na aldeia, conhecia gente da Espanha ali perto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Não, não, isso não..., não conheci, lá na minha terra não tinha espanhol nenhum não. Pelo menos eu não me lembro, pequeno, não... Agora, lá de Portugal, lá de onde eu estava, lá pra Espanha é pertinho, mas eu só não tinha convivência. Às vezes tinha uns espanhóis que iam pra lá, mas iam, esses homens que andavam com umas ‘amola-tesouras’, ‘amola-tesouras’, pegava um carrinho e andavam com uma gaita ‘biiiii’ {som da gaita}, chegavam lá, a sua mãe tinha a tesoura pra cortar roupa, né? Eles iam lá e amolavam a tesoura. Então eram os espanhóis [MF: Ah!] Mas a gente não tinha convivência com eles “oh! Chegou lá o espanhol!”, era um carro numa coisa, com uma roda grande e eles ficavam [?] do outro lado e a pedra andava, andava, andava e eles am..., aguçavam, afiavam as facas, facas, tesouras, &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn16" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftn16" name="_ftnref16"&gt;[16]&lt;/a&gt; era cinco tostões, dez tostões, mas aquilo durante o dia ganhava muito dinheiro. Então eram os espanhóis que vinham. A maior parte era espanhol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: E aqui em Teresópolis o senhor fez amizade com um espanhol, com o genro da dona Carminda, o Manolo? &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn17" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftn17" name="_ftnref17"&gt;[17]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Sim. Ele ainda foi meu inquilino. [MF: Ah! É verdade. E vocês se davam bem, mesmo sendo um espanhol e o outro português? {risos}] Não, não, eu ainda uma vez fui pra um churrasco lá no sítio com ele, pra lá. Ele era bom rapaz. Eu não tenho razão e queixa dele não. Foi pena ter morrido tão novo, né? [MF: É... eu não cheguei a conhecê-lo não] Não, mas era um bom rapaz. E ao pé dele não se passava fome não. Cara que..., mas ele era bom. Aliás, eu nunca tive razão de queixa de ninguém não. Eu não tenho, até hoje nunca tive assim tipo “o Daniel tem um...”, [?] o meu amigo ali, o Xuxa, quando a gente ficou meio estranho, mas não..., porque eu levei o filho dele pra Portugal, paguei-lhe a passagem e ele ficou lá seis meses lá, e pronto, não quis nada com o serviço e ao fim veio pra aqui, não pagou passagem. Cada passagem ficou que até hoje não pagou, agora ficou mal comigo. Não sei por que não pagou também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: E aquele acordeão que o senhor tinha ali na sala, o senhor toca?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Não, não, isso aí é da minha esposa, eu não toco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: Bom seu Daniel, era isso. Gostou da entrevista?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Não sei se isso vai aprovar em alguma coisa, né? [MF: Vai! Claro que vai! É isso mesmo!] {risadas} Que é a tal coisa, eu não tenho cultura pra..., agora, quem são..., um advogado, um médico [?], agora o que que..., nunca..., se você vai ter com o [?], com o pessoal aqui da casa de Portugal, com aqueles, tem uns portugueses aí que tem cultura, que são, tem, sabem tudo, eu não... eu não... [MF: Mas da vida do senhor só o senhor que sabe, né?] Ah, não! Sim! Da minha vida a gente tem que saber alguma coisa! Com bastante sofrimento, bastante, com muito..., que a pessoa deve sofrer porque? O trabalho é bom, eu gosto de trabalho, mas muitas vezes sofre também. Que a gente, pronto: sempre tem às vezes que o dia não corre bem, mas ao fim de tudo, quando chega no fim do dia fica tudo bem. Às vezes que a pessoa quer fazer mais alguma coisa, queria fazer mais um pouco [?] e se aborrece, mas tá tudo bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: O senhor que acrescentar mais alguma coisa, falar mais alguma coisa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Não, não, ta bom. Tem nada pra falar não, já falei demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MF: Foi ótimo seu Daniel, obrigado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DS: Tem nada que agradecer. [?] Mas o que eu falei é pura verdade. Isso aqui não..., ai, ai meu Deus...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FIM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Aqui o entrevistado se refere a um bairro (Três Córregos) do segundo distrito de Teresópolis, próximo à BR-116. Neste bairro encontra-se um posto da polícia rodoviária federal (“patrulha”) e um pedágio (“portagem”).&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;[2]&lt;/a&gt; “Macho”: cruzamento de burro com égua. Animal estéril como a conhecida mula, porém do gênero masculino. Muito usado, por sua força, para puxar carroças.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;[3]&lt;/a&gt; Nome do navio em que viajou o sr. Daniel. Não pude entendê-lo no áudio. Porém, em pesquisa virtual, constatei que era uma embarcação que fazia o trajeto Brasil-Portugal. Ver &lt;a href="http://revistamarieclaire.globo.com/Marieclaire/0,6993,EML382213-1740,00.html"&gt;http://revistamarieclaire.globo.com/Marieclaire/0,6993,EML382213-1740,00.html&lt;/a&gt; acesso em: 21/11/2006&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftnref4" name="_ftn4"&gt;[4]&lt;/a&gt; Aqui o entrevistado refere-se a um edifício de sua posse, ao lado de sua casa, onde aluga apartamentos, o que constitui parte de sua renda atual.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftnref5" name="_ftn5"&gt;[5]&lt;/a&gt; Referia-me a um ímã de geladeira que tinha forma da caravela vascaína. &lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftnref6" name="_ftn6"&gt;[6]&lt;/a&gt; Aqui o sr. Daniel fez confusão entre ‘perder’ e ‘ganhar’. O sentido é: “se ganhar fico satisfeito”.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftnref7" name="_ftn7"&gt;[7]&lt;/a&gt; Um inquilino do sr. Daniel que morava num quarto ao lado de sua casa.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn8" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftnref8" name="_ftn8"&gt;[8]&lt;/a&gt; Este trecho poderia ser transcrito, também, como “Que aliás, salve lá Portugal!”. Ver abaixo, quando o entrevistado afirma ter passado a Copa do Mundo no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn9" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftnref9" name="_ftn9"&gt;[9]&lt;/a&gt; Sogra do sr. Daniel.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn10" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftnref10" name="_ftn10"&gt;[10]&lt;/a&gt; Aqui o sentido é: a sogra queria que os filhos fossem a missa, mas o sr. Daniel não gostava de ir a missa.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn11" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftnref11" name="_ftn11"&gt;[11]&lt;/a&gt; Como fica claro, a pergunta foi entendida de forma diferente pelo entrevistado. O sr. Daniel entendeu como se tivesse sido perguntado se voltaria a emigrar para o Brasil caso, numa situação hipotética de regressão temporal, voltasse a viver em Portugal.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn12" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftnref12" name="_ftn12"&gt;[12]&lt;/a&gt; O sr. Daniel refere-se ao antigo proprietário do terreno onde ele, Daniel, construiu sua casa. O filho do sr. Darci, o Xuxa, ainda hoje é comerciante do bairro e vizinho do sr. Daniel.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn13" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftnref13" name="_ftn13"&gt;[13]&lt;/a&gt; Outro bairro de Teresópolis. Fica entre o bairro de Três Córregos e o centro urbano da cidade.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn14" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftnref14" name="_ftn14"&gt;[14]&lt;/a&gt; Está claro que o sr. Daniel desejava dizer que o brasileiro deve ter orgulho de ser brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn15" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftnref15" name="_ftn15"&gt;[15]&lt;/a&gt; A fala não é clara neste ponto. Não pude achar um lugar chamado Madureira em Portugal.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn16" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftnref16" name="_ftn16"&gt;[16]&lt;/a&gt; Espécie de esmeril sobre rodas, movido com os pés, ao modo das antigas máquinas de costura.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn17" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=33532890#_ftnref17" name="_ftn17"&gt;[17]&lt;/a&gt; Aqui me referi a Manuel Lamas (Manolo), nascido na Espanha e genro de Maria Carminda Fernandes, a quem devo o contato com o sr. Daniel para que se realizasse esta entrevista. A informação sobre essa amizade é prévia a entrevista, pois a família da sra. Maria Carminda é muito próxima da minha.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116419278558735589?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116419278558735589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116419278558735589' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116419278558735589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116419278558735589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/eft010-transcrio-da-entrevista-com-o.html' title='EFT010 - A transcrição da entrevista com o Sr. Daniel'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116414187845933049</id><published>2006-11-21T18:41:00.000-02:00</published><updated>2006-11-21T18:44:38.473-02:00</updated><title type='text'>27a. : mesmo quando não dá certo...</title><content type='html'>Oi, pessoal, eis um relato da Carolina Calixto sobre a entrevista que ela conseguiu realizar, mas não da forma pensada inicialmente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, também peço desculpas pela demora, mas enfim, antes tarde do que nunca, né? O código da minha entrevista é EFT 040.&lt;br /&gt;A minha entrevistada foi a D. Maria, uma senhora muito simpática que me salvou depois de eu não conseguir mais contactar o senhor que primeiramente seria o meu entrevistado. Eu estava muito animada para fazer a entrevista com o Senhor Abílio por ele ter a chamada "história de sucesso", entretanto, meu pai, que foi seu fisioterapeuta durante algum tempo, me alertou sobre a personalidade, digamos, "forte", do Seu Abílio. Como não tinha seu telefone, meu contacto com o seu senhor português foi através do meu pai, o que acabou não dando certo.&lt;br /&gt; Na noite anterior em que fui tentar fazer a entrevista com ele, eu já estava muito nervosa, como todos. Pensei em até desistir porque me surgiram muitos problemas como por exemplo o gravador de MP3 que eu não sabia mexer e tive que ficar a noite toda pra conseguir entender como se gravava. Para completar, chegando no local em que seria a entrevista (fui às cegas, pois não tinha conseguido confirmar a data e a hora da entrevista), um dos restaurantes do Seu Abílio, seu filho, pela segunda vez não ajudou neste encontro e fiquei a ver navios...por sorte, meu pai lembrou que conhecia uma senhora portuguesa muito simpática que, sendo dona de casa, provavelmente teria seu tempo mais disponível para mim. Realmente a D. Maria foi um "presente dos deuses" porque eu não sei o que teria sido de mim sem ela e sua boa vontade em topar ser entrevistada na mesma hora em que falei com ela.&lt;br /&gt;Apesar das ocasionais interferências externas, da inexperiência da entrevistadora que fez muitas perguntas, da dificuldade da mesma em entender o que D. Maria dizia, e da relativa pouca duração da gravação (33 minutos), fatores estes que tentei driblar, a entrevista correu bem. Falo isso porque sei que muitos passaram por situações semelhantes a essa, então agora estou mais calma quanto a isso. O mais difícil nessa entrevista foi sem dúvida fazer com que a minha entrevistada ficasse à vontade para falar a sua trajetória de vida sem que eu intervisse...e ainda com as minhas interferências tentando estimulá-la a falar, a entrevista ficou relativamente curta. Enfim,acho que não teria conseguido nem a metade se não tivesse "me metido", apesar de eu resistir muito em o fazer. No fim da entrevista, o Seu Luiz, filho da minha entrevistada, apareceu e ficou muito empolgado com o meu interesse em Portugal e na história de vida de D. Maria, e acabou me mostrando alguns objetos, fotos, quadros, altares que tinham na casa e que de alguma forma representavam Portugal, o que foi muito interessante. Tirei foto do que pude.&lt;br /&gt;Bem, acredito que o saldo da entrevista tenha sido positivo. Agora eu só estou com uma tremenda dificuldade em transcrever porque realmente está sendo uma tarefa árdua compreender a fala de D. Maria. Pois bem, é melhor eu continuar. Abraço a todos os colegas e parabéns pelas entrevistas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carolina Calixto&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116414187845933049?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116414187845933049/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116414187845933049' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116414187845933049'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116414187845933049'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/27a-mesmo-quando-no-d-certo.html' title='27a. : mesmo quando não dá certo...'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116405521471737415</id><published>2006-11-20T18:38:00.000-02:00</published><updated>2006-11-20T19:49:37.913-02:00</updated><title type='text'>Dicas para a reta final de preparação dos materiais</title><content type='html'>Oi, pessoal, como eu não tenho o e-mail de todos, resolvi colocar a mensagem também no blog:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oi, pessoal, tomei a liberdade de enviar este e-mail a todos diretamente, para dar algumas dicas sobre os materiais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;i. Não faltem à aula de amanhã (3a. feira), pois serápraticamente a última chance de tirar dúvidas de última hora;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ii. TODO o material, transcrição, sumário, fichas,cessão, tudo, tudo mesmo, tem que ter o CÓDIGO DAENTREVISTA;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;iii. Usem sempre ARIAL 12 e ESPAÇO 1,5;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;iv. Lembrem-se de trazer as cartas de agradecimento e de fazer cópias dos materiais para os entrevistados;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;v. Consultem aquela lista de tarefas que coloquei no blog e dêem uma checada;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;vi. Coloquei ficha de entrevista e ficha iconográfica(que já contém a cessão das fotos) no blog, bem como modelo de cabeçalho e modelo de sumário;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;vii. O consultório on-line continuará aberto até a noite (não muito tarde) de 4a. feira;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;estou muito orgulhoso e feliz com o belo trabalho que todos estão realizando, força na reta final, os deuses estão com vocês (eles já mostraram isso!),&lt;br /&gt;um grande abraço,&lt;br /&gt;Marcos Alvito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S: E um agradecimento especial aos vascaínos, é claro, sem eles o nosso curso (e também o penta doMengão) não seria possível.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116405521471737415?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116405521471737415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116405521471737415' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116405521471737415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116405521471737415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/dicas-para-reta-final-de-preparao-dos.html' title='Dicas para a reta final de preparação dos materiais'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116404900224912540</id><published>2006-11-20T16:10:00.000-02:00</published><updated>2006-11-20T16:56:42.303-02:00</updated><title type='text'>26a. entrevista: sobre rosas e espinhos</title><content type='html'>Oi, pessoal, mais um belo relato, desta vez da Mariana sobre a entrevista com o Sr. Moura:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      “isso faz parte da nossa vida. Se a nossa vida desde criança for uma mar de rosas quando nos pegarmos uma rosa que tem um espinho nos vamos sentir muito aquele espinho então se nos desde criança soubermos que a rosa tem espinho já não botamos a mão nela, já não apertamos pra machucar entende?”&lt;br /&gt;Seu Moura – 15/11/06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Sou mais uma que peço desculpa pela demora. O meu computador resolveu dar um tilt nesse final de período pra variar....Meu código é  EFT012.&lt;br /&gt;            Bem minha entrevista foi muito descontraída, e foi realizada no dia 15 de novembro, na casa do entrevistado. Seu Moura tem 82 anos, mora em Nova Iguaçu com sua esposa dona Gláucia uma cearense.&lt;br /&gt;             Apesar de toda a descontração estava muito apreensiva porque o “meu” português tinha relutado no nosso primeiro encontro em me dizer o porquê de sua vinda para o Brasil e tinha se emocionado muito quando fiz essa pergunta pra ele. Durante a entrevista entretanto ao fazer a tal pergunta ele me respondeu sem nenhuma comoção que havia vindo pra cá porque todos os Portugueses tinham vontade de vir para o Brasil. Refletindo sobre esse fato cheguei à conclusão que o motivo real de sua vinda não me foi dito (No caderno de campo eu exploro mais sobre essa questão). Ao mesmo tempo é muito interessante perceber todo o seu discurso sobre o trabalho, sobre a honestidade e sobre a religião, alias é muito curioso porque parece que ele é uma pessoa muito religiosa (ele chega a citar por 2 vezes passagens da Bíblia), embora ele deixe claro que não é “carola”.&lt;br /&gt;            Percebi na hora da transcrição que durante a entrevista fiquei muito presa ao roteiro, e que às vezes o interrompia...teve uma hora que eu não consegui me conter mesmo! foi quando ele disse que tinha escrito pro Salazar,e que o Salazar o respondeu! Segundo ele “O Salazar respondia a todo mundo”.&lt;br /&gt;            O que pude notar entretanto é que a partir de um certo momento a entrevista passou a ser um desabafo, isso fica claro quando ele fala da sua relação com os filhos e da sua solidão por ser, como ele mesmo diz “uma pessoa retraída”.&lt;br /&gt;            Os momentos finais da entrevista pra mim foram os melhores, descobri que meu Português é um exímio poeta!!!&lt;br /&gt;Deixo a vocês uma parte da resposta de Seu Moura, quando lhe pergunto o que é ser Português e viver no Rio de Janeiro essa foi uma das partes que mais me emocionaram...&lt;br /&gt;“...o ser humano tem que se adaptar ao lugar onde está ...tem de tentar entender os costumes, entender os vícios pra poder sair deles ...é difícil a pessoa sair de um país e ir para outro é difícil, por que nós saímos de uma maneira de convívio entende? onde a gente se entende mesmo não falando e vai pra um lugar aonde se falando não se entende ..é difícil filha ...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mariana Gonçalves Guglielmo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116404900224912540?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116404900224912540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116404900224912540' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116404900224912540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116404900224912540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/26a-entrevista-sobre-rosas-e-espinhos.html' title='26a. entrevista: sobre rosas e espinhos'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116403689183764969</id><published>2006-11-20T13:31:00.000-02:00</published><updated>2006-11-20T13:34:51.840-02:00</updated><title type='text'>25a. entrevista: "Portugal, pra mim, só a passeio...", mas...</title><content type='html'>Eis o lúcido relato da entrevista realizada pelo Saulo, atento às nuances e às inevitáveis contradições:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou escrevendo para relatar minha entrevista realizada no dia 5 de novembro.Como pode ver,demorei para compartilhar minha experiência com vocês.Peço desculpas,mas o final de período na faculdade somado ao trabalho têm me complicado bastante.&lt;br /&gt;      Mas quanto a entrevista,posso dizer que ocorreu tudo bem,acredito que não pela minha competência,mas sobretudo pela simpatia da minha entrevistada,a Dona Gorete.Logo que cheguei,acompanhado da sobrinha dela,ela tratou de me deixar bem a vontade,contando coisas relacionadas ao seu cotidiano,como da luta diária que ela tem para cuidar da própria mãe,que esta de cama,contando também que que o filho estava na praia naquele momento e o marido estava em um clube português,dançando e cantando como é de praxe nos finais de semana dele e,as vezes no dela também.&lt;br /&gt;     Ao iniciarmos a entrevista,ela estava mais a vontade do que eu.Durante a entrevista,percebi algumas atitudes que foram mencionadas em sala de aula,como por exemplo a exaltação ao trabalho,a descrição de dificuldades,mas a vitória conquistada no final.Dona Gorete,demonstrou ter orgulho,carinho e gratidão pela origem portuguesa,mas deixou bem claro que se identifica como brasileira.Como ela mesma fez questão de dizer,ela é "99% brasileira".Como já foi dito em sala de aula,as contradições também existiram,provavelmente,no caso da dona Gorete,para não demonstrar ingratidão com o país que acolheu sua familia.Estou dizendo isso porque ela afirmou que não encontrou dificuldades ou estranhamento na chegada ao Brasil,pelo fato de seu pai,dois irmãos mais velhos e seus tios-avós já estarem aqui.Mas em nosso primeiro contato ela havia me relatado que encontrou dificuldades na escola pelo fato do português escrito e falado aqui no Brasil ser diferente do "português" de Portugal.Durante a entrevista,ela afirma que por volta de dez anos,na escola,sofri preconceito por parte das crianças,que afirmavam que "os portugueses só vinham pra o Brasil para roubar o ouro".Outro fato interessante foi o choque que ela e seu irmão mais novo tiveram quando chegaram ao Brasil e começaram a ver pessoas negras,algo que eles só tinham visto pela primeira no embarque para o Brasil,no porto do Porto.Ela disse que quando estavam aqui no Brasil que viam pessoas negras saíam correndo,com medo,deixando sua mãe muito constrangida.Por ironia do destino,dentre os melhores amigos dela nos dias de hoje,está um casal de negros.&lt;br /&gt;   A questão do gênero também é interessante para ser observada no depoimento de dona Gorete.Pode-se dizer que ela reforçou a teoria dos que afirmam que mulher fala bastante da familia.Principalmente quando páro e penso no bate papo que tive com o esposo dela,que também é português(com sotaque fortissímo),que trilhou toda sua trajetória no Brasil através dos lugares que trabalhou.Por exemplo,"em 70, trabalhava em tal lugar,6 anos depois fui trabalhar no Centro da cidade..."Dona Gorete,apesar de citar a luta que teve trabalhando com o marido no comércio,fala mais da família mesmo.Quanto a questão da transmissão da herança portuguesa,percebi que tanto ela quanto o marido fizeram e fazem isso sem forçar,mas de maneira natural.O filho dela as vezes a chama para escutar músicas portuguesas que encontra na internet,bem como gosta de salada de bacalhau com batata e bolinho de bacalhau.E o melhor de tudo,assim como o pai,o filho dela é vascaíno.Dona Gorete,apesar de deixar claro que não acompanha futebol,se diz flamenguista.Sua família,na maioria,torce para o Vasco.&lt;br /&gt;    No final da entrevista,dona Gorete afirmou que não pretende morar em Portugal,pois afinal,como ela disse,"Portugal,só a passeio!"Mas como ela disse,se puder,tentará morar em um outro lugar fora do Rio,pela violência da cidade.(Dona Gorete mora no Engenho de Dentro,e já teve armas apontadas em sua cabeça duas vezes.)De incidente mesmo,o que ocorreu foi o caso do gravador,no qual minha amiga apagou a entrevista sem querer.Mas,felizmente,levei dois gravadores,um digital e um mp3.Mas,de uma forma geral,tudo ocorreu bem.Deixo aqui frases que para mim resumem as impressões que tive sobre dona Gorete...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; "Portugal,pra mim,só a passeio.Hoje me considero 99% brasileira.Eu amo o Brasil."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue em anexo uma foto com Dona Gorete na infãncia,as vésperas dela e sua familia(parte) virem para o Brasil.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116403689183764969?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116403689183764969/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116403689183764969' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116403689183764969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116403689183764969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/25a-entrevista-portugal-pra-mim-s.html' title='25a. entrevista: &quot;Portugal, pra mim, só a passeio...&quot;, mas...'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116403668636977229</id><published>2006-11-20T13:30:00.000-02:00</published><updated>2006-11-20T13:31:26.370-02:00</updated><title type='text'>A fonte é ARIAL 12, espaço 1,5</title><content type='html'>Oi, pessoal, só para relembrar, a fonte a ser utilizada na transcrição (e nos outros materiais também, de preferência) é ARIAL 12 com espaço 1,5.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;um abraço,&lt;br /&gt;Alvito&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116403668636977229?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116403668636977229/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116403668636977229' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116403668636977229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116403668636977229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/fonte-arial-12-espao-15.html' title='A fonte é ARIAL 12, espaço 1,5'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116403639514794553</id><published>2006-11-20T13:23:00.000-02:00</published><updated>2006-11-20T13:26:35.163-02:00</updated><title type='text'>Ficha de entrevista e ficha iconográfica</title><content type='html'>Oi, pessoal, a pedidos, estou colocando aí vão a ficha de entrevista e a ficha iconográfica:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FICHA DE ENTREVISTA PROJETO FADO TROPICAL:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Código da entrevista (ver mapa de entrevistas): ____________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de realização da entrevista: __/__/__  Local: __________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistado(a):_______________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Endereço: ____________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CEP: ____________ tel: _____________ e-mail:_____________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de nascimento: __/__/__    Local: ____________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de chegada ao Brasil: __/__/__  Local: ________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profissão atual: ______________________&lt;br /&gt;Profissões anteriores: __________________________________________&lt;br /&gt;&amp;shy;_____________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estado civil: ____________________ Filhos: ______ Netos: __________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistador: ________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curso: _________________ Período: _______&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gravação: (  ) digital             (  ) em fita cassete&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No. de fitas: (    )  Duração total aproximada: __________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No. de páginas do depoimento transcrito: _____ (Arial 12)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data da conferência: __/__/ __&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data da assinatura da carta de cessão: __/__/ __ (  ) NÃO AUTORIZOU&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fotos: (  ) sim (  ) não // Número de fotos: __________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observações: _____________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FICHA DE MATERIAL ICONOGRÁFICO DO PROJETO FADO TROPICAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referente à entrevista (código – ver mapa): ____________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foto número (NÃO PREENCHER) : ___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistado(a) – dono da foto: _______________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data (mesmo que aproximada) da foto: ____/ _____/ _____   _______________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: ___________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor da foto (quem tirou): ___________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descrição da foto (nas palavras do(a) entrevistado(a):&lt;br /&gt;________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Legenda a ser colocada na foto:&lt;br /&gt;________________________________________________________________________________________________________________________________&lt;br /&gt;________________________________________________________________&lt;br /&gt;________________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autoriza a colocação desta foto no Blog “Alma Luso-Carioca”*  ( ) sim ( ) não&lt;br /&gt;______________________________________________&lt;br /&gt;(assinatura do(a) entrevistado(a)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* http://almaluca.blogspot.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116403639514794553?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116403639514794553/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116403639514794553' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116403639514794553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116403639514794553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/ficha-de-entrevista-e-ficha.html' title='Ficha de entrevista e ficha iconográfica'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116401727639766451</id><published>2006-11-20T08:01:00.000-02:00</published><updated>2006-11-20T08:07:56.413-02:00</updated><title type='text'>24a. entrevista: português e flamenguista</title><content type='html'>Oi, pessoal, eis o engraçado e inteligente relato da entrevista realizada pelo Álvaro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu que sou o maior papa-mosca de Uffogrado, simplesmente num acesso de amnésia/lerdeza esqueci de enviar o relato da entrevista que realizei com o Sr. Antônio Fernando de Almeida Portela na última  terça, dia 14. Cheguei ao salão do luso por volta de 13:30. Como de usual, a clientela compunha-se basicamente de senhoras, e o Sr. Antônio, "barbeiro e cabeleireiro de homem" como gosta de frizar, estava sentado numa cadeira à espera de fregueses. Como não havíamos fechado uma data certa para a realização da entrevista - ele dissera que eu podia chegar a qualquer hora e, como o movimento costuma ser pouco, iria me atender sem problemas -, perguntei se havia a disposição para tal e lá fomos nós. Ele, ao contrário do que esperava, acostumado ao seu jeito taciturno e meio seco das outras vezes em que me cortou o cabelo, foi extremamente simpático, bonachão e falador. Confessou de boca cheia, para minha aflição, que é flamenguista! Um ponto que me atormentou fundamente ao longo da entrevista foi o fato de que, dum lado, o Sr. Antônio fugia várias vezes das perguntas, usando-as como ganchos para outras memórias (o que, evidentemente, tem seu valor, mas deixou sombras em muitos pontos, sombras que eu, bobamente, nãoprocurei investigar...); por outro, em muitas respostas parecia faltar um ordenamento mais lógico de sorte que, eu, já naturalmente confuso pelo meu próprio e maltratado cérebro, me fui perdendo em determinados pontos. O resultado foi que em dados momentos achava que a entrevista estava para terminar e lá vinha um tópico a ser exumado... Apesar dos pesares, o eixo central da entrevista ficou claro: o trabalho. Essa preocupação refletiu-se de modo cômico quando da explicação do esforço em prover educação para os filhos: ele, que só completara o primário, afirma em dado momento que moveu mundos e fundos "para conseguir fazer da minha&gt; filha uma médica e do meu filho um professor (porque não quis ser outra coisa, ele quis ser professor)", implicitamente afirmando o seu desconfort o com a nobre e esculachada carreira (o que me lembrou da Sra. Minha Mãe, ela própria professora de História, que exclamou indignada quando lhe disse do meu&gt; propósito de seguir o magistério: "Estudou tanto pra&gt; virar professor!"). Outro ponto que julguei muito interessante foi quando o entrevistado disse que era mais brasileiro do que eu porque ele viera para o Brasil por gosto, ao passo que este triste estudante nasceu aqui por acaso. A tripla nacionalidade que alegava ter também foi bem bacana: ao sair de Portugal, era português; no Brasil, virou galego; e ao voltar à Santa Terrinha, metamorfoseara-se em brasileiro.  Creio - após ter transcrito a entrevista - que vacilei em vários pontos e que entrevista poderia  ter, de longe, sido muito mais bem explorada... Normalmente, insensível que sou, só me comovendo com violência contra animais e partidas de bocha, devo confessar que até fiquei feliz com o impacto que a entrevista teve nas relações com meu barbeiro. É que  na sexta-feira, ao ir cortar o cabelo, ele  mostrou-se bem diferente, muito mais expansivo, contou outras históiras, falei da minha família (que também é portuguesa) e rimos bastante.&lt;br /&gt;Saudações suburbano-vascaínas diretamente de Campo Grande para Niterói, a Oxford fluminense!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116401727639766451?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116401727639766451/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116401727639766451' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116401727639766451'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116401727639766451'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/24a-entrevista-portugus-e-flamenguista.html' title='24a. entrevista: português e flamenguista'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116394527625228261</id><published>2006-11-19T12:06:00.000-02:00</published><updated>2006-11-19T12:07:56.266-02:00</updated><title type='text'>23a. entrevista: dois em um</title><content type='html'>Oi, pessoal, eis o relato da entrevista que o Leonardo Leitão fez com dois irmãos e que ilustra bem os imponderáveis de uma situação de pesquisa, embora tenha dado tudo certo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei no local da entrevista por volta das 14:00, trata-se de uma oficina em Olaria, e estava um sol escaldante. Entrei na oficina e logo encontrei meu entrevistado, o seu Ernesto que estava junto de seu filho Marcelo. Acompanhei o entrevistado até uma salinha fechada que tinha na oficina. Imaginem uma salinha fechada, dentro de uma oficina com telhado de amianto, em um dia de sol em Olaria. Dada a situação, e o conselho do professor de sempre deixar o entrevistado a vontade, não tive coragem para pedir pra desligar o barulhento ar-condicionado(e agora obviamente estou me esfolando pra conseguir ouvir o que ele disse, com sotaque e música ambiente do parelho refrigerador). A entrevista transcorria bem, apesar de o ar-condicionado só fazer barulho, esfriar nada. Dentro de poucos minutos estavamos os dois enxarcados de suor. Foi quando chegou o irmão dele e começou a participar da entrevista também. Enfim o calor era tanto que seu Ernesto resolveu mudar de sala, e eu concordei. Mudamos de sala e o processo levou alguns minutos, nos quais deixei o gravador ligado. Na sala nova senti até frio de tão forte que estava o ar-condicionado, e essa sala apresentava apenas um incômodo: era o escritório da oficina em que de vez em quando tocava um telefone. A minha maior dificuldade foi decidir quando eu deveria intevir para introduzir novos assuntos ou explorar melhor algum argumento, e em que medida isso atrapalharia a integridade do relato. Enfim, fiquei indeciso quase que a entrevista inteira, e fiquei com a impressão de que diversos pontos muito interessantes contados no nosso último encontro antes da entrevista ficaram de fora, e eu resolvi me consolar pensando que esse foi o recorte dado pelo entrevistado. Um outro ponto deixou a entrevista um tanto quanto caótica, a desordem das perguntas. Mas acho que é assim mesmo, se tudo fosse organizado demais, aí sim que seria estranho. Bom acho que foi só isso, fiquei um pouco atrapalhado mas até que a entrevista deu bastante material.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116394527625228261?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116394527625228261/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116394527625228261' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116394527625228261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116394527625228261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/23a-entrevista-dois-em-um.html' title='23a. entrevista: dois em um'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116393213327426576</id><published>2006-11-19T08:27:00.000-02:00</published><updated>2006-11-19T08:28:53.290-02:00</updated><title type='text'>22a. entrevista: mais brasileira do que portuguesa ?</title><content type='html'>Oi, pessoal, eis o interessante relato da entrevista feita pela Liliane Brito:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Alvito!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;   Segue o meu relato da entrevista com o código EFT 017. Peço desculpas por não ter mandado antes, pois esse final de período e de faculdade( se tudo der certo! ), está comprimindo o tempo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Eu tive no começo, algumas dificuldades para encontrar uma entrevistada. Até que numa conversa informal com a minha vizinha, encontrei a D.Graça, ambas participam das atividades da Igreja Católica local. Sua entrevista foi muito interessante, pois tive um exemplo explícito do texto do Bourdieu, percebendo como uma pessoa constrói sua auto-imagem. Escrevo isso, pois D.Graça é uma pessoa muito simpática e extrovertida. Mas diante do gravador se tornou uma pessoa econômica das palavras. Até a quarta pergunta que se refere ao Brasil, quando percebi que ficou mais relaxada e se soltou mais.&lt;br /&gt;Confesso que no começo fiquei tensa. Apesar de já ter feito outras entrevistas, o ato de entrevistar sempre dá aquele frio na barriga. Pois ao mesmo tempo que se precisa daquelas informações, deve-se ter um cuidado especial com a sua fonte. O ser humano. É... ele está lá expondo a própria vida. Falando de momentos íntimos, confiando na sua pessoa. Enfim, ajudando-nos a construir um novo olhar para a disciplina de História. Humanizando a nossa relação com essa atmosfera tão dura que nos cerca.&lt;br /&gt;Bom...mas voltando a D.Graça. Cheguei lá pontualmente às 14h, e só saí de sua casa às 19: 30. Calma! Minha entrevista só durou 1 hora e 15 minutos. Porém, todo esse tempo fiquei conversando e conhecendo ainda mais, essa senhora tão alegre, mas que traz consigo, alguns momentos tristes. Contou-me histórias que a emocionaram. De 14:10 até 14:50. Eu não poderia ligar o gravador naquele momento, pois dizia num tom confessional. Seria frieza de minha parte, cometer tal gesto.&lt;br /&gt;A entrevistada tem uma relação muito forte com o Brasil, apesar de já ter voltado 7 vezes a Portugal. Em seu discurso afirma ser muito mais brasileira do que portuguesa. Deixou claro que desde o primeiro momento se apaixonou pelo país e quis ficar. Construindo assim, sua vida aqui. Tem três filhos, um mora na Espanha, outro em Portugal. Acho que por isso, só a partir da década de 90, voltou 5 vezes a sua terra natal. É católica apostólica romana. Quando falava de sua religião, sua voz ficava mais vigorosa.&lt;br /&gt;Tive alguns problemas com a fita cassete que por falha minha não era TDK. Comprei uma marca chamada FEI que é usada no Labhoi, por isso achei que não tinha problema. Ledo engano. Já na penúltima pergunta, a fita parou! Simplesmente parou! Dois pinos de sua engrenagem tinham quebrado. Ô fitinha...claro que fiquei tensa, mas para a minha sorte, tinha levado três fitas. Então, saquei a terceira e finalizei o trabalho. Consegui digitalizar as três e não perdi as informações preciosas da primeira versão.  Na repetição, a emoção já tinha mudado, mas outros comentários importantes foram feitos. &lt;br /&gt;Durante o final da entrevista, o filho que mora com ela chegou, e fez uma leve interferência, mas nada que chegasse a prejudicar. Eu também tive as minhas interferências incontroláveis, que às vezes desviavam o curso da entrevistada. O mal hábito de perguntar datas mais precisas também apareceu em alguns momentos. Mas no geral, tudo transcorreu bem. Terminei a visita, com um gesto comum lusitano, um convite para um saboroso lanche. Foi ótimo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;Liliane Brito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116393213327426576?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116393213327426576/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116393213327426576' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116393213327426576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116393213327426576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/22a-entrevista-mais-brasileira-do-que.html' title='22a. entrevista: mais brasileira do que portuguesa ?'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116379085385321249</id><published>2006-11-17T17:12:00.000-02:00</published><updated>2006-11-17T17:14:13.870-02:00</updated><title type='text'>21a. , uma entrevista psicanalítica</title><content type='html'>Oi, pessoal, eis o relato da interessante entrevista realizada pela Manuela Green, salientando que a necessidade de re-entrevistar acabou sendo uma vantagem: os deuses transformam o erro em acerto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá, estou te mandando agora no próprio e-mail.&lt;br /&gt;Até mais, Manuela.&lt;br /&gt;Entrevistada: Lusia de Fátima Feijó Machado&lt;br /&gt;Data: 11/11/06&lt;br /&gt;Relato:&lt;br /&gt;Devido ao problema com a gravação da primeira entrevista, fiquei bastante nervosa e insegura para esta “re”entrevista. Da primeira vez tudo correu bem -achava eu- Lusia foi muito tranquila, respondeu a todas as perguntas, falou bastante, fez análises sobre suas opiniões e posturas anteriores. Saí de lá encantada com ela.&lt;br /&gt;Meu maior medo agora era que ela fosse burocrática e sem emoção. Ela já sabia que eu tinha tido problemas com a gravação, e se dispôs a responder novamente algumas perguntas. Mas o fato é que só foram gravados dez minutos de entrevista, por tanto ela teria que ser refeita.&lt;br /&gt;Consegui marcar com ela uma semana depois, e para minha surpresa e felicidade, ela estava tão ou mais disposta a me responder que antes. Novamente ela falou bastante, só que agora enfatizou outros aspectos. Se da primeira vez ela foi mais panorâmica, da segunda ela ofereceu mais detalhes e histórias. Esta foi ainda mais longa que a primeira, ela se remeteu a afirmações suas, disse que repensou e analisou suas declarações. Fez mais perguntas sobre o projeto, perguntou sobre as outras entrevista que estavam sendo feitas, me ofereceu outras fotos que ela havia achado depois e pediu que a mantivesse informada sobre o desenrolar da pesquisa.&lt;br /&gt;Acabou sendo uma experiência fantástica, reentrevista-lá, mesmo que a partir de um erro. Acho que vai ser muito interessante para a turma pensar esta entrevista, pois o fato de ela ter uma formação psicanalítica, o que a aproximou de Portugal, fez com que a entrevista fosse para ela um retorno às origens e também -de algum modo- uma reconciliação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116379085385321249?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116379085385321249/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116379085385321249' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116379085385321249'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116379085385321249'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/21a-uma-entrevista-psicanaltica.html' title='21a. , uma entrevista psicanalítica'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116378185962725795</id><published>2006-11-17T14:37:00.000-02:00</published><updated>2006-11-17T14:44:19.650-02:00</updated><title type='text'>Cabeçalho e sumário</title><content type='html'>Oi, pessoal, estou louco para ler/ouvir as entrevistas. Como vocês já devem estar em pleno trabalho de transcrição, envio o modelo de cabeçalho e de sumário:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Antes da transcrição deve vir o cabeçalho&lt;/strong&gt;, no exemplo enviado pelo Marcos Felipe de Brum Lopes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto “Fado Tropical” – História Oral&lt;br /&gt;Entrevistado: Daniel Augusto Sobral&lt;br /&gt;Entrevistador: Marcos Felipe de Brum Lopes&lt;br /&gt;Local: residência do entrevistado, no bairro tal, da cidade tal (&lt;strong&gt;não&lt;/strong&gt; colocar o endereço completo nem o telefone, que constarão da ficha de entrevista)&lt;br /&gt;No dia ____/_____/_____ (ou por extenso)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exemplo real de sumário também foi enviado pelo Marcos Felipe de Brum Lopes (obrigado pela colaboração, xará!):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Repete-se o cabeçalho&lt;/strong&gt; e depois:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sumário da entrevista&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até 30’15’’ (pp. 01-12)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(p. 01) Caracterização da vida em Portugal – Trabalhos na aldeia – Tipos vegetais plantados na lavoura – Pobreza – Falta de dinheiro – Vida em comunidade – Trabalho coletivo – Ferramentas de trabalho –Transporte das mercadorias – Salazar e a emigração – (p. 02) Perda da mãe – Falta de estudos – Trabalho nas minas de ouro – Rigidez do inverno – Disputa por lenha – Carta de chamada para o Brasil – (p. 03) Direitos trabalhistas – Outros trabalhos sazonais da comunidade – Clima em Portugal – Emigração para países da Europa – Melhorias após da II Guerra Mundial – (p. 04) Volta a Portugal – Elogios ao Brasil – Brasileiros na aldeia portuguesa – Clube brasileiro na aldeia portuguesa – Gosto pela música brasileira – Desejo dos portugueses em emigrar para o Brasil – Portugueses em Belém do Pará – (p. 05) Poucos portugueses em Teresópolis – Vinda para o Brasil – Primeiros contatos em Teresópolis – Trabalho na zona rural em Teresópolis – (p. 06) Trabalho no centro urbano em Teresópolis – Honestidade na vida de trabalho – Portugueses que enriqueceram – Viagem para o Brasil – Diversão no navio – (p. 07) Luxo do navio – Chegada ao Rio de Janeiro – Primeiros contatos no Rio de Janeiro – Ida para Teresópolis – Conquistas ao longo da vida – Elogios a Teresópolis – (p. 08) Emoção da chegada ao Brasil – Dificuldades do imigrante pobre – Discriminação dos portugueses ricos – Bom relacionamento com os brasileiros – (p. 09) Trabalho com portugueses e brasileiros – Não há preconceito no Brasil para com os portugueses – Educação nas relações sociais – Uma única complicação – (p. 10) Boas relações com todos – Sem dificuldades com os costumes – Os costumes portugueses em brasileiros são semelhantes – (p. 11) Relação com outros portugueses em Portugal – Comparação entre a vida na aldeia a vida atual – Relação com portugueses em Teresópolis – (p. 12) Música portuguesa – A Casa de Portugal em Teresópolis – Portugueses da Casa de Portugal – Resistência ao clube português – Futebol: o Vasco e o Porto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;um abraço a todos e mais uma vez obrigado ao meu xará,&lt;br /&gt;Alvito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S: Quem já tiver feito a transcrição (mesmo que faltem ainda alguns detalhes, me envie para eu ir matando a curiosidade).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116378185962725795?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116378185962725795/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116378185962725795' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116378185962725795'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116378185962725795'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/cabealho-e-sumrio.html' title='Cabeçalho e sumário'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116364969881400733</id><published>2006-11-16T01:46:00.000-02:00</published><updated>2006-11-16T02:01:38.873-02:00</updated><title type='text'>20a. entrevista: um relato bem diferente</title><content type='html'>Oi, pessoal, eis o relato do Felipe Svaluto acerca da sua experiência de entrevista com o Sr. Gil e de todo o processo crítico que a precedeu. É longo, mas vale a pena ler, pois há reflexões interessantes, que merecem ser conhecidas. Ao fim eu faço um pequeno comentário. Vamos ao relato do Felipe:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Pensei bastante antes de escrever esse relato, tanto talvez quanto vou pensar ao escrevê-lo. Não em busca das melhores palavras, da frase precisa, da imagem mais forte – mas simplesmente em busca do que dizer e do que silenciar. Por que? Porque todos os relatos até agora, os escritos e aqueles falados em sala – ou quase todos, talvez não haja isso em um ou outro aqui – indicam uma proximidade com o entrevistado, uma intimidade; há quem simplesmente conhecia o entrevistado, há quem já tivesse o português como amigo, há até quem pretenda tê-lo como amigo futuro, amizade de origem exótica, surgida de um trabalho escolar e ultrapassando gerações – viraria filme choroso americano sem maiores dificuldades, é pensar seriamente em vender a idéia; já o meu relato só pode se dar tendo como ponto central exatamente o oposto: a distância, a falta de contato entre mim e o entrevistado. Explico: minha intenção original, como já dito ao professor e a alguns outros da sala, ela entrevistar um português judeu. Queria sim o diferente, o exótico mesmo, o que destoasse dos comerciantes pouco variados que eu imaginava serem os alvos principais dos meus colegas – o que se deu em grau bem menor do que eu imaginava, felizmente; mas havia outra motivação, talvez mais nobre, se é que há mesmo nobreza em concepções de mundo, e não são elas apenas orientadas por classe, gênero, genes ou uma sexualidade infantil específica. Eu queria entrevistar um português judeu porque não gosto de nacionalidades; e não gosto não no sentido em que não gosto de batata: abomino os nacionalismos e sua história de guerras, genocídios e destruição, de vidas e propriedades, de produtos dessas vidas. Não sabia qual seria o tema do curso, como falei já na primeira aula; fiz a inscrição por gostar do professor – quem conhece a mim e minhas críticas a professores em vários fóruns abertos, internet inclusive, sabe que não digo isso à toa, nem a muitos deles – e pela necessidade curricular de cursar as instrumentais, em geral absolutamente terríveis e distantes do que um curso instrumental deveria realmente ser, distância que eu sabia que não encontraria com o Alvito. E é logo nessa primeira aula que eu descubro o tema, a imigração portuguesa; um tema nacional, e de nação que me interessa talvez ainda menos do que a maioria – uma nação na qual a história da liberdade é infinitamente menor que a das chamas católicas e da tirania, monárquica ou fascista. Um português judeu seria isso: um sobrevivente do genocídio tão parte de Portugal quanto o fado ou o onipresente caldo verde; talvez alguém que tenha recuperado as origens judaicas depois de gerações e gerações de uma família de cristãos-novos, como são alguns judeus hoje, no Portugal, no Brasil e no mundo. Sim, o judaísmo também é uma nacionalidade, e das mais antigas; um todo cultural-étnico-religioso, com seus próprios preconceitos e absurdos nacionais, expressos ou não na nacionalidade política de Israel; mas no caso específico do nosso tema, um português judeu dificilmente seria outra coisa que não a vítima do Portugal que seria, eu imaginava – na maioria das vezes foi mesmo – cantado em prosa ruim pelos outros entrevistados.&lt;br /&gt;Problema é que eu não consegui esse judeu; entrei em contato com colegas judeus da uff, fiz pesquisa na internet, tive um nome praticamente certo – por três dias, tão pouco que nem soube o nome dele na verdade. Outubro correndo e eu sem entrevistado, a minha proposta de fugir dos clichês e da exaltação da nação portuguesa já tornada inviável pelos fatos. Tento então um outro português exótico, que talvez trouxesse luzes aos simplismos que um dos meus preconceitos me indicava em relação a todos os outros: entrevistaria o avô de Leonardo, amigo da uff; ex-professor de Direito, versado em latim e de grande erudição – segundo o neto -, esse português poderia ser um pouco mais reflexivo do que eu imaginava que a maioria seria. Falo com Leonardo e ele dificulta: o avô teve derrame, mal consegue falar, eu não entenderia nada, ele próprio não entende; falo de novo dias depois e ele é ainda mais enfático: o português doutor é inviável também. Final de outubro e eu ainda sem entrevistado, aceito o que aparece: amiga de Leonardo, de pai português, soube da minha situação e ofereceu o pai para entrevista: pai foi militar, serviu em Angola antes de vir para cá; talvez o pior dos cenários possíveis, e seria genial se esse relato terminasse exatamente comigo surpreendido pela postura anticolonialista e antibelicista do pai dela – com sorte o homem seria até anticomunista também. Mas minha entrevista fez questão de continuar não sendo tão romântica quanto tantas outras: o pai confirmou a princípio e depois negou a entrevista. A garota, até então completa desconhecida, se mostra ainda mais prestativa – provavelmente se sentindo culpada pelo pai – e arruma em questão de dias um novo português, agora sim o meu entrevistado, o Sr.Gil. Nada demais, pensei: jardineiro, “simples” – segundo a própria garota, que merece citação nominal aqui, a Fagna – e que me obrigaria a ir até Pedra de Guaratiba entrevistá-lo, conhecendo toda uma área da cidade que faço outro dos meus preconceitos faz questão de ignorar. Mas o fim de outubro e os problemas como todos os portugueses - reais e imaginados - anteriores vencem os preconceitos e eu “aceito” o Sr.Gil como entrevistado.&lt;br /&gt;Enfim, para quem chegou até aqui, ou simplesmente rolou o cursor ao lado, como eu fiz com tantas e menores introduções de vocês no blog: foi “tudo bem” na entrevista também, no primeiro contato inclusive. Nesse eu fui surpreendido: Sr.Gil tem pouquíssima instrução mas(?) é profundamente articulado; aproveitei o fato de que saiu de Portugal tardiamente – com 32 anos, em 1964 – e, já sabendo também que a entrevista de fato teria perguntas específicas, fiz questão de direcionar esse primeiro contato para o aspecto político-histórico, que ele cobriu surpreendentemente bem. Não confiei na memória e confiei na enorme disponibilidade dele: peço desculpas, Alvito, mas pedi licença – concedida – e passei todo o primeiro contato a anotar, sim, em papéis o que ele me dizia. Houve momentos complicados, não sou entrevistador e por mais que tivesse uma pauta na cabeça, trabalhada no dia anterior, houve algumas lacunas na conversa, silêncios meus, em busca de perguntas, principalmente no final; mas o resultado foi ótimo: tenho duas folhas de papel excelentes, com quantidade impressionante de informações, as mais relevantes postas no espaço do caderno de campo dedicado a essa conversa. Problema: a intimidade com o entrevistado até então desconhecido não se deu; a conversa foi “burocratizada”, tenho certeza disso; mas tenho certeza também de que eu dificilmente conseguiria fazer de outra forma, não sou naturalmente expansivo e não tenho em absoluto um terço do entusiasmo de alguns colegas, senão pelo tema, ao menos pelo entrevistado. A dimensão humana praticamente não existiu. Vantagem: soma-se os papéis, minha fala pré-conversa com ele – também profundamente esquemática, explicando todo o trabalho, a importância dele, uma ou outra tentativa de aludir exatamente ao nacionalismo para contagiá-lo – e a seriedade, gravidade mesmo que dei a coisa toda – que disfarçava o desinteresse, sim – e nós temos um entrevistado que entendeu exatamente o que eu queria dele. E falou, e falou bastante, e falou muito bem; e eu tenho tudo isso nos tais papéis não recomendados pelo professor, em letra ainda mais corrida e feia que a habitual. Falou de Salazar, da ditadura no Brasil, da vida na aldeia, do trabalho como jardineiro – e muito, e vezes várias, da ética do trabalho, de como conseguiu tudo o que tem – e tem mesmo, alguns terrenos em Pedra e uma casa na Barra  - com o trabalho pesado...Algumas afirmações muito interessantes dentro desses tópicos, que comentarei em sala quando chegar a vez. A entrevista em si foi diferente: não houve espaço para isso e os clichês se destacaram, com o entrevistado praticamente reafirmando – juro que não houve combinação de respostas... – o que disseram os portugueses igualmente simples entrevistados pelos colegas, o que foi previsto em sala como resposta padrão. Não foi o que eu queria, foi exatamente o que vários outros portugueses foram, como vi em outros relatos; novamente deixo para a sala esses comentários, que valerão mais como repetição mesmo. Claro, estudar um grupo implica em repetições; o problema é que eu procurei o tempo todo dar voz a um indivíduo – e saio com a nítida sensação de que só ajudei a dar voz a um coletivo, com seus imaginários, suas construções, suas identidades sempre muito pouco razoáveis. Uma das minhas tentativas de justificar o trabalho para o Sr.Gil girou exatamente em torno da importância de manter viva a cultura portuguesa, quando eu mesmo abomino quem pretenda esses exclusivismos culturais nacionais; a impressão é que eu só fiz ajudar aquele homem a se sentir ainda mais português – e brasileiro, como veremos – e menos como o Sr.Gil, a pessoa que faz todo sábado o trajeto da Barra da Tijuca para Pedra de Guaratiba, e que não deve suas qualidades e defeitos – muito menos identidade – a nenhum coletivo nacional historicamente transcendente. Enfim, sob a lógica do curso e da proposta, “deu tudo certo” comigo também. Sob a lógica humana, eu só ajudei a alimentar um atraso.&lt;br /&gt;Abraço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caro Felipe, já o disse e agora faço questão de registrar por escrito o quanto admiro sua invulgar coragem intelectual e sinceridade. Suas reflexões acerca do nacionalismo são muito pertinentes. Eu também sonho com um mundo sem fronteiras, bandeiras, hinos sobre canhões e terras mais garridas, filhos que não fogem à luta etc. São fruto de processos históricos e, portanto, construídos pelos homens e suas relações. Até você e sua busca (admirável) pela liberdade é (ao menos em parte) um produto de uma tradição. Mas os homens investem suas vidas nesses significados construídos historicamente, é através deles que expressam alegrias e tristezas, fruem a beleza ou contemplam o horror. A superação dos estreitos limites do nacionalismo exige, como medida primeira e insubstituível, perceber o homem e o humano por debaixo ou mesmo, numa relação complexa, na sua expressão nacional. Com a sua entrevista, você não alimentou o atraso, você pode ter dado um pequeno (mas sempre importante) passo na direção desejada por você e por muitos. Muito obrigado, sempre, por sua crua sinceridade, artigo raro no campo intelectual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;um caloroso abraço carioca-baiano-lusitano pra você,&lt;br /&gt;do Marcos Alvito&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116364969881400733?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116364969881400733/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116364969881400733' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116364969881400733'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116364969881400733'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/20a-entrevista-um-relato-bem-diferente.html' title='20a. entrevista: um relato bem diferente'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116364838851746238</id><published>2006-11-16T01:37:00.000-02:00</published><updated>2006-11-16T01:39:48.526-02:00</updated><title type='text'>19a. entrevista: lembrando do Bourdieu...</title><content type='html'>Oi, pessoal, vejam o curto porém lúcido comentário da Isabela acerca da sua entrevista e da mudança que o gravador ligado causou a seu entrevistado (é claro que mesmo assim deu tudo certo):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá professor,&lt;br /&gt;Estou lhe envindo o relato da minha entrevista realizada no dia 02 de novembro, com o senhor Antônio Correa.&lt;br /&gt; Estava muito ansiosa para realizar a entrevista. Quando cheguei na casa dele, fui muito bem recebida e conversamos sobre as fotos primeiramente. Depois disso, demos início à entrevista, no começo fiquei muito nervosa, porque ao ligar o gravador vi que sua postura mudou, até mesmo a entonação da voz, ficou uma pessoa mais séria, bem diferente da de minutos antes. Passado esse estranhamento, tudo  transcorreu bem, mas tive dificuldade de lidar com algumas situações, nas quais ele dava respostas curtas e falava menos que eu queria ouvir e sabia que tinha acontecido. O que eu pude perceber é que ele já estava com um relato construído. A entrevista durou 1h e 13 min, porém fiquei lá mais 3 horas depois, porque aí sim, ele ficou à vontade e conversamos mais, inclusive com a participação da sua esposa, Dona Assunção, também portuguesa. Mas no final deu tudo certo e as informações dessa conversa informal foram para o caderno de campo.&lt;br /&gt;Abraço,&lt;br /&gt;Isabella Trindade Menezes&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116364838851746238?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116364838851746238/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116364838851746238' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116364838851746238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116364838851746238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/19a-entrevista-lembrando-do-bourdieu.html' title='19a. entrevista: lembrando do Bourdieu...'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116364789830089762</id><published>2006-11-16T01:28:00.000-02:00</published><updated>2006-11-16T01:31:38.316-02:00</updated><title type='text'>Pedido de ajuda - CD de instalação gravador Sony</title><content type='html'>Oi, pessoal, eu emprestei dois gravadores digitais. Um foi para a Geisa, que já realizou a entrevista, mas não está conseguindo baixar no computador porque não tem o CD de instalação que ficou com a pessoa que pegou o outro gravador emprestado. Se vocês lembrarem quem pegou o gravador emprestado e tiverem como avisar a esta pessoa, peçam-lhe que leve o gravador na aula de amanhã (na verdade hoje, já) para resolvermos este problema para que a Geisa possa iniciar a transcrição. Muito obrigado a todos pela cooperação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;um abraço,&lt;br /&gt;Alvito&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116364789830089762?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116364789830089762/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116364789830089762' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116364789830089762'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116364789830089762'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/pedido-de-ajuda-cd-de-instalao.html' title='Pedido de ajuda - CD de instalação gravador Sony'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116362172571380985</id><published>2006-11-15T18:10:00.000-02:00</published><updated>2006-11-15T18:15:25.726-02:00</updated><title type='text'>18a. entrevista: sinais dos deuses</title><content type='html'>Oi, pessoal, eis o ótimo  e divertidíssimo relato da entrevista feita pela Livia Cassemiro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;deu tudo certo apesar de tudo!!!!&lt;br /&gt;Acabei de fazer a minha entrevista agora. Confeço que estava ,morendo de medo das coisas darem errado. Primeiro a D. Lurdes adiou a entrevista, que estava marcada para domingo passado devido a uma visita em sua casa, o que me deixou um pouco preocupada (não muito, já que não tenho noção de tempo e espaço) porém quando descobri que a transcrição era pra ser entregue no dia 23 fiquei louca para fazer logo a entrevista.&lt;br /&gt;Bem a data foi transferida para hoje às 14:00 h em minha casa, ou melhor, na casa de meus pais em Campo Grande (eu fico em Niterói durante a semana num pensionato) o que aumentou a minha preocupação, eu tenho uma familia grande e barulhenta, não dá pra fazer uma boa entrevista aqui (mais um motivo para a minha preocupação), tinha q fazer a entrevista na casa de D. Lurdes.&lt;br /&gt;Saí de Niteroi as 8 da manhã e cheguei em Campo Grande as 10, como faltavam 4 horas para a entrevista tive a magnífica idéia de acompanhar meus papais a fazer compras no supermercado, porém o estabelecimeno estava lotado e saimos de lá 13:30, faltava somente meia hora para a entrevista e não estava nem sequer em casa (socorro). Como meus pais são bem rápidos , eu tomei banho e almocei em tempo recorde (vou participar das proximas olimpíadas) e cheguei na casa da D. Lurdes só com meia hora de atraso (sou demais).&lt;br /&gt;D.Lurdes é vizinha de meus pais e dona de um pequeno comercio aqui no bairro (no qual eu compro doces sempre que posso). Quando estava procurando a sua casa e pensando em vários problemas que iriam ocorrer durante a entrevista (a pilha acabar, não conseguir falar ou fazer ela falar ou até mesmo cair um raio em cima de mim enquanto seguia meu caminho)&lt;br /&gt;me veio um bom sinal, um cachorrinho simpático me acompanhou até a casa de D. Lurdes, sinal dos deuses (viva!!!). Ela me recebeu super bem, um pouco tímida, nem pareceu que percebeu o meu atraso. Eu fiz a entrevista na sala de estar, ocorreu tudo bem e eu acho que a entevista foi um pouco diferente dos meus colegas, pois ela enfatizou a sua familia PORTUGUESA e não a brasileira (estranho, né?!) , a sua vida na "roça" e suas viagens para Portugal (e foram muitas e ela narrou tão bem que fiquei com vontade de ir pra lá). Uma particularidade bem peculiar( eu sei que essa foi horrível) foi quando eu perguntei sobre o preconceito que ela possa ter sofrido D. Lurdes me disse que nada sofreu, apenas brincadeiras sobre o seu jeito de falar, que ela sofreu mesmo quando se casou, seu marido (Seu Jorge) é moreno e a sua familia não o via com bons olhos.&lt;br /&gt;Outro fato curioso é que ela quase não tem sotaque, mas quanto a entrevistei do nada ela me começa a falar como "galega"!&lt;br /&gt;O resto estará tudo no Caderno de Campo e na Transcrição&lt;br /&gt;Até terça (eu quero meu cd...)&lt;br /&gt;Livia Cassemiro&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116362172571380985?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116362172571380985/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116362172571380985' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116362172571380985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116362172571380985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/18a-entrevista-sinais-dos-deuses.html' title='18a. entrevista: sinais dos deuses'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116355830635878765</id><published>2006-11-15T00:30:00.000-02:00</published><updated>2006-11-15T00:38:26.370-02:00</updated><title type='text'>17a. Brasil-África-Portugal-Itália e perguntas</title><content type='html'>Não podemos reclamar de monotonia, leiam só o relato do Ricardo acerca da entrevista realizada por ele com D.Isabel. Ah, ao final o Ricardo coloca algumas questões que eu respondi e que podem servir para alguns de vocês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tudo bem alvito?bom, acabei de realizar minha entrevista... entrevistei a Isabel, minha vizinha e mae de um amigo meu. Ela mora no terceiro andar do meu predio e a mãe dela, a D. Adília, no segundo. A entrevista foi ótima, eu acho, e, apesar de no início da entrevistada ela ter se limitado à história de vida de seus pais, consegui que ela falasse de suas próprias experiências como imigrante. Além disso, após o término da mesma, ela me contou coisas bem interessantes, o que me fez religar o gravador e iniciar novamente a gravacao, num complemento à entrevista. com relacao a isso, tem algum problema? pode entrar na transcricao normalmente?A história dela é bem curiosa pq seu pai, o Sr. João, já falecido, era brasileiro, filho de uma brasileira com um italiano. Foi num segundo casamento de sua mãe, com um português, que ele foi para Portugal, com uns 14 anos. Conheceu a d. Adília, teve 2 filhos (a isabel é a segunda) e, antes de vir para o Brasil, foi para a África, a fim de conhecer o lugar para possivelmente abrir um negocio lá.Em portugal, tiveram uma situação muito boa, mas acabaram perdendo tudo. Sr. Joao veio sozinho e um ano depois veio sua esposa e a isabel, entao com 5 anos. O primogênito veio algum tempo depois...A d. Adília tb tem um irmao que emigrou para os EUA antes dela vir para o Brasil.terminando, tirei uma foto com minha entrevistada e estou mandando...agora as duvidas...1- o sumario da entrevista possui algum tipo de regra para ser feito? qnts linhas (ou palvras)? o que deve conter? qual a formatacao do texto?2 - qual a formatacao do texto da transcricao e do caderno de campo? folha A4, fonte arial 12 e espacamento 2,0?&lt;br /&gt;abracos!&lt;br /&gt;Ricardo Teixeira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oi, Ricardo, parabéns e vamos às perguntas:&lt;br /&gt;i. Tudo que foi gravado deve entrar na transcrição; é óbvio que a cessão da entrevista deve incluir também estes trechos, que deverão ser analisados como parte da entrevista, normalmente; pode acontecer da pessoa não autorizar, se isso ocorrer deve constar esta restrição na carta de cessã';&lt;br /&gt;ii. Formatação: Arial 12, espaçamento 1,5&lt;br /&gt;iii. O sumário: um ou dois parágrafos para cada meia hora de entrevista, mais ou menos; o importante é que haja &lt;strong&gt;um resumo detalhado (embora telegráfico) de toda a entrevista e não somente dos trechos que vocês consideram mais importantes. &lt;/strong&gt;O sumário permite a outros pesquisadores (no caso, seus colegas) avaliarem rapidamente o conteúdo de cada entrevista para selecionarem as que mais lhes interessem. Se tiverem dúvidas, enviem os sumários que lhes direi se estão de acordo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116355830635878765?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116355830635878765/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116355830635878765' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116355830635878765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116355830635878765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/17a-brasil-frica-portugal-itlia-e.html' title='17a. Brasil-África-Portugal-Itália e perguntas'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116354672191126232</id><published>2006-11-14T21:00:00.000-02:00</published><updated>2006-11-14T21:25:21.926-02:00</updated><title type='text'>16a. entrevista: a questão de classe e o caldo verde</title><content type='html'>Vejam só que maravilha: cada entrevista é totalmente diferente e esta realizada pelo Marcos Lopes ... Leiam:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A vida de um português bem contada, faz chorar uma calçada."&lt;br /&gt;Assim foi caracterizada a trajetória do portugês pelo meu entrevistado. Fiz minha entrevista com o sr. Daniel Augusto Sobral, 72 anos, oriundo da aldeia Pinela da Beira Alta, a 2h da Espanha, hoje morador da Tijuca, bairro de Teresópolis.&lt;br /&gt;Foi uma experiência incrível. A história oral é de fato muito edificante. Fiz o primeiro contato com o sr. Daniel em meados de outubro, e ele me contou coisas muito ricas. Isso me deixou feliz e apreensivo, já que nada garantia que aquelas histórias seriam repetidas com o gravador ligado. Marquei minha volta a casa do entrevistado para o dia 04 de novembro.&lt;br /&gt;No dia anterior, 03/11, fiz minha primeira entrevista, para outra pesquisa que estou realizando (monografia), e tive muita dificuldade em iniciar a entrevista. Por isso fiquei preocupado, pensando que iria ter esse problema com o sr. Daniel. Fiquei nervoso, mas nada deu errado.&lt;br /&gt;Tenho pensado que minha entrevista é um extremo, caso limite: o sr. Daniel não tem escolaridade. Enquanto muitos colegas da turma conversaram com imigrantes com pouco estudo, eu conversei com alguém que NUNCA havia pisado numa escola, ou algo do tipo. Isso foi grande motivo de preocupação por parte do entrevistado, já que ele não sabe ler ou escrever e pensava que eu, como historiador, queria saber sobre a história de Portugal (as colônias, a ditadura, etc.). Por isso ele pediu que eu falasse quais seriam as perguntas, para ver se ele conseguiria responder. Depois de lidas algumas, ele ficou mais tranqüilo e tudo coreu bem.&lt;br /&gt;O sr. Daniel teve uma duríssima vida de trabalho, tanto em Portugal como no Brasil, e ele dividiu (subjetivamente) a vida de além e aquém mar tendo como parâmetros o sentimento de coletividade e solidariedade: enquanto na aldeia, muito pobre, as pessoas se ajudavam umas as outras, no Brasil os portugueses são excludentes. Os portugueses ricos querem que os pobres continuem pobres, e não se ajudam. Será interessante trabalhar a questão da origem de classe nesses casos, pois, segundo o próprio sr. Daniel, alguns imigrantes lusitanos de Teresópolis são ricos, ao contrário dele. É claro que existem muitas outras questões na entrevista, que deixarei para a análise.&lt;br /&gt;A entrevista em si foi ótima. O entrevistado estava bem a vontade, cada vez mais, na medida em que ia passando o tempo. A conversa durou 1h e 16min.&lt;br /&gt;Eu posso dizer que, para além de ter produzido uma fonte histórica, ganhei um conhecido especial, que desejo que se torne uma amigo. O sr. Daniel é bastante sozinho, porém já chamou minha namorada e eu para tomarmos um caldo verde com ele! Fiquei muito feliz com isso!&lt;br /&gt;Voltarei em sua casa no próximo fim de semana para conversarmos sobre as fotos que ele está selecionando.&lt;br /&gt;Para mim foi muito edificante essa experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcos Felipe de Brum Lopes&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116354672191126232?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116354672191126232/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116354672191126232' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116354672191126232'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116354672191126232'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/16a-entrevista-questo-de-classe-e-o.html' title='16a. entrevista: a questão de classe e o caldo verde'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116354512438390560</id><published>2006-11-14T20:54:00.000-02:00</published><updated>2006-11-14T20:58:44.386-02:00</updated><title type='text'>15a. entrevista, "Quem é celebridade no Brasil"</title><content type='html'>Oi, pessoal, eis o relato da Geisa, que lutou muito para conseguir a entrevista e conseguiu. Se deu certo ?  Leiam, por favor...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oi Professor,&lt;br /&gt;Graças aos Deuses consegui em fim realizar minha entrevista. Tudo correu normalmente, estava nervosa, assim como relataram todas as pessoas, porém ele procurou me deixar bem à vontade, inclusive um pouco antes da entrevista ele abriu um livro intitulado: "Quem é celebridade no Brasil" com uma pequena biografia dele, percebi nesse momento que ele era bem mais importante do que eu imaginava, e do que ele havia me dito nos encontros anteriores, aproveitei aquele gancho para fazer alguns questionamentos no meio da entrevista. Ele se comportava muito bem frente ao gravador, pois já era acostumado aquela situação, mas como já imaginava ele hesitou em responder os motivos que o levaram para o Brasil, mesmo com a pergunta sendo delicada, ele deu umas voltas e respondeu de uma outra maneira, diferente de como havia me colocado anteriormente. No final da entrevista fomos até o restaurante do Clube Português e comemos um bacalhau delicioso, com um vinho melhor ainda, o almoço foi muito legal e durante esse momento ainda conversamos durante muito tempo sobre algumas outras questões da sua vida... Diante de tudo acho que a experiência foi muito positiva, mas como todos os outros amigos tive algumas dificuldades como me conter frente as coisas interessantes que ele me contava. Bem acho que foi mais ou menos isso, depois de algumas dificuldades não poderia ter sido melhor. Abraços!&lt;br /&gt;Geisa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116354512438390560?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116354512438390560/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116354512438390560' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116354512438390560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116354512438390560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/15a-entrevista-quem-celebridade-no.html' title='15a. entrevista, &quot;Quem é celebridade no Brasil&quot;'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116345278408160463</id><published>2006-11-13T19:17:00.000-02:00</published><updated>2006-11-14T20:59:57.653-02:00</updated><title type='text'>Mais uma incrível foto: D. Maria aos 5 anos de idade</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/554/3618/1600/EFT029%20-%20Foto%2001%20-%20D.%20Maria%20em%20Portugal%20com%203%20anos%20perto%20de%20embarcar%20para%20o%20Brasil.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/554/3618/320/EFT029%20-%20Foto%2001%20-%20D.%20Maria%20em%20Portugal%20com%203%20anos%20perto%20de%20embarcar%20para%20o%20Brasil.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A entrevistada da Natasha, D. Maria (EFT029) com 5 anos de idade, pouco antes de vir para o Brasil. É daquelas fotos que amolecem o coração de um presidente do Banco Central...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116345278408160463?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116345278408160463/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116345278408160463' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116345278408160463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116345278408160463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/mais-uma-incrvel-foto-d-maria-aos-5.html' title='Mais uma incrível foto: D. Maria aos 5 anos de idade'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116345235740101607</id><published>2006-11-13T19:11:00.000-02:00</published><updated>2006-11-21T04:43:25.756-02:00</updated><title type='text'>14a. entrevista, há sempre uma surpresa</title><content type='html'>Oi, pessoal, mais um relato, da entrevista realizada pelo Felipe Machado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caro professor, venho através deste, comunicá-lo que realizei a entrevista neste último domingo (12/11) com a D. Ermelinda Gaspar, em São José V. Rio Preto (minha cidade). A entrevista foi boa (principalmente se comparada à minha precipitada primeira tentativa, da qual já fui por vc repreendido), mas confesso que fiquei muito nervoso, esqueci de fazer algumas (poucas) perguntas, mas procurei não perder o foco dos objetivos do projeto. Confesso também, que me policiei muito para não interromper a narrativa de D. Ermelinda (o que acabei fazendo algumas vezes em minha primeira tentativa de entrevistá-la), mas muitas vezes tive pânico com o silêncio que ameaçava pairar na entrevista. Só pra constar, a gravação durou aproximadamente 35 min. e tudo o que posso dizer é que, mais uma vez, D. Ermelinda me suepreendeu. Espero profundamente não decepcionar.&lt;br /&gt;Um grande abraço,&lt;br /&gt;Felipe&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116345235740101607?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116345235740101607/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116345235740101607' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116345235740101607'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116345235740101607'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/14a-entrevista-h-sempre-uma-surpresa.html' title='14a. entrevista, há sempre uma surpresa'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116345208001306245</id><published>2006-11-13T19:06:00.000-02:00</published><updated>2006-11-13T19:08:00.030-02:00</updated><title type='text'>13a. entrevista, ou seria 13a. e 14a. ?</title><content type='html'>Oi, pessoal, vocês entenderão o título ao lerem o ótimo e engraçado relato da entrevista feita pela Natasha Lima:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá gente! Bem, escrevo pra mandar meu relato, e acredito que minha experiência foi um pouco diferente das experiências dos demais. É o seguinte: minha entrevista estava marcada para a sexta-feira , dia 10/11, então a sensação de nervosismo me acompanhou pelo dia inteiro. O combinado foi que a entrevista seria realizada na casa do Sr. Antônio. Quando cheguei lá, ele ainda não havia retornado do trabalho, mas não tardou muito a aparecer. Assim que me viu, ele brincou comigo: "quer dizer que você agora é repórter por um dia?", o que ajudou a me deixar menos tensa e a descontrair. Fomos para a cozinha, sentamo-nos à mesa e ele perguntou o que eu gostaria de saber da vida dele. Disse que ele só precisaria contar o que lhe fosse interessante e, sendo assim, ele desandou a falar de sua vida, mas eu ainda não estava gravando. Falei para ele que iria pegar o gravador, ao que ele respondeu: "depois eu falo de novo e você grava". Pensei que aquilo não daria certo, mas teve início ali um bate papo interessantíssimo, no qual ele falou bastante de sua vida, de suas origens: que veio de uma região do interior de Portugal, que sua família era ligada a agricultura e que, na época da vinda, já tinha parentes estabelecidos no Brasil, mais precisamente sua tia-avó, que foi a pessoa que lhe acolheu. Seu Antônio veio sozinho, de avião, com 14 anos de idade e conta que o que se falava do Brasil na época era que aqui era uma terra de oportuniddes. Principalmente para as pessoas do interior, que só tinham 2 alternativas: ou trabalhavam na terra, já que na "roça" as oportunidades de estudo eram escassas, ou tentavam a sorte em outro lugar, e foi o que ele fez. Porém, a primeira sensação que teve quando cá chegou e se deparou com um lugr bem diferente do qual estava habituado foi a vontade de voltar para sua terra. A partir daí, contou um pouco de sua trajetória de estudo, empregos, já que sempre trabalhou e estudou, pautando sua narrativa nesse viés. Tudo caminhava bem até que teve que interromper o relato para buscar o filho na aula de Karatê. Então lhe disse que a segunda "rodada" seria gravada, ao que, quase instantaneamente ele pergunta: "você vai fazer eu repetir tudo?". Pensei: "agora é que estou ferrada. O jeito é fazer com que ele repita o que falou. De fato, algumas coisas eu consegui que ele repetisse, mas outras...A entrevista gravada deu em torno de 40 minutos e eu pude perceber uma grande mudança no comportamento do Sr. Antônio quando se viu diante do gravador: parece que ele se sentiu intimidado, já que passou a responder as perguntas de um modo mais conciso. Se antes o clima era de um bate-papo informal e descontraído, nesse momento passou a ter um clima mais formal, de entrevista mesmo.&lt;br /&gt;No dia seguinte, ele levantou cedo para trabalhar e eu fiquei conversando com sua esposa e sua filha, uma grande amiga minha dos tempos de colégio, Ana Carolina, e perguntei à Dona Maria do Céu se ela toparia me dar uma entrevista, que seria gravada, Ela topou, mas logo advertiu: "não vou contar nada de mais". O relato dela, porém, me surpreendeu bastante, foi uma entrevista mravilhosa! Em 1h e 30 min, aproximadamente, ela me contou praticamente toda a vida dela, sua trajetória em um novo país, a construção de novos laços familiares, de laços com uma nova terra. Ela chegou a se emocionar em alguns momentos e confesso que quando ela começou a chorar fiquei sem saber o que fazer: não sabia se deixava de gravar, se continuava, se ia lhe consolar...Enfim, é uma situação difícil de lidar, pois não se trata de uma coisa qualquer, mas sim da vida humana, de alegrias, dores, coisas que estão fortemente enraizadas no ser humano e mexem profundamente com suas estruturas. Diferentemente do Sr. Antônio, D. Maria não se sentiu intimidada pela presença do gravador. A entrevista transcorreu sem problemas e foi bastante agradável.&lt;br /&gt;Para coroar a minha incursão pelo mundo lusitano, encerrei o sábado no estádio de São Januário, assistindo Vasco X Juventude, apesar de ser flamenguista (foi mal aê, galera vascaína, mas não dá para torcer por esse timeco...Com uma defesa daquelas, o Juventude só não fez mais por pura incompetência...rsrsrsrsrsrsrrs...Brincadeirinha), na companhia de minha amiga Ana, seu irmão Victor e seu primo Marcos. O jogo terminou empatado, 1X1...Seria esse um indício da harmonia entre brasileiros e portugueses, do clima amistoso que mantemos com aqueles que nos colonizaram e, posteriormente, para cá imigraram, ajudando a construir a história desse país??.. Sei que, quando retornamos para casa, um belo caldo verde me aguardava...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116345208001306245?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116345208001306245/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116345208001306245' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116345208001306245'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116345208001306245'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/13a-entrevista-ou-seria-13a-e-14a.html' title='13a. entrevista, ou seria 13a. e 14a. ?'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116343721198598770</id><published>2006-11-13T14:57:00.000-02:00</published><updated>2006-11-13T15:00:12.000-02:00</updated><title type='text'>Álbum de família</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/554/3618/1600/EFT014%20-%20Foto%2003%20-%20S%20Antonio%20no%20Brasil%20com%20esposa%20e%20filhos%20em%201975.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/554/3618/400/EFT014%20-%20Foto%2003%20-%20S%20Antonio%20no%20Brasil%20com%20esposa%20e%20filhos%20em%201975.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E que tal esta foto, do Sr. Antônio, entrevistado pela Fernanda Crespo (EFT014): ele, esposa e filhos em Jacarepaguá no ano de 1975. Não é sensacional ? Vale por uma entrevista !&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116343721198598770?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116343721198598770/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116343721198598770' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116343721198598770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116343721198598770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/lbum-de-famlia.html' title='Álbum de família'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116337944015976516</id><published>2006-11-12T22:50:00.000-02:00</published><updated>2006-11-12T22:57:20.170-02:00</updated><title type='text'>Foto da D.Tereza e amigas em 1955</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/554/3618/1600/EFT004%20-%20Foto%2002%20-%20Dona%20Tereza%20com%20duas%20amigas%20na%20Pra??a"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/554/3618/320/EFT004%20-%20Foto%2002%20-%20Dona%20Tereza%20com%20duas%20amigas%20na%20Pra%3F%3Fa%20Tiradentes%20em%201955.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Oi, pessoal, mais uma ótima foto: D.Tereza (à direita), entrevistada pela Ana Luiza (EFT004) e mais duas amigas em 1955, numa bucólica ... Praça Tiradentes !&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116337944015976516?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116337944015976516/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116337944015976516' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116337944015976516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116337944015976516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/foto-da-dtereza-e-amigas-em-1955.html' title='Foto da D.Tereza e amigas em 1955'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116336825133527813</id><published>2006-11-12T19:49:00.000-02:00</published><updated>2006-11-12T19:50:51.346-02:00</updated><title type='text'>12a. Tudo certo novamente</title><content type='html'>Oi, pessoal, eis o relato acerca da entrevista realizada pela Priscilla Gomes com interessantes comentários:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá professor! Fiz a minha entrevista com o sr. Manuel na quarta, dia 8/11, porém só estou enviando os comentários hoje pois estava um pouco atribulada...&lt;br /&gt;Bem, achei a entrevista muito boa! Como disse a Ana Luiza, nós realmente ficamos com vontade de fazer outras, apesar do nervosismo! Fiquei um pouco aflita antes da entrevista, mas durante o tão esperado momento tudo correu bem.  A  entrevista ocorreu na própria Casa de Espinho e foi relativamente longa - durou pouco mais de uma hora. Em algumas partes da entrevista, parecia que o entrevistado tinha ciência do que eu gostaria de saber, respondendo a várias perguntas sem que eu as questionasse. A entrevista transcorreu num bom clima, apesar do impacto das relações de poder embutidas no processo.&lt;br /&gt;Pude perceber através da prática, que "fazer ciência" lidando diretamente com seres humanas é realmente muito interessante. Olhar para a pessoa, interpretar e sentir a sua subjetividade - afinal somos humanos - constitui-se como uma experiência muito forte, sem desconsiderar, logicamente, a realidade objetiva com que esta  se relaciona.&lt;br /&gt;Apesar das tensões inerentes à própria lógica da entrevista, acho que ela foi extremamente válida, primeiramente como experiência de vida e também, de forma mais pragmática, ela conseguiu contemplar a todos os questionamentos previstos para o possível alcance de nossos objetivos.&lt;br /&gt;É isso!&lt;br /&gt;Um abração,&lt;br /&gt;Priscilla Gomes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116336825133527813?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116336825133527813/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116336825133527813' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116336825133527813'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116336825133527813'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/12a-tudo-certo-novamente.html' title='12a. Tudo certo novamente'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116329679644927226</id><published>2006-11-11T23:58:00.000-02:00</published><updated>2006-11-11T23:59:56.450-02:00</updated><title type='text'>Modelo da carta de cessão</title><content type='html'>Oi, pessoal, eis o modelo da carta de cessão integral. Para outros tipos de cessão parcial, entrar em contato que faremos uma carta especial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTA DE CESSÃO DE DIREITOS:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;________________, ___ de _______________ de ________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, __________________________________, (estado civil) __________ ,&lt;br /&gt;carteira  de identidade número _____________ - ________, declaro para os devidos fins que cedo os direitos de minha entrevista dada dia ___ de ___________ de _______, para o Prof. Marcos Alvito Pereira de Souza e o LABHOI-UFF usarem-na integralmente ou em partes, sem restrições de prazos e citações, desde a presente data. Da mesma forma, autorizo a terceiros sua audição e o uso do texto final que está sob a guarda do Prof. Marcos Alvito Pereira de Souza e do LABHOI-UFF, bem como a sua veiculação na Internet no Blog “Alma Luso-Carioca”, no endereço: &lt;a href="http://almaluca.blogspot.com/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;http://almaluca.blogspot.com&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; .&lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;          Abdicando de direitos meus e de meus descendentes, subscrevo a presente.&lt;br /&gt;______________________________________&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116329679644927226?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116329679644927226/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116329679644927226' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116329679644927226'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116329679644927226'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/modelo-da-carta-de-cesso.html' title='Modelo da carta de cessão'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116329666660663646</id><published>2006-11-11T23:54:00.000-02:00</published><updated>2006-11-11T23:57:46.616-02:00</updated><title type='text'>Modelo de Carta de Agradecimento</title><content type='html'>Oi, pessoal, eis o modelo da carta de agradecimento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A G R A D E C I M E N T O&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Agradecemos ao Sr. (à Sra.) ________________________________________ ,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a inestimável contribuição prestada ao Projeto Fado Tropical – Imigrantes portugueses no&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rio de Janeiro do século XXI, através do depoimento prestado a (nome do aluno) ____________________________________,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;no dia  (por extenso) _____________________ .  Sua colaboração nos permitiu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;conhecermos um pouco mais acerca da história da imigração portuguesa no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;____________________&lt;br /&gt;Marcos Alvito&lt;br /&gt;Prof. do Departamento de História da UFF&lt;br /&gt;Coordenador do Projeto FADO TROPICAL&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116329666660663646?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116329666660663646/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116329666660663646' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116329666660663646'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116329666660663646'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/modelo-de-carta-de-agradecimento.html' title='Modelo de Carta de Agradecimento'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116327930961016182</id><published>2006-11-11T19:07:00.000-02:00</published><updated>2006-11-11T19:08:29.620-02:00</updated><title type='text'>11a: Sempre aprendendo</title><content type='html'>Oi, pessoal, eis a entrevista feita pelo Francisco Lima. O impressionante é que nenhuma entrevista é igual e a cada uma aprendemos mais um pouquinho...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alvito,&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;   Não consegui colocar este comentário no blog, por isso estou te enviando via e-mail.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Eu fiz a minha entrevista ontem, 10/11, pela manhã. Entrevistei um senhor conhecido como Sr. Oliveira. A entrevista foi realizada na Praia da Bica, não foi na casa do entrevistado. Depois que fiz a entrevista eu entendi porque ele não quis fazer em sua casa. Ele foi assaltado há um tempo, e levou um tiro, e por isso ele tem medo de acontecer alguma coisa com ele.&lt;br /&gt;  Apesar disso na minha opinião foi boa. Foi uma entrevista curta, porém com ótimas histórias. É um senhor, que apesar dos problemas, adora o Rio de Janeiro, e, pelo que percebi, se sente muito mais carioca do que português.&lt;br /&gt;  Gostei de ser um historiador oral.&lt;br /&gt;  Pelo fato ocorrido com o Sr. Oliveira, do assalto, e ser ele um pouco receoso, ele preferiu não ceder fotos para colocar no Blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                               FRANCISCO LIMA&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116327930961016182?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116327930961016182/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116327930961016182' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116327930961016182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116327930961016182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/11a-sempre-aprendendo.html' title='11a: Sempre aprendendo'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116320869655108434</id><published>2006-11-10T23:27:00.001-02:00</published><updated>2006-11-10T23:31:36.553-02:00</updated><title type='text'>Arroz de bacalhau: relato da 10a. entrevista</title><content type='html'>Oi, pessoal, eis o relato da entrevista realizada pelo Henrique (EFT 035), que desfrutou da maravilhosa hospitalidade lusitana:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor Alvito,&lt;br /&gt;Estou lhe enviando o relato da minha entrevista (10/11/06) que eu fiz hoje para você poder publicar no blog!A minha entrevista foi muito tranqüila! Fui a casa do meu entrevistado (Joaquim Pinto de Mesquita) e fui recebido com um delicioso almoço português (arroz com bacalhau!) feito pela mulher do meu entrevistado, a Dona Conceição. A principal preocupação que eu tive foi a questão das perguntas, mas meu entrevistado gostava muito de falar e isso não me deixou tão nervoso. A tentação de querer interromper o entrevistado para perguntar oura questão ou outro assunto era grande mas me contive ao máximo. Ao total a entrevista durou três horas e vinte e cinco minutos aproximadamente. Acho que foi uma experiência inesquecível que tive como historiador. Realmente, o valor humano que a gente tira desse tipo de trabalho é algo impagável e arquivo nenhum pode substituir. Cheguei em casa com uma grande vontade de começar a transcrição pois estava - estou - muito empolgado. Espero que essa empolgação continue durante as mais de quinze horas de transcrição que tenho pela frente.Outra coisa impressionante é que o tempo passa tão rápido que a gente não o sente passando. Quando vi já tinha mais de uma hora de entrevista e depois mais de duas. É tudo bem rápido! É isso aí, um grande abraço a todos e a você professor. Aproveito para agradecer a oportunidade maravilhosa que a gente está tendo com esse curso. Sentirei falta das músicas no início da aula. É por isso que estou mandando esse depoimento rápido para garantir logo o cd! Não vejo a hora de poder escutá-lo!Muito Obrigado ProfessorAbraço!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116320869655108434?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116320869655108434/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116320869655108434' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116320869655108434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116320869655108434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/arroz-de-bacalhau-relato-da-10a_10.html' title='Arroz de bacalhau: relato da 10a. entrevista'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116315838793052086</id><published>2006-11-10T09:25:00.000-02:00</published><updated>2006-11-10T09:33:07.940-02:00</updated><title type='text'>A foto de D. Maria - entrevistada pela Elimar -, com 12 anos</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/554/3618/1600/EFT%20002%20-%20Foto%2001%20-%20D.%20Maria%20em%20Portugal%20com%2012%20anos.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/554/3618/320/EFT%20002%20-%20Foto%2001%20-%20D.%20Maria%20em%20Portugal%20com%2012%20anos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Eis a foto de D. Maria (EFT 002) com 12 anos em Portugal&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116315838793052086?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116315838793052086/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116315838793052086' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116315838793052086'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116315838793052086'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/foto-de-d-maria-entrevistada-pela.html' title='A foto de D. Maria - entrevistada pela Elimar -, com 12 anos'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116315776731323637</id><published>2006-11-10T09:18:00.000-02:00</published><updated>2006-11-10T09:22:47.326-02:00</updated><title type='text'>Foto do casamento de D. Guilhermina</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/554/3618/1600/EFT032%20-%20Foto%2002%20-%20Casamento%20de%20D%20Guilhermina%20em%20Portugal%201978.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/554/3618/320/EFT032%20-%20Foto%2002%20-%20Casamento%20de%20D%20Guilhermina%20em%20Portugal%201978.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Oi, pessoal,&lt;br /&gt;Mais uma foto para dar o gostinho. É do casamento de D.Guilhermina (entrevistada pela Luciana Leonardo, ver post infra - EFT 032), tirada em uma aldeia perto do Porto em 30 de setembro de 1978. É uma linda foto: alegria pura.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116315776731323637?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116315776731323637/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116315776731323637' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116315776731323637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116315776731323637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/foto-do-casamento-de-d-guilhermina.html' title='Foto do casamento de D. Guilhermina'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116311119291498556</id><published>2006-11-09T19:55:00.001-02:00</published><updated>2006-11-09T20:26:32.916-02:00</updated><title type='text'>Zeus ataca novamente: relato da 9a. entrevista</title><content type='html'>Oi, pessoal, eis o relato da entrevista da Luciana Leonardo acerca da entrevista com D. Guilhermina:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Professor Alvito,&lt;br /&gt;Estou enviando o meu relato sobre minha entrevista realizada no dia 02 de setembro , com a Senhora Guilhermina.&lt;br /&gt;Como o esperado fiquei super nervosa com a entrevista.No início, Dona Guilhermina estava apreensiva e preocupada com o gravador, no entanto no decorrer da entrevista ela sentiu-se mais à vontade.Fiquei impressionada como as questões discutidas no decorrer do curso se apresentaram na entrevista.Dona Guillhermina me deixou tão à vontade que até me emocionei com sua história de vida.&lt;br /&gt;Minha maior dificuldade na entrevista foi eu mesma, que às vezes não conseguia me controlar e conversava com a entrevistada. Enfim ainda estou no início desta carreira de pesquisadora.&lt;br /&gt;O momento das fotos foi quando minha entrevistada sentiu-se mais solta, puxando da mémoria várias lembranças que não haviam sido relatadas na entrevista de fato.&lt;br /&gt;Apesar dos deslizes que cometi, tudo deu certo!!! graças aos deuses gregos!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luciana Leonardo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116311119291498556?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116311119291498556/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116311119291498556' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116311119291498556'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116311119291498556'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/zeus-ataca-novamente-relato-da-9a_09.html' title='Zeus ataca novamente: relato da 9a. entrevista'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116303787077431611</id><published>2006-11-09T00:02:00.000-02:00</published><updated>2006-11-09T00:04:30.786-02:00</updated><title type='text'>8a. - A entrevista da foto</title><content type='html'>Oi, pessoal, a 8a. entrevista foi feita pela Fernanda Crespo, que gostou da experiência:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá, Professor Alvito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Gostaria de deixar meu depoimento acerca da entrevista que realizei no último sábado, dia 4, com o Sr. Antonio Correia.&lt;br /&gt;  Bem, minha entrevista durou aproximadamente uma hora e meia e meu entrevistado foi bastante solícito mostrando-se disposto a falar sobre qualquer assunto que me interessasse.&lt;br /&gt;  Como eu falei durante uma de nossas aulas, meu primeiro encontro com ele foi riquíssimo, tendo em vista que saí dalí ciente de toda a sua tajetória profissional e familiar de forma detalhada. Diante deste fato, acredito que eu poderia ter tido um melhor desempenho como entrevistadora, aproveitando-me das informações que eu já tinha - mas fiquei extremamente tensa e não consegui me desvencilhar do roteiro proposto.&lt;br /&gt;  Falhas minhas à parte, considero que a entrevista tenha transcorrido de maneira muitíssimo agradável. Por mais que eu estivesse nervosa, pareceu um papo intimista, tendo o meu entrevistado expressado muita emotividade no seu depoimento (ele riu, chorou...).&lt;br /&gt;  O fato é que foi uma experiência muito boa!&lt;br /&gt;  E acho que conquistei um amigo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Abraço a todos!&lt;br /&gt;  Fernanda Crespo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116303787077431611?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116303787077431611/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116303787077431611' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116303787077431611'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116303787077431611'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/8a-entrevista-da-foto.html' title='8a. - A entrevista da foto'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116301776141941699</id><published>2006-11-08T18:22:00.000-02:00</published><updated>2006-11-08T18:33:24.976-02:00</updated><title type='text'>A primeira foto</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/554/3618/1600/EFT01401.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/554/3618/320/EFT01401.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EFT 014 F01: &lt;strong&gt;Antônio Correia (à direita), sua mãe e seus irmãos em Braga, Portugal, no ano de 1945&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Oi, pessoal,&lt;br /&gt;Conforme combinamos, as fotos não são obrigatórias, mas elas acrescentam uma dimensão nova ao projeto, como podemos ver a partir desta foto, conseguida pela Fernanda Crespo (EFT14) e gentilmente cedida pelo entrevistado, o Sr. Antônio Correia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116301776141941699?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116301776141941699/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116301776141941699' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116301776141941699'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116301776141941699'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/primeira-foto.html' title='A primeira foto'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116300981422772797</id><published>2006-11-08T16:12:00.000-02:00</published><updated>2006-11-08T16:16:54.226-02:00</updated><title type='text'>7a. entrevista: recorde de duração !</title><content type='html'>Oi, pessoal, eis a entrevista feita pelo Marco M. Pestana, que bateu o recorde de duração: 3 horas e 40 minutos. O mais importante: deu tudo certo novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Alvito,&lt;br /&gt;Estou enviando o relato sobre a minha entrevista, que realizei no dia 31/10/2006.&lt;br /&gt;Como já ficou claro pelos relatos dos colegas que também já fizeram suas entrevistas, os momentos antes da sua realização são de um extremo nervosismo pra quem nunca tinha feito nenhum trabalho desse tipo, e comigo não foi diferente.&lt;br /&gt;Quanto à minha entrevista propriamente dita, foi realizada na sala do senhor Joaquim, um ambiente com pouco barulho externo. Ao longo da entrevista aconteceram duas interrupções (o telefone tocou uma vez e a esposa do senhor Joaquim falou uma vez) que só fizeram aumentar o meu nervosismo. Felizmente, alguns minutos depois desses incidentes eu consegui voltar a me concentrar na entrevista, que, de modo geral, transcorreu muito bem.&lt;br /&gt;O senhor Joaquim é um grande contador de histórias e, por isso, a entrevista teve uma duração bastante grande (aproximadamente 3 horas e 40 minutos). Por conta do senhor Joaquim emendar uma história atrás da outra, tive alguma dificuldade pra colocar as perguntas que estavam no roteiro, mas creio que conseguimos cobrir a maior parte das questões ali indicadas. Por outro lado, essa minha dificuldade permitiu que o entrevistado falasse bem livremente, o que rendeu algumas ótimas histórias e muitas surpresas.&lt;br /&gt;Por fim, só fiquei chateado mesmo porque numa das poucas vezes que eu falei durante a entrevista, acabei cometendo um erro meio bobo. Enfim, como o pessoal já colocou nos outros relatos, apesar dos erros que provavelmente todos vamos cometer, vai dar tudo certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;Marco M. Pestana&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116300981422772797?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116300981422772797/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116300981422772797' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116300981422772797'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116300981422772797'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/7a-entrevista-recorde-de-durao.html' title='7a. entrevista: recorde de duração !'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116294905157865413</id><published>2006-11-07T23:21:00.000-02:00</published><updated>2006-11-08T16:09:12.770-02:00</updated><title type='text'>Relato poético: a 6a. entrevista</title><content type='html'>Oi, pessoal, lá vai mais um relato que exemplifica o conteúdo humano da prática da História Oral. Veio do rubro-negro Leonardo Lusitano:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá a todos,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 04, entrevistei o "seu" Zé. Homem que ganhou a vida no comércio. Do alto de seus 90 anos, é possível pensar que mantém a alegria de viver tanto pela família que constituiu aqui, como pelo fato de ser um proseador nato, nunca podendo faltar sua habitual cervejinha. Pela sua espontaneidade, tinha certeja de estar diante do entrevistado ideal, de cara pro gol mesmo. O problema era comigo. Para deixá-lo frente-à frente com o goleiro, precisava driblar alguns marcadores.....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Preocupava-me o fato de sua esposa estar presente à mesa. Temia que por algum motivo, seu Zé ficasse inibido. Porém, comecei a pensar que o que em tese seria um problema poderia  tornar-se algo bom, pois ela certamente tem muito a dizer sobre ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achei fantástico o fato dela não ter estudo. Como? Simples. Falo de um casal com um nível bom de vida; moram no prédio do prefeito de Niterói e viajam para a terrinha uma vez ao ano...O que achei intrigante? São duas pessoas desprovidas da leitura usual de mundo. Como dialogam com um meio tão excludente quanto o da zona sul?  Como podem manter-se tão simples? Seu Zé sabe ler, mas certamente não é um erudito . Trabalhou muito e casou com uma pessoa "da roça", sertaneja mesmo. Aí pensei: seria isso uma perduração da vida dele em Portugal, nas aldeias? Queria descobrir.  Me impressiona a coisa do dinheiro não ser capaz de mudar alguém. Será que ele possui raízes fortes? Nem digo em termos de tradições, mas de mentalidade, da pessoa decidida que aprendeu com os pais a levar pra vida o que é certo? Queria entender isso, a relação entre valores e mundo. E assim parti com a bola dominada rumo à meta adversária...&lt;br /&gt;Em alguns momentos, senti-me na aula com  o Alvito cortejando sua bola de cristal: - Alguns entrevistados vão achar que não são a "píssôa" ideal para falar daquilo que você quer!  Fato. Falei então para meu sábio entrevistado que queria saber do que ele viveu e que ninguém falaria disso melhor que ele, que se conhece há 90 anos!! Outra peculiaridade é que, como temia, sua esposa manteve-se à mesa, incólume. Fazer o que? Ainda não sabia que sua presença seria positiva. Era imprescindível ao seu Zé a presença dela, assim como do meu cunhado, Marcelo, que foi o contato. Eis que tornaram-se a mesma coisa; o certo e o errado: Em certas horas, seu Zé dirigia-se ao Marcelo, seu  sobrinho, que estava interado sobre os personagens das histórias.- Isso foi no tempo em que chegou seu padrinho, dizia ele. E aprofundava coisas que senti que para mim só mencionaria. Foi uma bela surpresa que as coisas tenham funcionado assim.&lt;br /&gt;Outra coisa que me chamou a atenção foi durante o preenchimento da ficha. Zé( já estamos ficando íntimos dele..) disparou a falar coisas! Senti que ali mesmo começava a entrevista. Saquei meu potentíssimo gravador Panasonic com o qual perguntava na rua em 89 se iam votar no Collor ou no Lula e iniciei os trabalhos. Quando perguntei sua data de nascimento, Zé sentiu a memória falhar;- Foi dia.......Porém, vigarista que só, a memória revelou-me uma grande surpresa. Após certificar-se do dia em que veio ao mundo, perguntei,reticente, o dia em que ele, José Santos, veio ao outro mundo.Não o além vida, claro, mas ao além-mar. Para meu espanto e delírio, Zé respondeu sem pestanejar: 29-07-1934!!!! Senti nesse instante que ia ter uma linda entevista, e que por mais que meus lançamentos não fossem precisos, a bola ia bater em todo mundo e acabar entrando, como nesse "pinball" doido que insistimos em chamar de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da vida dura na aldeia da Trofa(perto do Porto) veio a decisão. Brasil. Falavam bem de lá...Após 18 dias de viagem num Loyre, cá estamos; Niterói. Astuto, Zé driblou a carta de chamada que mandava-lhe para a  roça; queria melhorar de vida. Morou com primos numa casa na Rua São João.  Ideólogo de si, Zé deixou muito marcada a questão do trabalho. Trabalhou numa marmoraria onde os donos colocavam os gajos como "sócios" para não arcar com maiores despesas, direitos que Vargas começava a conceder. Sobre preconceito, afirmou que "num havia nada disso"! Mas na hora da cerveijinha deixou escapolir que os donos da marmoraria mandavam o português levar coisas pesadas na cabeça. Por que? Porque sabiam que eles não gostavam...&lt;br /&gt;Para não tornar a coisa mais longa do que já está, conto aquilo que mais me tocou. Zé falou da importância do português no Brasil. Contou que sua raça é muito vaidosa e que lá, quando alguém vai para a França, por exemplo, quer construir uma mansão para mostrar aos outros, e  fica  sem dinheiro para mantê-la.-"Não fazer o que não pode, aí é que está", disse-me a voz da prudência. Para ele, o português que veio para cá ajudou a fazer o país, porque trabalha, ganha e investe tudo aqui. José só voltou a Portugal 22 anos depois de ter chegado e trabalhado. E me pediu: -Pode escrever aí: Só se vence com humildade e educação.&lt;br /&gt;José manteve-se simples, como me contou, por ter como base o que seus pais lhe ensinaram. Casou com uma senhora também simples e conquistou coisas materialmente"com muita luta". O que ele não disse, mas eu sei, é que o José, lá da aldeia, está aqui. Guimarães Rosa dizia que o Sertão é o mundo. Penso que o sertanejo, o homem simples, é figura retórica, existe inclusive na cidade. Como?  Digo absurdos? Acho que não. O sertão é mundo da mesma forma que a vila, a roça ou o morro são o mundo; estão dentro da gente.&lt;br /&gt; Quando temos valores,Quando temos a liberdade de escolher uma verdade que não exclui o outro sem ser frouxa, temos um mundo por dentro. Do peito e da cabeça. Viver de acordo com aquilo que se tem como certo, levar a vida confiante é fazer o que está guardado lá dentro, bem no fundo onde quase esquecemos que se pode sair do potencial e partir para a realidade, fato. Pode ser um fardo em muitos momentos viver o nosso mundo em meio ao mundo torto dos outros. Porém, se pressentirmos do nosso,escolha não há, apenas uma liberdade falsa, enferrujada. Saí de lá pensando nisso, depois da cervejinha, na relação entre valores e mundo.O sertão e a vila são o mundo, mas então, que mundo são? Talvez um mundo onde os valores, a humildade e a educação que sobrepujam a vaidade ainda sejam coisas capazes de fazer alguém olhar para trás e concluir que foi feliz.&lt;br /&gt;Abraço,&lt;br /&gt;Leonardo Lusitano.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116294905157865413?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116294905157865413/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116294905157865413' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116294905157865413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116294905157865413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/relato-potico-6a-entrevista.html' title='Relato poético: a 6a. entrevista'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116282896836553805</id><published>2006-11-06T13:57:00.000-02:00</published><updated>2006-11-06T14:02:48.376-02:00</updated><title type='text'>Confirmação das aulas desta semana e surpresa...</title><content type='html'>Oi, pessoal, estou confirmando que teremos aula de H.Oral nesta semana (apesar da Agenda Acadêmica). Se não puder ser na sala será no tablado ou à sombra de uma árvore. Aqueles que já fizeram a entrevista e enviaram seu relato para o blog terão uma surpresa amanhã... E mais não conto !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;um abraço a todos,&lt;br /&gt;Alvito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S: É claro que vai dar tudo certo !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PPS: Continuem enviando os relatos acerca das entrevistas, eles são muito importantes para os que ainda não realizaram e até para os que já realizaram as entrevistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PPPS: Imprimam a partir do blog e tragam lista das tarefas-materiais e as dicas de transcrição para trabalharmos amanhã em "sala"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116282896836553805?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116282896836553805/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116282896836553805' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116282896836553805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116282896836553805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/confirmao-das-aulas-desta-semana-e.html' title='Confirmação das aulas desta semana e surpresa...'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116277417015040529</id><published>2006-11-05T22:47:00.000-02:00</published><updated>2006-11-05T22:49:30.163-02:00</updated><title type='text'>Continua dando certo: relato da 5a. entrevista</title><content type='html'>Oi, pessoal, eis a mensagem enviada pelo Leonardo Lopes de Freitas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao chegar à casa da entrevistada, ela requisitou ser entrevistada na varanda pelo fato de lá ser mais fresco. Fiquei preocupado, pois a varanda era próxima da rua, podendo aparecer ruídos na gravação. Como não queria contrariar a entrevistada, aceitei fazer a entrevista na varanda. No final tudo deu certo e a gravação ficou nítida.&lt;br /&gt;Meu primeiro momento desesperador foi quando a entrevistada começou a responder as questões de forma rápida, direta. Diante disto, resolvi pedir para que ela explicasse com mais detalhes e tentei fugir o roteiro sempre que considerasse pertinente e possível, procurando “arrancar” alguma informação a mais da Dona Lourdes. Outra dificuldade foram os momentos em que a entrevistada fazia um breve silêncio e eu não sabia se ela ia falar mais ou já havia falado tudo e estava esperando uma outra pergunta, esses segundos de pausa eram horríveis, pois eu não sabia o que fazer. Ao terminar a entrevista percebi que ela teve a duração de apenas 25 minutos, embora a entrevistada tivesse respondido a todas as perguntas. Acabei ficando preocupado, pois segundo o Prof. Alvito as entrevistas durariam cerca de uma 1 hora.&lt;br /&gt;Após escutar a entrevista percebi que em alguns momentos poderia ter feito mais algumas perguntas. Neste momento é que surge aquela questão: “Por que naquela hora eu não perguntei isso?”. Mas o problema é que coisas que parecem óbvias não vêm à cabeça na hora em que você está entrevistando, só surgem depois, no momento em que você escuta a gravação. Apesar disso, observei que embora a entrevista tivesse sido rápida, a entrevistada forneceu informações muito interessantes, principalmente no que diz respeito à comparação da atividade comercial aqui no Brasil e em Portugal, pois ela foi comerciante lá e aqui e relatou um quadro diverso no referente às condições de trabalho.&lt;br /&gt;Acho também que eu poderia ter feitos outras perguntas, mas na hora é complicado pensar em outras questões, acho que de certa forma o meu nervosismo e minha inexperiência me atrapalharam. No final das contas, essa foi a primeira entrevista da minha vida. Apesar de tudo a entrevista foi boa, pois consegui aprender muito com o relato de vida da Dona Lourdes, além de ficar contente após ver a satisfação da entrevistada em me ajudar e me conceber a entrevista com a maior boa vontade. Acho que no geral é isso, desejo boa sorte a todos os colegas de curso que ainda vão entrevistar e se acharem que sua entrevista foi horrível, prestem atenção e observem com calma, pois acho que todas terão algo muito significativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                 Saudações,      Leonardo Lopes de Freitas&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116277417015040529?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116277417015040529/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116277417015040529' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116277417015040529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116277417015040529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/continua-dando-certo-relato-da-5a.html' title='Continua dando certo: relato da 5a. entrevista'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116269380920568247</id><published>2006-11-04T23:28:00.000-03:00</published><updated>2006-11-04T23:30:09.216-03:00</updated><title type='text'>Notícias da 4a. entrevista: adivinhem...</title><content type='html'>Ótimas notícias, da entrevista realizada pelo Diego Velasco (PARABÉNS !):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fala Alvito, aqui é o Diego Velasco.&lt;br /&gt;Fui outro que já fiz a entrevista!!!!!&lt;br /&gt;Bom, posso dizer que fiquei ontem bastante tenso com a realização da entrevista, não sabia o que ia acontecer, estava preocupado das coisas darem erradas, enfim, preocupações normais de uma pessoa que nunca tinha realizado um trabalho deste tipo antes...&lt;br /&gt;Contudo, a entrevista transcorreu muito bem, deu tudo certo (como o senhor vive falando nas aulas), a minha entrevistada se empolgou, falou bem, contou coisas que eu nem imaginava que ela iria contar, resumindo, ela parecia estar bastante à vontade.&lt;br /&gt;Mas, como nem tudo é perfeito, após escutar a gravação da entrevista, percebi que cometi  erros que me deixaram até um pouco chateado... porém, lendo as experiências relatadas pelos meus colegas de curso, percebi que errar é humano e faz parte da vida... Estes erros eu posso contar durante a aula de terça-feira...&lt;br /&gt;Pelo menos em um ponto eu acho que agi certo, pois deixei minha entrevistada falar o que ela quis, sem intrometer...&lt;br /&gt;Com relação à duração, a entrevista durou cerca de uma hora e dez minutos e também não precisei fazer todas as perguntas que estavam no roteiro, uma vez que minha entrevistada respondeu algumas nas perguntas anteriores. E também dei umas improvisadas na hora da entrevista.&lt;br /&gt;O que eu aconselho para o pessoal que ainda vai fazer suas entrevistas é:&lt;br /&gt;1-Descansar bem na noite do dia anterior da entrevista (isso me ajudou bastante);&lt;br /&gt;2-Procurar manter a calma na entrevista. Se cometer um erro (assim como eu cometi) relaxa, pensa que ninguém é perfeito e, muitas vezes, o seu erro pode propiciar momentos agradáveis ou respostas interessantes (como aconteceu também comigo).&lt;br /&gt;3-Não interromper o entrevistado (isso foi até engraçado pois teve momentos que ficava um silêncio na entrevista porque eu não sabia se a minha entrevistada queria ou não falar mais sobre certos assuntos e eu não sabia se fazia ou não outra pergunta).&lt;br /&gt;4- Procurar deixar o enrtevistado à vontade.&lt;br /&gt;Essas dicas todas já foram dadas pelo Alvito, mas acredito que não custa nada repeti-las.&lt;br /&gt;Mas apesar de todos os meus erros, fiquei tão empolgado que a vontade que tenho é de sair entrevistando todos os imigrantes portugueses que conheço, heheheheh...&lt;br /&gt;Por fim, quero desejar a todos uma boa entrevista e lembrem-se que tudo vai dar certo, podem acreditar!!!!&lt;br /&gt;Abraços!!!!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116269380920568247?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116269380920568247/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116269380920568247' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116269380920568247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116269380920568247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/notcias-da-4a-entrevista-adivinhem.html' title='Notícias da 4a. entrevista: adivinhem...'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116264220729028621</id><published>2006-11-04T09:07:00.000-03:00</published><updated>2006-11-04T09:10:07.300-03:00</updated><title type='text'>Mais uma que deu certo: notícias da 3a. entrevista</title><content type='html'>Oi, pessoal, mais um relato positivo, desta vez do Diego Salim (parabéns!):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí Alvito, tudo bem?!! Estou escrevendo para reforçar os comentários sobre as entrevistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom galera, realizei minha entrevista ontem, dia 03, em Itaocara, que fica no interior do noroeste fluminense (é exatamente isso! Não bastasse ser Noroeste, ainda é interior do noroeste!!!). Já dá pra imaginar os problemas que eu tive né?! (não tinha fita cassete pra comprar, não tinha ônibus na hora que eu precisava, chuvendo não ajudou muito...). Também estava muito nervoso antes da entrevista e continuei assim durante as primeiras perguntas, mas depois fui ficando mais à vontade com a situação e com o roteiro. Por falar nisso, não fiz todas as perguntas do roteiro porque algumas não foram muito pertinentes no momento, e então substitui por outras. Mas de modo geral, o roteiro funcionou muito bem e era uma segurança para aqueles momentos em que eu não conseguia pensar em nada para perguntar de imediato. Minha entrevista foi bem longa, porque meu entrevistado falava bastante (gastei mais de três fitas, contando a explicação sobre as fotos).&lt;br /&gt;O mais bacana é a sensação após a entrevista!!!! É uma mistura de alívio com satisfação, emoção. Você sai se sentindo o Indiana Jones, doido pra mastigar (pelo canto da boca) o primeiro mato que vê pelo caminho e chamar a primeira pessoa que encontra na rua de Joe ou Jack (aquelas coisas bem típicas das aventuras americanas)!! Claro que quando você chega em casa e se lembra dos vacilos que deu no decorrer da entrevista (viu Elimar e Ana, não foram só vocês!), o máximo que você consegue se sentir é aquele gêmeo dos "Super Gêmeos: Ativar!!" (lembram????), que só se transformava em escada de gelo ou balde de gelo............Mas depois passa!!! Com certeza!!!!! O resultado na minha opinião foi bem mais que positivo e a experiência então, nem se fala!&lt;br /&gt;Bom, o quero dizer com essas brincadeiras é que todo mundo deve tá nervoso, mas o importante é manter o controle e a calma, porque a partir das primeiras perguntas, já vai estar tudo fluindo naturalmente. Acho que aquela parada de "Vai dar tudo certo" funciona de verdade!!!!!!!&lt;br /&gt;Sucesso a todos!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diego Salim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116264220729028621?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116264220729028621/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116264220729028621' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116264220729028621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116264220729028621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/mais-uma-que-deu-certo-notcias-da-3a.html' title='Mais uma que deu certo: notícias da 3a. entrevista'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116260562117426814</id><published>2006-11-03T22:55:00.000-03:00</published><updated>2006-11-03T23:00:21.183-03:00</updated><title type='text'>Sobre as fotos - esclarecimento</title><content type='html'>Oi, pessoal, gostaria de esclarecer um ponto sobre as fotos: elas NÃO precisam ser trazidas para mim. Assim que vocês digitalizarem (escanearem) as fotos, podem e devem devolvê-las o mais rapidamente possível. Afinal, são fotos de família e é normal que as pessoas sintam-se pouco à vontade em emprestá-las por um prazo maior. Vocês têm apenas que colocá-las no CD que será entregue no dia 23 e, se quiserem, poderão já enviá-las para mim por e-mail.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;um abraço a todos e bom trabalho,&lt;br /&gt;Alvito&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116260562117426814?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116260562117426814/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116260562117426814' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116260562117426814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116260562117426814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/sobre-as-fotos-esclarecimento.html' title='Sobre as fotos - esclarecimento'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116260442835939845</id><published>2006-11-03T22:36:00.000-03:00</published><updated>2006-11-03T22:40:28.370-03:00</updated><title type='text'>Notícias da 2a. entrevista: DEU TUDO CERTO de novo !!!</title><content type='html'>Oi, pessoal, eis a notícia enviada pela Elimar sobre a entrevista realizada com D.Maria:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanbém tentei publicar um pequeno depoimento lá no blog mas não consegui, então via por aqui mesmo. Fiquei nervosa o dia todo esperando a entrevista. meu nervosismo só aumentou porque Dona Maria disse que me receberia as 3 da tarde e só pode me receber as 19:40 (isso mesmo). Aconteceram outras coisas antes da entrevista, mas eu conto na terça-feira pra todo mundo. Cometi alguns erros também. Fiz uma pergunta de algo que ela já tinha respondido, me senti uma anta, mas depois correu tudo bem. Além do mais, Dona Maria tem uma característica de suma importância, que o Alvito em especial vai adorar... Ela é flamenguista!!!&lt;br /&gt;É isso aí, na terça conto o resto.&lt;br /&gt;Elimar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S: Quero agradecer à Ana Luiza e à Elimar pelo importante retorno que proporcionaram e pedir que mais pessoas enviem notícias; gostaria de saber se o nosso roteiro de entrevista funcionou ou não (em que partes) e quanto tempo duraram as entrevistas. São dados importantes para os que ainda não entrevistaram. Mas como eu havia dito: VAI DAR TUDO CERTO !!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116260442835939845?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116260442835939845/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116260442835939845' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116260442835939845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116260442835939845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/notcias-da-2a-entrevista-deu-tudo.html' title='Notícias da 2a. entrevista: DEU TUDO CERTO de novo !!!'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116257052161441385</id><published>2006-11-03T13:12:00.000-03:00</published><updated>2006-11-03T13:15:21.626-03:00</updated><title type='text'>DEU TUDO CERTO !! Notícias da primeira entrevista</title><content type='html'>Oi, pessoal, eis as notícias da primeira entrevista, realizada pela Ana Luiza:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Alvito,olha só, a entrevista foi muito boa, consegui ficar mais calma do que eu imaginava e tb a entrevistada ajudou bastante pq fala pra caramba...então escrevi uma mensagem pro pessoal da turma sobre a entrevista mas não consegi colocar no blog :(  .....se vc puder escrever q foi tudo bem, eu agradeço e fale a todos q NUNCA interrompa o entrevistado pq fiz isso umas duas vezes er nós duas esquecemos o que estávamos falando foi engraçado porém houve tensçao da minha parte por alguns segundos q pareciam intermináveis,....rsrsrsrs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;valeu!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ana luiza&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S (do Alvito): Não dá para vocês escreverem diretamente no blog, enviem as mensagens para &lt;a href="mailto:alvitobr@yahoo.com.br"&gt;alvitobr@yahoo.com.br&lt;/a&gt; que as colocarei aqui !! Parabéns, Ana !!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116257052161441385?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116257052161441385/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116257052161441385' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116257052161441385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116257052161441385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/deu-tudo-certo-notcias-da-primeira.html' title='DEU TUDO CERTO !! Notícias da primeira entrevista'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116237894645005085</id><published>2006-11-01T07:59:00.000-03:00</published><updated>2006-11-01T08:02:26.466-03:00</updated><title type='text'>Programa para converter gravações cassete em arquivos digitais</title><content type='html'>Oi, pessoal, eis o link (em português) do programa gratuito Audacity, que faz a conversão de gravações em fita para arquivos digitais: &lt;a href="http://audacity.sourceforge.net/?lang=pt"&gt;http://audacity.sourceforge.net/?lang=pt&lt;/a&gt; . Lembro que o pessoal do LABHOI (2o. andar do Bloco O) trabalha com este programa, eles poderão ser consultados por vocês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;um abraço a &lt;a href="mailto:tod@s"&gt;tod@s&lt;/a&gt;,&lt;br /&gt;Alvito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S: Vai dar tudo certo !!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116237894645005085?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116237894645005085/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116237894645005085' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116237894645005085'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116237894645005085'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/11/programa-para-converter-gravaes.html' title='Programa para converter gravações cassete em arquivos digitais'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116233232818444219</id><published>2006-10-31T18:54:00.000-03:00</published><updated>2006-10-31T19:05:28.200-03:00</updated><title type='text'>Para servir de inspiração</title><content type='html'>Queridos e queridas, vai dar tudo certo !  Sei que vocês estão bem preparados. Para inspirá-los, lá vai a letra da música "Uma casa portuguesa" (de Reinaldo Ferrreira; V.M. Sequeira e Artur Fonseca) que ouvimos hoje de manhã na voz maravilhosa de Amália Rodrigues (fonte: &lt;a href="http://cantodaterra.net"&gt;http://cantodaterra.net&lt;/a&gt; ):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma casa portuguesa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa casa portuguesa fica bem&lt;br /&gt;pão e vinho sobre a mesa.&lt;br /&gt;Quando à porta humildemente bate alguém,&lt;br /&gt;senta-se à mesa co'a gente.&lt;br /&gt;Fica bem essa franqueza, fica bem,&lt;br /&gt;que o povo nunca a desmente.&lt;br /&gt;A alegria da pobreza&lt;br /&gt;está nessa grande riqueza&lt;br /&gt;de dar, e ficar contente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quatro paredes caiadas,&lt;br /&gt;um cheirinho à alecrim,&lt;br /&gt;um cacho de uvas doiradas,&lt;br /&gt;duas rosas num jardim,&lt;br /&gt;um São José de azulejo&lt;br /&gt;sob um sol de primavera,&lt;br /&gt;uma promessa de beijos&lt;br /&gt;dois braços à minha espera...&lt;br /&gt;É uma casa portuguesa, com certeza !&lt;br /&gt;É com certeza, uma casa portuguesa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No conforto pobrezinho do meu lar,&lt;br /&gt;há fartura de carinho.&lt;br /&gt;A cortina da janela e o luar,&lt;br /&gt;mais o sol que gosta dela...&lt;br /&gt;Basta pouco, poucochinho pr'alegrar&lt;br /&gt;uma existência singela...&lt;br /&gt;É só amor, pão e vinho&lt;br /&gt;e um caldo verde, verdinho&lt;br /&gt;a fumegar na tijela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quatro paredes caiadas,&lt;br /&gt;um cheirinho à alecrim,&lt;br /&gt;um cacho de uvas doiradas,&lt;br /&gt;duas rosas num jardim,&lt;br /&gt;um São José de azulejo&lt;br /&gt;sob um sol de primavera,&lt;br /&gt;uma promessa de beijos&lt;br /&gt;dois braços à minha espera...&lt;br /&gt;É uma casa portuguesa, com certeza!&lt;br /&gt;É, com certeza, uma casa portuguesa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BOA ENTREVISTA A TODOS !!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116233232818444219?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116233232818444219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116233232818444219' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116233232818444219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116233232818444219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/10/para-servir-de-inspirao.html' title='Para servir de inspiração'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116225142061346348</id><published>2006-10-30T20:36:00.000-03:00</published><updated>2006-10-30T20:37:00.616-03:00</updated><title type='text'>CRONOGRAMA DAS TAREFAS DOS ENTREVISTADORES DO PROJETO FADO TROPICAL</title><content type='html'>CRONOGRAMA DAS TAREFAS DOS ENTREVISTADORES DO PROJETO FADO TROPICAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19 setembro a 31 de outubro – contacto e marcação de entrevistas, incluindo a solicitação de três fotos a serem digitalizadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;31 de outubro a 7 de novembro: realização das entrevistas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7-22 de novembro : transcrição (LEMBRE-SE: 1 hora de gravação = 6 horas de transcrição) e conferência de fidelidade junto ao entrevistado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23 de novembro:&lt;br /&gt;Entrega de:&lt;br /&gt;1.     (  ) Duas cópias impressas da TRANSCRIÇÃO conferida &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.     (  ) Uma cópia impressa do CADERNO DE CAMPO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.     (  ) Ficha de entrevista preenchida manualmente ou impressa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.     (  ) Fichas de material iconográfico preenchidas manualmente ou impressas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.     (  ) Carta de cessão da entrevista assinada, total ou parcial; em caso de não haver cessão, coloque em uma folha que houve negativa por parte do(a) entrevistado(a)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.     (  ) Carta de cessão das fotos assinada, total ou parcial; no caso de não haver cessão, coloque em uma folha que houve negativa por parte do(a) entrevistado(a);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7.     No caso de gravação digital, CD etiquetado com&lt;br /&gt;-         (  ) gravação em arquivo compatível (WAV ou mp3)&lt;br /&gt;-         (  ) transcrição&lt;br /&gt;-         (  ) ficha de entrevista preenchida&lt;br /&gt;-         (  ) sumário (resumo) da entrevista&lt;br /&gt;-         (  ) caderno de campo&lt;br /&gt;-         (  ) fotos digitalizadas&lt;br /&gt;-         (  ) Fichas de material iconográfico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs: Não se esqueça de fazer uma cópia do CD para o entrevistado, bem como da transcrição;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.     No caso de gravação em fita cassete:&lt;br /&gt;-         (  ) original e ao menos uma cópia de cada fita etiquetada; lembre-se de fazer também uma cópia para você e outra para o entrevistado;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um disquete (ou mais) contendo:&lt;br /&gt;-         (  ) transcrição&lt;br /&gt;-         (  ) ficha de entrevista preenchida&lt;br /&gt;-         (  ) sumário (resumo) da entrevista&lt;br /&gt;-         (  ) caderno de campo&lt;br /&gt;-         (  ) fotos digitalizadas&lt;br /&gt;-         (  ) Fichas de material iconográfico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 de dezembro de 2006: entrega dos comentários, em que cada um irá comparar a sua entrevista com pelo menos mais duas entrevistas realizadas pelos colegas;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116225142061346348?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116225142061346348/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116225142061346348' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116225142061346348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116225142061346348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/10/cronograma-das-tarefas-dos.html' title='CRONOGRAMA DAS TAREFAS DOS ENTREVISTADORES DO PROJETO FADO TROPICAL'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116225131809708182</id><published>2006-10-30T20:32:00.000-03:00</published><updated>2006-10-30T20:35:18.100-03:00</updated><title type='text'>DICAS PARA TRANSCRIÇÃO</title><content type='html'>DICAS PARA A TRANSCRIÇÃO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;i.                    Não demore para iniciar a transcrição, de preferência comece-a no mesmo dia da entrevista; e lembre-se que ela demorará 6 vezes mais do que o tempo da gravação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ii.                  use um &lt;em&gt;headphone&lt;/em&gt;;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;iii.                depois de fazer a cópia, seja da fita, seja da gravação digital, ouça a entrevista uma primeira vez ainda sem preocupação em transcrever;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;iv.                 vá bem devagar, ouvindo pequenos trechos que você tem certeza que irá transcrever corretamente; tanto no caso do gravador quanto no caso do CD (ouvido no computador) existe a opção de você alterar a velocidade, tornando a audição mais lenta e facilitando a digitação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;v.     transcreva literalmente, mas sem exageros: o importante é dar uma idéia da “fala” do entrevistado; se houver vícios de linguagem (né, então) transcreva-os algumas vezes para dar idéia, mas &lt;strong&gt;não todas&lt;/strong&gt; as vezes, o que tornará a leitura um suplício; use o bom senso e, se houver necessidade, coloque notas de rodapé explicando seus procedimentos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;vi.                 pule os trechos aparentemente impossíveis assinalando que o trecho está inaudível e voltando a ele ao final;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;vii.               adote convenções, por exemplo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(  )&lt;/strong&gt; - trecho de transcrição acerca do qual não se tem certeza da fidedignidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[     ]&lt;/strong&gt; - utilizados para identificar as falas do entrevistador que estão no meio da resposta do entrevistado, ou vice-versa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;{    }&lt;/strong&gt; - utilizadas para identificar as observações do entrevistador sobre alguns trechos da entrevista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;viii.             acabada a transcrição, peça para alguém conferi-la, se houver esta possibilidade;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ix. a transcrição é demorada e muitas vezes dolorosa, mas lembre-se de que ela será doravante tratada como um documento histórico: a maioria das pessoas não irá ouvir a entrevista, somente ler a transcrição;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116225131809708182?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116225131809708182/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116225131809708182' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116225131809708182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116225131809708182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/10/dicas-para-transcrio.html' title='DICAS PARA TRANSCRIÇÃO'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116223506814460185</id><published>2006-10-30T16:01:00.001-03:00</published><updated>2006-10-30T16:04:28.146-03:00</updated><title type='text'>Roteiro de entrevista - Projeto FADO TROPICAL</title><content type='html'>Oi, pessoal, na última aula, começamos a debater nosso roteiro de entrevista, o que continuaremos a fazer amanhã, 3a. feira, 31 de outubro. Também passaremos as últimas instruções e recomendações para realizar as entrevistas (TRAZER a APOSTILA UM). Eis o roteiro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FADO TROPICAL – ROTEIRO DE ENTREVISTA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observações preliminares:&lt;br /&gt;i. muitas vezes o entrevistado acaba por responder a mais de uma pergunta de cada vez; isso é ótimo: o nosso objetivo é perguntar e interromper o mínimo possível;&lt;br /&gt;ii. as perguntas que se seguem são pontos de referência e devem ser adaptadas a cada contexto específico de entrevista; mude o tratamento de acordo com a pessoa: uma pessoa de idade não deve ser chamada de “você” e sim de “o senhor” ou “a senhora”&lt;br /&gt;iii. sinta-se à vontade para fazer outras perguntas de acordo com a narrativa do entrevistado; entretanto, use o bom senso: um número excessivo de perguntas cansará o entrevistado e prolongará excessivamente a entrevista (e a transcrição);&lt;br /&gt;iv. entenda os objetivos do roteiro e releia as perguntas antes da entrevista; durante a mesma, toda a atenção deve concentrar-se no entrevistado; de qualquer forma, leve o roteiro para a entrevista e consulte-o (discretamente), marcando (mais discretamente ainda) os pontos já abordados pelo entrevistado;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRIMEIRA PARTE – A VIDA EM PORTUGAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. ( ) Como era a vida da sua família em Portugal ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. ( ) Em que seus pais trabalhavam ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. ( ) Como era a cidade (ou vila, ou aldeia) em que vocês viviam naquela época ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. ( ) O que se falava do Brasil (naquela época) ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. ( ) Como é que surgiu a idéia de vir para o Brasil ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. ( ) E por que para o Rio de Janeiro ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. ( ) Como você imaginava o Brasil ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. ( ) Como foi a viagem ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. ( ) ____________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEGUNDA PARTE – CHEGADA E ADAPTAÇÃO AO BRASIL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. ( ) O que você achou do Brasil quando chegou ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. ( ) E do Rio de Janeiro ? (aqui os que entrevistarem residentes em outras cidades deverão adaptar a pergunta)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. ( ) Você(s) conhecia(m) alguém no Brasil ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13. ( ) Aonde vocês foram morar inicialmente ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14. ( ) Em que você(s) trabalhava(m) ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15. ( ) Como era a vida nesses primeiros tempos de Brasil ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16. ( ) Quais eram as principais dificuldades ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17. ( ) E o preconceito contra os portugueses ? (CASO O ENTREVISTADO NEGUE TER OCORRIDO COM ELE, pergunte se ele nunca ouviu falar de algum português que tenha sofrido com isso)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18. ( ) A que costume brasileiro ou carioca você teve mais dificuldade de se adaptar ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19. ( ) Quem ajudou você(s) a se adaptar(em)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20. ( ) Você(s) se relacionava(m) com outros portugueses ? Aonde ? Quando ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21. ( ) Você(s) frequentava(m) clubes portugueses ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22. ( ) Como era a alimentação em casa ? Havia comidas da terrinha ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23. ( ) Em casa, você ouvia que tipo de música ? Algum tipo de música portuguesa ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24. ( ) Qual é a sua religião ? Tem algum santo(a) de devoção (para os que forem católicos) ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25. ( ) Para que clube você torce ? Como foi que você se tornou torcedor do _________ ? Qual a ligação entre ser português e torcer para o ___________ ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26. ( ) E como foi durante a última Copa do Mundo ? Aonde e com quem assistiu aos jogos de Portugal ? O que sentiu ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27. ( ) Você(s) procura ter notícias de Portugal ? De que maneira (rádio, televisão, jornal) ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28. ( ) Você voltou a Portugal alguma vez ? O que achou ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29. ( ) Você se sente ao menos um pouquinho carioca ? De que forma ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30. ( ) __________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TERCEIRA PARTE – CASAMENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;31. ( ) Como você conheceu seu marido/sua esposa ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;32. ( ) Ele(a) é português(a) ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;33. ( ) Ser (ou não) português influenciou ? (no caso do cônjuge ser brasileiro, perguntar se houve alguma dificuldade por conta disso)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;34. ( ) __________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TRANSMISSÃO DA HERANÇA LUSITANA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;35. ( ) Você conversa(va) com o(s) seu(s) filho(s) sobre Portugal ? O que você dizia ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;36. ( ) E seu(s) filho(s) ? Qual a relação deles com Portugal hoje ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;37. ( ) E com a cultura portuguesa: comidas, música, dança ... ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;38. ( ) Você percebe nele(s) algum traço tipicamente português ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;40. ( ) ___________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUARTA PARTE – AVALIAÇÃO DA TRAJETÓRIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;41. ( ) Olhando para trás, o que você vê de mais positivo na decisão de vir para o Brasil ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;42. ( ) E de mais negativo ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;43. ( ) O que você diria para alguém que decida sair do seu país e ir ganhar a vida em outro lugar ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;44. ( ) __________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PERGUNTAS DE CORTE:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;45. ( ) O que significa para o Sr. (a) ser português ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;46. ( ) Como é ser português e viver no Rio de Janeiro ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalizando...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;47. ( ) __________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;48. ( ) Você gostaria de acrescentar alguma coisa ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;49. ( ) O que achou da entrevista ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MUITO, MUITO OBRIGADO !!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116223506814460185?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116223506814460185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116223506814460185' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116223506814460185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116223506814460185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/10/roteiro-de-entrevista-projeto-fado_30.html' title='Roteiro de entrevista - Projeto FADO TROPICAL'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116223475131805049</id><published>2006-10-30T15:58:00.000-03:00</published><updated>2006-10-30T15:59:11.333-03:00</updated><title type='text'>Almoço na Casa de Viseu no dia 5 de novembro (domingo)</title><content type='html'>Professor Alvito, eu sou o Diego e estou fazendo o curso de História Oral ministrado pelo senhor neste segundo semestre de 2006 na UFF.&lt;br /&gt;Hoje (dia 28/10) dei uma passada na Casa de Viseu, um clube português localizado na Vila da Penha, e descobri que no dia 05/11/06 (em um domingo) haverá um almoço lá a partir das 12 horas com apresentação de um gripo folclórico.&lt;br /&gt;O senhor que me atendeu disse que os diretores e o presidente (todos portugueses) costumam ir a esses almoços que, segundo ele, ocorrem em todos os primeiros domingos de cada mês.E ele disse que qualquer coisa poderia apresentar a mim e a quem quiser ir  estes membros da diretoria, pois expliquei a ele o nosso trabalho sobre imigrantes portugueses.&lt;br /&gt;Ele também me informou que os convites poderão ser comprados na hora, porém não sabia ao certo o valor destes (apenas falou que deveriam custar entre 15 e 20 reais).&lt;br /&gt;Esta casa fica na Rua Carlos Chamberland, 40/50 (Próximo à esquina com a Estrada Vicente de Carvalho nº 1213 e próximo à Pizzaria Parmê da Vila da Penha), bairro Vila da Penha.&lt;br /&gt;O telefone para contato é: 3391-6730.&lt;br /&gt;Maiores informações poderão ser encontradas no site: &lt;a href="http://www.casadeviseu.cjb.net/" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.casadeviseu.cjb.net/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E fico devendo os números dos ônibus que passam por ali perto.Agora só me lembro de dois, o 355 e o 780.&lt;br /&gt;Acredito que esta é uma boa oportunidade para conhecermos melhor a tradição e a cultura dos imigrantes portugueses, apesar da maioria dos alunos do curso ( se não todos)  já terem seus entrevistados.&lt;br /&gt;Desculpa por ter enviado este e-mail gigantesco e até terça-feira.&lt;br /&gt;Grande Abraço,&lt;br /&gt;Diego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah!!! Já ia me esquecendo: Saudações Vascaínas!!!!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116223475131805049?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116223475131805049/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116223475131805049' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116223475131805049'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116223475131805049'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/10/almoo-na-casa-de-viseu-no-dia-5-de.html' title='Almoço na Casa de Viseu no dia 5 de novembro (domingo)'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116180410912273310</id><published>2006-10-25T16:20:00.000-03:00</published><updated>2006-10-25T16:21:49.133-03:00</updated><title type='text'>Tese sobre imigrantes portugueses em Niterói</title><content type='html'>Oi, pessoal, no site do LABHOI, pode-se baixar a tese de Ana Maria Nogueira de Moura (autora do artigo que lemos sobre a Ponta D'Areia e os imigrantes portugueses), no seguinte link: &lt;a href="http://www.historia.uff.br/labhoi/modules/tinyd0/content/dssan.pdf"&gt;http://www.historia.uff.br/labhoi/modules/tinyd0/content/dssan.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;um abraço a &lt;a href="mailto:tod@s"&gt;tod@s&lt;/a&gt;,&lt;br /&gt;Alvito&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116180410912273310?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116180410912273310/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116180410912273310' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116180410912273310'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116180410912273310'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/10/tese-sobre-imigrantes-portugueses-em.html' title='Tese sobre imigrantes portugueses em Niterói'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116178507570309011</id><published>2006-10-25T10:58:00.000-03:00</published><updated>2006-10-25T11:04:35.726-03:00</updated><title type='text'>FADO TROPICAL - O PROJETO</title><content type='html'>Oi, pessoal, conforme havíamos combinado na aula de 3a. feira (24/10/06), eis o projeto FADO TROPICAL. Coloquei em &lt;strong&gt;negrito&lt;/strong&gt; os pontos que foram debatidos em sala de aula e anotados pela Manuela. Eu também fiz acréscimos que serão debatidos na primeira parte da aula de 5a. feira (26/10/6). Muito obrigado a todos pela participação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;strong&gt;FADO TROPICAL. Imigrantes portugueses no Rio de Janeiro do século XXI - uma pesquisa de história oral&lt;/strong&gt;”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Justificativa:&lt;br /&gt;            Tendo em vista a importância da imigração portuguesa no Brasil e, mais especificamente no Rio de Janeiro, trata-se de uma investigação acerca dos imigrantes portugueses residentes no Rio de Janeiro, em termos da memória do processo de imigração, da sua adaptação ao novo ambiente social e do significado que atribuem à sua trajetória. Visamos sobretudo investigar os processos de (re)construção de uma identidade lusa em terras brasileiras.       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Objetivos centrais):&lt;br /&gt;-         &lt;strong&gt;Caracterizar a vida em Portugal&lt;/strong&gt; antes da vinda para o Brasil: ambiente rural ou urbano, situação econômico-social da família etc&lt;br /&gt;-         &lt;strong&gt;Identificar as motivações&lt;/strong&gt; pessoais-familiares &lt;strong&gt;e os processos históricos (contexto, por ex. políticas governamentais)  que levaram à imigração e à escolha do Brasil  e do Rio de Janeiro como destino&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;-         &lt;strong&gt;Qual a expectativa que se fazia do Brasil ?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;-         &lt;strong&gt;Já havia laços estabelecidos no Brasil ?&lt;/strong&gt; Identificar as redes (familiares, comunitárias, associativas, religiosas, clubísticas etc) acionadas pelos imigrantes para facilitar sua integração à sociedade local, tanto em termos profissionais-ocupacionais como pessoais&lt;br /&gt;-         Entender os objetivos e as estratégias do imigrante em terras brasileiras&lt;br /&gt;-         &lt;strong&gt;Dificuldades e “choques de cultura”:&lt;/strong&gt; identificar as principais dificuldades atravessadas pelo imigrante, na esfera da sobrevivência, da convivência cultural (preconceito, por exemplo), das relações pessoais e outras&lt;br /&gt;-         &lt;strong&gt;De que maneira manteve os costumes e tradições portuguesas ao longo desses anos, distante de Portugal&lt;/strong&gt;; tentar entender os mecanismos de (re)construção de uma identidade portuguesa em terras brasileiras: o papel desempenhado pela comida, pela música, pela dança, pelas festas, pela religião, pelo futebol, por jornais, programas de rádio e televisão entre outros&lt;br /&gt;-         Quais os vínculos concretos que manteve e ainda mantém com Portugal&lt;br /&gt;-         Procurou transmitir estes vínculos a seus descendentes ou não ? De que forma ?&lt;br /&gt;-         Qual a avaliação que o imigrante faz da sua trajetória até hoje, principalmente em termos do resultado da decisão de imigrar para o Brasil, mais especificamente para o Rio de Janeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Objetivos complementares)&lt;br /&gt;-         Perceber diferenças em termos de gênero&lt;br /&gt;-         Perceber diferenças em termos geracionais e etários&lt;br /&gt;-         Perceber quais os vínculos que os descendentes destes imigrantes mantêm com Portugal e a sua cultura; há uma percepção clara da lusitanidade ? Quais os traços que atribuem a ela ?&lt;br /&gt;-         De que maneira estes imigrantes foram influenciados pela cultura carioca ?&lt;br /&gt;-         Obter documentação iconográfica acerca da imigração portuguesa no RJ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pergunta (s) de corte&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;i.                    O que significa para o Sr. (a) ser português ?&lt;br /&gt;ii.                   Como é ser português e viver no Rio de Janeiro ?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116178507570309011?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116178507570309011/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116178507570309011' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116178507570309011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116178507570309011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/10/fado-tropical-o-projeto.html' title='FADO TROPICAL - O PROJETO'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116160626636923622</id><published>2006-10-23T09:23:00.000-03:00</published><updated>2006-10-23T09:24:26.403-03:00</updated><title type='text'>Artigo do Portelli</title><content type='html'>Oi, pessoal, eis o link para o artigo do Portelli (está em PDF): &lt;a href="http://www.swaraj.org/shikshantar/expressions_portelli.pdf"&gt;www.swaraj.org/shikshantar/expressions_portelli.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;um abraço,&lt;br /&gt;Alvito&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116160626636923622?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116160626636923622/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116160626636923622' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116160626636923622'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116160626636923622'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/10/artigo-do-portelli.html' title='Artigo do Portelli'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116122272569859666</id><published>2006-10-18T22:29:00.001-03:00</published><updated>2006-10-18T22:52:05.706-03:00</updated><title type='text'>Projetos Fabricando História e Trabalho e Identidade</title><content type='html'>Oi, pessoal, para ajudar na elaboração do nosso projeto sobre os imigrantes portugueses no Rio de Janeiro, vou colocar aqui os dois projetos que já desenvolvi em cursos de História Oral. O projeto &lt;em&gt;Fabricando História &lt;/em&gt; entrevistou 59 professores e ex-professores no segundo semestre de 2000 e primeiro semestre de 2001 e o projeto &lt;em&gt;Trabalho e Identidade &lt;/em&gt; entrevistou 41 trabalhadores (de ocupações variadas: porteiro, ex-vedete e artista de circo, professor de 2o. grau, de 3o. grau, contador, faxineiro etc.), no segundo semestre de 2004. Algumas destas entrevistas foram colocadas na íntegra no site &lt;a href="http://www.opandeiro.net"&gt;www.opandeiro.net&lt;/a&gt; . Aqui estão os dois projetos com um pequeno histórico, justificativas e objetivos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;___________________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PROJETO FABRICANDO HISTÓRIA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Coordenador: Marcos Alvito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Histórico:&lt;br /&gt;O Projeto Fabricando História surgiu no 2º semestre letivo de 2000 em decorrência de uma obrigação profissional: ministrar um curso de História Oral para os alunos do curso de História da UFF. Em primeiro lugar pela facilidade de que os alunos viessem a realizar um trabalho prático (uma entrevista, no caso) no campo da História Oral. Ademais, há uma carência absoluta de documentação e de reflexão acerca da nossa própria história institucional. Alunos entrevistarem professores tem um significado pedagógico extremamente relevante. O Departamento de História da UFF também tem uma história e o projeto visa contribuir, mesmo que modestamente, com aquela tarefa intelectual básica já enunciada pelo oráculo de Delfos: “conhece-te a ti mesmo”.&lt;br /&gt;Até agora foram realizadas 59 entrevistas, em sua maioria com professores atuantes hoje no Departamento, mas também com alguns docentes já aposentados da UFF e/ou lotados atualmente em outras instituições. Cada entrevista foi realizada por um estudante, seguindo um roteiro previamente estabelecido. Os alunos, no entanto, foram orientados no sentido de adaptarem o roteiro às especificidades da trajetória de cada professor, tendo plena liberdade de formular perguntas da sua própria autoria (ver roteiro de entrevista). As perguntas visaram sobretudo traçar a trajetória acadêmica, com um mínimo de perguntas acerca da origem familiar e de classe, pertinentes para entender o processo de escolha da carreira de historiador (ver justificativa e objetivos).&lt;br /&gt;Apesar das dificuldades provenientes de agendas lotadas de compromissos, os professores colaboraram bastante com o projeto e aproveito o momento para agradecer a todos.&lt;br /&gt;Aproveito também para solicitar aos professores já entrevistados que assinem as cartas de cessão, único instrumento que permitirá que a história do Departamento de História pertença de fato a todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Título:&lt;br /&gt;“(Fabricando História) História oral de vida acadêmica: os professores do Departamento de História da UFF – 1968-2001”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Justificativa:&lt;br /&gt;Trata-se de examinar de que maneira, em que condições, com que caráter, ao longo de mais de três décadas de existência, o Departamento de História da Universidade Federal Fluminense, uma das instituições mais importantes no campo científico respectivo no Brasil, formou (no sentido do habitus) professores e pesquisadores; iremos OBSERVAR AS VARIAÇÕES, ao longo do tempo (tentando agrupar gerações ou períodos característicos):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Objetivos centrais):&lt;br /&gt;- nos objetivos da formação (se houve épocas em que predominava a formação de professores ou de pesquisadores)&lt;br /&gt;- no predomínio de correntes historiográficas (teóricas) e na variedade de história praticada (econômica, das idéias, política, cultural etc)&lt;br /&gt;- na hierarquia acadêmica informal e formal (prof. Catedrático, prof. Titular etc)&lt;br /&gt;- nas relações internas de poder (grupos, disputas, projetos diferentes para o curso)&lt;br /&gt;- na relação professor-aluno (em geral, p.ex. maior ou menor distanciamento)&lt;br /&gt;- nas práticas didáticas (a sala de aula propriamente dita, trabalhos, avaliações)&lt;br /&gt;- na composição do corpo discente (quem eram os alunos de história na época em que o professor foi aluno, quem são hoje, na sua visão)&lt;br /&gt;- na posição ocupada pelo Depto. de História da UFF no cenário nacional&lt;br /&gt;- nas condições da carreira acadêmica e as conseqüências de modificações salariais, no financiamento de pesquisas, na infra-estrutura material e na estrutura da carreira – GED, por exemplo (modificações afetam trabalho acadêmico de que maneira ?)&lt;br /&gt;- na percepção do papel social enquanto professor-historiador&lt;br /&gt;- na relação entre Universidade e Sociedade em geral e, em particular, no caso do Departamento de História&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Objetivos complementares)&lt;br /&gt;- na produção historiográfica em geral (também o que era publicado e o que é publicado hoje)&lt;br /&gt;- na relação com outras disciplinas (interdisciplinaridade)&lt;br /&gt;- na origem social dos professores (e se há alguma relação com as escolhas temáticas e de áreas de estudo)&lt;br /&gt;- na produção acadêmica específica dos professores do departamento (dissertações, teses, livros, artigos etc)&lt;br /&gt;- nas posições políticas em geral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pergunta (s) de corte:&lt;br /&gt;i. O que significa para o Sr. ser historiador ?&lt;br /&gt;ii. O que significa para o Sr. ser professor ?&lt;br /&gt;iii. O que significa para o Sr. ser do Departamento de História da UFF ?&lt;br /&gt;___________________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PROJETO TRABALHO E IDENTIDADE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Coordenador: Marcos Alvito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Histórico&lt;/strong&gt;: Tendo sido novamente encarregado de lecionar a disciplina História Oral, pensei em um projeto que conjugasse a facilidade de acesso aos entrevistados com a relevância social, duas das características centrais que haviam me levado a escolher o projeto anterior. Tendo em vista as grandes transformações no mundo do trabalho, pensei em investigarmos de que maneira o trabalho ainda é uma fonte de construção da identidade pessoal ou se já estaríamos assistindo ao que Richard Sennett chamou em um livro do mesmo nome de &lt;em&gt;A Corrosão do Caráter&lt;/em&gt;. Os alunos foram totalmente livres para escolherem seus entrevistados, sem nenhum veto ou estímulo a determinadas profissões. A minha única intervenção buscou apenas evitar que fossem entrevistados muitos trabalhadores com a mesma ocupação, já que o nosso objetivo era ter um panorama bastante diversificado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Título “Trabalho e identidade ? Trabalhadores no Brasil do século XXI - uma pesquisa de história oral”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Justificativa:&lt;br /&gt;Trata-se de examinar de que maneira as transformações no mundo do trabalho, sobretudo o desemprego (estrutural e tecnológico) e a precarização das condições de trabalho afetam os trabalhadores brasileiros hoje em dia, não somente em termos materiais, mas em relação à forma pela qual dão sentido a suas vidas. Em suma: qual o papel que o trabalho desempenha hoje no processo de construção de uma identidade coletiva e individual. Pois somente uma identidade coletiva permitirá a luta dos trabalhadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Objetivos centrais):&lt;br /&gt;- Registrar como as transformações no mundo do trabalho estão sendo percebidas pelos trabalhadores brasileiros&lt;br /&gt;- Identificar as estratégias (individuais, familiares, coletivas) que estão sendo elaboradas para atenuar as consequências nocivas das transformações do mundo do trabalho (estratégias de sobrevivência)&lt;br /&gt;- Entender o significado atual do trabalho em termos da construção de uma identidade, tanto individual quanto coletiva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Objetivos complementares)&lt;br /&gt;- Tentar perceber se este processo (desemprego ó precarização) afeta de forma diferenciada determinados grupos (em termos de gênero, faixa etária, escolaridade, ramo de ocupação)&lt;br /&gt;- Perceber o impacto deste processo em diversas esferas coletivas (estrutura familiar, relações entre companheiros de trabalho e de sindicato, localidade, sociabilidade de uma maneira geral – aumento do individualismo p.ex.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pergunta (s) de corte:&lt;br /&gt;i. O que significa para o Sr. (a) ser trabalhador (a) ?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116122272569859666?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116122272569859666/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116122272569859666' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116122272569859666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116122272569859666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/10/projetos-fabricando-histria-e-trabalho_18.html' title='Projetos Fabricando História e Trabalho e Identidade'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116040578322125191</id><published>2006-10-09T11:54:00.000-03:00</published><updated>2006-10-09T11:56:23.236-03:00</updated><title type='text'>Festa Portuguesa em Cabo Frio</title><content type='html'>Oi, pessoal, nossa colega Liliane nos enviou a seguinte mensagem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Aqui em  Cabo Frio está acontecendo uma festa portuguesa desde o dia 05/10, com eventos variados: exposição de arte, mostra de filmes, shows, culinária. O evento vai até o dia 15/10. Achei que seria interessante colocar no blog o site com a programação: &lt;a href="http://www.afestaportuguesa.com.br/" target="_blank" rel="nofollow"&gt;www.afestaportuguesa.com.br&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116040578322125191?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116040578322125191/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116040578322125191' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116040578322125191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116040578322125191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/10/festa-portuguesa-em-cabo-frio.html' title='Festa Portuguesa em Cabo Frio'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-116003831797368737</id><published>2006-10-05T05:49:00.000-03:00</published><updated>2006-10-05T05:51:57.986-03:00</updated><title type='text'>Site sobre a questão da imigração</title><content type='html'>Oi, pessoal, nosso colega Marcos Brum Lopes enviou uma dica de um ótimo site sobre a imigração, com vários artigos interessantes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.comciencia.br/reportagens/migracoes/migr01.htm" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.comciencia.br/reportagens/migracoes/migr01.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;um abraço a &lt;a href="mailto:tod@s"&gt;tod@s&lt;/a&gt;,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alvito&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-116003831797368737?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/116003831797368737/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=116003831797368737' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116003831797368737'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/116003831797368737'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/10/site-sobre-questo-da-imigrao.html' title='Site sobre a questão da imigração'/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-115857305284915580</id><published>2006-09-18T06:50:00.000-03:00</published><updated>2006-09-18T06:50:52.850-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Como foi o almoço português ? Fizeram muitos contatos ? A comida estava boa ?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-115857305284915580?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/115857305284915580/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=115857305284915580' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/115857305284915580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/115857305284915580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/09/como-foi-o-almoo-portugus-fizeram.html' title=''/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-115857292619516657</id><published>2006-09-18T06:39:00.000-03:00</published><updated>2006-09-18T06:48:46.226-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>A TRADIÇÃO ORAL TRANSMITIDA ATRAVÉS DA MÚSICA - DOIS EXEMPLOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tradição oral tem na música um meio fundamental de transmissão. Aqui opera a dinâmica básica da tradição oral, isto é, ao mesmo tempo repetição e invenção. O samba, derivado parcialmente de uma tradição africana em que havia a repetição de um refrão antecedendo a improvisação é um meio privilegiado de transmissão de uma tradição popular com conteúdo crítico e reflexivo. Nos exemplos abaixo podemos notar que a tradição sempre irá incorporar elementos do presente, em um diálogo secular com o passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRIMEIRO EXEMPLO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) Cantiga evocando a libertação dos escravos pela Princesa Isabel, “nas fazendas de café de serra acima [Vale do Paraíba, RJ], ex-escravos cantaram sem parar por três dias e três noites” (esse refrão). Fonte: SILVA,Eduardo. &lt;em&gt;Dom Obá II, o Príncipe do Povo&lt;/em&gt;.p.182:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eu pisei na pedra/ Pedra balanceou/ Mundo tava torto/ Rainha endireitou”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B) Jongo atribuído a Darcy Monteiro (o saudoso Mestre Darcy da Serrinha, 1932-2002), filho de Vovó Maria Joana (1902-1986), vinda de Valença no interior do Estado do Rio de Janeiro (região do Vale do Paraíba)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Pisei na pedra/ Pedra balanceou/ Levanta meu povo/ Cativeiro se acabou”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observação: agora não é mais a "rainha" (i.e. a princesa Isabel) que tem o papel de endireitar o mundo, abolindo a escravidão, o autor da música diz a seu povo que se "levante", isto é, que assuma um papel ativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEGUNDO EXEMPLO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C) Lundu de Pai João (s.XIX): de autoria desconhecida, provavelmente composto no século XIX, após 1837 (pela menção à Casa de Correção), já contém uma crítica à sociedade branca. Alguns versos circulam até hoje, reaproveitados em sambas e rodas de partido alto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Quando iô tava na minha tera&lt;br /&gt;Iô chamava capitão&lt;br /&gt;Chega na terra dim baranco&lt;br /&gt;Iô me chama – Pai João&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando iô tava na minha terá&lt;br /&gt;Comia mia garinha,&lt;br /&gt;Chega na terra dim baranco&lt;br /&gt;Carne seca com farinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando iô tava na minha tera&lt;br /&gt;Iô chamava generá,&lt;br /&gt;Chega na terra dim baranco&lt;br /&gt;Pega o cêto vai ganhá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizaforo dim baranco&lt;br /&gt;Nó si póri atura&lt;br /&gt;Tá comendo, tá drumindo.&lt;br /&gt;Manda nego trabaiá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baranco dize quando more&lt;br /&gt;Jesucrisso que levou,&lt;br /&gt;E o pretinho quando more&lt;br /&gt;Foi cachaça que matou&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baranco dize – preto fruta,&lt;br /&gt;Preto fruta co rezão;&lt;br /&gt;Sinhô baranco também fruta&lt;br /&gt;Quando panha casião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso preto fruta garinha&lt;br /&gt;Fruta saco de fuijão;&lt;br /&gt;Sinhô baranco quando fruta&lt;br /&gt;Fruta prata e patacão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso preto quando fruta&lt;br /&gt;Vai pará na coreção,&lt;br /&gt;Sinhô baranco quando fruta&lt;br /&gt;Logo sai sinhô barão.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D) Samba de Rubens da Mangueira, gravado por Beth Carvalho no CD “Pérolas do Pagode”, faixa 1 (1998 – Polygram):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ô, Isaura&lt;br /&gt;pega na viola&lt;br /&gt;o samba é bom&lt;br /&gt;não vai terminar agora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá no Morro de Mangueira&lt;br /&gt;Só não sobe quem não quer&lt;br /&gt;Porque lá tem Tengo-Tengo&lt;br /&gt;Santo Antônio e Chalé&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo rico quando morre&lt;br /&gt;Foi porque Jesus levou&lt;br /&gt;Todo pobre quando morre&lt;br /&gt;Foi cachaça que matou.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observação: Na passagem do século XIX para o XX, onde se lia branco, agora se lê rico, e pobre substitui preto. Lamentavelmente, o lundu de Pai João continua atualíssimo em pleno século XXI...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-115857292619516657?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/115857292619516657/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=115857292619516657' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/115857292619516657'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/115857292619516657'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/09/tradio-oral-transmitida-atravs-da.html' title=''/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-115833194196528604</id><published>2006-09-15T11:44:00.000-03:00</published><updated>2006-09-15T11:53:06.336-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/554/3618/1600/memcativeiro.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/554/3618/320/memcativeiro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;Memórias do Cativeiro&lt;/em&gt; - Ficha técnica do vídeo&lt;br /&gt;Direção e montagem: Guilherme Fernández e Isabel Castro&lt;br /&gt;Coordenação geral e roteiro: Hebe Mattos&lt;br /&gt;Direção acadêmica: Hebe Mattos e Martha Abreu&lt;br /&gt;Pesquisa: Carlos Eduardo Costa/ Fernanda Thomaz / Thiago Campos Pessoa&lt;br /&gt;Duração: 42 minutos&lt;br /&gt;Ano: 2005&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filme desenvolvido a partir dos depoimentos de descendentes de escravos do LABHOI-UFF com roteiro baseado no livro &lt;em&gt;Memórias do Cativeiro: família, trabalho e cidadania no pós-abolição&lt;/em&gt;. de Ana Lugão Rios e Hebe Mattos. Rio de Janeiro:Civilização Brasileira,2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como obter: R$ 15 no LABHOI-UFF, Campus do Gragoatá, Bloco O, segundo andar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-115833194196528604?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/115833194196528604/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=115833194196528604' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/115833194196528604'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/115833194196528604'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/09/memrias-do-cativeiro-ficha-tcnica-do.html' title=''/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-115833134503323589</id><published>2006-09-15T11:34:00.000-03:00</published><updated>2006-09-15T11:42:25.070-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/554/3618/1600/250px-Flag_of_Portugal.png"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/554/3618/320/250px-Flag_of_Portugal.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;ALMOÇO PORTUGUÊS - Domingo - 17 de setembro - 12:30&lt;br /&gt;Basílica Santa Terezinha - Tijuca - em frente ao Instituto de Educação (metrô mais próximo: Afonso Pena)&lt;br /&gt;Haverá um almoço com direito a um show de um grupo folclórico português. Os convites custam R$ 15.&lt;br /&gt;É uma ótima chance para começar a entender a vida dos imigrantes portugueses no Brasil e de ir pensando em um possível entrevistado.&lt;br /&gt;Quem quiser mais detalhes, é só me enviar um e-mail que eu passo os telefones da Ana Luiza.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-115833134503323589?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/115833134503323589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=115833134503323589' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/115833134503323589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/115833134503323589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/09/almoo-portugus-domingo-17-de-setembro.html' title=''/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-115809996890283404</id><published>2006-09-12T19:25:00.000-03:00</published><updated>2006-09-13T06:19:27.146-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/554/3618/1600/boca-de-lixo.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/554/3618/320/boca-de-lixo.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; BOCA DE LIXO&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/554/3618/1600/boca-de-lixo.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Eduardo Coutinho&lt;br /&gt;Música: Tim Rescala&lt;br /&gt;Produção: CECIP (Centro de Criação de Imagem Popular) &lt;a href="http://www.cecip.com.br/"&gt;http://www.cecip.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Duração: 50 minutos&lt;br /&gt;Ano: 1992&lt;br /&gt;Onde obter o vídeo: Centro de Criação de Imagem Popular&lt;br /&gt;Largo de São Francisco de Paula, 34/4o andar20051-070 - Rio de Janeiro/RJTel (21) 2509 3812 - Fax (21) 2252 8604&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recomendação de leitura: Consuelo Lins. &lt;em&gt;O Documentário de Eduardo CoutinhoTelevisão, cinema e vídeo.&lt;/em&gt; Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-115809996890283404?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/115809996890283404/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=115809996890283404' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/115809996890283404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/115809996890283404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/09/boca-de-lixo-diretor-eduardo-coutinho.html' title=''/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-115799570639716547</id><published>2006-09-11T14:19:00.000-03:00</published><updated>2006-09-11T14:41:36.056-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/554/3618/1600/trebitsch.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/554/3618/320/trebitsch.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Michel Trebitsch (1948-2004). Era pesquisador do CNRS, mais precisamente do Institut d'histoire du temps présent*. Michel Trebitsch faleceu em março de 2004. Ele foi um dos fundadores e líder por muitos anos do Grupo de Pesquisa sobre a História dos Intelectuais. Seu último livro, publicado em co-autoria com Nicole Racine, chama-se &lt;em&gt;Du Genre en Histoire des Intellectuels&lt;/em&gt;. Publicou vários livros sobre este tema, como &lt;em&gt;Pour une histoire comparée des intellectuels&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Les Intellectuels et l'Europe de 1945 à nos jours&lt;/em&gt; .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Segundo a Wikipedia (&lt;a href="http://www.wikipedia.org"&gt;www.wikipedia.org&lt;/a&gt; ), L’Institut d’histoire du temps présent (IHTP) é uma unidade de pesquisa do &lt;a title="CNRS" href="http://fr.wikipedia.org/wiki/CNRS"&gt;CNRS&lt;/a&gt;. Fundado em &lt;a title="1978" href="http://fr.wikipedia.org/wiki/1978"&gt;1978&lt;/a&gt; por &lt;a class="new" title="François Bédarida" href="http://fr.wikipedia.org/w/index.php?title=Fran%C3%A7ois_B%C3%A9darida&amp;action=edit"&gt;François Bédarida&lt;/a&gt;, reune pesquisadores especializados na Segunda Guerra Mundial ou em temas específicos de história contemporânea. O IHTP é dirigido atualmente por Henry Rousso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-115799570639716547?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/115799570639716547/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=115799570639716547' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/115799570639716547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/115799570639716547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/09/michel-trebitsch-1948-2004.html' title=''/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-115686142446268304</id><published>2006-08-29T11:09:00.000-03:00</published><updated>2006-08-29T14:47:08.640-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>PROGRAMA DO CURSO DE HISTÓRIA ORAL 2006 - 02&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GHT 04257 – HISTÓRIA ORAL - 2006 (II) – Prof. Marcos Alvito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.opandeiro.net"&gt;www.opandeiro.net&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://historal200602.blogspot.com"&gt;http://historal200602.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PASTA 240 – BLOCO O&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivos:&lt;br /&gt;Proporcionar uma introdução à teoria e às metodologias da História Oral privilegiando o exemplo prático de entrevistas com imigrantes portugueses residentes no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Programa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Unidade I: Conceitos básicos e questões teóricas&lt;br /&gt;- História da História Oral&lt;br /&gt;- História Oral no campo do conhecimento histórico hoje: possibilidades e limites&lt;br /&gt;- História, memória e identidade&lt;br /&gt;- A questão da biografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Unidade II: Metodologias&lt;br /&gt;- Projetos de História Oral&lt;br /&gt;- A entrevista&lt;br /&gt;- Armazenamento e catalogação&lt;br /&gt;- A interpretação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Unidade III: Exemplos concretos&lt;br /&gt;- O Projeto Fabricando História&lt;br /&gt;- O Projeto Trabalho e Identidade&lt;br /&gt;- A história de uma comunidade por ela própria: Acari e Vigário Geral&lt;br /&gt;- As transformações do carnaval carioca segundo os membros da Velha Guarda da Portela&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Unidade IV: Prática&lt;br /&gt;- Objetivos da entrevista e roteiro&lt;br /&gt;- Debate&lt;br /&gt;- Interpretação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalhos:&lt;br /&gt;Um trabalho final individual que constará de uma entrevista, devidamente transcrita e comentada; o comentário (até 8pp.) deverá comparar a entrevista com uma ou mais entrevistas realizadas pelos colegas. A transcrição das entrevistas deverá ser posta em arquivo eletrônico, para facilitar a troca e a leitura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avaliação:&lt;br /&gt;A nota final de cada aluno levará em consideração: a presença, a participação nas aulas, a entrevista e o trabalho final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;i. referente à História Oral:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALBERTI,Verena&lt;br /&gt;[1990] História Oral: a experiência do CPDOC. Rio de Janeiro:FGV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALVITO,Marcos&lt;br /&gt;[2004] “A favela venceu” In: A memória das favelas, Comunicações do Iser, Número 59, Ano 23. pp. 110-116.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BAYER,Ronald e OPPENHEIMER,G.&lt;br /&gt;[2000] AIDS Doctors – Voices from the epidemic. Oxford University Press. Chapter One: Discovery and Commitment. Obtido no site &lt;a href="http://www.nyt.com/"&gt;http://www.nyt.com/&lt;/a&gt; (Book Reviews)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BOSI,Ecléa&lt;br /&gt;[1994] Memória e sociedade: lembranças de velhos. São Paulo: Companhia das Letras. 3.ed.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BOURGUIÈRE,André&lt;br /&gt;[1986] Dictionnaire des sciences historiques. Paris:Presses Universitaires de France.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BRANDÃO,Carlos Rodrigues&lt;br /&gt;[1998] “A memória no outono” In: Psicologia USP, vol.9, n.2 (obtido no site &lt;a href="http://www.scielo.com.br/"&gt;http://www.scielo.com.br/&lt;/a&gt; )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BURKE,Peter (Org.)&lt;br /&gt;[1992] A escrita da história – novas perspectivas. São Paulo: Editora da Universidade Estadual Paulista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FERREIRA,Marieta de Moraes (org.)&lt;br /&gt;[1994] Entre-vistas: abordagens e usos da História Oral. Rio de Janeiro: FGV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_____________________________ (Org.)&lt;br /&gt;[1994] História Oral e multidisciplinaridade. Rio de Janeiro: Diadorim, 1994.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_____________________________ e AMADO,Janaína (Orgs.).&lt;br /&gt;[1998] Usos &amp; Abusos da História Oral. Rio de Janeiro: FGV.2.ed.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;____________________________, FERNANDES,T.M. e ALBERTI,V. (orgs.)&lt;br /&gt;[2000] História Oral: desafios para o século XXI. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, Casa de Oswaldo Cruz, CPDOC – Fundação Getúlio Vargas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FREITAS,Sônia Maria de&lt;br /&gt;[2002] História Oral: possibilidades e procedimentos. São Paulo: Humanitas / FFLCH / USP: Imprensa Oficial do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HISTÓRIA ORAL. Revista da Associação Brasileira de História Oral. Número 1 (junho de 1998) e Número 2 (junho de 1999).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LE GOFF,Jacques.&lt;br /&gt;[1984] “Memória” In: Enciclopédia Einaudi, volume 1: Memória-História. Lisboa: Imprensa Nacional/Casa da Moeda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATTOS,Hebe Maria&lt;br /&gt;[1998] “Os combates da memória: escravidão e liberdade nos arquivos orais de descendentes de escravos brasileiros” In: Tempo, Rio de Janeiro, n.6, dez. 1998:119-137.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MEIHY,José Carlos Sebe Bom (Org.).&lt;br /&gt;[1996] (Re) Introduzindo a história oral no Brasil. São Paulo: Xamã.&lt;br /&gt;[1998] Manual de História Oral. São Paulo:Edições Loyola.2.ed. (revista e ampliada)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MONTENEGRO,Antonio Torres&lt;br /&gt;[2003] História Oral e memória: a cultura popular revisitada. São Paulo: Contexto. 5.ed.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MOTTA,Márcia Maria Menendes.&lt;br /&gt;[1998] “História e Memórias” In: MATTOS,Marcelo Badaró (org.). História: pensar e fazer. Rio de Janeiro: Laboratório Dimensões da História, 1998.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;POLLAK,Michael.&lt;br /&gt;[1989] “Memória, esquecimento,silêncio” In: Estudos Históricos, Rio de Janeiro, vol.2, n. 3,1989:3-15. (pode ser obtido no site &lt;a href="http://www.cpdoc.fgv.br/revista"&gt;www.cpdoc.fgv.br/revista&lt;/a&gt; )&lt;br /&gt;[1992] “Memória e identidade social” In: Estudos Históricos, Rio de Janeiro, vol. 5, n.10, 1992 :200-212. (pode ser obtido no site &lt;a href="http://www.cpdoc.fgv.br/revista"&gt;www.cpdoc.fgv.br/revista&lt;/a&gt; )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PORTELLI,Alessandro.&lt;br /&gt;[1996] “A filosofia e os fatos – narração, interpretação e significado nas memórias e nas fontes orais” In: Tempo, Rio de Janeiro, n.2, dez. 1996:59-72. (pode ser obtido no site da Revista Tempo: &lt;a href="http://www.historia.uff.br/tempo"&gt;www.historia.uff.br/tempo&lt;/a&gt; )&lt;br /&gt;[1998] “What makes Oral History different” In: PERKS,Robert e THOMPSON,Alistair. Oral History Reader. London:Routledge. Pp.63-74.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RIOS,Ana Lugão e MATTOS,Hebe&lt;br /&gt;[2005] Memórias do cativeiro. Família, trabalho e cidadania no Pós-Abolição. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUEIROZ,Maria Isaura Pereira de.&lt;br /&gt;[1991]Variações sobre a técnica de gravador no registro da informação viva. São Paulo:T.A.Queiroz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SANTOS,Myrian Sepúlveda dos&lt;br /&gt;[1998] “Sobre a autonomia das novas identidades coletivas: alguns problemas teóricos” In: Revista Brasileira de Ciências Sociais,vol.13,n.38. (obtido em &lt;a href="http://www.scielo.com.br/"&gt;http://www.scielo.com.br/&lt;/a&gt; )&lt;br /&gt;SITTON,Thad et alii.&lt;br /&gt;[1989] Historia Oral – una guía para profesores (y otras personas). México (D.F.): Fondo de Cultura Econômica.&lt;br /&gt;THOMPSON,Paul.&lt;br /&gt;[1992] A voz do passado: História Oral. Rio de Janeiro: Paz e Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VIDAL-NAQUET,Pierre.&lt;br /&gt;[1988] Os assassinos da memória: um Eichmann de papel e outros ensaios sobre o revisionismo. Campinas:Papirus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Von SIMSON,Olga de Moraes (Org.).&lt;br /&gt;[1988] Experimentos com histórias de vida (Itália-Brasil). São Paulo:Edições Vértice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ii. Referente à questão da imigração e dos imigrantes portugueses&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GOMES,A.C. (Org.)&lt;br /&gt;(2000) Histórias de imigrantes e de imigração no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: 7Letras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARQUES, A. H. d. O.&lt;br /&gt;(2006). Breve História de Portugal. Lisboa: Editorial Presença.6.ed.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARTINS,I.L. e SOUSA,F. (Orgs.)&lt;br /&gt;(2006) Portugueses no Brasil: Migrantes em dois atos. Rio de Janeiro: Porto: Muiraquitã:FAPERJ:CEPESE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MAUAD, A. M. e GOMES,A.C. (Orgs.)&lt;br /&gt;(2006). Imigração espanhola em Niterói. Niterói: Niterói Livros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PINTO, A. C. (Org.)&lt;br /&gt;(2004). Portugal Contemporâneo. Lisboa: Dom Quixote.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RIBEIRO,Gladys Sabina.&lt;br /&gt;(1987) Cabras e Pés-de-Chumbo : os rolos do tempo, o antilusitanismo na cidade do Rio de Janeiro, 1890-1930. Niterói, RJ. 2 v Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal Fluminense, 1987.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SERRÃO, J.&lt;br /&gt;(s.d.). Pequeno Dicionário de História de Portugal. Porto: Figueirinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;iii. Vídeos&lt;br /&gt;Boca de Lixo. Eduardo Coutinho. Rio de Janeiro: CECIP. 1998.&lt;br /&gt;Memórias do Cativeiro. Guilherme Fernández e Isabel Castro. Rio de Janeiro: LABHOI. 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CRONOGRAMA DE LEITURAS DO CURSO HISTÓRIA ORAL:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aula 01&lt;br /&gt;31/08&lt;br /&gt;APRESENTAÇÃO: definições de H.Oral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aula 02&lt;br /&gt;05/09&lt;br /&gt;Idem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aula 03&lt;br /&gt;05/09 – 14 horas&lt;br /&gt;Exibição de vídeo para demonstrar as possibilidades da História Oral&lt;br /&gt;Boca de Lixo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aula 04&lt;br /&gt;12/09&lt;br /&gt;Modalidades de H.Oral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aula 05&lt;br /&gt;12/09&lt;br /&gt;14 horas&lt;br /&gt;Exibição de video&lt;br /&gt;Memórias do cativeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aula 06&lt;br /&gt;14/09&lt;br /&gt;[1] TREBITSCH In: FERREIRA,1994:19-41&lt;br /&gt;História da H.Oral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aula 07&lt;br /&gt;19/09&lt;br /&gt;A História Oral no Brasil&lt;br /&gt;CONTATOS com os trabalhadores a serem entrevistados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aula 08&lt;br /&gt;21/09&lt;br /&gt;[2] LOBO, 2001: 213-321, Cap. 3: Período de retomada da emigração portuguesa para o Brasil da década de 1950 à de 1960 e das transformações da décadade 1970.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aula 09&lt;br /&gt;26/09&lt;br /&gt;[3] MARTINS, 2006:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aula 10&lt;br /&gt;28/09&lt;br /&gt;[4A] MENEZES In: GOMES, 2000: 164-182;&lt;br /&gt;[4B] NOGUEIRA In: GOMES, 2000: 183-206.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aula 11&lt;br /&gt;03/10&lt;br /&gt;[5] POLLACK,1992&lt;br /&gt;História, memória e identidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aula 12&lt;br /&gt;05/10&lt;br /&gt;Idem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aula 13&lt;br /&gt;10/10&lt;br /&gt;[6] PORTELLI,1996&lt;br /&gt;Idem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aula 14&lt;br /&gt;17/10&lt;br /&gt;[7] BOURDIEU In:FERREIRA &amp; AMADO, 1998: 183-191&lt;br /&gt;Biografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aula 15&lt;br /&gt;19/10&lt;br /&gt;[8] THOMPSON,1992, capítulo 6&lt;br /&gt;Projetos de H.Oral, exemplos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aula 16&lt;br /&gt;24/10&lt;br /&gt;[9] THOMPSON,1992, capítulo 7&lt;br /&gt;Objetivo, roteiro e procedimentos da entrevista;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aula 17&lt;br /&gt;26/10&lt;br /&gt;Objetivo, roteiro e procedimentos da entrevista;&lt;br /&gt;INÍCIO DAS ENTREVISTAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aula 18&lt;br /&gt;31/10&lt;br /&gt;A entrevista; armazenamento e catalogação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aula 19&lt;br /&gt;07/11&lt;br /&gt;[10] Leitura de entrevistas com imigrantes espanhóis em Niterói&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aula 20&lt;br /&gt;09/11&lt;br /&gt;Idem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aula 21&lt;br /&gt;14/11&lt;br /&gt;[11] PORTELLI In:FERREIRA &amp;amp; AMADO, 1998: 103-130&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aula 22&lt;br /&gt;16/11&lt;br /&gt;Idem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aula 23&lt;br /&gt;21/11&lt;br /&gt;As condições de realização das entrevistas&lt;br /&gt;ENTREGA: TRANSCRIÇÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aula 24&lt;br /&gt;23/11&lt;br /&gt;Debate acerca das entrevistas realizadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aula 25&lt;br /&gt;28/11&lt;br /&gt;Debate acerca das entrevistas realizadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aula 26&lt;br /&gt;30/11&lt;br /&gt;Debate acerca das entrevistas realizadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aula 27&lt;br /&gt;05/12&lt;br /&gt;Debate acerca das entrevistas realizadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aula 28&lt;br /&gt;07/12&lt;br /&gt;Entrega dos comentários acerca das entrevistas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aula 29&lt;br /&gt;12/12&lt;br /&gt;Correção e observações – debate dos resultados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aula 30&lt;br /&gt;14/12&lt;br /&gt;AVALIAÇÃO DO CURSO pelos alunos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19/12&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-115686142446268304?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/115686142446268304/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=115686142446268304' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/115686142446268304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33532890/posts/default/115686142446268304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historal200602.blogspot.com/2006/08/programa-do-curso-de-histria-oral-2006.html' title=''/><author><name>Marcos Alvito</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_Y5BY3KoPouw/SULioeLmraI/AAAAAAAAAA8/-1M_NYcTh2U/S220/02+-+Fevereiro+-+Uni%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33532890.post-115685744919036820</id><published>2006-08-29T10:08:00.000-03:00</published><updated>2006-08-29T10:17:29.200-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Lista de associações portuguesas (Casas Regionais Portuguesas) no Rio de Janeiro:&lt;br /&gt;- Coloquei em &lt;strong&gt;negrito&lt;/strong&gt; as mais ativas, onde será mais fácil participar de atividades e contactar possíveis entrevistados&lt;br /&gt;- Algumas atividades também são noticiadas nos jornais da colônia portuguesa no Rio: &lt;strong&gt;Portugal em Foco&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;O Mundo Português&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Voz de Portugal,&lt;/strong&gt; mas é bom confirmar por telefone&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;01. CASA DO MINHO&lt;br /&gt;Data de fundação: março 1924&lt;br /&gt;Endereço: Rua Cosme Velho, 60 - Laranjeiras&lt;br /&gt;Telefone: 2225-1820&lt;br /&gt;Site: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.casadominho.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;www.casadominho.com.br&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;E-mail:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;02. CASA DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO&lt;br /&gt;Data de fundação:&lt;br /&gt;Endereço: Av. Melo Matos, 15/19 - Tijuca&lt;br /&gt;Telefone: 2284-7346&lt;br /&gt;Site: www.casatrasosmontes.com.br&lt;br /&gt;E-mail:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;03. AROUCA BARRA CLUBE&lt;br /&gt;Data de fundação: 1967&lt;br /&gt;Endereço: Av. Das Américas, 2300A – Barra da Tijuca&lt;br /&gt;Telefone: 3325&lt;/strong&gt;-3366 / 3325-3636&lt;br /&gt;E-mail:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;04. CASA DA VILA DA FEIRA E TERRAS DE SANTA MARIA&lt;br /&gt;Data de fundação:&lt;br /&gt;Endereço: Rua Haddock Lobo, 195 - Tijuca&lt;br /&gt;Telefone: 2293-1542 / 2293-1686&lt;br /&gt;E-mail:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;05. CASA DO PORTO&lt;br /&gt;Endereço: Rua Afonso Pena, 39 - Tijuca&lt;br /&gt;Telefone: 2568-2018&lt;br /&gt;E-mail:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;06. CASA DE VISEU SEDE SOCIAL&lt;br /&gt;Endereço: Rua Carlos Chamberland, 40/50 – Vila da Penha&lt;br /&gt;Telefone: 3391-6730 / 34593027&lt;br /&gt;E-mail:&lt;br /&gt;SEDE CAMPESTRE: Estrada da Cascata 624 – Guapimirim tel: 2632-28&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;07. C.S. CAMPONESES DE PORTUGAL&lt;br /&gt;Data de fundação: 30/6/74&lt;br /&gt;Endereço: Sede campestre: Estrada São Mateus, 25 – Jardim Primavera&lt;br /&gt;Telefone: 2776-3352/ 2453-2349&lt;br /&gt;E-mail:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;08. CASA DOS AÇORES&lt;br /&gt;Endereço: Av. Melo Matos, 21 e 25 - Tijuca&lt;br /&gt;Telefone:2568-9535&lt;br /&gt;E-mail:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;09. CASA DE ESPINHO&lt;br /&gt;Data de fundação:&lt;br /&gt;Endereço: Av. Brás de Pina, 1988 – Vista Alegre – Rio de Janeiro&lt;br /&gt;Telefone: 3391-0119&lt;br /&gt;E-mail:&lt;br /&gt;Sede campestre: Av. Brasil, 51.406 tels: 2416-9357 / 2471-6108 / 2425-1772&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. CASA ALDEIAS DE PORTUGAL&lt;br /&gt;Data de fundação: 3/10/1966&lt;br /&gt;Endereço: Rua Jordão  - Jacarepaguá&lt;br /&gt;Telefone: 2776-3352/ 2453-2349&lt;br /&gt;E-mail:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. CASA DO BENFICA&lt;br /&gt;Data de fundação:&lt;br /&gt;Endereço: Rua dos Inválidos, 37/ salas 201/202&lt;br /&gt;Telefone:&lt;br /&gt;E-mail:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. CASA DAS BEIRAS&lt;br /&gt;Data de fundação:&lt;br /&gt;Endereço: Rua Barão de Ubá 341 - Tijuca&lt;br /&gt;Telefone: 2273-1897 / 2273-1946&lt;br /&gt;E-mail:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13. CLUBE REAL SOCIEDADE GINÁSTICO PORTUGUÊS&lt;br /&gt;Data de fundação:&lt;br /&gt;Endereço: Av. Graça Aranha, 187 - Centro&lt;br /&gt;Telefone: 2210-1362&lt;br /&gt;E-mail:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;14. CASA DOS POVEIROS&lt;br /&gt;Data de fundação: 1930&lt;br /&gt;Endereço: Rua do Bispo, 302&lt;br /&gt;Telefone: 2284-9190  e   2569-2483 (?)&lt;br /&gt;Site: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.casadospoveiros.hpg.ig.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;www.casadospoveiros.hpg.ig.com.br&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15. ORFEÃO PORTUGAL DO RIO DE JANEIRO*&lt;br /&gt;Data de fundação: 26/5/1923&lt;br /&gt;Endereço: Rua Aguiar, 60 – Tijuca&lt;br /&gt;Telefone: 2568-9343 / 39792981&lt;br /&gt;* segundo informação do presidente da Casa do Minho em 28/5/06, o Orfeão está fechado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Niterói&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;01. CLUBE PORTUGUÊS DE NITERÓI&lt;br /&gt;Data de fundação: 1960&lt;br /&gt;Endereço: Rua Lara Vilela, 176 – Ingá&lt;br /&gt;Telefone: 2717-4225&lt;br /&gt;E-mail:&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33532890-115685744919036820?l=historal200602.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historal200602.blogspot.com/feeds/115685744919036820/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33532890&amp;postID=115685744919036820' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/f
